Minha primeira Bienal


Olá, pessoal! Como vocês estão? Eu ando um pouco sumida aqui no blog, mas foi por um motivo muito nobre: a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Para quem não sabe, a edição desse ano começou na sexta-feira e vai até o dia 13 de agosto, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
Pela primeira vez, eu pude ir e passei dois dias lá. Foi uma experiência incrível e muito enriquecedora, então, claro que eu iria contar para vocês tudo que eu fiz por lá, né? Confesso que foi bastante corrido e cansativo, afinal, o espaço lá é enorme e tem muita coisa para ver. Porém, valeu muito a pena.
No sábado, eu conheci a Paola Alessandra, do Livros e Fuxicos, e pude conversar um pouco sobre o livro dela, o Volte para mim. Eu li esse livro recentemente e foi uma leitura que me emocionou muito (vou postar a resenha sobre ele em breve), então, foi maravilhoso conversar um pouco com ela e contar o que senti enquanto lia.
Outro evento muito legal desse primeiro dia que estive lá foi a palestra do Maurício de Souza e do Ziraldo. Infelizmente, as senhas para os autógrafos esgotaram muito rápido e eu não consegui. Porém, a palestra foi muito interessante e adorei saber mais sobre como os dois autores se conheceram e formaram essa parceria tão importante. Afinal, quem não teve a infância marcada pela Turma da Mônica e pelo Menino Maluquinho?

Stand do Grupo Editorial Record

O resto do dia eu aproveitei para circular pelos stands e, acreditem, faltou muita coisa para ver. Eu adorei ver os stands das editoras, que estão muito bonitos mesmo. Em especial, achei que o da Plataforma21 ficou incrível e adorei o do Grupo Editorial Record, onde os leitores podem tirar foto, de um lado, com a estátua da Celaena, a protagonista da série Trono de Vidro, e, do outro, em um cenário que imita a Casa Branca (fazendo referência ao livro O dia em que o presidente desapareceu). 
Nas minhas caminhadas pelos stands, consegui encontrar a Babi Dewet e o Vitor Martins. Fiquei muito feliz, porque sou fã da Babi desde que li a trilogia Sábado à noite e consegui um autógrafo no livro Allegro em hip hop, o novo lançamento dela. Já do Vitor, eu nunca li nada, mas estou muito ansiosa para começar Um milhão de finais felizes, livro que estava em promoção na Bienal e consegui autografar também.
Já no segundo dia, a correria foi ainda maior. De manhã, eu fui na palestra e sessão de autógrafos da Beth Reekles, a autora de A Barraca do Beijo. Ainda não li o livro, mas já falei sobre o filme aqui e vocês sabem o quanto eu amei né? A palestra foi ótima e ela é um amor de pessoa e muito simpática. Logo em seguida, eu fui para a palestra e sessão de autógrafos do A. J. Finn, que foi o rei do primeiro final de semana da Bienal.

Sessão de autógrafos com Beth Reekles, autora de A Barraca do Beijo

Para quem não sabe, o A. J. Finn é autor do thriller psicológico A mulher na janela (resenha aqui), best-seller número 1 do The New York Times, lançado no Brasil pela Editora Arqueiro. E, se vocês acham que por causa do sucesso de seu livro de estreia ele se comportaria de uma maneira arrogante, está redondamente enganado. Ele foi extremamente simpático com todos os leitores e a palestra foi simplesmente sensacional. O A. J. falou de uma maneira muito consciente sobre o sucesso de A mulher na janela, deu várias dicas para autores que estão começando, especialmente no segmento do suspense, e ainda foi muito atencioso e brincalhão ao responder às perguntas da mediadora e dos leitores.
Ainda no domingo, consegui encontrar duas autoras nacionais muito queridas: a Iris Figueiredo e a Giulia Paim. Já li dois livros da Iris (Confissões on-line 1 e 2, resenha aqui e aqui), e recebi o lançamento dela, Céu sem estrelas, de cortesia da Companhia das Letras. Assim, aproveitei a oportunidade para conseguir que ela autografasse meu exemplar e conversar um pouco sobre os livros dela que eu li. Já a Giulia, eu tinha lido Boston Boys 1 e me surpreendido muito (tem resenha sobre ele aqui), então, fiquei muito feliz por poder encontrar com ela e ter meu exemplar do segundo volume autografado.

Sessão de autógrafos com A. J. Finn, autor de A mulher na janela


Mas, vocês já devem estar se perguntando sobre as promoções, né? Preciso confessar que não tinha tanta coisa compensando. Em alguns stands de editoras, os preços estavam normais ou, até mesmo, mais caros. Porém, para quem está disposto a procurar, tinham vários stands de livros a R$ 10 e alguns sebos também com muitos livros bons. Além disso, na Americanas tinha muitos livros por R$ 9,90 e vários outros em promoção. Por fim, no stand da Globo, todos os livros do selo Globo Alt estavam por R$ 19,90, inclusive os lançamentos (então, fica a dica para quem quer comprar os livros do Vitor Martins e da Giulia Paim, por exemplo).
Portanto, só posso dizer que a minha primeira experiência em uma Bienal foi incrível. Não vou negar que é cansativa, especialmente para quem tem pouco tempo e quer ver muitas coisas, porém, vale a pena todo o cansaço no final. Conheci pessoas incríveis, adorei as palestras que tive a oportunidade de assistir e amei o contato que tive com o pessoal das editoras (especialmente a Ana Rosa e a Mayara do Grupo Editorial Record, com as quais eu já tinha conversado, mas ainda não conhecia pessoalmente, e que são muito atenciosas).
Agora, quero saber quem aí também já foi na Bienal e o que vocês acharam. Para quem está pensando em aproveitar esse último final de semana, minha dica é ir com roupas e calçados confortáveis (tênis, principalmente), levar água e mochila, fazer uma lista de desejados antes para não cair em tentação e acabar comprando livros que vão ficar encostados na estante, e, principalmente, aproveitar intensamente cada minuto lá dentro.

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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