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Tag - Pai Literário


No segundo domingo de maio, é comemorado no Brasil o Dia dos Pais. Então, para homenagear a data de hoje resolvi responder a Tag Pais Literários criada pela Sabrina do blog SteLivros. São cinco perguntas que envolvem citar um pai da literatura que tenha a ver com tipos de pai da vida real.
Então, vamos às minhas respostas:

1 – Pãe: Pai que também é mãe

Para essa pergunta, pensei em um personagem que, apesar de não ter filhos, é um ótimo “pãe”: o Hagrid, da série Harry Potter. Não dá para negar que ele trata o Harry, o Rony e a Hermione como se fossem seus filhos mesmo, e ainda tem o maior jeito de mãe. Inclusive, como esquecer quando ele “adotou” um filhote de dragão e ainda soltou a famosa frase “ele reconhece a mamãe”.


2 – Pai artista
Claro que o Hans, pai adotivo da Liesel, em A menina que roubava livros, teria que aparecer nessa tag, não é mesmo? Ele é um dos meus pais preferidos da literatura e não poderia ficar de fora. Por esse motivo, quando vi esta pergunta, ele foi o primeiro personagem a vir na minha mente. Além de ser um pai amoroso e dedicado, ele é violinista e usa sua música tanto para sustentar sua família quanto para alegrar sua filha.

3 – Pai estiloso
Essa foi provavelmente a pergunta que gastei mais tempo tentando pensar em uma resposta. Não conseguia lembrar de imediato de nenhum pai da literatura que tivesse estiloso como uma de suas características. Mas depois que lembrei fiquei me perguntando como não pensei nele antes: Magnus Bane, o famoso feiticeiro da série Os Instrumentos Mortais. Ele não aparece apenas nessa série, mas em outras da Cassandra Clare e é, provavelmente, o personagem mais estiloso que eu já li.

4 – Pai companheiro
Para mim, a resposta mais óbvia de todas: Arthur Weasley, da série Harry Potter. Tem como não pensar no amoroso e divertido Sr. Weasley, sempre disposto a proteger e amparar seus sete filhos?  Arthur é um homem gentil, que muitas vezes faz vista grossa para as bagunças dos filhos, mas também sabe o momento de dar bronca e impor limites. Além disso, ele está sempre disposto a orientar e aconselhar, não apenas seus filhos, mas os amigos deles, que ele considera como parte da família.
 
5 – Pai protetor
Quando vi essa pergunta, pensei imediatamente em um personagem que não é pai, mas age como se fosse, e é tão protetor quanto: Anthony Bridgertn, da série Os Bridgertons, da Julia Quinn. O mais velho de oito filhos, Anthony acabou assumindo a criação dos irmão mais novos quando o pai deles morreu. Assim, ele acabou se tornando a figura paterna que os caçulas tiveram e, mais ainda, um pai super-protetor, especialmente para as irmãs.

E aí, gostaram das minhas respostas? Me contem aí nos comentários o que acharam e não deixem de conferir a tag original, neste link.

Lembrando que todos os livros citados na tag, vocês podem adquirir na Amazon, através do link do blog: aqui.

[Especial] Cinco pais marcantes da literatura


Hoje é Dia dos Pais e não poderia deixar a data passar em branco no blog. Na literatura, podemos encontrar vários exemplos de pais que, de algum forma, desempenharam um papel marcante. Assim, fiz uma lista com os meus cinco preferidos.

1 – Arthur Weasley, da série Harry Potter.
        Claro que essa lista não poderia começar com outro personagem que não Arthur Weasley. Para mim, ele é um dos personagens mais marcantes da série e isso deve muito à relação dele com a esposa e os filhos. É um homem simples, mas totalmente dedicado à família. Trabalha duro para sustentar os sete filhos e, apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar o principal: amor.
           Além disso, o sr. Weasley é um homem divertido e carismático. Às vezes, ele não é tão rigoroso com os filhos quanto deveria ser (por exemplo, quando eles saem viajando em carros voadores sem autorização), mas sempre tentou passar bons valores aos filhos e cria-los da melhor maneira possível.

2 – Sr. Bennet, de Orgulho e Preconceito.
        Para mim, o sr. Bennet é o personagem mais interessante deste livro, dono de um senso de humor refinado e irônico. A princípio, ele não é um pai muito dedicado, se mostrando um pouco relapso em relação ao comportamento das filhas. No entanto, apesar de seu jeito despreocupado, no fundo, ele se importa com o bem-estar delas e com seu futuro. Em especial, são evidentes o carinho e a admiração que sente por Elizabeth.

3 – Hans Hubermann, de A menina que roubava livros.
        Uma das relações mais bonitas na literatura, para mim, é a que se forma entre Hans e Liesel. Apesar de não ser o pai biológico da menina, a partir do momento em que ela entra em sua vida, Hans a trata como a uma filha.
Ele é um homem simples, que luta com dificuldade para sustentar a família, mas faz o possível para fazer Liesel feliz. Mesmo não sabendo ler e escrever muito bem, Hans se esforça para ensinar a menina até que ela já estivesse lendo melhor que ele. Além disso, com seu jeito carinhoso, ele acaba se tornando um porto-seguro para ela, ajudando-a na adaptação na nova vida e a superar os medos e as tristezas da sua vida.

4 – Remo Lupin, da série Harry Potter.
         Sei que pode parecer estranho para alguns, pois a relação de Remo como pai não foi muito explorada na história. No entanto, para mim, ele já demonstrava um lado paternal muito antes de se tornar pai, de fato. Enquanto foi professor, Remo tratava seus alunos quase como filhos, acreditando no potencial deles mais do que eles mesmos, incentivando-os e orientando-os sempre que necessário. Em especial, sempre achei muito bonita a relação dele com Harry.
           Além disso, mesmo que a relação dele com o filho não seja muito longa, é impossível negar o quanto ele o amou e desejou ser um bom pai para ele. Tudo que Remo desejava era garantir um bom futuro para o filho e que o menino pudesse se orgulhar dele.

5 – Maxon, da série A Seleção.
         Um dos aspectos que mais gostei em A herdeira e A coroa é ver o pai que Maxon se tornou. Sei que muitas pessoas não gostam destes dois livros, mas gostei muito de ver a relação de Maxon com os filhos. Carinhoso, justo e firme nos momentos necessários, ele fez o possível para ser um pai melhor do que o que ele teve.
         Como já era de se esperar, considerando os primeiros livros da série, Maxon se tornou um excelente pai. Mesmo com todas as responsabilidades que carrega, ele age mais como pai do que como rei. Assim, é muito bonito ver o modo como ele apoia os filhos em suas decisões, se preocupando, acima de tudo, com a felicidade deles.

          Dentre tantos pais na literatura, esses foram os que mais me marcaram e, por isso, meus escolhidos para homenagear a data. Então, parabéns para os pais da vida real, sejam eles biológicos ou do coração!

       E, para vocês, quais são os pais mais marcantes da literatura? Deixem aí nos comentários.

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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