[Resenha] Sem julgamentos

 


Depois de semanas muito tumultuadas, mês passado comecei a recuperar o ritmo de leitura. Graças aos feriados em abril, consegui colocar algumas coisas em dia e aproveitar o tempo para ler bastante. Ou seja, tenho muitos livros para comentar aqui.

E uma das melhores surpresas que tive nesses dias de tranquilidade foi o livro Sem julgamentos, da Meg Cabot, publicado recentemente pela Galera Record. Tenho que confessar que ainda não tinha sido cativada pela escrita da autora (com exceção dos romances de época que ela escreve com o pseudônimo de Patrícia Cabot). Porém, resolvi dar uma chance para esse lançamento e não me decepcionei.

Então, hoje vim contar um pouco sobre a minha experiência de leitura e os motivos que fizeram com que eu finalmente me apaixonasse por um livro da Meg Cabot.

 

Autora: Meg Cabot

Editora: Galera Record

Tradução: Carolina Simmer

Páginas: 322

Exemplar recebido de parceria com a editora

Onde comprar: Amazon

Sinopse: “Em Sem julgamentos acompanhamos os passos de Sabrina, uma petlover de carteirinha que abandonou a frenética Nova York, o curso de Direito e o namorado tóxico para recomeçar a vida na paradisíaca Ilha de Little Bridge, na Flórida, como garçonete, algo que sua mãe ultraconservadora não aprova. Mas Bree não se importa porque, pela primeira vez em muito tempo, ela, enfim, se sente em casa. Ela tinha certeza de que havia sobrevivido ao pior, mas um massivo furacão se aproxima da ilha, ameaçando destruir seu pedacinho de paraíso. Ela sabe que deveria fazer como os outros moradores: deixar tudo para trás e buscar abrigo. Entretanto, se vê incapaz de abandonar Gary, seu gatinho doente.Apavorada, sem ter a menor ideia de como sobreviver à monumental tempestade, Bree decide ficar para resgatar tantos animais abandonados quanto puder, mesmo que para isso precise pedir ajuda ao perigosamente sexy Drew, também conhecido como o destruidor de corações de Little Bridge. Num cenário apocalíptico, no momento mais assustador de sua vida, Bree se surpreende ao reencontrar motivos para voltar a acreditar... na vida, na bondade humana... mas não consegue calar a barulhenta tempestade que se desenrola dentro de seu peito sempre que está perto de Drew. A pergunta é: ela ainda pode confiar no próprio coração?

 

Em Sem julgamentos, vamos acompanhar a Sabrina, que, após terminar um relacionamento tóxico e abandonar a faculdade, decidiu recomeçar a vida na pequela Ilha de Little Bridge, na Flórida. Tudo ia bem, até um furacão se aproximar da ilha. Sem querer abandonar o seu novo refúgio, e seu amado gato, Bree decidi ficar e ajudar a salvar animais abandonados.  

O que ela não esperava é que teria ajuda nessa missão e, muito menos, que ela viria atrás do destruidor de corações da cidade, Drew. E, para surpresa de ambos, a convivência e o risco iminente de um furacão fazem com que eles enxerguem um ao outro com novos olhos. 



Ao contrário dos meus contatos anteriores com a escrita da Meg Cabot, Sem julgamentos me prendeu logo nas primeiras páginas e me fez simpatizar com a protagonista imediatamente. Bree é uma protagonista muito cativante, engraçada (sem ser exagerada), inteligente e espontânea. Além disso, como não gostar de uma protagonista que gosta e defende os animais? Foi impossível não me apegar a ela e torcer para que tudo desse certo.⠀⠀⠀⠀

E, do outro lado, temos o Drew que é um mocinho totalmente irresistível. Ele a princípio parece ter aquele jeito de bad boy (que eu amo), mas não demora para percebermos que é só pose e, no fundo, ele é um fofo. Além disso, a forma como Drew trata a Bree, se mostrando compreensivo e dando seu apoio em todos os momentos, foi tudo para mim. E, como se ainda faltasse algo para ser perfeito, ele ainda tem um senso de humor afiado que é impossível de resistir.

Então, não preciso nem dizer que torci muito pelo casal. Amei as interações entre eles e como os dois foram se aproximando. É uma relação cheia de companheirismo, apoio e uma dose deliciosa de humor. Claro que se trata de um romance leve e sem muitas reviravoltas, mas gostei que a autora trouxe alguns temas sérios e deixou mensagens importantes. Nada que deixe a leitura pesada, mas que tornou a história mais especial para mim.

De todos os romances que li da Meg Cabot, Sem julgamentos foi disparado o que mais me conquistou. É uma leitura leve, fluida, divertida e muito cativante. Passei o tempo todo sorrindo e terminei de ler com o coração quentinho. Exatamente o que estava precisando quando iniciei a leitura.⠀⠀⠀⠀⠀⠀

E vocês, já conheciam Sem julgamento? Já leram outros livros da Meg Cabot? Me contem aí nos comentários.


[Resenha] Se liga, Dani Brown


Ano passado, uma das melhores surpresas que tive foi o livro Acorda pra vida, Chloe Brown. Eu terminei a leitura completamente apaixonada pelos personagens e pela escrita da autora. Então, não é surpresa nenhuma que eu tenha surtado quando soube do lançamento de Se liga, Dani Brown.

Algumas mudanças de rotina e uma baita ressaca literária fizeram com que eu atrasasse o início da leitura. Mas em abril, graças aos feriados (deveria ter um toda semana, né? Rsrs), eu consegui recuperar meu ritmo e aproveitei o bom momento para ler Se liga, Dani Brown.

Agora, chegou a hora de contar para vocês um pouco sobre o livro e o que achei da leitura.

Aviso: “Se liga, Dani Brown” é uma história independente de “Acorda pra vida, Chloe Brown”, trazendo um novo casal. Porém, os personagens do primeiro livro aparecem nesse. Então, recomendo ler na ordem certa.

 

Autora: Talia Hibbert

Tradução: Lígia Azevedo

Editora: Paralela

Páginas: 381

Classificação: Não recomendado para menores de 18 anos.

Onde comprar: Amazon

Exemplar recebido de cortesia da editora

Sinopse: Dani Brown precisa de um sinal. Tudo que ela quer é alguém com quem possa se divertir, sem complicações ou sentimentos envolvidos. O problema é encontrar essa pessoa, por isso ela pede ao universo que lhe avise se aparecer alguém que preencha os requisitos. Quando acaba presa em um elevador durante um treinamento de incêndio e é resgatada por Zaf, o segurança rabugento de quem é mais ou menos amiga, Dani pensa ter entendido o recado e começa a bolar um plano para seduzi-lo. Nenhum dos dois espera que o resgate gere rumores de que eles estejam juntos. Muito menos que tais rumores tragam benefícios para suas vidas, o que os leva a encenar um namoro de mentira. Nos bastidores, porém, Dani continua firme com seu plano de seduzir Zaf e conseguir o que quer, mas aos poucos essa amizade colorida se torna mais complicada que sua tese de doutorado. Será que o tiro saiu pela culatra? Ou será que esse é o verdadeiro sinal do universo e Dani só precisa se ligar para ver?

 

Em Se liga, Dani Brown, vamos acompanhar a Dani – irmã mais nova da Chloe, protagonista do primeiro livro. Totalmente avessa a relacionamentos, ela está em busca de alguém com quem possa se divertir por um tempo, mas sem compromisso. A boa e velha amizade colorida. Dani esperava que o universo lhe mandasse um sinal de quem seria esse alguém e acredita ter sido atendida quando fica presa em um elevador e é resgatada por Zaf.

Ele é um segurança rabugento e sexy, que vinha se tornando um bom amigo para ela. Seria a opção perfeita, se ele não fosse um romântico incorrigível. Mas, quando o vídeo do resgate viraliza e todo mundo passa a pensar que eles são um casal, fingir um namoro pode ser conveniente para os dois.

Dani está prestes a ganhar a amizade colorida que desejava e a repercussão do vídeo está ajudando Zaf a conseguir apoio para a ONG que ele criou. Mas será que eles vão conseguir manter os sentimentos afastados desse acordo?




Depois de muita expectativa posso dizer: estou novamente apaixonada por um livro da Talia Hibbert. Mais uma vez, a autora trouxe personagens muito cativantes, que me conquistaram logo nas primeiras páginas e me deixaram envolvida com a sua história.

Dani é uma protagonista divertida, espontânea e que esbanja carisma. Foi muito fácil me apegar a ela, mesmo eu sempre tendo dificuldade para me conectar com personagens que fogem de relacionamentos. Aos poucos, fui entendendo os motivos para ela ser como é e os traumas que carrega, o que fez com que eu apegasse ainda mais.

E o que dizer do Zaf? Pensem em um mocinho fofo e multipliquem por dez. Ele já me conquistou logo no começo quando revelou gostar de ler romances. Inclusive, tem uma cena hilária dele ouvindo um audiobook de um romance erótico. Aí como eu poderia não me apaixonar? Impossível! E além de tudo, Zaf tem conflitos muito tocantes e reais, que me deixaram com vontade de colocar ele em um potinho e proteger do mundo.

A trama é recheada de clichês, mas foi desenvolvida pela autora de uma forma muito envolvente. Além disso, o fato de os personagens serem tão reais e com conflitos interessantes faz com que a história não soe como mais do mesmo. Assim como no primeiro livro, a autora conseguiu ir além dos clichês e trazer temas importantes, além de muita representatividade.

Minha única ressalva é que, em alguns momentos, senti que a leitura perdeu um pouco o ritmo. Acredito que se a autora tivesse resolvido algumas questões mais rapidamente e focado em mais momentos entre o casal principal, eu teria gostado mais. Mas essa é uma visão bem pessoal e que não chegou a comprometer a leitura pra mim.

De um modo geral, Se liga, Dani Brown foi uma leitura divertida, leve e apaixonante. A escrita da autora é muito envolvente e acho que ela consegue um ótimo equilíbrio entre romance, drama e humor. Terminei a leitura completamente apaixonada pelos personagens e já ansiosa pelo próximo livro, que deve sair ainda esse ano. E já quero deixar registrado meu muito obrigada à editora Paralela que gentilmente me enviou um exemplar do livro para que eu pudesse ler e fazer a resenha.

E vocês, já conheciam Se liga, Dani Brown? Ficaram curiosos para ler? Me contem aí nos comentários.


3 séries para conhecer Holly Black

 


Quem me acompanha aqui sabe que tenho algumas autoras queridinhas, das quais eu leria até a lista de supermercado. E uma delas é, sem dúvida, a Holly Black. Eu fui conquistada pela escrita dela desde que li O Príncipe Cruel e tenho como meta ler todos os livros que ela já publicou.

Por esse motivo, ninguém melhor que ela para inaugurar uma coluna onde trarei 3 indicações dentro de um determinado tema. Assim, no post de hoje, trouxe 3 séries para conhecer a escrita da Holly Black.

Claro que ela tem outros livros publicados, mas escolhi as três que mais se destacaram para mim e que acredito que devem conquistar um público maior:

 

O povo do ar

Acredito que essa seja a série mais famosa da autora, que conquistou milhares de leitores no Brasil e no mundo. Foi através dela que eu conheci a escrita da autora e me encantei por ela. A série faz parte do Mundo das Fadas criado pela Holly e é composta por 4 livros: “O canto mais escuro da floresta”, “O Príncipe Cruel”, “O Rei Perverso” e “A Rainha do Nada”.

 

Magisterium

Escrita em parceria com a Cassandra Clare (autora da Os Instrumentos Mortais), essa é uma série de fantasia, voltada para o público infanto-juvenil. No Brasil, ela foi publicada pelo selo Galera Júnior e, em 2021, ganhou um box com novas edições.

A série é composta pelos livros: “O desafio de ferro”, “A luva de cobre”, “A chave de bronze”, “A máscara de prata”, “A torre de ouro”. Como fã das duas autoras, não vejo a hora de conferir essa série e tenho altas expectativas.

 

Trilogia “Contos de Fadas Modernos”

Essa não poderia faltar, pois é a minha leitura atual e eu estou apaixonada. Iniciada com o livro Tithe, essa trilogia se passa no mesmo universo de O Povo do Ar, mas é totalmente independente.

O primeiro livro foi publicado recentemente no Brasil, em uma edição linda e de capa dura. Já os outros dois, estão previstos para saírem ainda esse ano. Ou seja, em breve a trilogia estará completa e ninguém vai sofrer esperando a continuação.

 

Em breve, venho contar para vocês o que achei de Tithe. Mas, por enquanto, vou deixar a sinopse e a capa aqui para vocês conferirem.

E agora quero saber: vocês já conheciam a trilogia Contos de Fadas Modernos? Já leram outros livros da Holly Black? Me contem aí nos comentários.

 

Autora: Holly Black

Tradução: Regiane Winarski

Editora: Galera Record

Páginas: 216

Onde comprar: Amazon

Sinopse: “O Reino das Fadas cordialmente convida você a retornar ao universo dos seres encantados. Primeiro volume de Contos de Fadas Modernos, Tithe é mais uma história fantástica escrita por Holly Black, onde o perigo e a sedução do Povo das Fadas novamente entram em cena. Entre por sua própria conta e risco, pois pode não haver caminho de volta.

Kaye tem dezesseis e está de saco cheio de se mudar. As ações inconsequentes de sua mãe fazem com que mais uma vez precise deixar a cidade onde mora e, desta vez, retornar para onde morou durante sua infância, de volta para a casa da avó. A única luz é poder se reencontrar com a melhor amiga, Janet, e torcer para que os seus amigos encantados de infância apareçam para visitá-la. Mas duas semanas se passam e nada de aparições de fadas. Será que foram apenas frutos de sua imaginação? Será que ela passou da idade e não é mais divertida para eles?

Porém um encontro inesperado em uma floresta escura colocará tudo que pensou saber em cheque. Kaye não é mais uma criança e o mundo das fadas se mostrará muito longe de ser um lugar para brincadeiras. Resistir ao fascínio e às malícias do Povo das Fadas irá requerer toda a esperteza de Kaye, pois confiar em qualquer um poderá ser uma armadilha fatal.

O primeiro volume de Contos de Fadas Modernos, Holly Black, autora #1 do New York Times, apresenta Tithe, mais uma entrada no mágico e traiçoeiro universo do Povo das Fadas, da série best-seller de O príncipe cruel. Agora, o perigo pode estar mais próximo do que você imagina. Bem-vindo ao Reino das Fadas e aproveite a jornada — apenas tome cuidado para não se deixar enfeitiçar por um glamour e se perder em um banquete dos seres encantados.”

 


Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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