Resumo de junho e julho + TBR de Agosto

4 de ago. de 2020


Olá, pessoal! Agosto já começou há alguns dias, mas acho que ainda dá tempo de fazer um balanço do mês passado né? Na verdade, vou fazer um resumão de junho e julho, pois ainda não tinha falado aqui sobre as leituras desse período. E quero aproveitar para conversar um pouquinho sobre minhas metas para agosto.
Então, como são muitas leituras para falar, vamos ao meu resumão.

v Junho
Foi um mês muito produtivo e consegui ler bastante. E o mais importante: foram ótimas leituras.

First comes a scandal, da Julia Quinn.
Ligeiramente casados, da Mary Balogh.
O duque devasso, da Madeline Hunter.
Dez dates surpresa, da Ashley Elston - Resenha aqui
Namorado modelo, do Stuart Reardon e a Jane Harvey-Berrick - Resenha aqui
Simplesmente Nova York, da Sarah Morgan
Ligeiramente maliciosos, da Mary Balogh.
Teto para dois, da Beth O’Leary - Resenha aqui
Os Pergaminhos Vermelhos da Magia, da Cassandra Clare e o Wesley Chu - Resenha aqui
A Rebelde do Deserto, da Alwyn Hamilton.
Daqui a cinco anos, da Rebecca Serle.
A Pequena Livraria dos Sonhos, da Jenny Colgan.  

v Julho

Já em julho, passei por uma ressava literária longa e foi um mês bem inconstante no que se refere às leituras. Mas, pelo menos, os poucos livros que li foram ótimas leituras e alguns entraram para a minha lista de queridinhos da vida. 

Only a kiss, da Mary Balogh: É o sexto livro da série O clube dos sobreviventes e está sendo lançado pela Editora Arqueiro com o nome Um beijo e nada mais (compre na Amazon aqui). Eu estava muito ansiosa e acabei optando por ouvir o audiobook em inglês mesmo. Dessa vez a experiência não poderia ter sido melhor e eu acabei amando o livro muito mais do que eu esperava. Foi o meu favorito do mês passado e eu ainda não tenho palavrar para descrever o quanto amei. Quem não leu ainda, só posso dizer para aproveitarem que está sendo lançado no Brasil para conhecer essa história maravilhosa.
Sinopse:  “Desde que testemunhou a morte do marido durante as Guerras Napoleônicas, Imogen, lady Barclay, se isolou em Hardford Hall, na Cornualha. O novo dono da propriedade ainda não apareceu para reivindicá-la, e ela torce desesperadamente para que ele nunca venha acabar com sua frágil paz. Percival Hayes, o novo conde de Hardford, não tem nenhum interesse na região distante da Cornualha, tanto que, desde que recebeu o título, nunca quis conhecer o lugar. Mas em seu aniversário de 30 anos ele está tão entediado que decide impulsivamente fazer uma visita às suas terras. Ao chegar lá, fica chocado ao descobrir que Hardford não é o monte de ruínas que imaginou. Fica perplexo também ao constatar que a viúva do filho de seu predecessor é a mulher mais linda que já viu. Em pouco tempo, Imogen desperta em Percy uma paixão que ele jamais pensou ser capaz de sentir. Mas será que ele conseguirá resgatá-la da infelicidade e convencê-la a voltar à vida?”



Only beloved, da Mary Balogh: O livro que encerra a série O clube dos sobreviventes e mais uma vez a Mary Balogh me surpreendeu. Fiquei encantada com a história dos dois protagonistas e como o romance foi construído. Além disso, foi o desfecho perfeito para a série, que evidenciou a transformação que aqueles personagens passaram ao longo dos sete livros e encerrou suas histórias com chave de ouro. 
Sinopse: “Pela primeira vez desde a morte da sua esposa, o Duque de Stanbrook está considerando se casar novamente e finalmente abraçar a felicidade para si mesmo. Com isso vem a imagem guardada de uma mulher que ele conheceu brevemente um ano antes e nunca mais viu. Dora Debbin perdeu toda esperança de se casar quando um escândalo familiar a deixou encarregada de sua irmã mais nova. Tendo uma vida modesta como professora de música, ela ficou apenas com um sonho incompleto. Até que uma tarde, um visitante inesperado o torna realidade. Tanto para George quanto para Dora, aquele breve encontro foi tanto fugaz quanto inesquecível. Agora é a hora de uma segunda chance. E enquanto até o amor verdadeiro vem com um risco, quem são dois sonhadores para discutir com o destino? 


Ligeiramente escandalosos, da Mary Balogh: Talvez eu esteja um pouco viciada na escrita da autora (só talvez rsrsrs). Mas foi outra leitura maravilhosa que fiz em julho. Freyja é, sem dúvida, uma das melhores personagens femininas que já li e Joshua, o mocinho, não fica atrás. É um casal maravilhoso, que começa trocando farpas em diálogos hilários, mas que têm muito mais camadas do que eu esperava. Ambos tinham suas marcas e se mostraram personagens complexos e muito apaixonantes. Me apeguei a eles e amei cada momento da história deles. Sem dúvida, o meu favorito da série até aqui.
Sinopse: “Freyja Bedwyn é uma mulher diferente das outras damas da alta sociedade: impetuosa e decidida, ela preza a independência e a liberdade acima de qualquer coisa – até mesmo do amor. Até que o destino lhe apresenta Joshua Moore, o marquês de Hallmare, um homem cheio de charme e mistério, dono de uma beleza estonteante e de uma reputação terrível. Quando ambos se encontram a caminho da pacata cidade de Bath, a química entre os dois é imediata. Entre encontros e desencontros, conflitos e provocações, Joshua faz uma proposta inusitada: pede que Freyja finja ser sua noiva, para evitar que uma artimanha de sua tia o leve a se casar com a própria prima. Para uma dupla que acha graça das convenções sociais, esta parece ser a oportunidade perfeita para se divertir. Mas a brincadeira acaba trazendo consequências inesperadas. Aos poucos, suas máscaras vão caindo e ambos se revelam pessoas bem diferentes do que aparentam. Nesse terceiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh se aprofunda ainda mais nos segredos e desejos dessa família incomum e extremamente sensual.


A única memória de Flora Banks, da Emily Barr: Esse foi uma surpresa enorme para mim. É um livro diferente de tudo que já li, com uma premissa muito instigante e que envolve o leitor desde o ínicio. Não vou falar muito mais, porque já tem resenha sobre ele aqui – podem conferir neste link –, mas foi uma ótima leitura.

Sinopse: “Como saber em quem confiar quando não se pode confiar nem em si mesmo? Flora Banks tem amnésia. Sua mente reinicia várias vezes ao dia desde que ela tinha dez anos, quando um tumor removido de seu cérebro levou embora a capacidade de criar novas memórias. Ela não consegue se lembrar de nada do dia a dia: a piada que a amiga fez, as instruções que seus pais lhe deram, quantos anos tem... até beijar o namorado da melhor amiga. Estranhamente, no dia seguinte ela se lembra do beijo.É a primeira vez que Flora se recorda de algo. Mas o garoto se muda para o Ártico. Segui-lo será a chave para Flora descobrir a verdade perturbadora sobre sua vida. A única memória de Flora Banks é um livro sensível com um mistério eletrizante, cheio de segredos, mentiras e uma protagonista frágil porém corajosa, em busca de um passado sem o qual ela não pode saber a verdade sobre si mesma.”


Amor verdadeiro na Livraria dos Corações Solitários, da Annie Darling: Eu já tinha amado o primeiro livro da série, como falei na resenha (leia aqui), mas esse segundo se mostrou um livro ainda melhor. Amei a construção do romance, os conflitos dos personagens e as muitas referências a Orgulho e Preconceito. Em breve vou postar a resenha aqui, mas já adianto que é uma leitura leve, divertida e apaixonante.
Sinopse: “É uma verdade universalmente conhecida que uma mulher solteira, em posse de um bom emprego, quatro irmãs mandonas e um gato carente, deve estar em busca do seu verdadeiro amor. Será? Verity Love ― fã de carteirinha de Jane Austen e uma introvertida em um mundo de extrovertidos ― está perfeitamente feliz sozinha, muito obrigada. E seu namorado fictício, Peter Hardy, é muito útil para ajudá-la a escapar de eventos sociais indesejados. Mas, quando um mal-entendido a obriga a apresentar um total estranho como namorado para suas amigas, a vida de Verity de repente se torna muito mais complicada. Uma namorada fictícia também pode ser bem útil para Johnny. Indo contra todos os instintos de Verity, ela se deixa convencer a fazer uma parceria com ele para um único verão recheado de casamentos, aniversários e festas no jardim, com apenas uma promessa: não se apaixonarem um pelo outro. Mas isso não tem nem chance de acontecer, pois Verity jurou nunca mais ter um namorado, e o coração de Johnny já tem dona.”




O duque que eu conquistei, da Scarlett Peckham: Um romance de época lançado pela Editora Arqueiro no mês que passou e que chegou para abalar. Ele tem uma proposta bem diferente, aborda temas que nunca vi em livros do gênero e que foram muito bem trabalhos pela autora. Em breve vou postar a resenha sobre e comentar mais sobre os motivos que me fizeram amar essa leitura, mas já quero deixar avisado que é um livro que eu recomendo muito para quem busca um romance de época que realmente foge dos padrões. Porém, aviso também que é um livro para maiores de 18 anos, ok?
Sinopse: Depois de superar a ruína financeira, redimir o nome de sua família e se tornar o mais lendário investidor de Londres, o duque de Westmead precisa garantir a continuidade de seu título e de sua fortuna. A única forma de fazer isso é gerar um herdeiro. Para isso ele tem que arranjar uma esposa que não interfira nos anseios sombrios que ele satisfaz na calada da noite nem faça exigências ao seu coração trancado para o amor. Poppy Cavendish, a ambiciosa florista contratada pela irmã de Westmead para decorar seu salão de baile, não é esse tipo de mulher. Ela sempre lutou contra as convenções sociais para manter a própria independência e, por isso, o matrimônio nunca esteve em seus planos. Mas agora Poppy precisa de capital para expandir seu negócio de plantas exóticas. E a atração que sente pelo duque é tão irresistível que, quando um escândalo acidental torna o casamento com ele o único meio de salvar seu ganha-pão, ela teme querer mais do que o título que ele oferece.” 



Além das leituras, em julho assisti dois filmes e comecei uma nova série. Parece ser pouco, mas tinha tempo que eu não assistia nada, então, acabou sendo bom. Vi dois romances bem fofos na Netflix: A Barraca do Beijo 2 e Nosso último verão. Em ambos os casos, me surpreendi e acabei gostando bem mais do que esperava. Mas a surpresa do mês foi mesmo a série que comecei: Lucífer. Eu não tinha ideia que essa série fosse tão boa e me vi apaixonada logo no primeiro episódio. Com certeza, pretendo continuar esse mês.

E, por falar sobre as metas para agosto, minha TBR já está montada. Quero compensar a ressaca literário do mês passado e espero ler bastante agora. E essas foram as minhas escolhas:

v The ear I ruined, da Scarlett Peckham
v As leis da atração, da
v Chain of gold (terminar), da Cassandra Clare
v Loucamente apaixonados na Livraria dos Corações Solitários, da Annie Darling.
v Um beijo de inverno na Livraria dos Corações Solitários, da Annie Darling.
v Pânico
v O som do nosso coração
v Vilão (releitura)
v Um amor escandaloso
v Uma chama entre as cinzas (terminar a releitura).
v Uma tocha na escurdião
v Uma noiva rebelde (reler para ver se dessa vez eu gosto rsrs).

Agora quero saber de vocês: o que acharam das minhas últimas leitura? Já leram algum desses livros? Me contem aí nos comentários se gostaram desse meu balanço e o que pretender ler agora em agosto. Ah, quem quiser deixar dicas de filmes que estejam disponíveis na Netflix ou Amazon Vídeo para eu assistir esse mês, vou amar conferir as indicações de vocês.


[Resenha] A única memória de Flora Banks

29 de jul. de 2020


Oi, meus amores! Como vocês estão essa semana? Hoje eu vim comentar sobre uma das minhas leituras mais recentes, que chamou minha atenção desde que seu lançamento foi anunciada. Estou falando sobre A única memória de Flora Banks, publicado no Brasil pela Verus Editora.
Confesso que quando vi a capa dele, já me empolguei. Mas foi a sinopse que me ganhou de vez e me fez querer incluir esse livro nas minhas leituras o mais rápido possível. Afinal, não é todo dia que encontramos uma história na qual a protagonista só consegue manter uma único memória, não é mesmo?

Então, agora que eu já li, vim aqui contar para vocês o que achei da leitura e se a história de Flora Banks é tão instigante quanto parece. Claro que a resenha não terá nenhum spoiler (para saber qual o segredo da Flora, só lendo o livro hehe), então, podem ficar tranquilos.


Autora: Emily Barr
Editora: Verus
Tradução: Débora Isidoro
Páginas: 280
Onde comprar: Amazon
Exemplar recebido de parceria com a editora
Sinopse: “Como saber em quem confiar quando não se pode confiar nem em si mesmo? Flora Banks tem amnésia. Sua mente reinicia várias vezes ao dia desde que ela tinha dez anos, quando um tumor removido de seu cérebro levou embora a capacidade de criar novas memórias. Ela não consegue se lembrar de nada do dia a dia: a piada que a amiga fez, as instruções que seus pais lhe deram, quantos anos tem... até beijar o namorado da melhor amiga. Estranhamente, no dia seguinte ela se lembra do beijo.É a primeira vez que Flora se recorda de algo. Mas o garoto se muda para o Ártico. Segui-lo será a chave para Flora descobrir a verdade perturbadora sobre sua vida. A única memória de Flora Banks é um livro sensível com um mistério eletrizante, cheio de segredos, mentiras e uma protagonista frágil porém corajosa, em busca de um passado sem o qual ela não pode saber a verdade sobre si mesma.” 
Flora Banks é uma adolescente de 17 anos que, à primeira vista, parece levar uma vida perfeitamente comum: mora com os pais amorosos, tem uma melhor amiga de infância e nunca faz nada de errado. Porém, sua vida não poderia estar mais longe de ser comum. Flora sabe muito pouco sobre sua vida, pois aos 10 anos teve um tumor na cabeça, que foi retirado em uma cirurgia quando ela tinha 11. Desde então, a garota já não consegue reter memórias por mais do que algumas horas.
Por isso, frequentemente ela se vê confusa, sem saber onde está, o que está fazendo e até mesmo sua idade. Para ela, é como se ainda tivesse 10 anos. Então, ela precisa estar sempre com post its, recados anotados no braço e o caderno onde seus pais escreveram a história para ela. Porém, um dia Flora consegue manter uma memória. Ela beija o namorado de sua melhora amiga e se lembra disso. Não porque escreveu em post-its e no seu braço, mas porque ela guardou a lembrança de toda a conversa que tiveram naquela noite e do beijo.
O problema é que Drake se mudou no dia seguinte para o Ártico e Flora não tem a menor ideia do motivo que a fez se lembrar desse beijo. Mas uma coisa ela tem certeza: se ela se lembra do beijo que trocaram, então, Drake pode ser a chave para ela conseguir recuperar suas memórias. Então, Flora decide ir atrás do garoto para encontrar seu amor e as respostas que sempre buscou. Mas nessa aventura, ela pode descobrir muito mais do que imaginava.



Quando li a sinopse de A única memória de Flora Banks, o que me deixou intrigada foi tentar entender o motivo de a única lembrança que ela conseguiu manter foi a do beijo com o namorado da amiga. Porém, ao longo da leitura fui percebendo que há muito mais na história de Flora a ser descoberto. Quanto mais eu li, mais peças surgiam no quebra-cabeça e mais instigada eu ficava.
Então, não preciso nem dizer que fiquei rapidamente envolvida com a leitura. Me vi presa desde a primeira página e lia sem nem perceber as páginas passando. Contribuiu muito para isso a escrita fluida da autora e a habilidade que ela teve para construir o mistério. Como a história é narrada pela perspectiva de Flora, ficamos confusos junto com ela e, muitas vezes, não sabemos o que aconteceu entre um momento e outro da trama, porque a própria narradora não sabe. Confesso que isso me deixou angustiada em muitos momentos, mas ainda mais ansiosa para continuar lendo e descobrir toda a história.

“Pego no sono imaginando como é ser normal. Imagino minha cabeça cheia de imagens nítidas de todas as coisas que realmente aconteceram, arquivadas para eu poder voltar a elas e vê-las sempre que quiser. Não consigo imaginar esse luxo e adormeço chorando por tudo que me falta. Espero acordar e ainda conseguir lembrar.”


Porém, apesar de ter ficado envolvida com a leitura, tive dificuldade para me conectar com a protagonista. Flora é uma adolescente de 17 anos, mas suas lembranças ainda são de quanto tinha apenas 10 anos. Por isso, em muitos momentos suas atitudes são infantis e imaturas. Claro que isso é perfeitamente compreensível pela situação em que a personagem se encontra e seu comportamento é justificável. Mas, mesmo entendendo, demorei muito para me apegar à Flora. 



Outro ponto que me incomodou um pouco foi o fato de que os personagens secundários não foram muito explorados. Como toda a história é narrada pelo ponto de vista da Flora e ela está constantemente se esquecendo de tudo, incluindo das pessoas que conhece, esses personagens acabam não sendo muito aprofundados. E, apesar de entender que isso é algo necessário para a narrativa, lamentei não conseguir ver mais de alguns que me cativaram no pouco que apareceram.
Mas, apesar dessas ressalvas, preciso dizer que este livro conseguiu me conquistar. A jornada da Flora em busca das suas memórias é tão diferente, cheia de revelações e muito aprendizado, que foi impossível não me envolver. É um livro que foi bem além do que eu esperava, mostrando uma personagem que está se redescobrindo e aprendendo muito nesse caminho, mas também deixando diversas lições para o leitor. Ele fala sobre amor e descobrir quem realmente é, mas deixa mensagens sobre superação, amizade, família e o real significado de coragem e felicidade.
Com relação à edição, fiquei apaixonada com o trabalho da editora nesse livro. A capa é linda e de um material muito gostoso de tocar. Além disso, as páginas são off white e de um papel mais grosso e resistente. As fontes têm um tamanho muito bom e deixam a leitura mais confortável.
Assim, só posso dizer que A única memória de Flora Banks é um livro realmente especial e que me surpreendeu de várias formas. Esse foi meu primeiro contato com a escrita da autora, mas com certeza quero ler mais livros dela. A leitura foi muito envolvente e fluida, e me deixou com lições que realmente me tocaram. Posso ter demorado a me apegar à Flora Banks, mas ela sem dúvida conseguiu me ensinar muito ao longo.

[Resenha] Dez dates surpresa

24 de jul. de 2020


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Para começar bem o final de semana, eu quis trazer um dica perfeita para relaxar e se divertir: Dez dates surpresa, da Ashley Elston. Publicado para no Brasil pela Editora Alt, esse livro é ideal para quem pretende passar o final de semana em casa (espero que todo mundo, hein?), mergulhado na leitura e dando boas risadas.
Apesar de ser um romance Young Adult, esse livro acabou entrando para a minha lista de surpresas desse ano. Eu já estava pronta para um grande clichê adolescente, mas encontrei um livro que superou minhas expectativas e que ganhou uma passagem direto para minha lista de queridinhos.
Mas por que eu gostei tanto desse livro? Confiram o restante da semana para saber.


Autora: Ashley Elston
Editora: Alt
Tradução: Isabela Sampaio
Páginas: 328
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Sophie planejava aproveitar as férias de fim de ano para ter uma folga de seus pais e passar mais tempo com seu namorado - ela só não esperava que ele quisesse uma folga dela. De coração partido, ela corre para a casa dos avós, onde sua grande família italiana já está reunida para as festas. E é lá que sua Nonna bola um plano para fazê-la seguir em frente: a família deve arranjar dez encontros às cegas para a garota. De dates legais e engraçados aos verdadeiramente bizarros, Sophie passa a entender melhor quem realmente é, e que nem sempre o que achamos querer é o melhor para nós...” 

Sophie já tinhas as suas férias todas planejadas. Os pais iam viajar para ficar com a irmã mais dela que está grávida e ela teria a casa só para si. Eles acreditava que Sophie iria viajar par a casa da avó em uma cidade próxima. Mas os planos dela eram aproveitar essas duas semanas de folga com o namorado.
O problema é que, quando ela vai surpreendê-lo com a notícia, acaba descobrindo que o que ele queria era uma folga dela. Arrasada com a descoberta, Sophie viaja para a casa da avó e acaba contando sobre seu coração partido. É então que sua avó decide ajudá-la a superar o término, e o que melhor para esquecer um amor do que conseguir outro? É assim que começa um plano que mobiliza toda a família: arrumar dez encontros para Sophie, cada um indicado por algum parente.
Mas, surpreendentemente, o que pareciam ser férias terríveis para Sophie, tão distantes do que ela havia planejado, acaba se mostrando uma divertida aventura. Em meio a encontros muito bizarros e situações totalmente constrangedoras, Sophie vai descobrir mais sobre si mesma e sobre aspectos da sua vida que ela tinha deixado de lado, mas que sentia falta sem perceber.




Eu não sei nem por onde começar a explicar o quanto amei essa leitura. A primeira coisa que me chamou a atenção em Dez dates surpresa foi a capa (é muito fofa, né?), mas não imaginava que seria uma leitura que me deixaria tão feliz. Sem perceber, fui me apegando aos personagens, me sentindo aconchegada naquela ambientação familiar e, quando percebi, já tinha terminado a leitura com um sorriso no rosto e uma sensação de coração quentinho que não sentia há muito tempo.
Acho que grande parte disso se deve ao fato de que Sophie é uma protagonista realmente cativante e que me surpreendeu por ser muito mais madura do que eu esperava. Sendo bem honesta, por se tratar de uma personagem adolescente e que acabou de ter o coração partido pelo namorado, eu já estava pronta para uma boa dose de mimimi e imaturidade. Mas não teve nada disso.
A forma como Sophie lida com o término foi um ponto que me agradou muito. Ela sofre, claro, porque ninguém fica feliz quando se decepciona com alguém que ama. Mas não tem aquele drama de “eu nunca mais vou ser feliz nada vida”, tão comum em livros com adolescentes. Sophie se esforça para superar o término e tirar o melhor da situação. Ela aceita os dates malucos que sua família arruma e consegue se divertir com a situação, reconhecer a vontade deles em fazer com ela se sentisse melhor e ainda tentar se reencontrar enquanto se recupera da decepção.

Outro ponto que foi fundamental para que eu gostasse tanto do livro foi a família da Sophie. Apesar de no começo ter tido dificuldade pela quantidade de nomes, porque a família dela é enorme, foi fácil me afeiçoar a eles. Acredito que a autora foi habilidosa ao construir um ambiente familiar muito real, com o entra e sai de gente na casa da avó, as reuniões nas refeições, os primos mais novos correndo pela casa, e até mesmo aqueles parentes inconvenientes que sempre ficam se metendo na vida dos outros. São todas situações muito reais e que deixaram o clima do livro muito aconchegante. E ainda tem o fato de que eles são descentes de italianos, então, tem muitas cenas com comidas maravilhosas, diálogos divertidos e muita animação.




Mas vocês devem estar se perguntando: e o romance? Algum desses dates vai ser o verdadeiro amor da Sophie? Tudo que eu posso dizer é que os encontros que a familia dela arrumou são ótimos, mesmo os mais constrangedores, porque rendem momentos divertidos, outros constrangedores e alguns muito fofos, mas todos eles são importantes para fazer Sophie enchergar alguns aspectos da sua vida e se redescobrir. Mas fiquem tranquilos que tem romance sim e é lindo e muito cativante. Só que ele se desenvolve bem lentamente, e sem tirar o foco de questões importantes como o crescimento da própria Sophie, a relação dela com a família e as amizades são (re)construídas.
E claro que eu não poderia deixar de citar a escrita da autora né? Além da habilidade em criar personagens tão carismáticos e bem construídos, ela soube construir uma trama que vai além do clichê e se aproxima do leitor. Os conflitos dos personagens são muito reais e ela conseguiu trabalhar temas importantes e comuns na vida de qualquer pessoa, mas de uma forma leve e sensível, que deixa a leitura fluida e muito cativante.
Deste modo, só posso dizer que Dez dates surpresa foi uma grata surpresa para mim. Eu queria uma leitura para passar o tempo, mas encontrei personagens que vou guardar com carinho, mensagens importantes e uma ambientação que realmente me trouxe uma sensação de aconchego. Adorei conhecer a escrita da autora e mal posso esperar para ler outros livros dela. Incluindo, Dez dates surpresa deve ganhar uma continuação no ano que vem e com certeza já é um dos meus lançamentos mais aguardados para 2021.
Mas agora quero saber: quem já leu Dez dates surpresa? Me contem aí nos comentários se gostaram e se tem algum outro livro que surpreendeu vocês positivamente.

[Papo Literário] Conheça V. E. Schwab

19 de jul. de 2020


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Hoje, ao invés de falar sobre um livro, eu decidi vir aqui conversar sobre uma autora que tem conquistado cada dia mais a minha admiração: Victoria Schwab, também conhecia como V. E. Schwab.
Já tem uns três anos que conheci a escrita dela e todos os livros que li até agora foram leituras excelentes. Por isso, eu resolvi aproveitar que esse semestre mais dois livros dela serão publicados aqui no Brasil para trazer alguma curiosidades sobre ela e os seus livros já publicados.


Então, vamos conhecer um pouco sobre a Victoria Schwab?



Quem é Victoria Schwab?
Victoria “V.E.” Schwab é uma autora norte-americana best-seller de fantasia, conhecida por livros como Vilão e Um tom mais escuro de magia. Ela adota dois nomes diferentes para seus livros: os que são voltados para o público YA, ela assina como Victória Schwab; já aqueles que são para o público adulto, são assinados como V. E. Schwab.
Seu trabalho é aclamado por leitores de diferentes países e também pela crítica, já tendo aparecido diversas vezes nas listas do New York Times e vencido prêmios como Publishers Weekly Best Book of The Year (Vilão, em 2013). Além disso, seus livros já foram traduzidos para mais de 12 idiomas e 7 deles já estão em processo de desenvolvimento para virar filme ou série de TV.

Livros publicados:
A autora tem mais de 15 livros publicados e, aqui no Brasil, sete já foram lançados e mais dois estão previstos para esse semestre. Entre os que ela escreveu como Victoria Schwab, a Bertrand Brasil publicou a série A guardiã de histórias – A guardiã de histórias e A guardiã dos vazios. Já a Editora Seguinte trouxe a duologia Monstros da Violência, com os livros A melogia feroz e O dueto sombrio.
Entre os livros assinados como V. E. Schwab, a Editora Record já publicou Vilão cuja continuação, Vingança, será publicada agora em agosto e está em pré-venda. Além disso, a editora também publicou os dois primeiros livros da trilogia Um tom mais escuro de magiaUm tom mais escuro de magia e Um encontro de sombras – e o terceiro volume, Uma conjuração de luz, deve sair em novembro (livro mais aguardado do ano, pelo menos para mim).
Além dos livros que já chegaram no Brasil, ela também é responsável pelos seguintes títulos:

Como Victoria Schwab:
➤ Série Everyday Angel: composta por tres livros – New beginis, Second chances e Last wishes.
➤ Série Cassidy Blake: composta por três livros – City of Ghosts, Tunnel of Bones e Bridge of Souls (previsto para 2021).
➤ Spirit Animals – Fall of the beats (livro único).

Como V. E. Shwab:
➤ Série Vilões: composta por Vilão e Vingança
➤ Série Um tom mais escuro de magia: composta por Um tom mais escuro de magia, Um encontro de sombras e Uma conjuração de luz
➤ A bruxa de Near – livro único
➤ The Ash Born Boy – livro único
➤ The invisible life of Addie LaRue – livro único (previsto para ser lançado em outubro desse ano nos EUA).


Curiosidades:
➤ Quando não está passeando pelo interior da França ou Edimburgo, Victoria Schwab vive nos EUA, em Nashville. E, de acordo com o site da autora, quando não está em nenhum desses lugares, ela provavelmente está em tour.
➤ Seu primeiro livro publicado foi A bruxa de Near, em 2011 (publicado pela Planeta no Brasil).
➤ A autora já afirmou que, como o mercado norte-americano ainda é muito sexista e muitos homens não lêem livros escritos por mulheres, especialmente fantasia e ficção científica, ela optou por publicar seus livros adultos usando um gênero neutro. Por isso, nesses livros, ela assina apenas como V. E. Schwab.
A autora é LGBT e faz questão de trazer representatividade nos seus livros. Em Vingança, por exemplo, é revelado que um dos personagens principais é assexual e a questão é abordada de forma bem clara no livro.

Bom, essas são apenas algumas curiosidades sobre Victoria “V.E.” Schwab. Espero ter desperado o interesse de vocês por conhecer a obra dela e que vocês se encantem com os livros dela como aconteceu comigo.

Para quem ficou curioso para conhecer os livros dela, vou deixar os links para vocês poderem adquirir. Lembrando que, comprando na Amazon através do meu link, vocês ajudam o Dicas de Malu sem alterar o valor da compra.

Pré-venda de Vingança com brindes: Submarino
Vilão: Amazon
Um tom mais escuro de magia: Amazon
Um encontro de sombras: Amazon
Outros livros da autora: Amazon

[Resenha] Teto para dois

6 de jul. de 2020


Oi, pessoal! Para começar a semana bem, eu resolvi trazer a indicação de uma das melhores surpresas que tive no mês que passou: Teto para dois, da Beth O’Leary. Publicado no ano passado pela Intrínseca, esse livro foi muito comentado e vi vários elogios para ele.
Porém, apesar disso, eu não esperava gostar tanto. Sabe quando livro está no auge do hype e você fica com aquela pontinha de dúvida se é isso tudo mesmo? Então, eu tinha essa dúvida e por isso enrolei um pouco para ler. Mas quando chegou a Maratona Literária de Inverno e eu vi que ele se encaixava perfeitamente em um dos desafios, eu pensei: chegou meu momento, vou ler.

Então, agora eu vou contar para vocês um pouquinho sobre o que eu achei da leitura e por que Teto para dois foi uma surpresa tão boa (mas não se preocupem, que a resenha é livre de spoilers, claro!).

Autora: Beth O’Leary
Editora: Intrínseca
Tradução: Carolina Sevaltici
Páginas: 400
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela. Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado. Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama. Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Três meses após ter terminado o namoro, Tiffy finalmente decide se mudar do apartamento do seu ex-namorado. Ou melhor, é convidada por ele a se retirar. Agora, ela precisa encontrar rapidamente um lugar para morar e que caiba em seu limitado orçamento. Sem muitas opções, Tiffy acaba aceitando um acordo bastante inusitado: ela vai dividir apartamento com um completo desconhecido.
A situação não seria tão inusitada assim, se não fosse por um detalhe: ela vai continuar sem conhecer seu colega de apartamento. Leon é enfermeiro e trabalha nos turnos da noite. E, aos finais de semana, ele fica na casa da namorada. Precisando desesperadamente de dinheiro, Leon decide sublocar seu apartamento pelos períodos em que não está lá.
Ou seja, por esse acordo, Leon fica com o apartamento por parte da manhã e durante a tarde, enquanto Tiffy fica com a noite, o começo da manhã e os finais de semana. Um acordo conveniente, que cabe no orçamento da Tiffy, garante uma renda extra para o Leon, e os dois nunca precisariam se ver. Certo? Mas as mensagens trocadas em post-its acabam aproximando os dois, e em meio a problemas como um irmão preso, um ex-namorado abusivo e uma namorada ciumenta, os dois começam a descobrir uma surpreendente afinidade.


Quando comecei Teto para dois, eu fiquei meio sem saber o que esperar. Apesar da premissa pouco convencional, a sinopse me fazia pensar em um romance clichê e previsível. Aí fiquei pensando, mas por que tantas pessoas amaram tanto esse livro? O que ele tem de tão especial? E, acho que posso dizer que o primeiro aspecto que tornou a leitura tão encantadora foram os seus personagens.
Tiffy e Leon são daqueles que a gente quer logo colocar em um potinho e proteger do mundo. Não demorei nada a me conectar com eles e me envolver com suas histórias. E o mais interessante é que os dois têm problemas que, mesmo quem não vivenciou, consegue compreender e se solidarizar. São questões importantes e muito reais, que realmente me tocaram.
Como mulher, acredito que a situação da Tiffy foi mais tocante para mim, por ser algo que muitas de nós vivenciam ou estão sujeitas a vivenciar. Ela passou por um relacionamento complicado e bastante tóxico, que deixou marcas que ela nem mesmo compreendia. Então, foi impossível não ficar sensibilizada ao ver que Tiffy ainda sofria pelo ex-namorado e estava vulnerável a ele, sem se dar conta de como ele fazia mal a ela.
Porém, ela não é marcada só por esse relacionamento abusivo. Tiffy é uma personagem carismática, doce, generosa, com um jeito extravagante de se vestir e uma personalidade totalmente cativante. Além disso, quanto mais ela se afasta da influência negativa do ex-namorado mais ela desabrocha e se fortalece, em um processo de redescoberta e de superação que foi lindo de acompanhar.
Já o Leon, eu não tenho nem palavras para descrever o quanto eu amei. Quem leu as minhas respostas para a Tag dos 50% viu que eu citei esse personagem como o meu mais recente crush literário e o motivo é simples: é impossível ler esse livro e não se apaixonar pelo Leon. Ele é um homem gentil, sensível, acolhedor, que realmente se preocupa em cuidar das pessoas a sua volta e se sacrifica por aqueles que ama. Eu sinceramente poderia ficar aqui o dia inteiro enumerando todas as suas qualidades e os motivos que me fizeram amá-lo. E nunca vou perdoar a Beth O’Leary por ele não ser real.
Mas, assim como a Tiffy, Leon é um personagem que passa por situações muito difíceis e que me fizeram simpatizar ainda mais com ele. Seu irmão caçula foi preso e o advogado não parece muito empenhado em provar sua inocência. Sem dinheiro, Leon se vira trabalhando em todos os turnos possíveis para juntar o dinheiro e definitivamente não tem condições de pagar um advogado melhor. Para piorar, ele vive sendo cobrado pela namorada por não ter muito tempo para ela.
Foi difícil ver o Leon se desdobrando para ajudar o irmão e sem conseguir o necessário para realmente conseguir tirá-lo dessa situação. Mas o que mais me cativou é a forma como, mesmo cansado pelos turnos exaustivos, ele sempre tirava um momento para ajudar outras pessoas. Isso fica claro no cuidado dele com seus pacientes e na forma como, mesmo sem conversar pessoalmente, ele percebe o momento difícil pelo qual Tiffy está passando e está sempre procurando alguma forma de ajudá-la e tornar seu dia melhor. 



E, com dois protagonistas assim, me diz como que eu não iria amar esse livro? A forma como Tiffy e Leon se ajudam e criam uma cumplicidade tão forte foi algo realmente muito bonito de acompanhar. E, além disso, a autora ainda nos presenteia com personagens secundários maravilhosos. Os leais e divertidos amigos da Tiffy e o irmão do Leon são maravilhosos e rendem alguns dos momentos mais divertidos e mais tocantes do livro.
Mas o que foi o ponto chave para tornar esse livro tão especial foi o fato de a autora tocar em assuntos tão sérios com muita delicadeza e sem deixar a leveza. A forma como ela abordou a questão do relacionamento abusivo, mostrando como muitas vezes a própria vítima tem dificuldade de perceber o quão tóxica é aquela relação, foi muito delicada e muito real. Acho que ela trouxe o assunto de forma a permitir que o leitor compreendesse, mas sem deixar a leitura pesada ou dramática. E o mesmo vale para a situação vivida pelo Leon e o irmão dele, que é algo muito grave, mas que também não deixou a trama muito dramática.
Por esse motivo, só posso enaltecer a escrita da autora. Esse foi meu primeiro contato com um livro da Beth O’Leary, mas sem dúvida quero ler tudo que ela publicar. Fiquei encantada com a forma como ela conseguiu trazer profundidade à trama e aos personagens, mas mantendo a leitura fluida, envolvente e leve. É um daqueles livros que são muito mais do que parecem à primeira vista, mas trazem a desejada sensação de conforto e um quentinho no coração.
Deste modo, Teto para dois foi uma das melhores surpresas que tive esse ano. Apesar de todos os elogios que ouvi, não imaginava encontrar um livro tão encantador e cheio de reflexões. Com uma sinopse bastante inusitada, Beth O’Leary trouxe personagens cativantes e reais, assuntos importantes e mensagens sobre amor, amizade, superação e redescoberta. Foi um leitura envolvente, sensível, divertida e apaixonante, daquelas que vou sempre me lembrar com muito carinho.
Agora quero saber: quem aqui já leu ou quer ler Teto para dois? Ficaram com vontade de ler outros livros da autora também? Me contem aí nos comentários.

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