sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Tag - Deuses do Olimpo

Finalmente, o dia mais aguardado da semana chegou: a famosa sexta-feira. Então, para já começar o final de semana animado, nada melhor do que uma tag com várias indicações de livros né? Para isso, vou responder a Tag Deuses do Olímpo, que a Dafny do blog Livros e Criaturas me marcou.
Como vocês já devem ter imaginado, ela consiste em perguntas relacionadas aos deuses da mitologia grega. Quem me marcou foi a Dafny, mas a tag foi criada pelo Davyd Santos (Encontro com Livros) e o Magno Ribeiro (Diálogo Literário). 

Regras:
1 - Indicar no mínimo 5 blogs
2 - Dizer quem são os criadores da tag
3 - Dizer quem te indicou 

1 – Zeus: Rei dos Deuses – Qual livro é o rei da sua estante?



Pensei em vários livros diferentes para essa resposta, porque eu tenho vários livros que considero muito especiais na estante. Mas acabei optando por Em algum lugar nas estrelas que é, provavelmente, a edição mais linda que eu tenho e ainda foi uma livro cuja história me encantou.

2 – Hera: Deusa do casamento – Um casal que você shippa.



Sério que preciso escolher um? Em praticamente todo livro que eu leio tem um casal que eu shippo; até quando não tem romance, eu dou um jeito de torcer para alguém. Mas escolhi um casal que eu amo e não comento muito por aqui: Hannah e Garret do livro O Acordo. Já fiz resenha sobre esse livro aqui e comentei o quanto eu me encantei com esse casal e torci muito por eles.

3 – Poseidon: Rei dos Mares – Qual livro você jogaria no mar do esquecimento?



Eu já comentei aqui que, por mais que eu não goste do livro, dificilmente eu me arrependo de ter lido. Acho que até de livros que você não gostou de ler, é possível tirar alguma coisa boa, por menor que seja. Mas, se é para responder, eu diria Três Coroas Negras. Era um livro que eu tinha muita expectativa e não foi nada do que eu esperava.

4 – Deméter: Deusa da Agricultura – Imaginando que sua bagagem literária é uma árvore, qual livro foi a semente?



Eu sempre gostei de ler, desde que era muito pequenininha, então tenho muita dificuldade de apontar um livro que tenha iniciado meu gosto pela leitura. Mas um que eu sei que me marcou muito quando era criança foi Pollyana e tenho certeza que ele ajudou muito na minha formação como leitora.

5 – Hades: Deus dos Mortos – Um personagem que você mataria.



Vários personagens poderiam entrar nessa lista, incluindo a Prof ª Umbridge, de Harry Potter. No entanto, vou mencionar uma personagem de um livro que li recentemente e que despertou todo o meu ódio: Zara Dearborn, de Senhor das Sombras. Eu ainda vou fazer a resenha desse livro, mas já adianto que a Cassandra Clare conseguiu criar uma das personagens mais desprezíveis que já li. Impossível não odiar.

6 – Héstia: Deusa do Lar – Um personagem que você levaria para casa.



Tem muitos personagens que eu amo e, com certeza, levaria para casa. Mas o Rodrigo, da série Minha vida fora de série, é um que dá vontade de colocar em um potinho e guardar com a gente para sempre. Ele fica mais apaixonante a cada livro e, realmente, dá vontade de levar ele pra casa.

7 – Afrodite: Deusa do Amor e da Sensualidade – Um livro pelo qual você se apaixonou.



Acho que vou passar o ano inteiro falando desse livro aqui, mas não tem como não escolher O sol também é uma estrela, da Nicola Yoon. Já mencionei esse livro tantas vezes aqui no blog que não vou nem explicar, mas deixo o link para a resenha para quem quiser conferir o que achei dessa leitura.

8 – Apolo: Deus do Sol e da Arte – Um personagem artista.



Já li alguns livros com personagens artistas, mas vou trapacear e citar o Rodrigo de novo. Afinal, o baterista mais fofo da literatura não poderia ficar fora justo nessa pergunta né? Mas vou fazer uma menção honrosa ao Julian Blacktorne, da trilogia Artifícios das Trevas, que é um excelente pintor.

9 – Ártemis: Deusa Virgem da Caça – O livro que te levou a grandes aventuras.



Ia responder Harry Potter, mas achei muito óbvio. Então, escolhi um que me levou a um universo incrível e cheio de aventuras: The kiss of deception, da Mary E. Pearson. Eu amei toda a trilogia Crônicas de Amor e Ódio e, sem dúvida, acompanhar a jornada da Lia foi uma aventura maravilhosa.

10 – Ares: Deus da Guerra – Um livro que te deixou com ódio.



Por toda a decepção que senti com a leitura, não poderia responder outro livro que não fosse Três Coroas Negras. Quando terminei essa leitura eu estava com muita raiva por não ter encontrado nada do que foi prometido na sinopse. Apesar de não ser o pior livro que já li, era um que eu esperava demais e que foi muito frustrante.

11 – Atena: Deusa da Sabedoria – Um personagem que te inspira?



Tem como ler Harry Potter e não pensar no Dumbledore e toda sua sabedoria? Para mim, é impossível não pensar nos vários conselhos que ele oferece ao Harry e que sempre levam os leitores a refletirem.

12 – Dionísio: Deus do Vinho e das Festas – Qual foi sua maior ressaca literária?



Minhas ressacas literárias não costumam durar muito, mas um livro que me fez ficar vários dias sem conseguir ler nada foi Por lugares incríveis, da Jennifer Niven. Foi uma leitura que me abalou muito e demorei um bom tempo para digerir isso e começar outra leitura.

13 – Hefesto: Deus do Ferro e do Fogo – Um livro que tenha ferra ou fogo na capa.



Escolhi Cidade do Fogo Celestial, último volume da série Os Instrumentos Mortais, que não só tem fogo na capa, mas no título também.

14 – Hermes: Deus do Comércio (Mensageiro dos Deuses) – Um livro que você não compraria ou se arrependeu de ter comprado?



Preciso mesmo responder? Se você leu as minhas respostas com atenção vai saber que, com certeza, só poderia escolher um para esta pergunta: Três Coroas Negras.
            Bom, essas foram as minhas respostas para a Tag Deuses do Olimpo. Gostaram? Me contem aí nos comentários o que acharam das minhas escolhas e o que vocês responderiam. Os blogs literários que eu marquei para responder são:

5 – Crescendo & Escrevendo

Se você se interessou por algum dos livros citados, vou deixar o link de compra na Amazon aqui. Comprando através dele, vocês ajudam o Dicas de Malu à crescer. 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

[Dica da Malu] Minha vida (não tão) perfeita

Sinopse: "Dramas, confusões e uma boa dose de amor são os ingredientes do novo romance de Sophie Kinsella, uma divertida crítica aos julgamentos errados que uma boa foto no Instagram pode gerar Cat Brenner tem uma vida perfeita: mora num flat em Londres, tem um emprego glamoroso e um perfil supercool no Instagram. Ah, ok... Não é bem assim... Seu flat tem um quarto minúsculo – sem espaço nem para guarda-roupa –, seu trabalho numa agência de publicidade é burocrático e chato, e a vida que compartilha no Instagram não reflete exatamente a realidade. E seu nome verdadeiro nem é Cat, é Katie. Mas um dia seus sonhos se tornarão realidade. Bom, é nisso que ela acredita até que, de repente, sua vida (não tão) perfeita desmorona. Demeter, sua chefe bem-sucedida, a demite. Tudo o que Katie sempre sonhou vai por água abaixo, e ela resolve dar um tempo na casa da família, em Somerset. Em sua cidadezinha natal, ela decide ajudar o pai e a madrasta com a nova empreitada do casal: os dois planejam transformar a fazenda da família em um glamping, uma espécie de camping de luxo e estão muito empolgados com o novo negócio, mas não sabem muito bem por onde começar. E não é justamente lá que o destino coloca Katie e sua ex-chefe cara a cara de novo? Demeter e a família vão passar as férias no glamping, e Katie tem a chance de, enfim, colocar aquela megera no seu devido lugar. Mas será que ela deve mesmo se vingar da mulher que arruinou sua vida? Ou apenas tentar recuperar seu emprego? Demeter – a executiva que tem tudo a seus pés – possui mesmo uma vida perfeita ou, quem sabe, as duas têm mais em comum do que imaginam? Porque, pensando bem, o que há de errado em ter uma vida (não tão) perfeita? "Autora: Sophie Kinsella / Editora: Record / Páginas: 406 / Skoob /
Comprar: AmazonLivro recebido de cortesia da editora

Desde que li Fiquei com seu número, da Sophie Kinsella, eu me apaixonei pela escrita leve e divertida da autora e leria até sua lista de supermercado caso ela resolvesse publicar. Então, quando soube que a Editora Record iria lançar Minha vida (não tão) perfeita, fiquei imediatamente interessada. Recebi esse livro mês passado e agora, finalmente, vou poder contar para vocês o que achei.
Em Minha vida (não tão) perfeita, conhecemos Katie, uma jovem de 26 anos que conseguiu emprego em uma prestigiada agência publicitária em Londres. De acordo com as fotos dela no Instagram, sua vida não poderia ser mais perfeita. No entanto, o que as postagens dela não mostram é que ele mora em um apartamento minúsculo que divide com duas pessoas com as quais ela não tem nada em comum; que para ir de casa ao trabalho ela faz um trajeto longo, demorado e exaustivo; e, principalmente, que ela não está nada feliz com seu trabalho.

“É só que eu não falo sobre as coisas não tão incríveis da minha vida, como a distância da minha casa até o trabalho, os preços absurdos praticados na cidade ou o fato de eu guardar tudo que tenho em uma rede. (...) E a verdade é que isso é tudo o que sonho conquistar na vida. Um dia minha vida vai ser tudo aquilo que eu posto no Instagram. Um dia ela vai ser!”

Já dá para imaginar que o foco do livro é, então, uma reflexão sobre a vida moderna e a aparente perfeição que as pessoas demonstram nas redes sociais. Não só Katie se esforça para mostrar que tudo na sua vida está ótimo, como ela baseia os seus planos no que as pessoas à sua volta parecem viver. Assim, ela não se abre nem com a sua melhor amiga, pois esta tem uma vida incrível em Nova York e Katie não quer se sentir por baixo. Ao mesmo tempo, ela deseja ser exatamente igual à sua chefe: uma mulher segura, bem resolvida, com uma família perfeita, que mora em uma casa maravilhosa e tem uma vida social invejável.


Mas toda história tem um outro lado, não é mesmo? E Katie percebe isso quando perde o emprego e precisa resgatar suas origens. Ela acaba voltando para sua cidade natal a fim de ajudar seu pai e sua madrasta em um empreendimento que estavam montando: um glamping  acampamento de luxo. O que Katie não esperava era que sua ex-chefe, Demeter, fosse passar férias com a família lá e que isso revelaria muito sobre a mulher que Katie pensava que tinha uma vida perfeita.

“Esse não é o jeito dela – pelo menos não da Demeter que conheço. Mas talvez exista uma Demeter que eu não conheça.”

A primeira coisa que preciso destacar sobre esse livro é o quanto essas duas protagonistas são reais. Elas refletem momentos diferentes da vida de muitas mulheres. Não vou entrar em muitos detalhes sobre a Demeter, porque acho que o leitor precisa viver a experiência de conhece-la aos poucos, mas já digo que ela é uma personagem incrível e que me surpreendeu muito.
Já a Katie, eu senti uma vontade de abraças e falar “tamo junto, miga”. Ela é uma personagem com a qual é muito fácil se identificar, especialmente se você estiver na faixa dos 20 e poucos anos, vivendo aquela famosa situação de “expectativa vs realidade” que vem após a faculdade. Katie sonhava com um bom emprego, onde pudesse apresentar suas ideias e colocar em prática tudo que aprendeu na faculdade. No entanto, não é isso o que ela encontrou após se formar e é bem difícil lidar com a frustração, especialmente quando todas as outras pessoas parecem estar tão bem.

“Eu havia me imaginado crescendo na carreira, como se subisse uma escada que poderia me levar a qualquer lugar se eu me esforçasse muito.”

Katie tenta lidar com suas inseguranças e frustrações mudando sua personalidade, sua aparência, e até seu apelido, e criando um feed maravilhoso no Instagram, o que faz parecer que sua vida está perfeita. Esse comportamento pode até soar fútil, mas quem nunca se sentiu desesperado para se encaixar em um lugar? Ou, em algum momento de crise, teve a sensação de que a vida de todas as outras pessoas ia maravilhosamente bem, sem problemas, medos ou dramas? Isso pode até significar que Katie não é a mais perfeita das personagens, mas ela é, sem dúvida, muito humana.
Além de Katie e Demeter, há outros personagens que, apesar de não serem muito explorados, são importantes para a trama. O pai e a madrasta de Katie são apaixonantes e achei bonito ver a evolução do relacionamento dos três. Já o Alex, que é o mocinho da história, rouba a cena em todos os momentos em que aparece e confesso que gostaria de ter visto os dilemas dele mais explorados no livro.

“Porque é da natureza humana esperar coisas impossíveis.”

Minha única ressalva é que senti falta de um maior desenvolvimento do romance. Eu acabei não sendo totalmente cativada pelo casal, porque houve pouco espaço na trama. No entanto, Katie e Alex são tão carismáticos individualmente que isso acabou conquistando minha torcida por eles. Além disso, o romance ter ficado em segundo plano foi bom por não tirar o foco da jornada de amadurecimento da protagonista.


Com relação a escrita da Sophie Kinsella, ela continua dinâmica e envolvente desde as primeiras páginas. A trama segue um bom ritmo e, apesar de não ser um livro tão engraçado quanto Fiquei com seu número, tem seus momentos mais divertidos. Além disso, adorei ver como ela trouxe um assunto importante de uma maneira leve e cativante.

“A vida de ninguém tem que ser pefeita. (...) Não exija tanto de si mesma, querida. Quem quer que tenha inventado que a vida tem que ser perfeita, é uma pessoa muito má, na minha opinião.”

A edição está simples, porém, é bonita e agradável para leitura. Apesar de não ser a capa mais bonita dos livros da Sophie, achei muito fofa e adequada para o livro. As páginas são amareladas e gostei do tamanho da fonte e do espaçamento, que não são muito grandes mas também não dificultam na hora de ler.

Deste modo, Minha vida (não tão) perfeita pode não ser o livro mais engraçado da Sophie Kinsella, (embora tenha momentos divertidos), mas foi uma leitura que me conquistou. Traz questionamentos importantes e atuais, mas de uma maneira leve e que envolve o leitor. Sem dúvida, Sophie Kinsella não me decepcionou. Aliás, me deixou com mais vontade ainda de ler outros livros dela.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

[Dica da Malu] Victoria e o Patife

Sinopse: “Criada pelos tios na Índia, Victoria é enviada a Londres aos 16 anos a fim de conseguir um marido. Mas é na longa viagem até a Inglaterra que a jovem encontra o amor, na figura de Hugo Rothschild, o nono Conde de Malfrey. Tudo estaria ótimo se não fosse a insuportável interferência do capitão do navio, Jacob Carstairs. Por que ele não pode confiar na escolha de Victoria? Por que ele não a deixa em paz? Estaria Hugo escondendo algo?"  Autora: Meg Cabot / Editora: Galera Record / Páginas: / SkoobComprar: AmazonLivro recebido em parceria com a editora


Até recentemente, meu único contato com a escrita da autora Meg Cabot havia sido através de sua série mais famosa, “O Diário da Princesa”. Apesar de ter sido uma leitura divertida e envolvente, me decepcionei por perceber na protagonista Mia uma visão exagerada e caricatural da adolescência. No entanto, resolvi fazer uma nova tentativa com a autora e resolvi ler seu romance histórico juvenil, Victoria e o Patife, lançado no primeiro semestre pela Galera Record.
Neste livro, conhecemos a jovem Victoria, uma órfã que cresceu na Índia com seus tios, mas é enviada para a Inglaterra a fim de encontrar um marido adequado. Herdeira de uma fortuna imensa deixada por seu pai, um duque, Victoria consegue encontrar um noivo ainda no navio, o charmoso Lord Malfrey. No entanto, o capitão do navio, Jacob Carstairs, não aprova a escolha de Victoria e fará o possível para impedir este casamento.
Para começar a falar sobre o livro, preciso dizer que mais uma vez tive uma relação de amor e ódio com a escrita de Meg Cabot. Encontrei em Victoria e o Patife as mesmas qualidades que vi na série O Diário da Princesa, mas também os mesmos defeitos. Aliás, em muitos aspectos Victoria parece uma versão do século XIX da princesa Mia.
Falando primeiro sobre o que gostei no livro, mais uma vez a escrita de Meg Cabot se mostrou envolvente e divertida. A leitura flui muito bem e há momentos realmente muito engraçados no livro. Aliás, adorei o humor irônico da autora, sempre presente nas entrelinhas.
Além disso, é impossível não se encantar com Jacob Carstairs. Ele é inteligente, educado, justo e tem um jeito adorável de irritar Victoria. Aliás, os diálogos dos dois são, provavelmente, a melhor coisa do livro todo. Ele tem um senso de humor afiado e não se deixa abalar pelos (muitos) chiliques da menina.

Por outro lado, a Victoria é, provavelmente, o maior problema do livro. Poucas vezes eu senti tanta vontade de esganar uma personagem como aconteceu com essa protagonista. Ela é fútil, mimada, intrometida e muito dramática, me parecendo uma mistura da Mia com a personagem Emma, do romance de Jane Austen – embora bastante inferior a esta segunda. Além disso, Meg parece mais uma vez querer reforçar estereótipos da adolescência de uma maneira muito exagerada.
Outro aspecto que não gostei muito no livro é que tudo se desenvolve muito rápido. De certa maneira, isso é bom para demonstrar a impulsividade e a imaturidade da Victoria, que aceita se casar com um homem que acabou de conhecer. No entanto, isso prejudicou a construção dos personagens e o desenvolvimento do romance.
Mas quero ressaltar que, por incrível que pareça, apesar dos problemas, a Meg Cabot conseguiu escrever uma história gostosa de ler. Mesmo não tendo gostado da protagonista, dei muitas risadas com as situações em que ela se envolveu e com os diálogos entre ela e o Jacob. Além disso, o jovem capitão Cairstairs é um personagem tão carismático que acaba compensando a raiva que senti da Victoria.
A edição do livro é bem simples, mas bonita. A capa é muito fofa e totalmente condizente com a história. Além disso, as páginas são amareladas e a fonte não é muito grande, mas é boa para leitura e está proporcional ao tamanho do livro e ao espaçamento.
Assim, apesar de ter me incomodado com alguns aspectos do livro, ainda encontrei em Victoria e o Patife uma leitura divertida para passar o tempo. Recomendo a leitura para um público bem mais jovem, que talvez não vá se incomodar tanto com a versão um tanto distorcida que Meg Cabot traz da adolescência. No entanto, acredito que mesmo adultos podem se divertir com este livro e encontrar nele uma boa distração.  

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Netflix Book Tag

Hoje é sexta-feira e, enquanto muitas pessoas se preparam para a balada, alguns preferem ficar em casa lendo ou assistindo um filme ou série na Netflix. Pensando nessas pessoas, resolvi responder hoje uma tag muito divertida e que é a cara do final de semana: a Netflix Book Tag.
Eu descobri essa tag no canal Palavras Radioativas, mas ela foi criada pelo A Darker Shade of Whitney e traduzida pela Aione Simões, do Minha Vida Literária. São 11 perguntas muito criativas relacionadas a recursos e categorias da Netflix. Então, sem mais enrolação, vamos as minhas respostas:

1 - Assistidos recentemente – O último livro que você terminou de ler:
O último livro que li foi "Victoria e o patife", da Meg Cabot. Este livro é um romance de época juvenil, lançado no Brasil no primeiro semestre, e eu terminei de ler esta semana. No entanto, não vou falar muito sobre ele agora, porque a resenha sai semana que vem.


2 - Principais escolhas para você – Um livro recomendado a você com base nas suas escolhas anteriores.
 Para responder essa pergunta, eu dei uma conferida no site da Amazon onde tem sugestões com base nas minhas compras e livros que eu pesquisei. Então, entre os livros recomendados estava "Nove regras a ignorar antes de se apaixonar", da Sarah Maclean. Eu escolhi esse entre os livros que foram sugeridos, porque, além de estar nas indicações da Amazon, eu já vi vários comentários positivos sobre ele.


Adicionados recentemente – O último livro que você comprou
Aqui vou ter que responder mais de um livro, porque os últimos livros que comprei foram os que aproveitei na Book Friday e, obviamente, foram comprados juntos: "A Inesperada Herança do Inspetor Chopra", "O príncipe corvo" e "Uma curva no tempo".



Em alta – Livros que todo mundo conhece (dois livros que você leu e dois que você quer ou não quer ler)
Para os livros que todo mundo conhece eu escolhi Harry Potter e A menina que roubava livros, afinal, ambos estão na minha lista de favoritos da vida e sei que, mesmo quem não leu, provavelmente já ouviu falar sobre eles. 


Já para os livros que não li, escolhi um que quero ler e outro que não quero ler. “Extraordinário” de R. J. Palácio é um livro que sempre vejo as pessoas falando muito bem e estou bastante ansiosa para ler. Por outro lado, um livro que todo mundo conhece e que eu não tenho a menor intenção de ler é "50 tons de cinza".

Comédia – Um livro engraçado
Aqui eu poderia citar vários chick-lits que eu amo, mas um que me fez dar gargalhadas durante toda a leitura foi “Fiquei com seu número”, da Sophie Kinsella. Mas vou acrescentar uma menção honrosa a “Procura-se um marido”, da Carina Rissi, que é um livro muito engraçado também, além de fofo e romântico.



Drama – Um personagem dramático
Quando vi essa categoria, lembrei imediatamente na Mia Thermopolis de O Diário da Princesa. No entanto, por não gostar nada dessa personagem, resolvi citar uma outra que é dramática também, mas de um jeito fofo: a Ronie Adams do livro Boston Boys. Ela faz um drama enorme com tudo que acontece, principalmente quando o astro da banda que ela odeia (e todo mundo ama) vai morar em sua casa, mas ainda consegue ser uma personagem divertida e carismática.


Animações – Um livro com desenhos na capa
Por incrível que pareça, essa foi a pergunta mais difícil de responder. No entanto, acabei escolhendo um livro que literalmente me conquistou pela capa e acabou sendo uma leitura muito fofa: Menina de vinte, também da Sophie Kinsella. Acho essa capa uma gracinha e o desenho tem tudo a ver com a trama.



Assistir novamente – Um livro ou série que você deseja reler
Como eu li recentemente Minha vida fora de série – 4ª temporada (resenha aqui), acabei ficando com vontade de reler os outros livros da Paula Pimenta dentro desse mesmo universo. Ou seja, quero reler os quatro livros de Fazendo meu filme e os três primeiros de Minha Vida fora de série.


Documentário – Um livro de não ficção que você recomendaria a todos.
Eu não tenho o hábito de ler livros de não ficção, mas um que eu li esse ano e recomendo para todo mundo é “Sejamos todos feministas” da Chimamanda Ngozi. É uma leitura incrível, que discute um assunto muito importante e atual, mas de uma maneira leve e envolvente.


Ação e aventura – Um livro cheio de ação
Pensei em vários livros para essa categoria, mas o escolhido acabou sendo “A rebelde do deserto”, da Alwyn Hamilton. Primeiro volume de uma trilogia, esse livro é tiro, porrada e bom do começo ao fim. A trama tem muita ação e reviravoltas do começo ao fim, deixando o leitor totalmente envolvido na leitura e sem vontade de largar o livro em momento algum.


Novos lançamentos – Um livro que acabou de ser lançado ou que está próximo de ser e você não vê a hora de ler.
Nossa, são tantos lançamentos bons que estão chegando que foi realmente difícil escolher só um. No entanto, um que tem me deixado muito curiosa devido aos elogios que tenho visto é Uma história de verão, da Pam Gonçalves. Eu ainda não li nada da Pam, mas acompanho o trabalho dela como booktuber e estou ansiosa para saber como ela se saiu como escritora.



12 – Marcar outras pessoas
Não vou marcar ninguém, mas que viu a tag aqui e quiser responder, pode se sentir marcado. Mas não esqueçam de citar os vídeos de quem criou e quem traduziu a tag e também contar que vocês viram aqui.


            Agora, quero saber o que vocês acharam da Netflix Book Tag e das minhas respostas. Já leram algum dos livros que citei? Me contem aí nos comentários quais vocês já conheciam ou que ainda querem ler. E, caso tenham se interessado por algum deles, podem encontrar na Amazon e comprando por este link vocês ajudam muito o Dicas de Malu a continuar crescendo.

domingo, 10 de setembro de 2017

[Dica da Malu] Os quatro cavaleiros (Riders #1)

Sinopse: “O que você faria se descobrisse que se tornou um dos Cavaleiros do Apocalipse? Da mesma autora da Trilogia Never Sky. Nada além da morte pode impedir Gideon Blake de conquistar seu objetivo de se tornar um soldado americano. Bem, o problema é que ele morreu. Por algum tempo. Enquanto se recupera do acidente que deveria ter sido fatal, Gideon nota que seus ferimentos estão cicatrizando muito rapidamente. É um milagre. Se você considerar um milagre o fato de se tornar um dos quatro cavaleiros do Apocalipse. Gideon é Guerra. E ele precisa se unir aos outros cavaleiros, Fome, Morte e Peste, para, juntos, proteger uma chave que a Ordem quer ter em mãos para abrir as portas de um reino infernal na Terra, ameaçando escravizar todos os humanos.”Autora: Veronica Rossi / Editora: Galera Record / Páginas: 350 / Comprar: Amazon – Exemplar recebido em parceria com a editora.

Quando li a sinopse de “Os quatro cavaleiros”, da autora Veronica Rossi, fiquei imediatamente interessada. Apesar de nunca ter lido nada da autora, achei a premissa muito boa e diferente de tudo que já li. Afinal, não é todo dia que encontramos um livro em que o protagonista morre, mas acorda vivo e descobre que se tornou um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse.
Após sofrer um acidente fatal, Gideon Blacke acorda no hispital, vivo e, surpreendentemente, bem. Sua recuperação é extremamente rápida e ele não apresenta nenhuma das sequelas que os médicos esperariam. De fato, as únicas mudanças no corpo de Gideon são a capacidade de recuperação muito acelerada e um bracelete que surgiu no seu braço direito e ele não faz ideia de como remover.

O livro começa já mais adiantado na história, quando Gideon e os outros três cavaleiros falharam em sua missão e ele se encontra amarrado e sendo interrogado. Desesperado para se libertar e descobrir onde estão seus amigos, ele começa a relatar tudo o que aconteceu desde seu acidente, como descobriu ser um dos Cavaleiros do Apocalipse, mais precisamente Guerra, quando encontrou os outros três (Fome, Peste e Morte) e qual era a missão deles.
Assim, presente e passado vão se intercalando de modo que o leitor vai descobrindo, aos poucos, o que aconteceu e como Gideon foi parar naquele lugar.  E esse talvez seja o maior mérito do livro: conseguir manter o mistério sobre a missão em que Guerra, Fome, Peste e Morte falharam. Isso acaba instigando a curiosidade do leitor e tornando a leitura mais fluida.
No entanto, Os quatro cavaleiros também tem alguns problemas. O maior deles, para mim, é o protagonista. No começo, eu estava adorando o Gideon e seu jeito descontraído e um pouco irônico de narrar os acontecimentos. No entanto, ele começa a ter um comportamento irritante com seus amigos e age como um idiota, despejando sua raiva e suas frustrações nos seus amigos em cima dele. Apesar de isso fazer sentido, afinal ele é um adolescente e descobriu que é a Guerra, acabou me irritando bastante.

“Acho que é isso que define o conceito de boa pessoa. Não os erros, mas a capacidade de reconhece-los. De sentir remorso. De querer corrigi-los e ser alguém melhor.”

Outro aspecto que não gostei é o romance que surge entre Gideon e Daryn, uma jovem que tem a responsabilidade de unir os quatro cavaleiros e guiá-los em sua missão. Apesar de Daryn ser uma personagem incrível e o romance não tirar o foco do livro, ele acabou me incomodando por não ter sido convincente. Além disso, Gideon começa a ficar mais irritante quando se apaixona por ela. Ele se torna tão obsessivo com relação a Daryn que chega a ser inconveniente, ainda mais considerando a importância da missão em que estavam envolvidos.
Felizmente, Daryn é bem mais responsável que Gideon. Apesar de também gostar dele (não me perguntem o porquê), ela sabe o que precisam fazer e não deixa que o romance tire o foco da missão. Assim, o centro da história permanece sendo o que os quatro cavaleiros precisam fazer, o que eu considero uma decisão muito acertada da autora.
Com relação aos personagens secundários, eu amei os outros três cavaleiros. Sebastian, que é a Fome, foi o meu favorito no livro. Ele é carismático, engraçado e muito leal, além de ser, junto com Daryn, o ponto de equilíbrio do grupo. Já o Marcus, que é a Morte, é um personagem misterioso, mas que acabou sendo bem construído e conquistando minha simpatia e admiração. O Jode, também conhecido como Peste, é o que foi menos explorado dos quatro, mas, ainda assim, é um personagem cativante.
Além disso, achei muito legal o modo como eles evoluíram gradualmente de um grupo de pessoas que não se conheciam e tinham vários desentendimentos até formarem um laço real de amizade. Adorei ver o quanto cada um deles, até o Gideon, amadureceu ao longo do livro e como eles conseguiram se tornar verdadeiramente amigos.

“Eu ainda tinha aquela sensação de estar em gravidade zero, como se todas as âncoras da minha vida tivessem sido arrancadas. Era mais como se o espaço houvesse se aberto. Percebi que antes eu sequer tivera a capacidade de compreender tudo isso. E, naquela noite, com toda aquela estrada, tudo o que senti, vi e senti de novo foi um potencial infinito.”

A trama teve seus altos e baixos, muito por causa da personalidade irritante de Gideon. No entanto, a escrita da autora é muito leve e envolvente, e ela soube conduzir a história de um modo que eu me mantive curiosa e envolvida na leitura. Além disso, o desfecho é muito bom e traz um ótimo gancho para o próximo livro.
Com relação à edição, eu adorei a capa. Achei bonita e totalmente condizente com o livro. Além disso, as páginas são amareladas e achei a fonte com um bom tamanho para leitura.
Deste modo, apesar de não ter sido tudo que eu esperava, Os quatro cavaleiros ainda foi uma ótima leitura. É um livro que conta com uma premissa muito original, personagens interessantes e muita ação e mistério. Sem dúvida, foi um ótimo começo para a série e me deixou muito curiosa para ler a continuação.
Para quem ficou interessado em ler, Os quatro cavaleiros está disponível para compra em versão física e em e-book no site da Amazon e, comprando por este link, vocês ajudam muito o Dicas de Malu.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Lidos de Agosto

Muitas pessoas falam que agosto é o mês do desgosto, mas, pelo menos no que se refere às minhas leituras, achei um mês muito produtivo. Eu consegui ler nove livros e uma HQ. Considerando a correria dos últimos meses, fiquei muito surpresa por ter lido tanto.
Alguns destes livros estavam esperando na minha estante há algum tempo e outros simplesmente furaram a fila, porque a curiosidade falou mais alto. Ainda teve Minha vida fora de série – 4ª temporada, que eu estava planejando ler só mês que vem, mas consegui ir no lançamento em BH, aí não resisti e passei na frente de todos os outros.
Como foram muitos livros, não vou falar detalhadamente sobre todos eles, mas vou deixar o link para aqueles que já tem resenha aqui no blog e, em breve, vocês poderão conferir as dos outros também. Então, vamos à lista:

Sherlock – Um estudo em rosa, Steven Moffat e Mark Gatiss 

Sinopse: Traumatizado pela guerra, Dr. Watson retorna do serviço militar no Afeganistão e é apresentado por um velho amigo a Sherlock Holmes, um detetive consultor que mora em um apartamento na Baker Street. Juntos, eles investigarão casos na Londres do século XXI. Esta obra é uma adaptação do seriado “Sherlock”, produzido pela BBC, e este volume é baseado no episódio 1 da primeira temporada e no primeiro romance publicado por Conan Doyle, “Um estudo em vermelho.” / Comprar: Amazon


Um tom mais escuro de magia, V. E. Schawab
Sinopse: “Entre em um universo de aventuras audaciosas, poder eletrizante e Londres múltiplas. Kell é um dos últimos Viajantes — magos com uma habilidade rara e cobiçada de viajar entre universos paralelos conectados por uma cidade mágica. Existe a Londres Cinza, suja e enfadonha, sem magia alguma e com um rei louco — George III. A Londres Vermelha, onde vida e magia são reverenciadas, e onde Kell foi criado ao lado de Rhy Maresh, o boêmio herdeiro de um império próspero. A Londres Branca: um lugar onde se luta para controlar a magia, e onde a magia reage, drenando a cidade até os ossos. E era uma vez... a Londres Negra. Mas ninguém mais fala sobre ela. Oficialmente, Kell é o Viajante Vermelho, embaixador do império Maresh, encarregado das correspondências mensais entre a realeza de cada Londres. Extra-oficialmente, Kell é um contrabandista, atendendo pessoas dispostas a pagar por mínimos vislumbres de um mundo que nunca verão. É um hobby desafiador com consequências perigosas que Kell agora conhecerá de perto. Fugindo para a Londres Cinza, Kell esbarra com Delilah Bard, uma ladra com grandes aspirações. Primeiro ela o assalta, depois o salva de um inimigo mortal e finalmente obriga Kell a levá-la para outro mundo a fim de experimentar uma aventura de verdade. Magia perigosa está à solta e a traição espreita em cada esquina. Para salvar todos os mundos, Kell e Lila primeiro precisam permanecer vivos.” / Comprar: Amazon / Resenha: aqui

Confissões on-line: Bastidores da minha vida virtual, Iris Figueiredo
Sinopse: “Prudência é uma característica que só consta no sobrenome de Mariana Prudente. A menina viu sua vida mudar de cabeça para baixo em poucos meses: perdeu a popularidade, o namorado, a melhor amiga e o grande sonho de fazer um intercâmbio. Mariana vê seu nome rabiscado nas cabines do banheiro da escola e escuta fofocas sobre ela pelos corredores do colégio e fica sem rumo. O vestibular se aproxima, sua irmã está enlouquecida por causa do casamento marcado, e tudo que ela quer é não pirar enquanto suporta os últimos meses no ensino médio. Sem lugar para desabafar, Mari vê no ambiente virtual uma chance de descarregar todas as angústias do mundo off-line, criando o blog Marinando. Com sua banda preferida como trilha sonora, ela conta com a ajuda de Arthur e Carina para mergulhar no mundo virtual e esquecer os problemas do mundo real. Com uma câmera na mão e alguns vídeos na internet, Mariana Prudente vê sua vida mudar mais uma vez, pois chegou a hora de sair dos bastidores e ser protagonista novamente.” / Comprar: Amazon / Resenha: aqui

Confissões on-line 2: Entre o real e o virtual, Iris Figueiredo
Sinopse: “Mariana Prudente realizou seu maior sonho: fazer intercâmbio. Depois de dois meses de muito aprendizado e diversão no Canadá, ela voltou para casa, mas, dessa vez, é Arthur quem parece distante. Para completar, além de não ter a menor ideia do que fazer com o próprio futuro, Nina, sua melhor amiga, está de malas prontas para fazer faculdade em outro estado. Mari, então, mais uma vez faz de seus vídeos o lugar ideal para extravasar e falar sobre seus anseios e sua rotina diária. O canal Marinando ganha cada vez mais acessos e vira um fenômeno na internet. Com a sua vida virtual dominando a real, Mariana ainda precisará acertar as contas com o passado e enfrentar quem não está feliz com o sucesso dela. Mas, com a ajuda de uma nova amiga, Mari conseguirá enfrentar os momentos bons e ruins dos próximos meses e, finalmente, descobrir quem ela realmente é.” / Comprar: Amazon / Resenha: aqui

Romance com o duque, Tessa Dare
Sinopse: “Izzy sempre sonhou em viver um conto de fadas. Mas, por ora, ela teria que se contentar com aquela história dramática.” A doce Isolde Ophelia Goodnight, filha de um escritor famoso, cresceu cercada por contos de fadas e histórias com finais felizes. Ela acreditava em destino, em sonhos e, principalmente, no amor verdadeiro. Amor como o de Cressida e Ulric, personagens principais do romance de seu pai. Romântica, ela aguardava ansiosamente pelo clímax de sua vida, quando o seu herói apareceria para salvá-la das injustiças do mundo e ela descobriria que um beijo de amor verdadeiro é capaz de curar qualquer ferida. Mas, à medida que foi crescendo e se tornando uma mulher adulta, Izzy percebeu que nenhum daqueles contos eram reais. Ela era um patinho feio que não se tornou um cisne, sapos não viram príncipes, e ninguém da nobreza veio resgatá-la quando ela ficou órfã de mãe e pai e viu todos os seus bens serem transferidos para outra pessoa. Até que sua história tem uma reviravolta: Izzy descobre que herdou um castelo em ruínas, provavelmente abandonado, em uma cidade distante. O que ela não imaginava é que aquele castelo já vinha com um duque.”  / Comprar: Amazon

Uma noite como esta (Quarteto Smyth-Smith 2), Julia Quinn
Sinopse: “Anne Wynter pode não ser quem diz que é… Mas está se saindo muito bem como governanta de três jovenzinhas bem-nascidas. Seu trabalho é bastante desafiador: em uma única semana ela precisa se esconder em um depósito de instrumentos musicais, interpretar uma rainha má em uma peça que pode ser uma tragédia ou, talvez, uma comédia – ninguém sabe ao certo – e cuidar dos ferimentos do irresistível conde de Winstead. Após anos se esquivando de avanços masculinos indesejados, ele é o primeiro homem que a deixa verdadeiramente tentada, e está cada vez mais difícil para ela lembrar que uma governanta não tem o direito de flertar com um nobre. Daniel Smythe-Smith pode estar em perigo… Mas isso não impede o jovem conde de se apaixonar. Quando ele vê uma misteriosa mulher no concerto anual na casa de sua família, promete fazer de tudo para conhecê-la melhor, mesmo que isso signifique passar os dias na companhia de uma menina de 10 anos que pensa que é um unicórnio. O problema é que Daniel tem um inimigo que prometeu matá-lo. Mesmo assim, no momento em que vê Anne ser ameaçada, ele não mede esforços para salvá-la e garantir seu final feliz com ela.” / Comprar: Amazon

O conto da aia, Margaret Atwood
Sinopse: “Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.” / Comprar: Amazon

A soma de todos os beijos (Quarteto Smyth-Smith 3), Julia Quinn
Sinopse: “Um brilhante matemático pode controlar tudo… A não ser que um dia exagere na bebida a ponto de desafiar o amigo para um duelo. Desde que quebrou essa regra de ouro, Hugh Prentice vive com as consequências daquela noite: uma perna aleijada e os olhares de reprovação de toda a sociedade. Não que ele se importe com o que pensam dele. Ou pelo menos com o que a maioria pensa, porque a bela Sarah Pleinsworth está começando a incomodá-lo. Lady Sarah nunca foi descrita como uma pessoa contida… Na verdade, a palavra que mais usam em relação a ela é “dramática” – seguida de perto por “teimosa”. Mas Sarah faz tudo guiada pelo bom coração. Até mesmo deixar bem claro para Hugh Prentice que ele quase destruiu sua família naquele bendito duelo e que ela jamais poderá perdoá-lo. Mas, ao serem forçados a passar uma semana na companhia um do outro, eles percebem que nem sempre convém confiar em primeiras impressões. E, quando um beijo leva a outro, e mais outro, e ainda outro, o matemático pode perder a conta e a donzela pode, pela primeira vez, ficar sem palavras.” / Comprar: Amazon

Minha vida fora de série – 4ª temporada, Paula Pimenta

Sinopse: “Após um traumático término de namoro, Rodrigo e Priscila seguem seus caminhos separadamente. Enquanto ela parte rumo à Nova York para tentar uma nova vida, Rodrigo quer esquecer tudo que passou e viaja para o Canadá, onde encontra os irmãos. Mas algumas lembranças são difíceis de apagar, e deixá-las para trás é muito mais complicado do que ele poderia imaginar. Será que novos amores teriam o poder de curar seu coração? Ou ele precisa confrontar de vez o passado para finalmente se libertar?” / Comprar: Amazon / Resenha: aqui

Os quatro cavaleiros, Veronica Rossi
Sinopse: “O que você faria se descobrisse que se tornou um dos Cavaleiros do Apocalipse? Da mesma autora da Trilogia Never Sky. Nada além da morte pode impedir Gideon Blake de conquistar seu objetivo de se tornar um soldado americano. Bem, o problema é que ele morreu. Por algum tempo. Enquanto se recupera do acidente que deveria ter sido fatal, Gideon nota que seus ferimentos estão cicatrizando muito rapidamente. É um milagre. Se você considerar um milagre o fato de se tornar um dos quatro cavaleiros do Apocalipse. Gideon é Guerra. E ele precisa se unir aos outros cavaleiros, Fome, Morte e Peste, para, juntos, proteger uma chave que a Ordem quer ter em mãos para abrir as portas de um reino infernal na Terra, ameaçando escravizar todos os humanos.” / Comprar: Amazon


Gostaram das minhas leituras? Eu gostei muito de todos esses livros e estou animada para começar as leituras de setembro. E vocês, o que leram mês passado? Não deixem de me contar aí nos comentários, porque eu vou adorar saber.
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