Tag dos 50% - As leituras do primeiro semestre


Oi, pessoal! Tudo bem? Hoje é o primeiro dia de julho e estamos começando o segundo semestre. Então, acho que é um bom momento para fazer um balanço sobre as leituras da primeira metade do ano né? Por causa disso, eu vim responder a tradicional Tag dos 50%.
Essa já é uma tag bem antiga e eu sinceramente não sei quem criou (se vocês souberem, me contem aí nos comentários), mas a primeira vez que eu vi foi no canal do Victor Almeida (Geek Freak) e desde então respondo todos os anos.
Mas esse ano eu vou ter que avisar que uma autora vai dominar a lista: Taylor Jenkins Reid foi sem dúvida o meu destaque de 2020. Então, para não ficar muito repetitiva, algumas categorias eu trapaceei e respondi mais de um livro. Afinal, apesar dos livros da autora terem se destacado muito, tive outras leituras maravilhosas também que quero compartilhar com vocês.

E agora, sem mais delongas, vamos às minhas respostas.

O melhor livro que você leu até agora em 2020: Os sete maridos de Evelyn Hugo, da Taylor Jenkins Reid.
Essa foi a mais fácil de responder, porque sinceramente nenhum livro causou o impacto que esse livro me causou. É uma das leituras mais incríveis que já fiz na vida. Já tem resenha sobre ele aqui e vou deixar a sinopse para quem não conhece o livro ainda.
Sinopse: “Com todo o esplendor que só a Hollywood do século passado pode oferecer, esta é uma narrativa inesquecível sobre os sacrifícios que fazemos por amor, o perigo dos segredos e o preço da fama. Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.”
Menção honrosa: Daisy Jones and The Six (o único que chegou perto de Os sete maridos de Evelyn Hugo) e Chasing Cassandra, da Lisa Kleypas.



A melhor continuação que você leu até agora, em 2020: Chasing Cassandra, da Lisa Kleypas.
Eu tinha altas expectativas para esse livro, por encerrar a série Os Ravenels, que eu tenho amado acompanhar. E a Lisa conseguiu superar todas elas. Chasing Cassandra é muito mais do que eu esperava e confirmou Os Ravenels como a minha série favorita de romances de época. Espero que a Arqueiro publique logo no Brasil para todo mundo poder ler esse livro maravilhoso. Vou deixar a sinopse aqui para vocês, mas a tradução foi livre, porque ainda não temos a sinopse oficial aqui no Brasil.
Sinopse: Magnata ferroviário, Tom Severin é rico e poderoso o suficiente para satisfazer qualquer desejo assim que surgir. Qualquer coisa – ou qualquer um – é dele para tomar. Deveria ser simples encontrar a esposa perfeita – e pelo primeiro olhar à Cassandra Ravenel, ele está determinado a tê-la. Mas a bele e vivaz Cassandra está igualmente determinada a casar por amor – a única coisa que ele não pode oferecer. Tudo menos ela... Severien é o homem mais convincente e atraente que Cassandra já conheceu, mesmo se seu coração está congelado. Mas ela não tem interesse em viver no mundo acelerado de um homem cruel que sempre joga para vencer. Quando um recém descoberto inimigo quase destróis a reputação de Cassandra, Severia acha a oportunidade que ele esteve esperando. Como sempre, ele consegue o que queria – ou ele consegue?  Tem uma lição que Tom Severin ainda precisa aprender sobre sua nova esposa: nunca subestime um Ravenel. A busca por Cassandra pode ter acabado. Mas a busca pelo seu coração só começou.
Menção honrosa: Como salvar um herói, da Suzanne Enoch e Uma luz no outono, da Carrie Elks.



Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quero muito: Sombria e solitária maldição, da Brigid Kemmerer.
Eu comprei esse livro em inglês, antes de sair aqui no Brasil pela Plataforma21. Bom, o livro já foi lançado aqui e eu ainda não li. Mas pretendo mudar isso em breve e estou com altas expectativas.
Sinopse: O reino de Emberfall está sob ameaça. Amaldiçoado por uma poderosa feiticeira, o príncipe Rhen foi condenado a repetir seu aniversário de dezoito anos por sucessivos outonos. E, com a chegada desta estação, ele se transforma num monstro que destrói tudo e todos que cruzam seu caminho. A maldição só será quebrada se uma garota se apaixonar por ele. A vida de Harper nunca foi fácil. A garota nasceu com uma restrição de movimento causada por uma paralisia cerebral. O pai da jovem abandonou a família há muito tempo, e sua mãe está morrendo. Além disso, seu irmão assumiu as dívidas do pai e está envolvido com gente barra-pesada. Porém, um dia, ela tenta salvar uma desconhecida nas ruas de Washington DC e é atraída para um reino encantado. Harper não sabe onde está ou em que acreditar. Um príncipe? Uma maldição? Um monstro? Mas, quanto mais ela convive com Rhen nessa terra amaldiçoada, mais ela compreende o que está em jogo. Ao mesmo tempo, o príncipe percebe que Harper não é só mais uma garota – ela é sua única esperança. Entretanto, forças poderosas se erguem contra Emberfall e será necessário mais do que uma maldição quebrada para salvar Harper, Rhen e seu povo da ruína total.



O livro mais aguardado do segundo semestre: A lista aqui é enorme. Estou ansiosa para as edições brasileiras de Chain of Gold, da Cassandra Clare, e Crescent City, da Sarah J Maas. Além disso, não vejo a hora de ter a edição brasileira de Chasing Cassandra, apesar de já ter lido. Mas acho que o que estou mais ansiosa mesmo são dois lançamentos que estou torcendo muito para acontecerem ainda esse ano: Uma conjuração de luz, da V. E. Schwab, que é o último da trilogia Um tom mais escuro de magia (esse já está confirmado, obrigado por fazer meu ano mais feliz Editora Record) e o terceiro livro da série A Passa-Espelhos (continuação de Os noivos do inverno e Descendentes em luz da lua).

Sinopse de A conjuring of light: O precário equilíbrio entre as quatro Londres chegou no seu ponto de ruptura. Uma vez brilhando com vermelha vivacidade de magia, escuridão lança uma sombra sobre o Império Maresh, deixando um espaço para outra Londres ascender. Kell começa a vacilar entre lealdades conflitantes. Nesse meio tempo, um inimigo retorna para reivindicar uma coroa e um herói caído está desesperado para salvar um reino decadente. 

O livro que mais te decepcionou esse ano: A caminho do altar, da Julia Quinn.
Eu nunca pensei que passaria tanta raiva com um livro da Julia Quinn, e olha que eu já li Mais lindo que a lua, mas esse livro foi uma verdadeira prova de resistência. Com menos de 50 páginas, eu já estava irritada com os dois protagonistas e daí para frente o ranço só piorou. Não foi a pior leitura do ano, mas foi o que mais me decepcionou. Sinopse: “Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece. O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la. Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele? A caminho do altar, oitavo livro da série Os Bridgertons, é uma história sobre encontros, desencontros e esperança no amor. De forma leve e revigorante, Julia Quinn nos mostra que tudo o que imaginamos sobre paixão à primeira vista é verdade – só precisamos saber onde buscá-la.”
Extra: o livro que conseguiu ser pior do que eu esperava: A Prometida, da Kiera Cass. Esse só não foi o que mais me decepcionou, porque eu tinha zero expectativas. Mas foi disparado a pior leitura do ano, até aqui.


O livro que mais te surpreendeu esse ano: Daisy Jones and The Six.
Esse foi a maior surpresa do ano porque, apesar de todos os elogios que ouvi sobre a escrita da Taylor Jenkins Reid, eu não esperava amar esse livro como eu amei. Foi o primeiro que li da autora e fiquei imediatamente encantada com a habilidade dela de escrever uma trama envolvente, tocante e com personagens muito reais. Foi um dos livros mais diferentes que já li e realmente foi uma surpresa maravilhosa.
Sinopse: Embalado pelo melhor do rock’n’roll, um romance inesquecível sobre uma banda dos anos 1970, sua apaixonante vocalista e o amor à música. Da autora de Em outra vida, talvez? Todo mundo conhece Daisy Jones & The Six. Nos anos setenta, dominavam as paradas de sucesso, faziam shows para plateias lotadas e conquistavam milhões de fãs. Eram a voz de uma geração, e Daisy, a inspiração de toda garota descolada. Mas no dia 12 de julho de 1979, no último show da turnê Aurora, eles se separaram. E ninguém nunca soube por quê. Até agora. Esta é história de uma menina de Los Angeles que sonhava em ser uma estrela do rock e de uma banda que também almejava seu lugar ao sol. E de tudo o que aconteceu ― o sexo, as drogas, os conflitos e os dramas ― quando um produtor apostou (certo!) que juntos poderiam se tornar lendas da música. Neste romance inesquecível narrado a partir de entrevistas, Taylor Jenkins Reid reconstitui a trajetória de uma banda fictícia com a intensidade presente nos melhores backstages do rock’n’roll.

Menção honrosa: A Pequena Livraria dos Corações Solitários, da Anne Darling.

Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro esse semestre ou que você conheceu recentemente): Taylor Jenkins Reid e acho que não preciso nem explicar o motivo né? Estou apaixonada pelo trabalho dessa autora e quero ler absolutamente tudo que ela escrever.
Menção honrosa: Kiersten White, Ashley Elston e Jessica Fellowes, três autoras que conheci esse ano e que estou ansiosa para ler outros livros.

A sua quedinha por personagem fictício mais recente: Leon de Teto para dois.
Esse livro é um dos mais fofos e cativantes que já li e grande parte disso se deve ao Leon. É um dos mocinhos mais carismáticos e apaixonantes que já li e, sinceramente, acho quase impossível alguém terminar de ler esse livro e não ficar completamente apaixonada pelo Leon. Quem não leu ainda, leia porque o livro é maravilhoso.
Sinopse: Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela. Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado. Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama. Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Seu personagem favorito mais recente: Evelyn Hugo.
Alguém surpreso com essa escolha? Mas preciso me defender aqui. Evelyn Hugo é uma personagem única, complexa e absolutamente fascinante. Ela está longe de ser perfeita e comete muitos erros ao longo do livro, atitudes que são realmente condenáveis, mas mesmo assim enxergamos o ser humano que existe nela. É uma personagem tão real e com tantas camadas que é impossível terminar o livro indiferente à ela.


Um livro que te fez chorar no primeiro semestre: Os sete maridos de Evelyn Hugo, Daisy Jones and The Six, Amor(es) Verdadeiros e A filha do conde.
Eu costumo ser muito chorona, daquelas que chora por qualquer coisinha. Mas poucos livros me emocionaram dessa forma até aqui esse ano. Mas esses quatro conseguiram não só me fazer chorar, mas me tocaram de forma profunda. E, como já falei muito dos livros da Taylor Jenkins Reid, vou deixar a sinopse de A filha do conde aqui. Sinopse: “Era revoltante ver que ela estava ainda mais bonita do que quando a vira pela última vez, quando trocaram juras de amor e fizeram promessas que foram quebradas poucas horas depois… Os anos e a maturidade tinham acrescentado uma graça que Lavínia não possuía aos 17, quando Finn declarara o seu amor.Será que ela ainda se lembrava dos momentos com carinho ou a memória também rasgava seu coração, como fazia com o dele? Lavínia o fizera de tolo. Nenhuma das lembranças que tinha dela deveriam ser agradáveis. Mas, em algumas noites, ainda ficava na cama encarando o teto, porque a imagem dela surgia sempre que fechava os olhos.Cinco anos de sua vida em isolamento, e a única coisa para lhe fazer companhia, para mantê-lo são, era a lembrança que tinha dela. Aquelas memórias eram seu sustento. No começo, ele as invocava para alimentar a sede de vingança, de retribuição, mas a solidão fora aumentando até transformá-las em sonhos. As lembranças traziam a esperança de que o amor estaria esperando em algum lugar, que voltaria a tê-la, sorrindo para ele, rindo com ele, enchendo-o de alegria. Lavínia não era mais sua - na verdade, nunca fora - mas, ainda assim, uma parte tola de si não conseguia se esquecer de quando quase a tivera, aquela garota que amara no passado.”


Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre: Dez dates surpresa, da Ashley Eslton.
Esse livrou foi outra surpresa maravilhosa desse ano. Uma trama que tinha tudo para ser clichê, mas conseguiu trazer personagens únicos e que fizeram toda a diferença. Foi uma leitura leve, divertida e cativante, daquelas que a gente fica com o coração quentinho. Já estou ansiosa para ler outros da autora.
Sinopse: Sophie planejava aproveitar as férias de fim de ano para ter uma folga de seus pais e passar mais tempo com seu namorado - ela só não esperava que ele quisesse uma folga dela. De coração partido, ela corre para a casa dos avós, onde sua grande família italiana já está reunida para as festas. E é lá que sua Nonna bola um plano para fazê-la seguir em frente: a família deve arranjar dez encontros às cegas para a garota. De dates legais e engraçados aos verdadeiramente bizarros, Sophie passa a entender melhor quem realmente é, e que nem sempre o que achamos querer é o melhor para nós...
Menção honrosa: A Pequena Livraria dos Corações Solitários, uma leitura muito divertida e leve, que veio no momento certo para mim e, sem dúvida, me deixou muito feliz.

Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora, em 2020: Adoráveis mulheres, a melhor adaptação que eu assisti em MUITO tempo. Apesar de ser uma história que já foi adaptada diversas vezes, Greta Gerwig conseguiu modernizá-la e trazer questões muito atuais, mas preservando a sua essência de uma forma que me emocionou muito. As atuações são incríveis, a construção do roteiro foi impecável e o cuidado da autora em honrar esse clássico foi evidente. É um filme lindo, que me emocionou muito mais do que eu esperava (e olha que já li o livro e assisti a adaptação de 1994 diversas vezes) e que merece todos os elogios que recebeu (e merecia o Oscar de roteiro adaptado).

Sinopse: Nos anos seguintes à Guerra de Secessão, Jo March e suas duas irmãs voltam para casa quando Beth, a tímida irmã caçula, desenvolve uma doença devastadora que muda para sempre a vida delas.

Sua resenha favorita desse primeiro semestre:
Sempre acho essa muito difícil de responder, mas tem duas que estão empatadas para mim. A de Os sete maridos de Evelyn Hugo (finjam surpresa hahaha) e a de Uma luz no outono, que encerra a série As Irmãs Shakespeare. Vou deixar as duas aqui para vocês conferirem:
Os sete maridos de Evelyn Hugo: resenha aqui.
Uma luz no outono: resenha aqui.

O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano: É sempre difícil escolher, porque as editoras andam arrasando muito nas edições. Porém, Chain of gold, da Cassandra Clare, The Guinevere Deception, da Kiersten White e Uma luz no outono, da Carrie Elks se destacaram bastante para mim. Os três têm edições simplesmente maravilhosas e fiquei apaixonada assim que chegaram aqui. E, preciso fazer uma menção aqui, porque eu não tenho a edição da Plataforma21 de A farsa de Guinevere, mas mantiveram a capa original e ficou muito lindo. Por isso, vou deixar a sinopse dele aqui.
Sinopse: “Guinevere chegou a Camelot para casar-se com um desconhecido: o carismático Rei Arthur. Foi Merlin, o velho feiticeiro, que enviou a princesa para desposar e proteger o monarca dos perigos que assombram as fronteiras da cidade e daqueles que esperam pela queda da idílica Camelot. No entanto, há um detalhe essencial nesta trama. O nome e a identidade verdadeira de Guinevere são um segredo. Houve uma troca, e ela é apenas uma jovem que desistiu de tudo para proteger o reino. Para manter o rei a salvo, Guinevere precisará transitar entre uma ultrapassada e uma nova corte. Entre aqueles avessos às mudanças e aqueles que anseiam por uma maneira melhor de se viver. Ela também sabe que, no coração das florestas e na profundeza dos lagos, a magia aguarda pelo momento de reclamar aquelas terras lendárias. Combates mortais, cavaleiros misteriosos e romances proibidos não são nada comparados ao maior perigo de todos: a garota de longos cabelos negros que cavalga pela escuridão da floresta em direção a Arthur. Afinal, quando toda a sua existência é uma mentira, como sequer confiar em si mesma?


Quais livros você precisa ou quer muito ler esse ano? Posso colocar uma lista enorme aqui? Porque a meta para o segundo semestre está enorme. Mas tenho algumas prioridades: a primeira é Chain of Gold, que já vou começar essa semana. Porém, tem outros que preciso muito ler ainda esse ano: Dance of thives, da Mary E. Pearson, Crescent City, da Sarah J. Maas, Filha das Trevas, da Kiersten White, Onze leis a cumprir na hora de seduzir, da Sarah MacLean, e O temor do sábio, do Patrick Rothfuss.

Sinopse de Chain of Gold: Cordelia Carstairs é uma caçadora de sombras, uma guerreira treinada desde a infância para enfrentar demônio. Quando seu pai é acusado de um crime terrível, ela e seu irmão viajam a Londres com a esperança de impedir a ruína da família. A mãe de Cordelia quer casá-la, mas Cordelia está determinada a ser uma heroína ao invés de uma noiva. Logo Cordelia encontra seus amigos de infância James e Lucie Herondale e é levada para um mundo de bailes brilhantes, associações secretas e salões sobrenaturais, onde vampiros e lobisomens se misturam com sereias e mágicos. Enquanto isso, ela precisa esconder seu amor secreto por James, que está prometido em casamento para outra pessoa. Mas a nova vida de Cordélia é destruída quando ela descobre uma chocante série de ataques de demônios devastando Londres. Esses monstros não são nada como os caçadores de sombras já enfrentaram antes – esses demônios andam na luz do dia, destroem os incautos com venenos incuráveis, e parecem impossíveis de matar. London é em quarentena. Presa na cidade, Cordelia e seus amigos descobrem que sua própria conexão com um legado sombrio deu a eles poder incríveis – e forçados a uma escolha brutal que vai revelar o preço cruel de ser um herói. 


Então, essas foram as leituras que mais se destacaram para mim no primeiro semestre. Agora quero saber qual foi o melhor livro que vocês leram em 2020 até agora e qual vocês precisam muito ler no segundo semestre. Me contem aí nos comentário.


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[Resenha] Os Pergaminhos Vermelhos da Magia


Oi, pessoal! Tudo bem com vocês? Começando uma semana nova e o que melhor para começar bem do que falar sobre um livro da rainha Cassandra Clare? Acho que nessas alturas vocês já devem saber que eu sou fã da autora e recentemente eu li mais um livro dela, Os Pergaminhos Vermelhos da Magia, que foi escrito em parceria com o autor Wesley Chu.
Para quem não sabe, esse livro é o primeiro volume de uma nova trilogia chamada As Maldições Ancestrais e vai focar em dois personagens muito queridos do público: Alec Lightwood e Magnus Bane. O Magnus é meu personagem favorito de todos os livros da Cassandra (seguido de perto do Jem Castairs de As Peças Infernais), então, já dá para vocês imaginarem o quanto estava ansiosa para ler esse livro.
Eu li e chegou meu momento de contar para vocês o que achei da leitura. Será que a Cassandra Clare acertou novamente? Será que gostei dessa parceria com o Wesley Chu? É o que vou contar na resenha de hoje.
Mas, antes de tudo, preciso deixar um aviso. Os Pergaminhos Vermelhos da Magia, em termos de cronologia, fica entre os livros 3 e 4 da série Os Instrumentos Mortais. Portanto, ele contém alguns spoilers de Cidade de Vidro e quem não leu ainda deve ler pelo menos os 3 primeiros volumes de Instrumentos Mortais para poder ler esse.


Autores: Cassandra Clare e Wesley Chu
Editora: Galera Record
Tradução: 294
Páginas: Ana Resende
Onde comprar: Amazon
Exemplar recebido de parceria com a editora
Sinopse: “A nova série que acompanha o feiticeiro Magnus Bane e o caçador de sombras Alec Lightwood enquanto viajam pelo mundo após a Guerra Mortal. Primeira edição com capa metálica e capítulo extra. Tudo o que Magnus Bane queria era aproveitar suas férias pela Europa com Alec Lightwood, o Caçador de Sombras que, contra todas as probabilidades, finalmente é seu namorado. Mas assim que os dois se instalam em Paris, uma velha amiga chega com notícias sobre um culto de adoração a demônios chamado A Mão Escarlate, que está empenhado em causar o caos em todo o mundo – um culto que, aparentemente, foi fundado pelo próprio Magnus, anos atrás. Agora, Magnus e Alec vão percorrer o continente europeu para rastrear A Mão Escarlate e seu novo e ilusório líder antes que o culto cause ainda mais danos. Como se não fosse suficientemente ruim que suas férias românticas tivessem sido desviadas do trajeto original, os demônios agora estão perseguindo todos os seus passos, e está se tornando cada vez mais difícil distinguir amigos de inimigos. À medida que sua busca por respostas se torna cada vez mais complexa, Magnus e Alec precisarão confiar um no outro mais do que nunca - mesmo que isso signifique revelar os segredos que ambos mantêm.”

Após terem assumido seu relacionamento publicamente, Magnus Bane e Alec Lightwood partem para merecidas férias. Tudo que eles querem é um período de paz para aproveitarem juntos e fortalecerem sua relação. Mas assim que chegam a Paris, são informados por uma amiga de Magnus a respeito de um culto de adoração de demônios que, aparentemente, foi fundado por ele. Esse culto, A Mão Escarlate, tem um novo líder que está disposto a levar o caos para o mundo.
Sem ter nenhuma lembrança de ter criado esse culto, Magnus vai precisar deixar as férias de lado, enquanto ele e Alec tentam descobrir quem é o novo líder da Mão Escarlate para pará-lo antes que cause mais problemas. Porém, em meio a essa perseguição pela Europa, segredos serão revelados e podem afetar para sempre a relação dos dois.




Como eu já disse, minha expectativa para Os Pergaminhos Vermelhos da Magia era muito alta. Eu amo os livros da Cassandra Clare e Magnus e Alec são um casal muito especial para mim. Mas, como sempre, tia Cassie conseguiu atender todas as minhas expectativas e ainda me surpreender. É rainha que fala né?
A trama desse livro já começa instigante e cheia de ação e mistério. Logo de cara, temos ataques de demônios, revelações sobre esse culto misterioso e uma perseguição intensa, passando por belos cenários na Europa. Então, não preciso nem dizer que a leitura foi eletrizante e me deixou presa do começo ao fim. Porém, para minha surpresa, esse nem foi o maior mérito do livro.
O que realmente me conquistou foi a construção do Magnus e do Alec. Quem leu as outras obras da Cassandra Clare, especialmente Instrumentos Mortais, sabe que esses dois personagens mereciam maior destaque há muito tempo e que sempre faltou mais informações sobre o início de relacionamento dos dois. E, nesse sentido, o livro foi um presente para os fãs.
Foi incrível ver o Magnus e o Alec ainda no início do romance, se conhecendo melhor e superando as inseguranças. Além disso, foi possível conhecer mais sobre os dois individualmente também. O Alec foi um personagem que, em Instrumentos Mortais, demorou a me conquistar. Mas nesse livro pude entender melhor seus conflitos, as inseguranças que ele tinha e, principalmente, a forma como o Magnus o transformou para melhor.

E o que dizer do Magnus? Ele sempre foi meu personagem favorito desse universo criado pela Cassandra Clare e Os Pergaminhos Vermelhos da Magia reforçou ainda mais esse sentimento. Magnus é carismático, tem um ótimo senso de humor e está sempre salvando os demais personagens, mas nesse livro vemos um outro lado dele também. Um lado vulnerável, com traumas e inseguranças, com conflitos que o tornam mais humano e ainda mais carismático. Se eu já o amava antes, terminei o livro querendo protegê-lo do mundo e garantir sua felicidade.



Outro ponto que não posso deixar de destacar é o quanto a parceria da Cassandra Clare com o Wesley Chu foi eficiente. Apesar de ter notado uma certa diferença na narrativa em relação aos livros que foram escritos só pela autora, não foi nada que tenha atrapalhado a leitura. Pelo contrário, acho que funcionou muito bem e os dois conseguiram trazer uma dinâmica bem interessante para a trama.
Minha única ressalva é que a história foi um pouco mais superficial do que os livros recentes da Cassandra Clare. A trama é menos complexa e faltou um pouco das críticas sociais que me acostumei a ver nos livros da autora. Porém, isso é mais compreensível por ser o primeiro livro da série e, portanto, um livro mais de introdução. Além disso, o final bombástico foi o gancho perfeito para a continuação e me deu a certeza que grandes coisas estão por vir nessa série. Que final, gente! Que final! Os dois autores deixaram a grande bomba para o último capítulo e eu fiquei surtada.
Deste modo, posso dizer que Os Pergaminhos Vermelhos da Magia foi um excelente início para a trilogia As Maldições Ancestrais. Ele encheu o meu coração de fã de amor por Magnus Bane e Alec Lightwood, mas também trouxe muita ação, mistério e reviravoltas. Foi uma leitura que me prendeu do começo ao fim e me deixou ansiosa para sua continuação. Sem dúvida, Cassandra Clare e Wesley Chu estão preparando muitas surpresas por aí e eu não vejo a hora de ler.
E vocês, já leram esse ou outros livros do universo shadowhunter? Me contem aí nos comentários qual é o favorito de vocês ou qual têm mais curiosidade de ler.

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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