[Resenha] Senhor das Sombras


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Hoje eu vim trazer a resenha que eu mais enrolei para escrever na vida. Eu li Senhor das Sombras, da Cassandra Clare, antes mesmo de ser publicado no Brasil. Porém, eu fiquei tão impactada pela leitura que não consegui escrever sobre ele na época.
Para quem não sabe, ele é o segundo volume da trilogia Artifícios das Trevas, que havia começado com o livro Dama da meia-noite (resenha aqui). Então, agora que o último volume, Rainha do Ar e da Escuridão, finalmente foi publicado, chegou a hora de postar essa resenha que estou devendo há tanto tempo.
No entanto, por se tratar de uma continuação, esta resenha contém informações do primeiro livro. Ou seja, não recomendo para quem ainda não leu Dama da meia-noite.

Autora: Cassandra Clare
Tradução: Ana Resende e Rita Sussekind
Editora: Galera Record
Páginas: 602
Onde comprar: Amazon
Sinopse: O segundo volume da nova série da Cassandra Clare, autora de Os Instrumentos Mortais. A ensolarada Los Angeles pode ser um lugar sombrio na continuação de Dama da Meia-Noite, de Cassandra Clare. Emma Carstairs finalmente conseguiu vingar a morte dos pais e pensou que com isso estaria em paz. Mas se tem uma coisa que ela não encontrou foi tranquilidade. Dividida entre o amor que sente pelo seu parabatai Julian e a vontade de protegê-lo das graves consequências que um relacionamento entre os dois pode trazer, ela começa a namorar Mark Blackthorn, irmão de Julian. Mark, por sua vez, passou os últimos cinco anos preso no Reino das Fadas e não sabe se um dia voltará a ser o Caçador de Sombras que já foi. Como se não bastasse, as cortes das fadas estão em polvorosa. O Rei Unseelie está farto da Paz Fria e decidido a não mais ceder às exigências dos Nephlim. Presos entre as exigências das fadas e as leis da Clave, Emma, Julian e Mark devem encontrar um modo de proteger tudo aquilo que mais amam — juntos e antes que seja tarde.

Após os eventos do livro anterior, Emma Carstairs finalmente conseguiu vingança para a morte de seus pais. Porém, isso não trouxe paz para ela. Ainda mais levando em consideração o perigo que era estar apaixonada por seu melhor amigo e parabatai, Julian. Assim, para fugir desse sentimento proibido, ela começou a namorar com o irmão dele, Mark.
Já Mark, está tentando entender aonde pertence. Após passar tanto tempo vivendo com as fadas, ele se sente deslocado entre sua própria família e não tem certeza de quem realmente é, um feérico ou um caçador de sombras. Enquanto isso, Julian continua tentando equilibrar as responsabilidades com seus irmãos mais jovens e o sofrimento por ver Emma cada vez mais distante, além da culpa por estar apaixonada por sua parabatai e namorado do seu irmão mais velho.
Enquanto isso, a paz entre os caçadores de sombras e os membros do sub-mundo está ameaçada. Dentro da Clave, um grupo que deseja endurecer as leis da Paz Fria vem ganhando força. E, no mundo das fadas, o rei da Corte Unselie se mostra cada dia mais insatisfeito com os termos impostos pelos caçadores de sombras. Ele não está mais disposto a aceitar as ordens dos nephilins.
Uma ameaça paira sob o mundo dos caçadores de sombras e Emma, Julian e Mark terão que descobrir uma forma de evita-la e proteger aqueles que amam. Com a ajuda de amigos, os três vão tentar desvendar um mistério, que pode representar a salvação de tudo com que eles se importam.



O que dizer desse livro? Só pelo fato de eu demorar tanto tempo para escrever a resenha sobre esse livro (mais de um ano), já dá para vocês imaginarem o quanto eu fui impactada por ele. Porém, como sempre acontece com os livros da Cassandra Clare, tem muitas coisas que eu preciso dizer sobre esse. Mesmo sendo um pouco mais lento que o anterior, Dama da meia-noite (meu livro favorito da autora), ele tem uma trama muito bem desenvolvida e repleta de revelações importantes.
Em Senhor das Sombras, Cassandra Clare expandiu ainda mais o universo e revelou mais sobre o mundo das fadas. Temos um pouco mais sobre as cortes, principalmente a Unseelie, o que ajudou a enriquecer ainda mais o universo. Além disso, o lado político foi mais explorado e veio carregado de críticas à sociedade atual, especialmente ao crescimento da direita e ao governo Trump. Deste modo, esse é um livro que fala muito sobre preconceito, intolerância, extremismo e violência contra minorias, o que me fez gostar ainda mais da leitura e aumentou minha admiração pela autora.
Com relação aos personagens, duas coisas se destacaram para mim: a complexidade deles e a representatividade. Senti que nesse livro a Cassandra Clare conseguiu desenvolver mais os conflitos dos personagens e os tornou ainda mais humanos. Todos eles cometem erros, mas têm sentimentos tão compreensíveis, que é impossível não se apegar e torcer por eles. Além disso, como em todos os livros da autora, este tem muita representatividade e de uma maneira real, sem ser forçada e nem ficar em segundo plano.

Outro aspecto que gostei bastante é que os irmãos do Julian ganham mais espaço. Conseguimos entender melhor a personalidade de Ty e sua ligação com a irmã gêmea, Livy. Além disso, os conflitos de Mark e a dificuldade dele em se adaptar à vida com a sua própria família. Aliás, se tem livros que reforçam a importância das ligações familiares, são os desta trilogia



Há ainda espaço para o romance, claro, e eu preciso exaltar a habilidade da autora para desenvolver casais apaixonantes sem tirar o foco da trama. Além da relação proibida entre Julian e Emma, que já vinha sendo desenvolvida desde o volume anterior, outros relacionamentos surgiram nesse livro. Há um novo triângulo amoroso e preciso dizer que, pela primeira vez, isso não me incomodou em momento algum. Pelo contrário, eu amei esse triângulo e realmente não sei como esta situação vai ser resolvida. Gosto dos três personagens e acho que eles combinam muito juntos, então, não sei nem para quem torcer rsrsrs.
Já em relação à trama, eu achei menos intensa do que a do primeiro, mas isso não significa que seja uma leitura lenta. Ele tem menos ação, mas enriquece o universo e desenvolve mais os personagens, trazendo questões importantes para a continuação da trilogia. Além disso, o final é surpreendente e impactante. Confesso que passei por uma situação constrangedora, porque não esperava um final tão dolorosamente impactante e acabei chorando em público enquanto lia. Fiquei com o coração partido e desesperada pela continuação.
Com relação à edição, eu gostei bastante. A capa original foi mantida e é totalmente condizente com o tom mais sombrio do livro. Além disso, na parte interna da capa o livro conta com algumas ilustrações de runas dos caçadores de sombras com o significado de cada uma delas. As páginas são amarelas, o que acho que deixa a leitura mais confortável, e a fonte tem um bom tamanho.
Assim, não preciso nem dizer que recomendo muito Senhor das Sombras e a trilogia Artifícios das Trevas. Felizmente, o último volume, Rainha do Ar e da Escuridão, já está entre nós e eu vou trazer a resenha para vocês em breve, prometo.
E vocês, conhecem essa trilogia? Me contem aí nos comentários se já leram esse ou querem ler os livros da Cassandra Clare. 



[Resenha] A Paciente Silenciosa


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? No finalzinho de março, eu recebi do Grupo Editorial Record a primeira VIB – Very Important Book – de 2019. O livro desta vez é o thriller A Paciente Silenciosa, do autor Alex Michaelides, que deve ser lançado no mês que vem.
Vocês já devem ter reparado que suspense não é um gênero que leio muito, mas de vez em quando eu me arrisco no gênero e encontro boas surpresas. No caso de A Paciente Silenciosa, foi uma ótima surpresa. O que significa que essa resenha vai ser bem difícil de escrever.

Além disso, esse é um livro que, quanto menos você souber sobre ele antes de ler, melhor. Por esse motivo, minha intenção é fazer a resenha sem contar nada sobre o enredo. Vou deixar a sinopse aqui, para quem quiser conferir, mas minha dica é que vocês leiam sem saber nada sobre o enredo.

Autor: Alex Michaelides
Editora: Record
Páginas: 350
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Um assassinato, uma verdade oculta. As raízes do silêncio são muito mais profundas do que se pode imaginar. Alicia Berenson escreve um diário para colocar suas ideias em ordem. Ele é tanto uma válvula de escape quanto uma forma de provar ao seu adorado marido que está bem. Ela não consegue suportar conviver com a ideia de que está deixando Gabriel preocupado, de que está lhe causando algum mal. Alicia Berenson tinha 33 anos quando matou seu marido com cinco tiros. E nunca mais disse uma palavra. O psicoterapeuta forense Theo Faber está convencido de que é capaz de tratar Alicia, depois de tantos outros falharem. E, se ela falar, ele será capaz de ouvir a verdade?”

O que dizer sobre a minha experiência lendo esse livro? Ele já me prendeu logo nos primeiros capítulos. Logo no início, o autor já soltou uma bomba que fez com que eu fosse completamente fisgada pela história. A partir daí, vamos conhecendo os personagens e tentando entender como se deu um determinado acontecimento.
O autor tem uma escrita ágil e envolvente, apresentando bem os elementos da trama e instigando cada vez mais a curiosidade do leitor. Além disso, ele demonstrou uma grande habilidade para descrever com clareza, sem deixar a leitura enfadonha. As descrições não foram excessivas, mas me ajudaram muito a mergulhar na leitura. A sensação que eu tinha era de estar presenciando os acontecimentos, o que deixou a livro ainda mais interessante e ajudou a criar um clima de tensão. 


Com relação à trama, achei que ela foi desenvolvida de uma maneira brilhante. Ao longo do livro, temos dois personagens principais e é através deles que conhecemos a história. Os diários de Alicia nos dão a visão desta personagem e permitem não apenas que o leitor conheça os acontecimentos do passado desta personagem, mas também o lado psicológico dela. E que personagem fascinante. Em alguns aspectos, ela me lembrou a protagonista de A mulher na janela, do A. J. Finn (outro thriller que eu adorei – resenha aqui), por ser uma personagem muito humana, com defeitos e qualidades, mas que demonstra uma clara instabilidade psicológica. Assim, ao mesmo tempo que me apeguei a ela, também tinha dificuldade de saber até que ponto ela era inocente.
Já o Theo é quem narra a maior parte da história. Ele conta ao leitor um pouco sobre o presente de Alicia, mas também apresenta os demais personagens e desenvolve um pouco de sua própria história. Assim como Alícia, ele foi muito bem desenvolvido pelo autor, se mostrando um personagem complexo e com muitos conflitos, mas com um carisma que contribui muito para o envolvimento do leitor com a leitura.

Mas não pensem que pelo fato de Alicia e Theo serem centrais na trama, os demais personagens não são relevantes. Ao contrário, a cada novo nome que surgia na trama, mais instigante o livro se tornava. Este é um daqueles livros que você desconfia de tudo e todos, e eu confesso que isso me fez criar mil teorias diferentes enquanto li. Mas adivinhem? Não acertei nenhuma.



O autor soube inserir as informações no momento certo, de modo que se tornava cada vez mais difícil desvendar o mistério. Cada acontecimento do livro trazia uma nova suspeita e cada revelação me levava a uma nova teoria. Esse quebra-cabeça da história fez com que eu mergulhasse na leitura e não conseguisse parar de ler, na ânsia de descobrir logo o que tinha acontecido de fato. Aliás, preciso confessar que há muito tempo eu não sentia tanta vontade de ler o final de um livro antes de acabar. Mas, não se preocupem, porque eu resisti à tentação e não corri para a última página. O que foi uma ótima decisão, diga-se de passagem, porque o desfecho me deixou completamente boquiaberta.
Assim, não preciso nem dizer que o livro me surpreendeu, né? Eu fiquei simplesmente chocada com o final e confesso que fiquei um bom tempo pensando sobre ele depois de terminar a leitura. Foi algo que nunca teria passado pela minha cabeça, mas que fez todo sentido. Depois de tudo revelado, eu percebi que as pistas estavam todas lá e eu que não enxerguei. Ou seja, o autor conseguiu trazer um plot twist incrível, sem se perder na trama ou deixar pontas soltas.
De um modo geral, A paciente silenciosa é um thriller completo, com um enredo instigante e bem desenvolvido, personagens complexos e um final surpreendente. Este foi meu primeiro contato com a escrita de Alex Michaelides, mas sem dúvida vou querer ler outros livros dele. É uma leitura que me surpreendeu muito e que eu recomendo tanto para quem ama um bom suspense, quanto para aqueles que querem começar a se aventurar pelo gênero.
E, para quem ficou curioso, o livro já está em pré-venda e a data de lançamento está prevista para maio. Quem comprar na Amazon (link aqui) e aplicar o cupom SILENCIO10 no momento da compra, ganha 10% de desconto.

[Resenha] Chronos - Viajantes do Tempo


Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Faz tempo que eu não posto uma resenha nova por aqui, então, resolvi voltar com uma dica especial: Chronos – Viajantes do Tempo, da autora Rysa Walker. Publicado no ano passado pela DarkSide Books na linha DarkLove, esse livro é o primeiro de uma série de ficção científica.
Confesso que ele está parado na minha estante há algum tempo, porém, estou procurando desencalhar livros que tenho há mais tempo e ainda não li. Então, esse foi o primeiro da lista e fiquei bastante animada tanto por conta da capa (uma das mais bonitas que eu já vi. DarkSide arrasou!), quanto por conta da sinopse bastante instigante.

Agora, chegou a hora de contar para vocês o que achei da leitura e se eu me arrependi de não ter lido antes.

Autora: Rysa Walker
Editora: DarkSide Books
Páginas: 320
Tradução: Fernanda Lizardo
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Viajantes do Tempo por Rysa Walker Conspirações, a chave para a eternidade e um assassino em série. Somos todos reféns do tempo. Na vida, tudo tem uma ordem certa para acontecer: os sapatos devem ser colocados depois das meias, a geléia deve ser passada no pão depois da manteiga — netos nascem depois dos avós. Kate Pierce-Keller nunca havia dado atenção a este último item, até sua avó surgir com revelações e um objeto que podem colocar sua existência em risco. Os eventos da premiada Trilogia Chronos se iniciam quando Kate descobre que sua avó é uma historiadora viajante do tempo — nascida alguns séculos à frente, mas presa ao presente por conta de um acidente — e possui um artefato, um medalhão azul reluzente, que permite realizar saltos temporais para qualquer época e local. Tudo parece um absurdo no início, mas uma leve interferência na linha temporal faz com que os pais de Kate sumam do mapa e ela seja a próxima da lista. Arriscando sua vida, ela aceita a missão de tentar voltar no tempo para evitar um homicídio que é a chave de tudo e colocar as coisas no seu devido lugar. Mas se ela for bem sucedida, a interferência também terá um custo pessoal.

Nessa história, Kate é uma jovem comum, que divide a sua semana entre a casa do pai e a da mãe. No entanto, tudo muda quando sua avó materna reaparece doente e a convida para morar um tempo em sua casa. O objetivo dela era não apenas conviver mais com a neta, mas revelar à Kate seu maior segredo: ela vem do futuro. Isso mesmo! A avó de Kate é uma viajante no tempo, que acabou ficando presa na década de 1960 e teve que construir uma nova vida nessa linha do tempo, onde suas filhas acabaram nascendo, assim como Kate.
O problema é que tem pessoas tentando alterar o passado, o que gera alterações no mundo que Kate conhece e ameaçam sua própria existência. Escondidos sob uma nova religião, os ciristas, eles estão ganhando força e fazendo alterações cada vez maiores no passado. Agora, Kate precisará se preparar para impedir essas mudanças e salvar aqueles que ama e a sua própria vida. 



Desde que terminei esse livro, fico me perguntando o motivo de não ter lido antes. Apesar de não ter o hábito de ler ficção científica, adorei como o tema das viagens no tempo foi abordado nesse livro. O universo que a autora criou foi interessante e não foi complicado acompanhar a lógica das mudanças temporais.
Além disso, achei interessante o fato de que a autora incluiu fatos importantes da história dos Estados Unidos. Assim, à medida que Kate se prepara para viajar no tempo e impedir as mudanças temporais, vamos conhecendo mais sobre o período histórico para o qual ela iria viajar, com várias informações bem interessantes e que achei que enriqueceram a leitura.
Outro aspecto positivo do livro é o carisma dos personagens. Eu me apeguei rapidamente à Kate e consegui entender os conflitos dela. Por ser uma personagem jovem, ela demonstra uma certa falta de maturidade em alguns momentos, porém, não é nada exagerado ou que seja que incomode. De um modo geral, é uma personagem inteligente, com um bom senso de humor e que conquista, principalmente, pelo amor que demonstra por sua família.

Os personagens secundários também são bem explorados pela autora, com destaque especial para a avó da protagonista, Katherine (sim, as duas têm o mesmo nome, ou quase – só lendo para vocês entenderem kkkk), e por Trey. A avó dela me lembrou um pouco a da Mia no filme O Diário da Princesa e teve ótimos diálogos com sua neta. Já o Trey é um personagem que eu desconfiei um pouco no início, mas que foi me conquistando aos poucos.



Não posso deixar de mencionar também que a autora insere algumas reflexões interessantes ao longo da trama. Na história, uma nova religião havia sido criada por aqueles que estão mexendo nas linhas temporais e, quanto mais Kate vê o modo de atuação deles, mais questionamentos são feitos sobre os perigos da doutrinação ideológica e do fundamentalismo religioso. Este foi um dos aspectos que mais gostei no livro, pois, apesar de ser algo ficcional, não deixa de trazer reflexões sobre a nossa própria sociedade.
Com relação à escrita da autora, eu achei bastante fluida e envolvente. Ela conseguiu apresentar bem o universo sem deixar a trama arrastada ou monótona. Ao contrário, o livro tem muita ação e na maior parte do tempo é bastante dinâmico. Confesso que teve um determinado momento que a trama poderia ter sido mais resumida e eu senti uma quebra de ritmo. Porém, logo se recuperou e a parte final do livro é eletrizante.
No entanto, preciso fazer uma ressalva em relação à sinopse. Pelo que eu li, tive a impressão de que um determinado personagem teria um papel mais central na história e que a trama teria um toque de suspense. Porém, não foi isso que encontrei. Como gostei do universo criado pela autora, isso acabou não me incomodando. Porém, acabei sentindo que a sinopse foi um baita spoiler do livro, tanto que nem coloquei no post.
E, sobre a edição, não preciso nem dizer que está maravilhosa né? Só por essa capa, já dá para ver que a DarkSide caprichou bastante. Por dentro, o livro também está muito bonito e não encontrei nenhum erro de revisão. Além disso, gostei das notas do tradutor explicando algumas informações da história. Só gostaria que a fonte tivesse sido um pouco maior. Não me incomodou enquanto estava lendo, mas vi algumas pessoas que reclamaram que precisaram forçar muito para ler. Então, talvez seja algo a ser repensado em uma nova edição.
Por fim, só posso dizer que valeu muito a pena tirar Chronos – Viajantes do Tempo da estante e finalmente dar uma chance para essa leitura. O livro acabou sendo bem diferente do que eu esperava a princípio, mas acabou sendo uma leitura muito gostosa e que me deixou animada para ler a continuação. O segundo volume já foi publicado pela DarkSide e agora está no topo da minha lista de desejados.
E vocês, já leram esse ou algum outro livro da coleção DarkLove? Me contem aí nos comentários o que acharam ou se ficaram curiosos para ler Chronos.

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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