[Resenha] Despertar da Chama Eterna

 



Hoje eu vim falar sobre um livro que li há um tempinho, mas que enrolei para trazer a resenha: Despertar da Chama Eterna, da Penn Cole.

A continuação dele vai ser uma das minhas primeiras leituras de 2026 e estou bastante empolgada. Então, eu precisava vir falar com vocês sobre esse primeiro volume logo, porque em breve venho comentar sobre o segundo.


Autora: Penn Cole

Tradução: Fernanda Castro

Editora: Arqueiro

Páginas: 384

Onde comprar: Amazon

Exemplar recebido de parceria com a editora

Sinopse: Quando antigos segredos pegam fogo, tudo se incendeia. Em um mundo colonizado por deuses e governado por seus cruéis e mágicos Descendentes, a curandeira Diem Bellator sonha escapar da vida sufocante em sua humilde aldeia. O desaparecimento repentino da mãe e a descoberta de um segredo perigoso sobre o passado dela lhe dão uma chance inesperada de se infiltrar no sombrio mundo da realeza dos Descendentes e desvendar os mistérios que sua mãe deixou para trás. Herdeiro do rei, o príncipe Luther observa cada movimento de Diem, e uma aliança mortal está determinada a recrutá-la para a guerra civil iminente. Em meio a tantos riscos, ela precisará dominar as regras do amor, do poder e da política para proteger sua família – e toda a humanidade.”

 

Em um mundo colonizado por deuses e governado por seus Descendentes, os mortais vivem oprimidos e sem recursos. Diem Bellator vive razoavelmente protegida disso, graças ao passado do seu pai no exército e à posição de curandeira sênior da sua mãe. Ela também era curandeira, só que atendendo apenas aos mortais. Mas quando sua mãe desaparece misteriosamente após ser vista conversando com um Descendente, Diem decide se infiltrar na realeza e buscar respostas. E isso a coloca no caminho do príncipe herdeiro, Luther, o Descendente com quem sua mãe foi vista pela última vez.

 

Confesso que me surpreendi muito com Despertar da Chama Eterna, e foi de uma maneira totalmente positiva. Para começar que, apesar de ser descrito como romantasia, ele se dedica muito mais a apresentar a parte fantástica e os personagens. E, mesmo que o romance esteja presente na trama, é de uma forma mais sutil. O foco é mesmo a apresentação do universo, dos conflitos e dos segredos que o permeiam.

E eu amei como a autora construiu esse mundo, com deuses, mortais e Descendentes. O funcionamento do universo é bem explicado, e vamos entendendo seus conflitos à medida que Diem sai de sua redoma e começa a descobrir mais sobre a realidade dali.

Além disso, a trama vai se intensificando gradualmente. Apesar de ser dinâmica e envolvente desde o início, ela se torna frenética da metade para o final. Muitos acontecimentos importantes mudam o rumo da trama e constroem um ótimo gancho para a continuação.

E para acalmar os corações dos que amam romance, destaco que ele está presente na trama, só fica em segundo plano. A protagonista está mais focada na sua jornada de descoberta, do que nos seus sentimentos. Eu confesso que, apesar de torce pelo príncipe e não suportar o amor de infância da Diem, gostei do romance não ficar em evidência nesse primeiro livro. Mas acredito que nos próximos volumes, essa parte ganhará mais destaque.

O final de Despertar da chama eterna é impactante, apesar de não ser totalmente surpreendente. Terminei querendo continuar dentro desse universo e sedenta por respostas.

E vocês, já leram ou querem ler Despertar da Chama Eterna? Gostam de fantasia com um toque de romance?


[Resenha] Maxton Hall: Salve-nos

 


Depois de ter me apaixonado pela primeira temporada de Maxton Hall, eu fiquei ansiosa pelos livros que originaram a série. Felizmente, a editora Alt publicou todos no Brasil em 2025 e é lógico que eu corri para ler à medida que foram saindo.

Já publiquei resenha dos dois primeiros livros e agora trago a do terceiro, “Maxton Hall: Salve-nos”.


Autora: Mona Kasten

Tradução: Karoline Melo

Editora: Alt

Páginas: 336

Onde comprar: Amazon

Exemplar recebido de parceria com a editora.

Sinopse: “Eles desafiaram o destino. Agora, precisam lutar por um final feliz. Depois de ser expulsa do prestigiado colégio Maxton Hall, Ruby Bell vê seu sonho de estudar em Oxford desmoronar. O mais doloroso é suspeitar que James Beaufort ― o garoto por quem se apaixonou ― possa estar por trás de mais essa injustiça depois de tudo que já passaram juntos. Incrédula, Ruby tenta seguir em frente, determinada a não abandona seus objetivos acadêmicos, mesmo enfrentando mágoas, decepções e a distância das pessoas que ama. James, por sua vez, está cada vez mais pressionado pelas expectativas de seu pai em relação ao futuro da empresa da família e à marca Beaufort. Diante das revelações que surgem, ele se vê forçado a tomar decisões difíceis para tentar reparar os danos causados e provar a Ruby que ainda pode ser digno de sua confiança. No desfecho da trilogia alemã Maxton Hall, Salve-nos aprofunda os conflitos entre amor, lealdade e identidade, mostrando que, para construir um futuro verdadeiro, é preciso coragem para encarar o passado, lutar pelos próprios sonhos e acreditar no poder transformador do amor”

 

"Maxton Hall: Salve-nos" continua exatamente de onde o segundo livro parou, por isso, não vou falar nada sobre o enredo. Só posso dizer que comecei a leitura com o coração apertado de preocupação com a Ruby, o James e a Lydia.

Pra minha surpresa, a trama foi construída de uma forma mais leve do que eu esperava. Não que o drama não esteja presente. Os personagens passam por muitos desafios e situações dolorosas que me deixaram angustiada e me fizeram sofrer por eles. Mas me surpreendeu a forma como eles lidaram com tudo isso e o fato da autora não ter deixado o drama se tornar pesado demais.

A evolução da Ruby e, principalmente, do James é nítida. Tudo que eles viveram nos livros anteriores trouxe mais firmeza e maturidade para os dois. E isso se refletiu muito nas atitudes deles e em como reagiram aos problemas que surgiram. Foi uma mudança natural, decorrente dos acontecimentos que viveram, mas confesso que fiquei orgulhosa desse casal.

Além disso, o romance continua lindo de acompanhar. A química entre os dois está cada vez maior e eles estão muito mais abertos e seguros em relação aos seus sentimentos. Foi realmente impossível não torcer!

Outro ponto que amei é que temos vários pontos de vista nesse volume e a autora desenvolveu bem os conflitos de todos os personagens. A Lydia é a minha queridinha e eu simplesmente amei o arco dela. Também vemos mais da Ember e dos amigos do James e foi ótimo ver os conflitos deles sendo resolvidos.

Minha ressalva é em relação ao final, que foi um pouco apressado. Algumas situações importantes ficaram mal explicadas e acho que a autora poderia ter dedicado um pouco mais de tempo a elas. Torço que, para na terceira temporada da série, haja espaço para explicar melhor esses pontos.

Mas, de um modo geral, "Maxton Hall: Salve-nos" foi uma ótima leitura. Fiquei muito feliz de ver o crescimento da Ruby e do James, bem como dos personagens secundários. E para quem tem medo de ler por ser uma trilogia, já aviso que é uma leitura muito fluida e os três livros podem facilmente ser lidos de uma vez, como um livro só.

E vocês, já leram ou querem ler Maxton Hall? Já assistiram a série?


[Lista] Séries que eu quero continuar em 2026

 



Faltando poucos dias para o final do ano, é hora de começar a fazer um balanço das leituras de 2025 e pensar nas metas de 2026. Então, hoje eu resolvi trazer algumas séries que comecei ou dei continuidade esse ano e que pretendo continuar em 2026. E confesso que fiquei chocada com a quantidade de séries que ando lendo.

Eu tenho muitas séries de fantasia e de romance em andamento e que quero seguir lendo no próximo ano. Algumas já estão com as continuações publicadas no Brasil, outras têm lançamentos anunciados para 2026. Então, estou bastante empolgada para dar continuidade em todas.

 

Séries de romance:

De romance, pretendo dar continuidade há algumas séries que já estava lendo antes e outras que comecei esse ano. Dentre elas, já tenho aqui e quero ler em 2026: “Morango, panquecas e romance”, quarto volume de Amores de Dream Harbor; “Sonhando acordado”, terceiro livro de Maple Hills; “Um namoro de mentirinha” e “Os opostos se atraem”, os dois últimos da série Lovelight; “No contra-ataque”, segundo livro da série Além da jogada; e “Proteções duvidosas”, o segundo da série Os órfãos de St. James.

E das continuações que foram anunciadas para 2026, também tem muita coisa. Para começar, duas séries da minha autora queridinha do momento, Stephanie Archer: o quarto livro da série Vancouver Storm, "Off Gloves", e o segundo de The Queen’s Cove, "The Wrong Mr Right", ambos anunciados pela Paralela.

Também vou poder continuar com o meu amor por séries de cowboys e de cidade pequena, com os livros “Wild and wrangled”, terceiro da série Rebel Blue; “Liga pra mim, não liga pra ele”, da série Rancho Wells; e "Sem juízo", da série Chesnut Springs. E voltando para os romances contemporâneos, ainda tem "King of Envy", o quinto livro de Reis do Pecado, da Ana Huang.




Séries de fantasia:

Se não bastasse as séries de romance, ainda tem muitas fantasias que preciso continuar. E todas prometem muito! Começando com “Promessas Cruéis”, a conclusão de Divinos Rivais, que eu deveria ter lido desde o ano passado. Mas ficou para 2026 e quero muito ler.

Outras continuações já publicadas e que preciso ler são: “Brilho da Chama Eterna”, segundo da série Chama eterna (e o terceiro sai em 2026); “Tempestade de Ônix”, terceiro de Quarta Asa; “Em algum lugar além do mar”, continuação do meu queridinho A Casa no Mar Cerúleo; “Sangue eterno”, conclusão da trilogia Imortais; e “Puros”, continuação da série Covenant.

Ainda tem as continuações que foram anunciadas e serão publicadas em 2026. As que estou aguardando ansiosamente são “A Guerra dos Dragões”, continuação de A linguagem dos dragões, “Três Almas Arruinadas”, o terceiro de As lâminas partidas; e “Adversária do Vilão”, o terceiro volume de Assistente do Vilão. Além deles, também estou ansiosa por: “Sea Spinner”, segundo livro de Reinos dos Remanescentes; Ruína Eterna, continuação de Inimigo Imortal, e “The Songbird and the Heart of Stone”, terceiro da série Coroas de Nyaxia.



Ou seja, deu para ver que tenho muita coisa para colocar em dia no próximo ano. Mas estou bastante empolgada para ler todos, pois são séries que realmente me conquistaram.

E vocês, querem continuar alguma série ano que vem? Já leram ou querem ler alguma dessas que citei?




[Resenha] A linguagem dos dragões

 


Hoje vim falar sobre um livro que eu fiquei curiosa desde que foi anunciado no Brasil e que acabou sendo uma das surpresas de 2025: A linguagem dos dragões, da S.F. Williamson. Publicado pela Galera Record, ele é o primeiro volume de uma trilogia.

A premissa dele é perfeita para quem ama fantasia com dragões e tramas cheias de aventura e tensão. Então, é claro que eu corri para ler assim que chegou por aqui e postei a resenha lá no instagram.

Mas eu não poderia deixar de falar dele por aqui também. Então, antes de encerrar o ano, venho contar o que achei de A linguagem dos dragões.


Autora: S. F. Williamson

Tradução: Carlos Cesar da Silva

Editora: Galera Record

Páginas: 420

Exemplar recebido de parceria com a editora

Onde comprar: Amazon

Sinopse: “Alguns sentidos se perdem, outros são criados. Assim é o ofício de traduzir. E Vivien Featherswallow conhece bem o poder das palavras. A mais jovem poliglota em línguas dracônicas tem um futuro brilhante pela frente. No entanto, em menos de vinte e quatro horas, seus pais são acusados de colaborar com a rebelião dos dragões e, ao tentar se desfazer das provas que os incriminam, a garota acaba iniciando uma guerra. Agora, as mesmas línguas que a levaram a esse destino terão de salvar a ela, e ao mundo, do maior combate entre humanos e dragões que já existiu. Mas nesse jogo de corrupção e alianças trocadas, Viv terá que decidir de uma vez por todas em qual lado da guerra está. Nesta incrível releitura de Bletchley Park, descobrimos o poder oculto da linguagem em uma batalha épica de alianças rompidas, romance proibido e guerra civil.”

 

Primeiro volume de uma trilogia, A linguagem dos dragões é ambientado em uma Londres no início do século XX, onde humanos e dragões conviviam sob os limites de um tratado de paz. No entanto, esse tratado está ameaçado com uma rebelião dos dragões ganhando cada vez mais força,

A jovem Vivien Featherswallow sonha em conseguir um estágio estudando línguas dracônicas e não mede esforços para isso. Sendo a mais jovem poliglota nas línguas dos dragões, o futuro que ela tem pela frente está bem encaminhado e parece ser brilhante. No entanto, quando seus pais, seu tio e seu primo são presos acusados de serem aliados dos rebeldes, o mundo dela vira de cabeça para baixo.

Depois de uma série de decisões imprudentes, Vivien acaba, sem querer, com a frágil paz dentro do reino e estoura uma guerra civil. Agora, se quiser salvar sua família, ela precisará usar seu conhecimento em línguas dracônicas e colaborar com o governo. Mas será que garantir a manutenção do Tratado é mesmo o caminho certo?



A autora criou um universo incrível aqui, onde dragões e humanos convivem em meio a muitas tensões. É um mundo permeado por conflitos políticos intensos e com um equilíbrio que se torna cada vez mais frágil. Além disso, há um sistema de magia fascinante envolvendo os dragões e eu amei como a autora abordou esses seres.

Outro ponto alto do livro é a forma como a linguagem e a tradução são abordadas aqui. A autora mostra o poder imenso da linguagem, especialmente o de manipulação, e a complexidade por trás do processo de tradução. Essa é uma parte essencial da história e que foi inserida de forma muito inteligente, tendo um poder determinante na trama. Confesso que foi um dos motivos que mais contribuíram para que eu ficasse fascinada com essa leitura.

Por outro lado, a protagonista testou a minha paciência. Se fosse uma história de terror, a Vivien sem dúvida seria aquela que vai morar em uma casa sinistra no meio do nada. Se tem uma decisão errada pra tomar, ela não pensa duas vezes. Só que apesar disso, eu amei tanto os demais aspectos do livro que eles acabaram superando minha irritação. E a Vivien acorda pra vida no final do livro, o que me deixou mais animada para a continuação.

Além disso, o livro tem um grupo de personagens bem interessantes e que compensaram a minha falta de paciência com a Vivien. Estou bem animada para ver como será o desenvolvimento de todos eles no próximo volume e tenho boas expectativas. E também há um toque de romance na trama que, apesar de ser uma parte bem pequena, tem um ótimo potencial para as continuações.

De um modo geral, A linguagem dos dragões é uma fantasia épica envolvente e fascinante, com uma trama cheia de tensões e surpresas. Mal posso esperar pelo próximo volume!

E vocês, já leram ou ficaram com vontade de ler? Gostam de fantasias que trazem dragões na trama? Me contem nos comentários.


[Resenha] Um destino tatuado em sangue

 


Acredito que todo leitor já passou pela experiência de enrolar para ler um livro e depois ficar se perguntando “por que eu não li esse livro antes?”. Isso já aconteceu comigo algumas vezes e uma delas foi com o livro Um destino tatuado em sangue, da Danielle L. Jensen.

Publicado pela editora Seguinte, ele é o primeiro livro de uma duologia que combina romantasia com mitologia nórdica. E é óbvio que eu me interessei assim que li a sinopse.

Sinceramente, não sei o motivo de ter enrolado para ler. Mas o importante é que eu li e ele acabou se tornando um dos meus favoritos do ano. Então, hoje vim contar um pouco sobre essa experiência.


Autora: Danielle L. Jensen

Tradução: Flávia Souto Maior

Editora: Seguinte

Páginas: 432

Onde comprar: Amazon

Exemplar recebido de parceria com a editora

Sinopse: “Freya passou a vida escondendo a magia que corre em suas veias. Abençoada com uma gota de sangue da deusa Hlin, ela é capaz de criar um escudo mágico que repele qualquer ataque. E, segundo uma profecia, quem controlar o seu destino governará todo o reino de Skaland. Quando uma situação extrema a obriga a revelar seu poder, ela é forçada a se unir ao jarl Snorri, um dos líderes da região. Manipulada por homens durante toda a vida, Freya vai fazer de tudo para tomar as rédeas do próprio futuro. Ela só não contava com a presença enigmática de Bjorn, filho do jarl, que é o único que a enxerga como uma guerreira de verdade, ao mesmo tempo que desperta nela uma atração incontrolável… Se ceder a esse desejo, porém, Freya vai pôr em risco não só o próprio destino, mas a vida de todos que jurou proteger.”


Em Um destino tatuado em sangue temos uma romantasia inspirada na mitologia nórdica. Freya foi abençoada com uma gota de sangue da deusa Hlin, o que lhe deu o poder de criar um escudo mágico que a protege de qualquer ataque. Ela sempre escondeu o poder, mas tudo muda quando se vê obrigada a se unir ao jarl Snorri. Devido a uma profecia, ele acredita que quem controlar Freya conseguirá unir os reinos de Skaland e pretende usá-la para se tornar rei.

Mas Freya está disposta a lutar com todas as suas forças para controlar o próprio destino. Só que a intensa atração que sente por Bjorn, o filho do jarl, pode colocar tudo em perigo.

 

Que fantasia sensacional! Para começar, o universo é fascinante, explorando muito bem a mitologia e inserindo de forma muito natural dentro da trama. Além disso, a autora constrói uma ambientação rica e bem elaborada de uma forma tão intensa que a gente se sente dentro daquele mundo.

Mas a protagonista Feyra é o grande destaque do livro. Ela é forte e determinada, não abaixa a cabeça para ninguém e faz de tudo para criar o próprio destino em um mundo controlado pelos homens. Lógico que ela tem suas fraquezas e vulnerabilidades, o que a torna mais humana, mas ainda é uma guerreira.

E como eu amei a relação dela com o Bjorn! Ele é aquele típico mocinho com humor ácido que eu amo, e as interações entre eles são afiadas e inteligentes. São muitos diálogos cheios de provocações e comentários sarcásticos, mas também com uma química inegável.

A trama é bem desenvolvida, com conflitos sendo trabalhados de forma inteligente, e tem um ritmo intenso do início ao fim. O livro tem muita ação o tempo todo, mas equilibrando com a construção do universo e dos personagens. Já o romance aparece na medida certa, sem ocupar mais espaço que o necessário, e as reviravoltas funcionam muito bem na trama.

Ou seja, Um destino tatuado em sangue entregou tudo que eu espero de uma boa fantasia. Me envolveu e me deixou totalmente instigada para ver mais desse universo e descobrir como os conflitos serão resolvidos. Felizmente, já estou com o segundo aqui e devo ler em breve. Então, fiquem de olho por aqui para não perder os meus comentários. 

E você, já leu ou quer ler Um destino tatuado em sangue? Me conta nos comentários.


[Resenha] Maxton Hall: Salve-se

 


Ano passado, eu fui pega completamente de surpresa e me apaixonei pela série Maxton Hall, disponível no Prime Video. E é lógico que tinha altas expectativas para o livro que inspirou a série, né? E não é que me apaixonei de novo por essa história?

Eu já li a trilogia toda e quero comentar sobre os livros. Então, hoje trouxe as minhas impressões do primeiro volume Maxton Hall: Salve-me.


Autora: Mona Kasten

Editora: Alt

Páginas: 352

Exemplar recebido de parceria com a editora

Onde comprar: Amazon

Sinopse: “Dinheiro, glamour, luxo, poder ― a jovem Ruby Bell não poderia se interessar menos por tudo isso. Seu único desejo é passar despercebida e se formar com honras em Maxton Hall, um dos melhores e mais caros colégios particulares da Inglaterra. Mas quando Ruby acidentalmente descobre um segredo que põe em xeque o futuro de várias pessoas, seu plano de um ensino médio livre de incidentes está ameaçado, principalmente quando o popular capitão do time de lacrosse, James Beaufort, cruza seu caminho. James é irritantemente bonito, mas também arrogante, mimado e milionário e não poupará poder e esforços para proteger as pessoas que ama, mesmo que isso inclua vigiar Ruby para impedir que ela revele o segredo de sua irmã. No entanto, essa proximidade repentina pode despertar sentimentos que nenhum dos dois previa. Salve-me é o primeiro volume da trilogia alemã Maxton Hall, que foi adaptada pelo Amazon Prime Video e se tornou a série de língua não inglesa mais assistidas da história da plataforma. A trilogia Maxton Hall é uma história envolvente sobre amor, autodescoberta, perdão e a luta para não se perder de si mesmo em um mundo em que as aparências são tudo.”

 

Em Maxton Hall, acompanhamos a jovem Ruby Bell. Ela estuda em um dos melhores e mais caros colégios da Inglaterra, Maxton Hall, graças a uma bolsa de estudos. Seus únicos objetivos são se dedicar na escola, passar despercebida pelos colegas ricos e entrar em Oxford.

Mas tudo muda quando ela presencia algo que não deveria e seu caminho acaba cruzando com o do popular James Beaufort. Ele é lindo, rico e mimado, e nunca reparou em Ruby. Mas agora ele está disposto a vigiá‐la de perto para garantir que nunca espalhe o segredo a irmã dele.





Como já dá para perceber, aqui temos um romance com opostos que se atraem e um casal que vai soltar faíscas. E que sabor foi acompanhar esse enemies to lovers! As interações e trocas de farpas entre Ruby e James são excelentes e, assim como na série, eu amei a evolução desse relacionamento. E preciso dizer que o James passando do enemies para o lovers foi a razão do meu colapso. Acontece aos poucos e é muito lindo ver a transformação pela qual esse personagem passa.

Outro ponto que gostei muito é que o livro traz um pouco mais de detalhes sobre as histórias de ambos os protagonistas e traz mais nuances para eles. Então, mesmo que a adaptação tenha sido bem fiel, o livro trouxe mais camadas e uma visão mais completa. Porém, preciso ressaltar que a série conseguiu dar mais intensidade para a química entre a Ruby e o James. Além disso, gostei mais de como alguns personagens secundários foram apresentados na adaptação.

Então, fazendo um comparativo série e livro, achei que os dois formatos se complementaram muito. Pelo menos, em relação à primeira temporada e ao primeiro livro.

Outro ponto positivo é a escrita envolvente da autora. Ela já fisga o leitor nas primeiras páginas e a leitura flui de uma forma que a gente nem sente. Li em pouco tempo e terminei ansiosa por mais.

Então, de um modo geral, Maxton Hall: Salve-me entregou mais do que eu esperava. Fiquei ainda mais apegada à Ruby e ao James e amei ver mais detalhes desse universo que conheci através da adaptação do Prime Video. E, em breve, venho comentar sobre o segundo e o terceiro volumes.

Mas vocês já leram ou assistiram Maxton Hall? Gostam de romances com inimigos que se apaixonam?


[Resenha] Um lance em falso - Vancouver Storm 2


Recentemente, eu estou me apaixonando novamente pelos romances com esporte. E uma autora que tem me conquistado é a Stephanie Archer, desde que li Atrás da Rede no ano passado. Então, estava com altas expectativas para o segundo volume da série: Um lance em falso.

E hoje vim comentar um pouquinho sobre como foi a leitura e se ele atendeu às minhas expectativas. 

 

Autora: Stephanie Archer

Editora: Paralela

Páginas: 400

Exemplar recebido em parceria com a editora

Onde comprar: Amazon

Sinopse: “Hazel Hartley é a fisioterapeuta do Vancouver Storm, o time mais famoso de hóquei do Canadá. Se tem uma lição que ela aprendeu depois de anos convivendo com os atletas é: nunca se envolva com eles. São arrogantes, infiéis e vão acabar te decepcionando. O melhor exemplo é o seu ex-namorado, Connor, que a fez perder a confiança em jogadores para sempre. Quando seu ex volta para o time e ela é obrigada a trabalhar com ele, Hazel encontra um jeito para proteger seus sentimentos: aceitar namorar Rory Miller, o capitão do time. Com a condição importante de que tudo não passe de um teatro. Por mais charmoso, cativante e irresistível que Rory possa parecer, Hazel não tem o menor interesse em sair com ele. Mesmo que seja a única pessoa capaz de fazê-la sorrir em um dia ruim. Mesmo que pareça diferente dos outros jogadores ― e que ela não consiga parar de pensar nele. Mas o que era para ser apenas um namoro de mentira logo se torna algo mais verdadeiro do que Hazel poderia esperar…”



Em Um Lance em Falso, vamos acompanhar o romance entre uma fisioterapeuta e um famoso jogador de hóquei.

Hazel Hartley é fisioterapeuta no famoso time de hóquei Vancouver Storm, mas ela não confia em atletas e definitivamente não se envolve com eles. Só que, quando seu ex-namorado entra para o Vancouver Storm, Hazel acaba se envolvendo em um namoro de mentira com o capitão do time, Rory Miller. Mas essa farsa mostra a ela que, talvez, nem todos os atletas sejam iguais e Rory pode ser totalmente diferente do que ela esperava.


"Esqueço que estamos num bar. Esqueço que isso é de mentira. Quando Rory Miller me beija, esqueço como é ter o coração partido."

Desde o livro anterior, eu já sentia as faíscas entre o Rory e a Hazel e estava ansiosa por conhecer a história deles. E eu não poderia ter amado mais! Ambos são personagens muito cativantes e as interações entre eles são cheias de provocações, mas também muitos momentos de apoio e acolhimento.

O Rory é maravilhoso com a Hazel, protegendo do ex namorado, cuidando de suas inseguranças e apoiando os sonhos dela. Um mocinho completamente rendido e que faz tudo para garantir que ela se sinta segura e amparada. Já a Hazel, apesar de demorar mais a se apaixonar, consegue enxergar as vulnerabilidades que o Rory esconde por trás da fachada arrogante, percebendo a relação tóxica dele com o pai e como isso o afeta.


"Essa aqui é a Hazel de verdade, debaixo de todas aquelas farpas afiadas. Aposto que não deixa ninguém além de Pippa ver essa parte dela. É valiosa e preciosa demais para alguém como eu ter."


E foi esse companheirismo e cuidado um com o outro que tornou o romance mais especial e a relação deles muito bonita de acompanhar. Além disso, gostei muito de como a autora construiu os sentimentos entre eles de forma natural, sem atropelos. Além disso, os dois têm uma química muito forte e que vai aumentando ao longo da trama.

Outro ponto que amei é a relação dos atletas do time, com exceção do ex da Hazel, óbvio. A amizade e o apoio entre eles é um dos aspectos mais cativantes do livro, bem como as brincadeiras e provocações. E terminei a leitura tão apegada a esses atletas que mal concluí e já estava ansiosa pelo próximo volume.

Acho que deu para ver que eu amei Um lance em falso, né? Trata-se de uma leitura deliciosa e apaixonante, perfeita para um dia tranquilo. E mal posso esperar por mais livros da Stephanie Archer, que já está se tornando uma das minhas favoritas.

E vocês, já conheciam Um lance em falso? Gostam de romances com esportes?


Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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