[Resenha] Pôr do sol no Central Park


Oi, pessoal! Como vocês estão? A resenha de hoje é sobre um dos livros que mais me surpreendeu no mês passado. Estou falando de Pôr do sol no Central Park, da autora Sarah Morgan. Para quem não conhece, esse é o segundo volume de uma série que tem sido publicada no Brasil pela Harlequin.
Eu li o primeiro livro, Amor em Manhattan, ano passado e gostei bastante. Porém, admito que enrolei para ler a continuação porque não gostei muito da Frankie, melhor amiga da protagonista e que é a mocinha desse segundo volume. Mas em abril eu decidi que já tinha passado da hora de continuar a série e incluí Pôr do sol no Cetral Park nas minhas leituras.

Então, agora chegou a hora de contar para vocês o que achei do livro e se valeu a pena dar uma chance para a história da Frankie.

Autora: Sarah Morgan
Editora: Harlequin Brasil
Tradução: William Zeytoulian
Páginas: 368
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “O amor da sua vida pode ser difícil de encontrar. Até mesmo quando está bem na sua frente. Após o grande sucesso do livro Amor em Manhattan, Sarah Morgan retorna às livrarias brasileiras com este novo romance que vai aquecer seu coração. Frankie Cole e suas duas melhores amigas inauguraram um negócio em Manhattan que está sendo um sucesso. Frankie é designer e ama trabalhar com paisagismo de jardins suspensos nos telhados dos arranha-céus da cidade. Entre amizades verdadeiras e um trabalho gratificante, ela tem tudo para ser feliz. Com o conturbado divórcio de seus pais e problemas com os relacionamentos da mãe, Frankie nunca deu muita atenção às relações românticas, preferindo focar em si e no trabalho. Ela conhece Matt, o irmão de sua melhor amiga, há anos, mas eles nunca tiveram nada além de amizade. Até que Matt descobre novas coisas sobre a mulher que pensou conhecer tão bem, e não quer passar mais nenhum dia longe dela. Matt sabe que Frankie se mantém segura por trás de sua barreira emocional, mas fará de tudo para superar os bloqueios e conquistá-la.”

Frankie Cole aprendeu desde cedo a não acreditar no amor e muito menos em relacionamentos. Seu foco é o trabalho, que tem ocupado muito do seu tempo desde que ela e suas duas melhores amigas inauguraram uma empresa em Nova York. No tempo livre, tudo que Frankie quer é ficar em casa, lendo um thriller aterrorizante. Ela faz de tudo para não ser notada e evitar os homens.
Mal sabe Frankie que ela já foi notada há muito tempo por Matt, o irmão mais velho de sua amiga. Ele já havia percebido a mulher incrível que ela é e não vê a hora de ajudá-la a parar de se esconder. Matt está disposto a fazer o que puder para convencer Frankie de que relacionamentos podem dar certo e ajudá-la a abrir o coração para o amor.

Mas será que Matt realmente conhece os sentimentos de Frankie tão bem? Alguns acontecimentos mostram a ele que talvez não soubesse tudo sobre a mulher que ama, e que se quiser conquistar o coração dela, vai ter que superar muitas barreiras. O passado de Frankie deixou marcas profundas nela, mas Matt está disposto a fazer tudo que puder para ajudá-la a fechar essas feridas e recuperar sua crença no amor. 


A primeira coisa que eu preciso dizer é que minha impressão sobre a Frankie quando li Amor em Manhattan estava totalmente equivocada. Em Pôr do sol no Central Park, as razões para Frankie ser como é são muito mais claras e não foi difícil simpatizar com ela. Ainda muito jovem, Frankie teve seu coração partido pelas pessoas que mais confiava e que deveriam protegê-la. Então, é fácil compreender porque ela deixou de acreditar no amor e de confiar nas pessoas.
Além disso, Frankie não é uma daquelas personagem que afirmam não acreditar em relacionamentos e ficam fazendo charme por isso. Ela tem seus medos e inseguranças e deixa isso claro, mas vai se abrindo aos poucos e vencendo suas barreiras. Ao invés de ser teimosa e irritante como pensei que seria, é uma personagem forte e madura, que se esforça para superar seus medos e evolui muito ao longo do livro. E essa transformação dela foi um processo muito bonito de acompanhar.
“– Nunca tive medo de coisas complicadas, Frankie. Nunca fui do tipo que acha que algo valioso deve ser conquistado facilmente.”
Já o Matt é um príncipe apaixonante. Gostei muito da forma como ele se preocupa com os sentimentos da Frankie e realmente procura conhece-la. Além disso, ao invés de menosprezar os sentimentos dela ou tentar minimizar os traumas que ela carrega, Matt faz de tudo para ajudar Frankie a vencer suas barreiras e curar suas feridas. Ele é calmo, generoso, protetor e paciente, cuidando das pessoas que ama a todo momento. E isso inclui não apenas a Frankie, mas a irmã dele, Paige, a outra amiga dela Eva, e até mesmo a gatinha chamada Garrinhas que ele adotou.
Foi impossível não me encantar pelo Matt e pela forma carinhosa como ele se aproximou da Frankie. Por isso, foi fácil me encantar com esse romance e torcer pelo casal do começo ao fim. E, como os personagens já se conheciam há anos, a relação deles foi ainda mais convincente. Já havia muita cumplicidade e apoio entre os dois, mesmo antes da atração que existia entre eles se tornar evidente, e isso foi um dos aspectos que mais gostei nesse casal.

“A situação incomodava Frankie justamente por se tratar do Matt. Mostrar seus bloqueios mais profundos a um cara que conhecia desde sempre e que considerava atraente e torturante. Ela geralmente não se importava com o que os homens pensavam a seu respeito, mas se importava com o que Matt pensava.”



Outro aspecto que tenho amado nessa série é a amizade entre mulheres. Desde o primeiro livro, achei muito bonita a relação da Frankie, da Paige e da Eva. Mesmo tendo personalidades muito diferentes, as três se apoiam em todos os momentos e fica claro que, independentemente de terem namorados ou não, a amizade entre elas nunca vai perder espaço. Então, foi muito bom ver isso novamente retratado no livro. A autora mostrou que ninguém vive só de romance e que as amizades verdadeiras são uma parte fundamental da vida.
A trama é bem leve e bem construída. Tudo acontece no momento certo e não tem enrolação, deixando a leitura muito fluida. Minha única ressalva quanto ao livro foi um momento mais no final do livro em que tanto Frankie quanto Matt reagem de uma forma que me incomodou e acabam passando por um retrocesso desnecessário na sua relação. Foi algo rapidamente resolvido e não tirou o brilho do livro, mas me incomodou um pouco.
Outra ressalva, desta vez em relação à edição, foram os erros de revisão. Não chegaram a ser erros graves, mas foram recorrentes e acabaram chamando a atenção. No mais, eu adorei a capa e achei o tamanho da fonte muito bom para a leitura.
Deste modo, só posso dizer que Pôr do sol no Central Park foi uma ótima surpresa. Tanto Frankie quanto Matt se mostraram personagens muito melhores do que eu esperava e eu torci por esse casal do começo ao fim. Para quem procura uma leitura leve, apaixonante e que traga mensagens tanto de amor quanto de amizade, não pode deixar de conferir essa série.

Resumão de abril e metas para maio



Oi, pessoal! Como vocês estão? Hoje eu vim comentar um pouquinho sobre como foi o meu mês de abril e quais são os meus planos para maio. Então, no post de hoje vou contar quais livros eu li no mês que passou, o que eu assisti, meus favoritos de abril e o que pretendo ler agora.
A lista é grande, mas felizmente em abril consegui recuperar o ritmo de leitura. Então, estou bem feliz. Agora, sem mais em enrolação, vamos aos livros que eu li:

Uma luz no outono, da Carrie Elks – Resenha aqui.
A canção da órfã, da Laure Kate – Resenha aqui.
Sedução ao amanhecer, da Lisa Kleypas – Skoob
The Guinevere Deception, da Kirsten White – Skoob [Publicado no Brasil como A farsa de Guinevere, pela Plataforma 21. Pré-venda aqui).
Uma paixão e nada mais, da Mary Balogh – Skoob
O visconde que me amava, da Julia Quinn – Skoob
O príncipe cruel, da Holly Black – Resenha aqui.
Pôr-do-sol no Central Park, da Sarah Morgan – Skoob
A fúria e a aurora, da Renée Ahdieh Skoob
Mr Romance, da Leisa Rayven – Skoob
The risk O dilema de Brenna e Jake:  Skoob
A caminho do altar, da Julia Quinn – Skoob

Favoritos: Sem dúvida nenhuma, Uma luz no outono e The Guinevere Deception. Já falei na resenha o quanto eu amei Uma luz no outono e achei o desfecho perfeito para As Irmãs Shakespeare. Já The Guinevere Deception foi uma leitura de fantasia que me conquistou da primeira à última página e me deixou ansiosa pela continuação.
Decepções: Mr Romance e A caminho do altar foram as leituras mais frustrantes de abril e confesso que foi preciso muita força de vontade para terminar. Mr Romance se salvou um pouco por ter um mocinho maravilhoso e bons personagens secundários. Já A caminho do altar tem um dos piores casais que já li (Gregory um pouco menos irritante do que a Lucy) e nem a escrita fluida da Julia Quinn conseguiu salvar essa história.

Não assisti muitos filmes, porque meu foco esteve nos livros que precisava ler. Porém, depois de muito tempo enrolando, acabei assistindo Mamma Mia: Lá vamos nós de novo. Me surpreendi gostando muito mais desse do que do primeiro e até chorei no final. Além disso, terminei Virgin River e gostei bastante, menos do último episódio. Achei os ganchos que foram deixados para a próxima temporada muito clichês, mas como sou curiosa, quero ver a segunda temporada quando sair.
Mas agora chegou a hora de falar da minha meta para maio, né? Com certeza pretendo assistir mais filmes. Inclusive, já assisti Frozen 2 que agora está disponível no Prime Vídeo (se você ainda não assinou o Amazon Prime, que dá acesso ao Prime Vídeo, assine aqui). Mas não defini quais filmes quero assistir. Alguma sugestão? (Só não vale terror hahaha).
Por outro lado, a lista de livros para ler já está prontinha aqui:

Verity, da Colleen Hoover – Skoob (Esse era só terminar a leitura e concluí no dia 1º mesmo).
Como salvar um herói, da Suzanne Enoch – Skoob (Também estava para terminar e concluí dia 1º também).
Milagre na 5ª Avenida, da Sarah Morgan – Skoob
Os sete maridos de Evelyn Hugo, da Taylor Jenkins Reed – Skoob
Amores verdadeiros, da Taylor Jenkins Reed – Skoob
Namorado modelo, do Stuart Reardon e Jane Harvey-Berrick  Skoob 
O assassinato no trem: As Irmãs Mitford investigam, da Jessica Fellowes – Skoob
Uma promessa e nada mais, da Mary Balogh - Skoob
10 coisas que eu amo em você, da Julia Quinn – Skoob / Pré-venda: Amazon
A longa viagem a um pequeno planeta hostil, da Becky Chambers  Skoob
Os 12 signos de Valentina, da Ray Tavares - Skoob
Minha vida fora de série – Primeira Temporada, da Paula Pimenta – Skoob
Teto para dois, da Beth O'Leary – Skoob
Big Rock, da Lauren Blakely – Skoob

A lista é bem grande, mas já li 2 desses livros e estou lendo o terceiro. Além disso, dois deles são livros que eu quero reler e que sei que fluem muito bem (Os 12 signos de Valentina e Minha vida fora de série). Estou otimista de que consigo cumprir a TBR. O que vocês acham?
Me contem aí nos comentários como foi o mês de abril de vocês e o que pretendem ler agora em maio. Já leram algum da minha lista? Vou adorar saber a opinião de vocês.

Caso tenham se interessado por algum dos livros citados nesse post, comprando na Amazon através desse link vocês ajudam o Dicas de Malu com uma pequena comissão, que não altera o valor que vocês vão pagar.


Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




Facebook

Busca

Instagram

Twitter

Editoras Parceiras

Seguidores

Arquivos

Newsletter

Populares

Tecnologia do Blogger.