[Resenha] Sob a luz da escuridão

20 de jan. de 2019


Olá, pessoal! No final do ano passado, tive a felicidade de ser selecionada para participar da Leitura Coletiva do livro Sob a luz da escuridão, da Ana Beatriz Brandão, organizada pela LC Agência de Comunicação. Já tinha algum tempo que eu tinha curiosidade de ler algo da autora e esse era o livro que tinha me deixado mais curiosa para conferir e, portanto, fiquei muito animada com a oportunidade.
Ao longo do último mês, eu pude ler Sob a luz da escuridão e trocar opiniões com outros leitores, o que tornou a experiência bem diferente. Agora, com a leitura concluída, vim contar para vocês o que achei do livro e como foi esse meu primeiro contato com a escrita da Ana Beatriz Brandão.


Autora: Ana Beatriz Brandão
Editora: Verus
Páginas: 336
Onde comprar: Amazon
Exemplar cedido pela LC Agência de Comunicação
Sinopse: “O mundo não está a salvo dos humanos... Da autora de O garoto do cachecol vermelho. Guerras e destruição, causadas pela ganância de um homem, quase levaram a raça humana à extinção. Com a radiação das bombas nucleares, o DNA humano sofreu mutações e uma nova espécie surgiu: os metacromos, seres especiais, com poderes extraordinários. Em meio ao caos de um mundo pós-apocalíptico, Lollipop e Jazz são resgatadas do instituto onde eram mantidas prisioneiras. Com as memórias apagadas, elas não sabem por que estavam ali nem quem as libertou. E, enquanto buscam respostas sobre suas origens, só lhes resta lutar pela sobrevivência. Evan, um vampiro milenar, lidera com mãos de ferro uma das mais poderosas áreas do planeta. Mas quando, por obra do destino, ele reencontra a mulher que pensou estar morta há décadas, tudo desmorona e ele é obrigado a enfrentar o passado. Ana Beatriz Brandão apresenta um mundo totalmente novo ao leitor em Sob a luz da escuridão. A raça humana não é mais a mesma, novas espécies foram criadas e agora é cada um por si. Uma históriaeletrizante, cheia de ação, tensão e romance, que vai provocar fortes emoções no leitor. Prepare-se e escolha seu lado nessa guerra: você é um metacromo ou um Deles?”

Em Sob a luz da escuridão, Ana Beatriz Brandão apresenta um futuro pós-apocalíptico cruel e devastador. O mundo já enfrentou mais duas Guerras Mundiais e a sociedade como conhecemos foi destruída. Faltam recursos como água, comida e eletricidade, e matar e roubar se tornaram coisas comuns. Aqueles humanos que ainda querem viver civilizadamente tentam se organizar em clãs, mas ainda estão longe de ser uma sociedade organizada.
“Eu sabia que era exagero da minha parte ficar ali porque ainda não confiava nas pessoas, mas, se não vivesse num mundo em que se matava por qualquer coisa, poderia ser diferente. Se eu não vivesse. Mas eu vivia.”
Experiências genéticas fizeram com que uma nova raça com poderes especiais surgisse, os metacromos. Lollipop e Jazz fazem parte dessa raça, mas não sabem nada sobre seu passado e não têm muita noção dos seus poderes, até serem resgatadas do Instituto. Após saírem de lá, elas passaram 2 anos sob a proteção do homem que as ajudou a fugir, aprendendo a caçar e se defender. No entanto, quando o esconderijo deles é atacado, as duas precisam fugir novamente e acabam indo parar em um dos clãs mais poderosos e desenvolvidos daquele mundo.

O clã é liderado por Evan, um vampiro com séculos de experiência e que parece estar, de alguma forma, ligado ao passado de Lollipop. Ao longo do livro, segredos envolvendo os dois vão sendo revelados e Lollipop começa a montar o quebra-cabeça sobre seu passado. Enquanto isso, ela e Jazz começam a treinar seus poderes e tentar se encaixar naquele lugar, que é diferente de tudo que elas estavam acostumadas.


Uma das coisas que mais gostei em Sob a luz da escuridão foi o universo criado pela Ana Beatriz Brandão. Ela trouxe uma realidade em que o mundo foi totalmente destruído pela arrogância e desejo de poder do ser humano, o que proporciona várias reflexões interessantes. Além disso, é interessante ir compreendendo aos poucos no que o mundo havia se transformado e como as pessoas estavam tentando se organizar para sobreviver. Em especial, adorei o clã do Evan e começar a conhecer um pouco dos outros grupos.
“Digamos que o mundo não é mais o que a gente pensava que era. As civilizações, apesar de tudo, estão se reconstruindo. Só não de forma tão pacífica quanto deveria ser, até porque os recursos são escassos, e todo mundo anda com as armas na mão, pronto para matar em defesa própria.”
Outro ponto positivo do livro é a facilidade com que a autora descreve esse mundo. Ela tem uma escrita direta e muito clara, que permite ao leitor entender com facilidade aquela ambientação e a crueldade desse universo pós-apocalíptico. Com isso, as descrições são suficientes para fazer o leitor compreender aquele mundo, mas sem deixar a leitura cansativa ou arrastada.
A trama do livro já começa bastante dinâmica, portanto, não é difícil se envolver com a leitura. O enredo é cheio de mistérios e logo no início eu já fiquei curiosa para saber mais sobre o passado da Lollipop e da Jazz, o que era o Instituto onde elas estavam presas e sobre o funcionamento daquele mundo como um todo. Algumas dessas coisas foram sendo respondidas ao longo do livro, mas outras permaneceram como mistérios a serem explorados nos próximos livros. Mas o mais importante é que as revelações que foram feitas contribuíram para aumentar o envolvimento com a leitura e o interesse em saber mais sobre aqueles personagens e o universo retratado.
“Será certo vivermos o agora pelo agora, sem pensar nem por um segundo em como nossos atos podem afetar nossa vida – e nossa morte. Não era algo que eu podia afirmar, mas talvez, se tivéssemos menos medo de aproveitar as chances e oportunidades antes do fim chegar, pudéssemos curtir um pouco mais a vida. Ou ter menos medo de vive-la.”
E por falar nos personagens, o quarteto principal é muito carismático. De um lado, temos Lollipop e Jazz, que já conquistaram minha simpatia logo no início pela situação em que se encontravam e pela amizade bonita que as une. Elas têm personalidades muito diferentes, mas se respeitam e se entendem como ninguém. E, complementando o quarteto, temos Evan e Sam. Os dois também são muito diferentes um do outro, mas com um vínculo muito bonito. Evan praticamente criou o Sam e isso fez com que eles desenvolvessem uma relação quase de pai e filho.
De um modo geral, eu gostei dos quatro individualmente. Lollipop é determinada e independente, mas também tem um bom coração e uma enorme capacidade de amar. Já a Jazz é mais quieta e tem uma grande dificuldade de lidar com sentimentos, mas gostei muito de ver ela amadurecendo ao longo do livro e se tornando uma pessoa mais forte. O Sam é a personificação da fofura, daqueles que a gente tem vontade de guardar em potinho. Além disso, ele é leal e justo, e sempre age como a voz na consciência do Evan, mesmo tendo sido criado por ele. E o Evan é, simplesmente, o melhor personagem do livro (e olha que eu não costumo gostar de livros com vampiros rsrs). Dono de uma personalidade forte e um senso de humor bem sarcástico, ele também é muito altruísta e se dá tudo de si para proteger aqueles que ama e seu clã.

“Quem dera eu pudesse ter vivido uma coisa dessas. Amor jovem. Amor. Juventude. Com vinte anos, eu sabia que não chegava a ser velha, mas num mundo como aquele era difícil não amadurecer muito cedo.”



No entanto, por mais que eu tenha gostado do universo criado pela autora e dos personagens, algumas coisas me incomodaram. A principal delas foi o fato de que o romance tira muito o foco da história e, na metade do livro, os casais que se formam passam a ser o centro da trama. Por mais que eu adore um romance e até tenha torcido pelos casais que se formaram, acredito que essa parte acabou ocupando mais espaço na trama que deveria.
Também me incomodou o fato de que os conflitos dos personagens foram se tornando repetitivos. A dificuldade da Jazz em lidar com seus sentimentos era compreensível no início, mas ela permaneceu por praticamente todo o livro e foi chegando um ponto em que eu já estava revirando os olhos de impaciência. O mesmo aconteceu com a Lollipop e o Evan, cujos problemas foram se repetindo ao longo da trama. Com isso, fiquei com a sensação de que os personagens não saíam do lugar e que o livro poderia ter sido menor.
“Era mais fácil fechar os olhos e fingir não dar a mínima para o resto do mundo, quando no fundo nos importávamos sim, e sabíamos que precisávamos das pessoas amadas para sermos felizes.”
Mas, apesar dos problemas, as revelações que foram feitas ao longo da trama foram me deixando cada vez mais instigada a conhecer mais daquele universo. Além disso, o final, apesar de não ter me surpreendido, é um ótimo gancho para o próximo livro e me deixou curiosa para saber quais serão os desdobramentos dele.
Deste modo, Sob a luz da escuridão foi uma boa introdução a esse mundo pós-apocalíptico criado pela Ana Beatriz Brandão e me deixou curiosa para conferir os próximos livros. Acredito que é um universo que ainda tem muito a ser explorado e, caso o romance seja mais dosado na trama, a leitura do segundo livro tem tudo para ser muito interessante. Assim, estou ansiosa para que ele seja publicado e eu possa descobrir os rumos que a autora dará para essa história.
E vocês, já leram esse ou outros livros da Ana Beatriz Brandão? Me contem aí nos comentários o que acharam ou se ainda querem ler algo dela.

27 comentários:

  1. Oiii, Malu, tudo bem?
    Fiquei apaixonada pela sua resenha e ainda queria muito ler, sua resenha ficou muito boa e sei que seria uma ótima pedida para mim, além do assunto ser muito conquistador, dica anotada e amei tanto suas fotos, como amo demais seu blog.
    Beijinhos

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  2. menina eu fui no lançamnto desse livro aqui em brasilia e só morri de amores!
    fiquei com muita vontade de ler além de ter achado a história interessante, a ana é uma fofa <3

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  3. Olá, tudo bem? Ainda não li nada da autora, mas estou bem curiosa para ler esse livro, pois de uns dias para cá vi diversas resenhas positivas. Gostei de saber que a descrição da ambientação é direta e clara, pois às vezes tenho dificuldade de imaginar o "mundo" que o autor descreve. Adorei a resenha!

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  4. Oi, tudo bem?!

    Eu vivo falando com as pessoas sobre como eu não consegui ler de forma alguma O garoto do cachecol vermelho, mas esse livro eu tô bem curiosa pra ler esse, a premissa dele parece ser bem mais fluida e mais o meu estilo do que os outros!!
    Adorei!

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  5. Oie, eu achei a premissa desse livro tão diferente do que a Ana escreve normalmente, essa coisa pós-apocalíptica que ela desenvolveu sai da zona de conforto, o que mostra autora ser mais eclética no que ela escreve.
    Vou tentar ler, tenho ele, mas fiquei com dúvida se vou gostar ou não.

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  6. Oiii Malu

    A ambientação me parece bem legal, eua doro distopia e essa parece ter sido bem trabalhada assim como os personagens, só fiquei chateada em saber que o romance acabou ocupando demais da trama, infelizmente na pressa de formar casais e querer dar destaque aos relacionamentos os autores acabam deixando de lado a premissa inicial da história. Espero que a continuação da saga continue mantendo o bom nível alcançado e que a autora consiga dosar mais o romance com a ação e a distopia da história.

    Beijos

    www.derepentenoultimolivro.com

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  7. Já li sim outro livro da autora, e isso fez com que eu quisesse ler outras obras da mesma, até porque ela tem uma escrita bem desenvolvida, e sabe construída uma história totalmente inovadoras, cativante e envolvente. E nesse livro vemos exatamente isso, uma história que poderia ser real, com romance, surpresas, entre outros pontos que me chamaram a atenção. Uma pena que alguns pontos lhe incomodaram, mas que isso não atrapalhou a leitura.

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  8. Olá!
    Quero muito ler este livro, justamente pelas reflexões sobre ganancia humana que você citou que ele traz, é uma pena que a autora tenha focado demais em romance, pois esta história tem muito potencial, adoro livros que se passam em um cenário pós-apocalíptico e apesar de sua ressalva ainda estou muito curiosa para ler.

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  9. Oii, tudo bem?

    Amei a premissa, é muito meu estilo de leitura. É uma pena que o romance tenha tirado o foco da história, eu fico muito chateada quando isso acontece. Mesmo assim, adorei a ambientação, adoro distopias, talvez eu dê uma chance a leitura em breve.

    Obrigada por compartilhar!!
    Beijinhos!!

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  10. Olá, tudo bem?

    Nunca li nada da Ana BB, confesso, pois até o momento as premissas das obras que vi por aí não me cativaram, porém, preciso dizer que esse me chamou a atenção, porém, fiquei com pé atrás pela sua ressalva na questão do romance. Quem sabe mais pra frente, quem sabe...

    Beijo.

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  11. Oi, MAlu.
    Eu adoro os livros da Ana. Eu também participei da leitura coletiva e adorei a experiência. Eu amei demais a leitura desse livro e estou louca pelo próximo volume. Que final foi aquele???? Acho que no próximo o romance não deve estar tão em evidência assim né? mas de qualquer forma eu amei tudinho <3

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  12. Ainda não conheço a escrita da Ana e olha que a tempos quero ler O garoto do cachecol vermelho e fiquei impressionada com essa mudança de gênero.Gosto da temática pós-apocalíptica e saber que esse livro já começa envolvente é animador. Então é uma pena o romance ter tirado o foco da premissa real do livro, espero que no próximo ela dê uma amadurecida nisso, ainda sim eu quero ler.

    Abraços.
    https://acabinedeleitura.blogspot.com

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  13. Oi, Malu! Adorei a sua resenha, já tinha lido a respeito desse livro, mas não tinha ideia do que encontraria se lesse. Mesmo com os pontos negativos que você mostrou (acho que eu também ia me irritar profundamente com esses personagens), quando puder, quero ler esse livro.
    Bjs
    Lucy - Por essas páginas

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  14. Oi, também li esse livro e a escrita da Ana é bem direta mesmo, e é interessante como ela construiu todas as questões que levaram a humanidade ao ponto em que estava, mas tem mesmo bastante romance, gostei de conferir sua opinião.

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  15. Olaaa!!

    Que honra participar da leitura coletiva!! Eu nunca tive a oportunidade de ler nada da autora, mas conheço a sua essência e achei muito diferente esse livro! Acredito que seu ponto negativo tenha sido em decorrência a sua origem, mas gostei bastante da premissa. Faz muito tempo que não leio nada no estilo, mas anotei a sua dica!

    beijos

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  16. Olá,
    Eu já li um livro dessa autora e confesso que não gostei da escrita dela a premissa desse livro é bem interessante e não irei veta-lo de minha lista irei anotar a dica pois estou curiosa com o livro

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  17. Eu tenho um certo receio com distopias, mas gostei de saber que autora criou uma ambientação clara e que o desenvolvimento do livro é coeso, me animei a ler o livro
    bjos

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  18. Como ponto positivo posso destacar que a escrita da autora flui bem e o livro não é maçante (se você o considerar como um livro juvenil), considerando que o li bem rápido.

    Debyh
    Eu Insisto

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  19. Olá, tudo bem? Confesso que ainda tenho um pé atrás sobre ler a autora, pois as opiniões são bem divididas. Pessoas que confio no gosto literário não curtiram, e conheço outros que amam. Tenho curiosidade em começar por essa fantasia dela, porém isso do romance se sobressair demais me deixa meio cabreira (também não curto). Vou esperar a saída dos outros volumes para saber em definitivo se lerei ou não. Ótima resenha de qualquer maneira!
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com.br

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  20. Olá!
    Eu estou bem curiosa com a proposta desse livro. Gosto da escrita da autora e ver que ela criou um universo distópico e com bons personagens me deixa animada para conhecer ainda mais, só estou com pé atrás por ser série, acho que vou aguardar o próximo volume porque se não acabo esquecendo os fatos mais importantes.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  21. Oi.

    Eu ainda não li nada da autora. Até tenho vontade, mas sempre fico deixando para depois, e com isso, acabo não lendo nada. Estou pensando em ler este livro primeiro, daí se eu gostar da narrativa, se eu gostar da escrita da autora, aproveito e leio os outros livros dela.

    Beijos.

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  22. Oii, Malu. Que resenha linda.
    Gosto bastante de livro que tem essa pegada "distopica", adorei a dica, vou procurar para conferir. Mas nem sei quando poderei ler, estou entupetada de livros para ler, incluisive os de parcaria, estou ficando quase doida kkkk.

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  23. Oi Malu,
    Ainda não li esse livro nem nenhum da autora, mas quero muito, pois todos estão elogiando suas obras. Também quero ler esse livro, porque gosto muito da ideia de uma distopia nacional. Eu acho que, por ser uma série, é normal que ele seja introdutório.
    Adorei sua resenha!
    Beijos ♥

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  24. Nunca li nada da autora, mas me impressiona demais a versatilidade da escrita dela. Quando ela lançou seu primeiro livro disse numa entrevista que queria lançar livros de todos os gêneros e acho que vai acabar conseguindo... Rs... Achei legal demais o universo que ela criou pra esse, acho que é o que mais me interessou até agora também. Pena que os romances acabaram roubando o foco depois de um tempo, tomara que nos próximos livros isso não aconteça pra que sejam ainda mais interessantes que esse.

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  25. Oi.

    Amo de verdade livros assim, com cenários fortes e devastados. Com essa pegada de "fim do mundo", já anotei a dica e sim, vou comprar pq adorei.

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  26. Olá!

    Adorei suas fotos, sempre via essa obra, porém, nunca tinha tentado ler nem a sinopse, mas a um tempo pesquisei mais sobre. Amo essa capa ela trás uma visão de uma obra apocalítica haha Fiquei bem curiosa por todas as mensagens que esse livro pode trazer e ainda mais por ser uma distopia que eu amo de paixão! Espero poder ler em breve.

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  27. Oi tudo certinho?
    Adoro a escrita da Ana Beatriz, mas ainda não tive a chance de fazer essa leitura. Gostei muito da sua resenha, espero ter a oportunidade de a ler.
    Beijos

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