[Resenha] Senhor das Sombras

13 de abr de 2019


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Hoje eu vim trazer a resenha que eu mais enrolei para escrever na vida. Eu li Senhor das Sombras, da Cassandra Clare, antes mesmo de ser publicado no Brasil. Porém, eu fiquei tão impactada pela leitura que não consegui escrever sobre ele na época.
Para quem não sabe, ele é o segundo volume da trilogia Artifícios das Trevas, que havia começado com o livro Dama da meia-noite (resenha aqui). Então, agora que o último volume, Rainha do Ar e da Escuridão, finalmente foi publicado, chegou a hora de postar essa resenha que estou devendo há tanto tempo.
No entanto, por se tratar de uma continuação, esta resenha contém informações do primeiro livro. Ou seja, não recomendo para quem ainda não leu Dama da meia-noite.

Autora: Cassandra Clare
Tradução: Ana Resende e Rita Sussekind
Editora: Galera Record
Páginas: 602
Onde comprar: Amazon
Sinopse: O segundo volume da nova série da Cassandra Clare, autora de Os Instrumentos Mortais. A ensolarada Los Angeles pode ser um lugar sombrio na continuação de Dama da Meia-Noite, de Cassandra Clare. Emma Carstairs finalmente conseguiu vingar a morte dos pais e pensou que com isso estaria em paz. Mas se tem uma coisa que ela não encontrou foi tranquilidade. Dividida entre o amor que sente pelo seu parabatai Julian e a vontade de protegê-lo das graves consequências que um relacionamento entre os dois pode trazer, ela começa a namorar Mark Blackthorn, irmão de Julian. Mark, por sua vez, passou os últimos cinco anos preso no Reino das Fadas e não sabe se um dia voltará a ser o Caçador de Sombras que já foi. Como se não bastasse, as cortes das fadas estão em polvorosa. O Rei Unseelie está farto da Paz Fria e decidido a não mais ceder às exigências dos Nephlim. Presos entre as exigências das fadas e as leis da Clave, Emma, Julian e Mark devem encontrar um modo de proteger tudo aquilo que mais amam — juntos e antes que seja tarde.

Após os eventos do livro anterior, Emma Carstairs finalmente conseguiu vingança para a morte de seus pais. Porém, isso não trouxe paz para ela. Ainda mais levando em consideração o perigo que era estar apaixonada por seu melhor amigo e parabatai, Julian. Assim, para fugir desse sentimento proibido, ela começou a namorar com o irmão dele, Mark.
Já Mark, está tentando entender aonde pertence. Após passar tanto tempo vivendo com as fadas, ele se sente deslocado entre sua própria família e não tem certeza de quem realmente é, um feérico ou um caçador de sombras. Enquanto isso, Julian continua tentando equilibrar as responsabilidades com seus irmãos mais jovens e o sofrimento por ver Emma cada vez mais distante, além da culpa por estar apaixonada por sua parabatai e namorado do seu irmão mais velho.
Enquanto isso, a paz entre os caçadores de sombras e os membros do sub-mundo está ameaçada. Dentro da Clave, um grupo que deseja endurecer as leis da Paz Fria vem ganhando força. E, no mundo das fadas, o rei da Corte Unselie se mostra cada dia mais insatisfeito com os termos impostos pelos caçadores de sombras. Ele não está mais disposto a aceitar as ordens dos nephilins.
Uma ameaça paira sob o mundo dos caçadores de sombras e Emma, Julian e Mark terão que descobrir uma forma de evita-la e proteger aqueles que amam. Com a ajuda de amigos, os três vão tentar desvendar um mistério, que pode representar a salvação de tudo com que eles se importam.



O que dizer desse livro? Só pelo fato de eu demorar tanto tempo para escrever a resenha sobre esse livro (mais de um ano), já dá para vocês imaginarem o quanto eu fui impactada por ele. Porém, como sempre acontece com os livros da Cassandra Clare, tem muitas coisas que eu preciso dizer sobre esse. Mesmo sendo um pouco mais lento que o anterior, Dama da meia-noite (meu livro favorito da autora), ele tem uma trama muito bem desenvolvida e repleta de revelações importantes.
Em Senhor das Sombras, Cassandra Clare expandiu ainda mais o universo e revelou mais sobre o mundo das fadas. Temos um pouco mais sobre as cortes, principalmente a Unseelie, o que ajudou a enriquecer ainda mais o universo. Além disso, o lado político foi mais explorado e veio carregado de críticas à sociedade atual, especialmente ao crescimento da direita e ao governo Trump. Deste modo, esse é um livro que fala muito sobre preconceito, intolerância, extremismo e violência contra minorias, o que me fez gostar ainda mais da leitura e aumentou minha admiração pela autora.
Com relação aos personagens, duas coisas se destacaram para mim: a complexidade deles e a representatividade. Senti que nesse livro a Cassandra Clare conseguiu desenvolver mais os conflitos dos personagens e os tornou ainda mais humanos. Todos eles cometem erros, mas têm sentimentos tão compreensíveis, que é impossível não se apegar e torcer por eles. Além disso, como em todos os livros da autora, este tem muita representatividade e de uma maneira real, sem ser forçada e nem ficar em segundo plano.

Outro aspecto que gostei bastante é que os irmãos do Julian ganham mais espaço. Conseguimos entender melhor a personalidade de Ty e sua ligação com a irmã gêmea, Livy. Além disso, os conflitos de Mark e a dificuldade dele em se adaptar à vida com a sua própria família. Aliás, se tem livros que reforçam a importância das ligações familiares, são os desta trilogia



Há ainda espaço para o romance, claro, e eu preciso exaltar a habilidade da autora para desenvolver casais apaixonantes sem tirar o foco da trama. Além da relação proibida entre Julian e Emma, que já vinha sendo desenvolvida desde o volume anterior, outros relacionamentos surgiram nesse livro. Há um novo triângulo amoroso e preciso dizer que, pela primeira vez, isso não me incomodou em momento algum. Pelo contrário, eu amei esse triângulo e realmente não sei como esta situação vai ser resolvida. Gosto dos três personagens e acho que eles combinam muito juntos, então, não sei nem para quem torcer rsrsrs.
Já em relação à trama, eu achei menos intensa do que a do primeiro, mas isso não significa que seja uma leitura lenta. Ele tem menos ação, mas enriquece o universo e desenvolve mais os personagens, trazendo questões importantes para a continuação da trilogia. Além disso, o final é surpreendente e impactante. Confesso que passei por uma situação constrangedora, porque não esperava um final tão dolorosamente impactante e acabei chorando em público enquanto lia. Fiquei com o coração partido e desesperada pela continuação.
Com relação à edição, eu gostei bastante. A capa original foi mantida e é totalmente condizente com o tom mais sombrio do livro. Além disso, na parte interna da capa o livro conta com algumas ilustrações de runas dos caçadores de sombras com o significado de cada uma delas. As páginas são amarelas, o que acho que deixa a leitura mais confortável, e a fonte tem um bom tamanho.
Assim, não preciso nem dizer que recomendo muito Senhor das Sombras e a trilogia Artifícios das Trevas. Felizmente, o último volume, Rainha do Ar e da Escuridão, já está entre nós e eu vou trazer a resenha para vocês em breve, prometo.
E vocês, conhecem essa trilogia? Me contem aí nos comentários se já leram esse ou querem ler os livros da Cassandra Clare. 



[Resenha] A Paciente Silenciosa

9 de abr de 2019


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? No finalzinho de março, eu recebi do Grupo Editorial Record a primeira VIB – Very Important Book – de 2019. O livro desta vez é o thriller A Paciente Silenciosa, do autor Alex Michaelides, que deve ser lançado no mês que vem.
Vocês já devem ter reparado que suspense não é um gênero que leio muito, mas de vez em quando eu me arrisco no gênero e encontro boas surpresas. No caso de A Paciente Silenciosa, foi uma ótima surpresa. O que significa que essa resenha vai ser bem difícil de escrever.

Além disso, esse é um livro que, quanto menos você souber sobre ele antes de ler, melhor. Por esse motivo, minha intenção é fazer a resenha sem contar nada sobre o enredo. Vou deixar a sinopse aqui, para quem quiser conferir, mas minha dica é que vocês leiam sem saber nada sobre o enredo.

Autor: Alex Michaelides
Editora: Record
Páginas: 350
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Um assassinato, uma verdade oculta. As raízes do silêncio são muito mais profundas do que se pode imaginar. Alicia Berenson escreve um diário para colocar suas ideias em ordem. Ele é tanto uma válvula de escape quanto uma forma de provar ao seu adorado marido que está bem. Ela não consegue suportar conviver com a ideia de que está deixando Gabriel preocupado, de que está lhe causando algum mal. Alicia Berenson tinha 33 anos quando matou seu marido com cinco tiros. E nunca mais disse uma palavra. O psicoterapeuta forense Theo Faber está convencido de que é capaz de tratar Alicia, depois de tantos outros falharem. E, se ela falar, ele será capaz de ouvir a verdade?”

O que dizer sobre a minha experiência lendo esse livro? Ele já me prendeu logo nos primeiros capítulos. Logo no início, o autor já soltou uma bomba que fez com que eu fosse completamente fisgada pela história. A partir daí, vamos conhecendo os personagens e tentando entender como se deu um determinado acontecimento.
O autor tem uma escrita ágil e envolvente, apresentando bem os elementos da trama e instigando cada vez mais a curiosidade do leitor. Além disso, ele demonstrou uma grande habilidade para descrever com clareza, sem deixar a leitura enfadonha. As descrições não foram excessivas, mas me ajudaram muito a mergulhar na leitura. A sensação que eu tinha era de estar presenciando os acontecimentos, o que deixou a livro ainda mais interessante e ajudou a criar um clima de tensão. 


Com relação à trama, achei que ela foi desenvolvida de uma maneira brilhante. Ao longo do livro, temos dois personagens principais e é através deles que conhecemos a história. Os diários de Alicia nos dão a visão desta personagem e permitem não apenas que o leitor conheça os acontecimentos do passado desta personagem, mas também o lado psicológico dela. E que personagem fascinante. Em alguns aspectos, ela me lembrou a protagonista de A mulher na janela, do A. J. Finn (outro thriller que eu adorei – resenha aqui), por ser uma personagem muito humana, com defeitos e qualidades, mas que demonstra uma clara instabilidade psicológica. Assim, ao mesmo tempo que me apeguei a ela, também tinha dificuldade de saber até que ponto ela era inocente.
Já o Theo é quem narra a maior parte da história. Ele conta ao leitor um pouco sobre o presente de Alicia, mas também apresenta os demais personagens e desenvolve um pouco de sua própria história. Assim como Alícia, ele foi muito bem desenvolvido pelo autor, se mostrando um personagem complexo e com muitos conflitos, mas com um carisma que contribui muito para o envolvimento do leitor com a leitura.

Mas não pensem que pelo fato de Alicia e Theo serem centrais na trama, os demais personagens não são relevantes. Ao contrário, a cada novo nome que surgia na trama, mais instigante o livro se tornava. Este é um daqueles livros que você desconfia de tudo e todos, e eu confesso que isso me fez criar mil teorias diferentes enquanto li. Mas adivinhem? Não acertei nenhuma.



O autor soube inserir as informações no momento certo, de modo que se tornava cada vez mais difícil desvendar o mistério. Cada acontecimento do livro trazia uma nova suspeita e cada revelação me levava a uma nova teoria. Esse quebra-cabeça da história fez com que eu mergulhasse na leitura e não conseguisse parar de ler, na ânsia de descobrir logo o que tinha acontecido de fato. Aliás, preciso confessar que há muito tempo eu não sentia tanta vontade de ler o final de um livro antes de acabar. Mas, não se preocupem, porque eu resisti à tentação e não corri para a última página. O que foi uma ótima decisão, diga-se de passagem, porque o desfecho me deixou completamente boquiaberta.
Assim, não preciso nem dizer que o livro me surpreendeu, né? Eu fiquei simplesmente chocada com o final e confesso que fiquei um bom tempo pensando sobre ele depois de terminar a leitura. Foi algo que nunca teria passado pela minha cabeça, mas que fez todo sentido. Depois de tudo revelado, eu percebi que as pistas estavam todas lá e eu que não enxerguei. Ou seja, o autor conseguiu trazer um plot twist incrível, sem se perder na trama ou deixar pontas soltas.
De um modo geral, A paciente silenciosa é um thriller completo, com um enredo instigante e bem desenvolvido, personagens complexos e um final surpreendente. Este foi meu primeiro contato com a escrita de Alex Michaelides, mas sem dúvida vou querer ler outros livros dele. É uma leitura que me surpreendeu muito e que eu recomendo tanto para quem ama um bom suspense, quanto para aqueles que querem começar a se aventurar pelo gênero.
E, para quem ficou curioso, o livro já está em pré-venda e a data de lançamento está prevista para maio. Quem comprar na Amazon (link aqui) e aplicar o cupom SILENCIO10 no momento da compra, ganha 10% de desconto.

[Resenha] Chronos - Viajantes do Tempo

7 de abr de 2019


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Faz tempo que eu não posto uma resenha nova por aqui, então, resolvi voltar com uma dica especial: Chronos – Viajantes do Tempo, da autora Rysa Walker. Publicado no ano passado pela DarkSide Books na linha DarkLove, esse livro é o primeiro de uma série de ficção científica.
Confesso que ele está parado na minha estante há algum tempo, porém, estou procurando desencalhar livros que tenho há mais tempo e ainda não li. Então, esse foi o primeiro da lista e fiquei bastante animada tanto por conta da capa (uma das mais bonitas que eu já vi. DarkSide arrasou!), quanto por conta da sinopse bastante instigante.

Agora, chegou a hora de contar para vocês o que achei da leitura e se eu me arrependi de não ter lido antes.

Autora: Rysa Walker
Editora: DarkSide Books
Páginas: 320
Tradução: Fernanda Lizardo
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Viajantes do Tempo por Rysa Walker Conspirações, a chave para a eternidade e um assassino em série. Somos todos reféns do tempo. Na vida, tudo tem uma ordem certa para acontecer: os sapatos devem ser colocados depois das meias, a geléia deve ser passada no pão depois da manteiga — netos nascem depois dos avós. Kate Pierce-Keller nunca havia dado atenção a este último item, até sua avó surgir com revelações e um objeto que podem colocar sua existência em risco. Os eventos da premiada Trilogia Chronos se iniciam quando Kate descobre que sua avó é uma historiadora viajante do tempo — nascida alguns séculos à frente, mas presa ao presente por conta de um acidente — e possui um artefato, um medalhão azul reluzente, que permite realizar saltos temporais para qualquer época e local. Tudo parece um absurdo no início, mas uma leve interferência na linha temporal faz com que os pais de Kate sumam do mapa e ela seja a próxima da lista. Arriscando sua vida, ela aceita a missão de tentar voltar no tempo para evitar um homicídio que é a chave de tudo e colocar as coisas no seu devido lugar. Mas se ela for bem sucedida, a interferência também terá um custo pessoal.

Nessa história, Kate é uma jovem comum, que divide a sua semana entre a casa do pai e a da mãe. No entanto, tudo muda quando sua avó materna reaparece doente e a convida para morar um tempo em sua casa. O objetivo dela era não apenas conviver mais com a neta, mas revelar à Kate seu maior segredo: ela vem do futuro. Isso mesmo! A avó de Kate é uma viajante no tempo, que acabou ficando presa na década de 1960 e teve que construir uma nova vida nessa linha do tempo, onde suas filhas acabaram nascendo, assim como Kate.
O problema é que tem pessoas tentando alterar o passado, o que gera alterações no mundo que Kate conhece e ameaçam sua própria existência. Escondidos sob uma nova religião, os ciristas, eles estão ganhando força e fazendo alterações cada vez maiores no passado. Agora, Kate precisará se preparar para impedir essas mudanças e salvar aqueles que ama e a sua própria vida. 



Desde que terminei esse livro, fico me perguntando o motivo de não ter lido antes. Apesar de não ter o hábito de ler ficção científica, adorei como o tema das viagens no tempo foi abordado nesse livro. O universo que a autora criou foi interessante e não foi complicado acompanhar a lógica das mudanças temporais.
Além disso, achei interessante o fato de que a autora incluiu fatos importantes da história dos Estados Unidos. Assim, à medida que Kate se prepara para viajar no tempo e impedir as mudanças temporais, vamos conhecendo mais sobre o período histórico para o qual ela iria viajar, com várias informações bem interessantes e que achei que enriqueceram a leitura.
Outro aspecto positivo do livro é o carisma dos personagens. Eu me apeguei rapidamente à Kate e consegui entender os conflitos dela. Por ser uma personagem jovem, ela demonstra uma certa falta de maturidade em alguns momentos, porém, não é nada exagerado ou que seja que incomode. De um modo geral, é uma personagem inteligente, com um bom senso de humor e que conquista, principalmente, pelo amor que demonstra por sua família.

Os personagens secundários também são bem explorados pela autora, com destaque especial para a avó da protagonista, Katherine (sim, as duas têm o mesmo nome, ou quase – só lendo para vocês entenderem kkkk), e por Trey. A avó dela me lembrou um pouco a da Mia no filme O Diário da Princesa e teve ótimos diálogos com sua neta. Já o Trey é um personagem que eu desconfiei um pouco no início, mas que foi me conquistando aos poucos.



Não posso deixar de mencionar também que a autora insere algumas reflexões interessantes ao longo da trama. Na história, uma nova religião havia sido criada por aqueles que estão mexendo nas linhas temporais e, quanto mais Kate vê o modo de atuação deles, mais questionamentos são feitos sobre os perigos da doutrinação ideológica e do fundamentalismo religioso. Este foi um dos aspectos que mais gostei no livro, pois, apesar de ser algo ficcional, não deixa de trazer reflexões sobre a nossa própria sociedade.
Com relação à escrita da autora, eu achei bastante fluida e envolvente. Ela conseguiu apresentar bem o universo sem deixar a trama arrastada ou monótona. Ao contrário, o livro tem muita ação e na maior parte do tempo é bastante dinâmico. Confesso que teve um determinado momento que a trama poderia ter sido mais resumida e eu senti uma quebra de ritmo. Porém, logo se recuperou e a parte final do livro é eletrizante.
No entanto, preciso fazer uma ressalva em relação à sinopse. Pelo que eu li, tive a impressão de que um determinado personagem teria um papel mais central na história e que a trama teria um toque de suspense. Porém, não foi isso que encontrei. Como gostei do universo criado pela autora, isso acabou não me incomodando. Porém, acabei sentindo que a sinopse foi um baita spoiler do livro, tanto que nem coloquei no post.
E, sobre a edição, não preciso nem dizer que está maravilhosa né? Só por essa capa, já dá para ver que a DarkSide caprichou bastante. Por dentro, o livro também está muito bonito e não encontrei nenhum erro de revisão. Além disso, gostei das notas do tradutor explicando algumas informações da história. Só gostaria que a fonte tivesse sido um pouco maior. Não me incomodou enquanto estava lendo, mas vi algumas pessoas que reclamaram que precisaram forçar muito para ler. Então, talvez seja algo a ser repensado em uma nova edição.
Por fim, só posso dizer que valeu muito a pena tirar Chronos – Viajantes do Tempo da estante e finalmente dar uma chance para essa leitura. O livro acabou sendo bem diferente do que eu esperava a princípio, mas acabou sendo uma leitura muito gostosa e que me deixou animada para ler a continuação. O segundo volume já foi publicado pela DarkSide e agora está no topo da minha lista de desejados.
E vocês, já leram esse ou algum outro livro da coleção DarkLove? Me contem aí nos comentários o que acharam ou se ficaram curiosos para ler Chronos.

Sandy & Júnior Tag Literária

1 de abr de 2019



Quem foi criança ou adolescente na década de 1990, com certeza deve ter crescido ouvindo as músicas da dupla Sandy e Júnior ou, pelo menos, conhecido as músicas mais famosas deles. Então, já imagino que, assim como eu, muitos de vocês ficaram animados com o anúncio de uma nova turnês dos irmãos juntos (e frustrados por não ter conseguido ingresso rsrsrs). Por isso, resolvi responder uma tag inspirada nos álbuns da dupla.
Eu me deparei com essa tag no canal Minha Vida Literária, mas ela foi criada pela Thaís, do Pronome Interrogativo. As perguntas relacionam livros com os CDs de Sandy & Júnior, e confesso que foi impossível não ficar um pouco nostálgica.
Mas, agora, sem mais enrolação, vamos às perguntas:

Identidade – Personagem que é a sua cara (descreve quem você é):
Sem dúvida, a Fani de Fazendo meu filme. Provavelmente, hoje eu não sentiria a mesma afinidade. Porém, quando li pela primeira vez, foi a primeira vez que eu realmente me vi em uma personagem. Enxerguei muito da minha personalidade nessa protagonista e, por isso, esses livros acabaram me marcando muito.

As quatro estações – Livro que fez você se apaixonar por um gênero:
Eu pensei em muitas opções para essa pergunta, mas o que foi mais determinante para eu me encantar por um gênero foi O Duque e Eu, da Julia Quinn. Eu tinha um pé atrás com os romances de época (não confundam com clássicos, como os da Jane Austen, que eu sempre amei haha) e foi esse livro que fez em me encantar pelo gênero e conhecer vários outros incríveis.

Era uma vez – Uma história de amor, de aventura e de magia:
São tantas histórias maravilhosas que poderiam estar aqui, mas escolhi uma das minhas séries favoritas que tem muito amor, muita aventura e MUITA magia: Trono de Vidro, da Sarah J. Maas.

Dig-dig-joy – Um livro que todo mundo deveria ler:
O ódio que você semeia, da Angie Thomas. Estamos vivendo um período de tanto preconceito e intolerância que acho fundamental um livro que coloca o dedo na ferida e mostra como o racismo, infelizmente, ainda faz parte da sociedade. Além disso, foi uma leitura que me tirou da minha zona e me fez enxergar de uma maneira mais ampla uma realidade triste, mas que precisamos lutar para mudar.

Sonho azul – Um livro que brincou com as suas emoções:
Tive que escolher outro da Sarah J. Maas: Corte de Névoa e Fúria. Esse livro teve emoção do começo ao fim e o final foi daqueles de dar um nó na cabeça do leitor e provocar a sensação de estar em uma montanha-russa. Sabe aquela expressão “morri, mas passo bem”? Descreve com perfeição o que senti no final desse livro.

Para dançar com você – Um livro que te conquistou, te enfeitiçou:
Cidade dos Ossos, da Cassandra Clare. Eu não esperava nada desse livro, mas fui completamente conquistada e li um atrás do outro. Acabou se tornando a minha segunda série favorita, só perdendo para Harry Potter, e eu me tornei fã incondicional da autora.

Tô ligado em você – Foi muito bom encontrar esse livro:
Uma das maiores surpresas que tive no ano passado foi o livro Seduzida por um guerreiro escocês, da Maya Banks. Eu confesso que julgava pelo título (continuo achando brega), porém, me surpreendi ao encontrar um romance muito bem construído, com personagens complexos e muito carismáticos. Foi uma das melhores leituras que fiz no ano passado e fiquei muito feliz por ter dado uma chance para esse livro.

Sábado à noite – Um livro contagiante, que não dá para parar:
Sem a menor dúvida, Os 12 signos de Valentina, da Ray Tavares. Eu simplesmente devorei esse livro, li em menos de 24 h e, depois que terminei, saí recomendando para todo mundo. Ainda preciso fazer a resenha dele aqui, mas já adianto: LEIAM ESSE HINO DE LIVRO.

Aniversário do Tatu – Um autor que é muito bom, mas esse livro não presta:
Não é que não presta, mas que foi muito abaixo das minhas expectativas: Mais lindo que a lua, da Julia Quinn. Tinha tudo para ser um ótimo livro, mas foi uma leitura bem razoável e, pensando nele depois, minha opinião foi só piorando. Sem dúvida, está muito longe dos meus favoritos da autora.

Você é demais – Livro que é tudo para você:
Tem como não falar Harry Potter? Foi a série que marcou a minha infância e adolescência, o primeiro livro que li em inglês, meu primeiro contato com um livro de fantasia e que me trouxe lições que carrego até hoje. Enfim, não consigo imaginar como teria sido minha vida sem esses livros.

Sandy & Júnior – Uma história que você se lembra com muito carinho:
Pode ser Harry Potter de novo? Tem várias histórias que me lembro com muito carinho, mas, para não repetir nenhuma que já foi citada no post, escolhi Pollyanna, da Eleano H. Portter. Eu li esse livro várias vezes quando criança e não me cansei. Sempre me lembro com carinho dos personagens e das lições que o livro traz.

Agora, quero saber quais seriam as escolhas de vocês para essas perguntas. Mais alguém ficou nostálgico lembrando das músicas da dupla Sandy & Júnior e dos livros que marcaram a vida de vocês? Me contem aí nos comentários o que acharam da tag.

5 filmes da Disney para ver em 2019

26 de mar de 2019



Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? O post de hoje é sobre minha segunda paixão: cinema. Mais especificamente, os filmes maravilhosos da Disney que estão previstos para esse ano. Em uma clara tentativa de me falir, estão programados para 2019 continuações das minhas franquias favoritas e versões live action dos filmes que marcaram a minha infância. Ou seja: é meu dinheiro que você quer, Disney? Pode levar.
Pensando nisso, fiz um top cinco com aqueles lançamentos que eu não vejo a hora de assistir. Vão ter lançamentos incríveis fora dessa lista? Com certeza. Porém, esses cinco são os que mais estão mexendo com a minha ansiedade e eu vou explicar o móvito de cada um deles estar nesse post.

Dumbo – estreia 28 de março:
A animação do Dumbo é um dos maiores traumas da infância, com uma das cenas mais lindas e tristes que eu já vi em um desenho. Porém, a mensagem da história é linda e o live action, dirigido por ninguém mais, ninguém menos do que Tim Burton, parece estar impecável. Além disso, confesso que chorei assistindo ao trailer e imagino que o filme será tão emocionante quanto o desenho.



Vingadores: Ultimato – estreia 25 de abril:
Se preparem que lá vem polêmica: eu não gostei tanto de Vingadores: Guerra Infinita quanto esperava. Calma, eu acho um ótimo filme. Porém, saí com a sensação que o final poderia ter sido muito mais impactante e desesperador se tivessem escolhido outros personagens. Mas, apesar disso, eu estou muito ansiosa para saber o que vai acontecer com os personagens após Ultimato e os rumos que a franquia vai seguir.



Aladdin – estreia 23 de maio:
Por incrível que pareça, Aladdin não era um dos meus desenhos favoritos na infância. Porém, desde que saiu o primeiro teaser, eu fiquei super impactada e já estou contando os dias para assistir ao live action. Pelas cenas que apareceram no trailer, parece que a produção está impecável e eu não vejo a hora de ver o Aladdin e a Jasmine voando e cantando A Whole New World.



O Rei Leão – estreia 18 de julho
Gente, vocês viram as imagens do live action de O Rei Leão? Vocês viram o trailer? Vocês viram a carinha do Simba? Pronto, não preciso explicar mais nada. Qualquer um que assistiu o desenho na infância e viu as imagens do filme agora está ansioso para assistir esse filme.



Star Wars IX – estreia em dezembro.
Esse é, sem dúvida, o filme mais aguardado do ano para mim. Depois de tudo que aconteceu no filme anterior, eu preciso de respostas. E a dona Disney até agora nada de liberar nem um teaser, né? O filme fecha essa trilogia que, até aqui, tem superado todas as minhas expectativas, e eu já tenho várias teorias sobre os personagens e os mistérios que ainda cercam a história. E já que não tem trailer do próximo filme, vou deixar o de O Despertar da Força para matar a saudade:



E vocês, também estão ansiosos pelos lançamentos da Disney para esse ano? Me contem aí nos comentários qual deles vocês estão contando os dias para ver.

[Resenha] Um veneno sombrio e sufocante

10 de mar de 2019


Olá, pessoal! Eu fiquei sumida aqui do blog por alguns dias, por motivos de saúde. Mas já melhorei e agora vou me dedicar a colocar os posts em dia, começando com a resenha de um livro que foi uma surpresa muito boa: Um veneno sombrio e sufocante, da Jessica Cluess.
Para quem não conhece, ele é a continuação de Uma sombra ardente e brilhante, que já tem resenha aqui. Eu gostei muito do primeiro livro, mas tinha sentido que faltou ação e a história demorou a me envolver. Já este segundo volume, tem tudo que eu senti falta no primeiro livro e mais um pouco. Fui surpreendida positivamente por essa leitura e agora vou poder contar para vocês os motivos que me levaram a gostar tanto deste livro (sem spoilers, claro!).
No entanto, fica aquele alerta de sempre: se você não leu Uma sombra ardente e brilhante, é melhor não ler esta resenha, pois ela contém informações importantes.


Autora: Jessica Cluess
Editora: Galera Record
Tradução: Carla Bitelli
Páginas: 322
Onde comprar: Amazon
Exemplar recebido de parceria com a editora
Sinopse: “Na emocionante sequência de Uma sombra ardente e brilhante, Henrietta tenta salvar seu amor, mas sua magia pode ser sua ruína. Henrietta Howel é a primeira mulher a se tornar uma Feiticeira em séculos. E, como tal, deve desempenhar seu papel dentro da Ordem para manter Rook seguro, seu melhor amigo e amor de infância. Mas será que ela pode realmente salvá-lo? O veneno impregnado em Rook está transformando-o em algo monstruoso conforme ele começa a dominar seus poderes sombrios. Correndo contra o tempo, Henrietta convence Blackwood, o misterioso conde de Sorrow-Fell, a viajar pela costa para procurar novas armas. E Magnus, corajoso e imprudente como sempre, se junta a eles na missão. Os três encontrarão monstros sanguinários e aliados poderosos em seu caminho e descobrirão a arma mais devastadora de todas: a verdade.”

Alguns meses após os eventos de Uma chama ardente e brilhante, Henrietta Howel segue sua vida como feiticeira após receber a comenda da rainha. Ela agora vive na casa dos Blackwood e tem trabalhado com os demais feiticeiros para proteger Londres, agora que o resguardo foi destruído. No entanto, os Ancestrais têm invadido conquistado cada vez mais espaço, levando destruição por toda a Inglaterra.
Enquanto tenta desempenhar seu papel na Ordem, Henrietta também procura uma forma de ajudar seu amigo e amor de infância, Rook. O veneno impregnado nele tem feito com que ele começasse a se transformar em algo perigoso, fazendo com que Henrietta temesse perder seu amado amigo para o monstro que vivia dentro dele. Assim, ela precisa correr contra o tempo para descobrir uma maneira de salvá-lo e também de vencer os Ancestrais e acabar com a guerra, por ela, por aqueles que ama e pela Inglaterra. 


Como é bom ler uma continuação que supera seu antecessor! Eu confesso que tive meus problemas com Uma sombra ardente e brilhante (resenha aqui), especialmente pelo ritmo mais lento durante boa parte da trama. Já em Um veneno sombrio e sufocante a autora trouxe uma trama que já envolve desde as primeiras páginas, com muita ação, mistério e revelações surpreendentes.
Nesse livro, que se passa alguns meses após o primeiro, não demoramos a perceber o clima de urgência da história. Os feiticeiros estão sofrendo cada vez mais baixas e os Ancestrais continuam levando destruição por onde passa. Além disso, há o perigo iminente para a protagonista, afinal, ela está sendo caçada pelo Ancestral mais poderoso, R’helm, e não faz ideia do que ele pode querer com ela. Deste modo, não foi nem um pouco difícil me envolver com a leitura. Os mistérios instigaram minha curiosidade e eu estava constantemente preocupada com o que iria acontecer a seguir.
Outro aspecto que gostei muito foi ver a evolução de Henrietta. No livro anterior, ela fez descobertas importantes sobre si mesma, mas ainda havia muito sobre seu passado que precisava ser revelado. Havia também a questão de que, apesar de ter recebido a comenda e se tornado uma feiticeira, a origem dela era maga. Assim, Henrietta carrega ao longo do livro vários questionamentos sobre quem era, seu lugar naquele mundo e sua verdadeira missão. No entanto, isso não fez com que ela se tornasse uma personagem fraca ou influenciável.
“Embora eu ficasse feliz de ver que eles estavam felizes, a culpa irritante retornava imediatamente. Eu não era a salvadora deles, mas fingia ser. E, agora que eu tinha a atenção de R’hlem, colocava cada pessoa à minha volta em perigo, um perigo do qual eu não poderia protegê-los.”
Pelo contrário, senti que a Henrietta nesse livro está muito mais forte e determinada do que no anterior. Por mais confusa que ela se sentisse em alguns momentos, ela sempre se guiava por seus princípios e sua lealdade àqueles que amava e ao país. Claro que ela não é perfeita e comete alguns erros ao longo do caminho, mas seu amadurecimento é evidente e foi impossível não torcer por essa protagonista do começo ao fim.
Com relação aos demais personagens, alguns do livro anterior ganharam mais destaque e desenvolvimento. Em especial, Blackwood, Rook e Magnus tiveram seus conflitos mais desenvolvidos e a autora conseguiu dar a eles uma complexidade que eu não esperava. No caso de Blackwood, isso foi mais evidente: ele é um personagem cheio de traumas e conflitos, estando longe de ser o herói perfeito que eu tinha imaginado no início.  No entanto, não pensem que isso me fez gostar menos dele. Eu amei a complexidade deste personagem e mal posso esperar para saber quais caminhos ele vai seguir no próximo livro.
“Pela primeira vez desde que o conheci, ele havia retirado o manto invisível de responsabilidade de seus ombros. (...) Ele parecia jovem e feliz. Mesmo que acabássemos na Torre, era um espetáculo digno de ser testemunhado.”
Mas, além dos que já conhecíamos, há novas adições na trama, com um destaque que não posso deixar de mencionar aqui: Maria, uma personagem que surgiu de maneira surpreendente na trama e que roubou a cena. Ela conquistou minha simpatia logo de cara por ser muito carismática e esperta, além de forte e corajosa, mas à medida que sua história foi sendo revelada eu passei a admirá-la ainda mais. É uma personagem com muitas camadas e que tenho certeza que terá um peso enorme na continuação.



Com relação à trama, como eu já disse, ela foi muito mais dinâmica do que a do primeiro. Logo no início já fica claro o clima de tensão que permeará a história e ao longo do livro não falta ação e acontecimentos importantes. Além disso, a autora preparou algumas revelações surpreendentes e que me deixaram de queixo caído. Confesso que eu não esperava o rumo que a história tomou e isso foi algo que gostei muito. A autora evitou seguir por um caminho previsível e agora estou aqui cheia de teorias para a continuação.
Destaque também para o romance, que ganhou um pouco mais de espaço. No livro anterior, a autora tinha deixado várias possibilidades em aberto e, agora, ela conseguiu deixar mais claros os sentimentos dos personagens. No entanto, para minha alegria, isso aconteceu de maneira natural na trama e não tirou o foco do que realmente importava. Além disso, a autora não optou por um caminho previsível, e confesso que ainda não tenho certeza de como esse romance irá se desenrolar na história, o que é ótimo. Tenho minha torcida, claro, mas acho impossível prever o que irá acontecer.
Quanto à edição, eu achei essa capa ainda mais bonita que a do livro anterior. Amei as cores e achei que combinaram perfeitamente com o clima mais sombrio deste volume. As páginas são amareladas e o tamanho da fonte é ótimo para leitura. A minha única ressalva é que achei a margem superior muito pequena e isso me incomodou um pouco. No entanto, é só um detalhe e não chegou a me atrapalhar enquanto lia.
Só me resta dizer, então, que Um veneno sombrio e sufocante não só conseguiu atendeu às minhas expectativas, como as superou. Ele conseguiu ser muito melhor do que seu antecessor e me conquistou de uma maneira que eu não esperava. Jéssica Cluess construiu um universo rico e repleto de personagens interessantes, com uma trama bem desenvolvida e que segue por um caminho surpreendente. Terminei a leitura muito empolgada com tudo que li e cheia de teorias para a continuação. Preciso desse terceiro livro para ontem!
E vocês, já leram Um veneno sombrio e sufocante? Me contem aí nos comentários se já conhecem essa história e se, assim como eu, estão desesperados para ler o terceiro livro.

Divulgação - A Espada da Justiça

27 de fev de 2019


Olá, pessoal! Hoje eu vim divulgar o livro de um jovem autor nacional que entrou em contato comigo recentemente. Trata-se de A Espada da Justiça, do Brenno Eloy. O livro foi escrito quando o autor tinha apenas quinze anos e foi publicado quando este estava com dezoito.
Agora, vou deixar a sinopse para vocês e um breve resumo sobre o Brenno para que vocês conheçam um pouco sobre a trajetória dele. E, para quem se interessar, os links para comprar o livro e conhecer mais o autor estão disponíveis abaixo.

Livro: A espada da Justiça
Autor: Brenno Eloy

Sinopse:  Filho único e possível último sobrevivente ao ataque ao seu reino, Jhonn, o Arcano Azul teve seu reino e casa queimados devido a um devastador ataque quando ele tinha apenas seis anos. Obrigado a viver com um casal de elfos na floresta, aprendeu a arte da espada e dos feitiços. Quando mais velho, decidiu ir em busca de outros Arcanos, mas ao decorrer de sua missão percebeu que o destino lhe guardara muito mais.

Sobre o autor: Nascido em João Pessoa, na paraíba. Desde cedo se interessou por leitura. Ao atingir seus nove anos de idade, ler já não era o suficiente. Então, começou a pensar que também poderia criar seus próprios textos, suas próprias aventuras. Com alguns cadernos velhos escreveu pequenos "livros", como "Bob, o pinguim de sapatos", daí nasceu um sonho, um o sonho de publicar um livro inteiro escrito por ele mesmo. O tempo passou e os pequenos livros se foram com o mesmo. Alguns anos depois, renasceu a paixão pela escrita e aos 15 anos, concluiu seu primeiro livro, "A Espada da Justiça", que teve sua publicação agora aos 18 anos de idade.

Ficaram interessados? O livro está sendo vendido em e-book e nos links acima vocês podem saber como adquiri-lo.

Todas as informações e links foram enviados pelo autor e qualquer compra feita é de responsabilidade do mesmo.
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