Motivos para ler "Amor(es) Verdadeiros"


Oi, pessoal! Como vocês estão? O post de hoje atrasou um pouquinho, mas vai valer a pena, porque vou falar sobre um livro que me surpreendeu de muitas maneiras. Estou falando de Amor(es) verdadeiros, da Taylor Jenkins Reid, lançado recentemente pela Editora Paralela.
E, para quem acompanhou os diversos posts de favoritos de 2019 em blogs, instagrams e canais literários, o nome da autora deve ter soado muito familiar. Isso porque dois outros livros dela fizeram muito sucesso ano passado: Daisy Jones and The Six e Os sete maridos de Evelyn Hugo. Estou devendo resenha de ambos aqui (vou corrigir isso em breve), mas já postei lá no instagram e vocês podem conferir nesses links aqui e aqui.
Mas, hoje, eu vim contar alguns dos aspectos que me fizeram amar mais esse livro da autora e ter a certeza de que ela já está na minha lista de queridinhas. Então, confiram a minha lista com alguns motivos para ler Amor(es) verdadeiros.



Autora: Taylor Jenkins Reid
Editora: Paralela
Tradução: Alexandre Boide
Páginas: 353
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Emma Blair casou com seu namorado do colegial, Jesse, quando tinha vinte anos. Juntos, eles construíram uma vida diferente das expectativas de seus pais e das pessoas de sua cidade natal, Massachusetts. Sem perder nenhuma oportunidade de viver novas aventuras, eles viajam o mundo todo, curtindo a vida ao máximo. Mas, em vez do tradicional "e viveram felizes para sempre", uma tragédia separa os dois, no dia do seu aniversário de um ano de casamento. O helicóptero com o qual Jesse sobrevoava o Pacífico desaparece e, simples assim, o amor da vida de Emma se vai para sempre. Emma volta para sua cidade natal em uma tentativa de reconstruir a vida e, depois de anos de luto, reencontra um velho amigo, Sam, que lhe mostra ser, sim, possível se apaixonar novamente. E quando os dois ficam noivos? Emma sente que a vida lhe deu uma segunda chance de ser feliz. Pelo menos é o que parece — até que Jesse é encontrado. Ele está vivo e tentou voltar para casa, para Emma, todos esses anos que passou desaparecido. Agora, com um marido e um noivo, Emma precisa descobrir quem ela é e o que quer, enquanto tenta proteger todos que ama Emma sabe que precisa escutar seu coração, ela só não tem certeza se sabe o que ele está querendo dizer.”

Personagens muito reais
É uma característica da autora apresentar personagens muito reais e não foi diferente neste. Tanto a protagonista como todos os demais personagens são complexos, com falhas, medos, traumas e sonhos que são muito humanos. E não espere encontrar ninguém perfeito e 100% bonzinho nesse livro, nem mesmo a protagonista. Todos os personagens cometem erros, se sentem inseguros e tomam decisões que estão longe de serem as mais corretas. Assim como qualquer ser humano.
Então, mesmo que não concordemos com muitas de suas atitudes, é impossível não se colocar no lugar deles em algum momento ou sentir empatia pelas situações que enfrentam. E isso, para mim, tornou a leitura ainda mais especial.

Muito mais do que um triângulo amoroso
Não gosta de triângulos amorosos? Bom, eu também não. Mas pode ficar tranquilo que, por mais que a sinopse dê essa impressão, Amor(es) Verdadeiros vai muito além do dilema de com quem a protagonista deve ficar. Na verdade, o livro tem muito mais a ver com quem ela realmente é.
Vemos a Emma por um longo período da sua vida, desde a adolescência, o primeiro amor, o casamento, a perda do marido e a necessidade de aprender a seguir com a vida. E, nesse processo, é claro que a Emma se transforma e, algumas vezes, se perde de si mesma. Então, muito mais interessante do que o triângulo amoroso que se forma, é acompanhar a protagonista em sua jornada de redescoberta.

Romances apaixonantes:
Apesar do triângulo não ser o foco, é claro que o romance é importante desse livro. E temos duas histórias lindas de acompanhar. O romance de Emma com Jesse encanta por ser aquele amor que começa na adolescência e permanece forte ao longo da vida. Foi muito gostoso de acompanhar, mas também doloroso no momento em que Jesse desaparece.
  a história dela com o Sam se trata de um romance mais maduro, em um momento que a personagem estava juntando os cacos para se reerguer. Porém, nem por isso é menos doce de se acompanhar.

Uma linda mensagem sobre o amor:
Uma das coisas que mais me encantou nesse livro foi a forma como a autora abordou os diferentes tipos de amor. O amor romântico, o amor pela família e até o amor por si mesmo. Além disso, a autora foi hábil em mostrar que esse é um sentimento mutável, assim como nós mesmos nos transformamos ao longo da vida. E, apesar de vivermos diferentes amores, isso não significa que um seja maior ou mais verdadeiro que o outro.

Leitura emocionante:
Com personagens tão reais, foi fácil me apegar a eles. E mesmo aqueles que eu acreditava não ter gostado tanto, ao final do livro que percebi o quanto estava me importando com seu destino. Assim, é claro que me emocionei muito com a leitura e com a trajetória de cada um dos personagens.
Além disso, as reflexões que a autora trouxe e a forma como ela falou sobre a vida e sobre o amor, me tocaram profundamente e me deixaram com lágrimas nos olhos. Alguns diálogos são tão reais e profundos, que tenho certeza que sempre irei me emocionar ao lembrar deles.

Eu, sinceramente, poderia falar muito mais sobre esse livro. Porém, acho que esse é o tipo de livro que temos que descobrir por nós mesmos. Conhecer esses personagens, ver como a vida os transformou e os sentimentos profundos que carregam foi uma jornada incrível para mim e espero que seja assim para vocês também.
Agora quero saber: quem já leu Amor(es) Verdadeiros? Me contem aí nos comentários o que acharam. E os outros livros da autora, já leram ou querem ler algum? Em breve, vou trazer a resenha dos dois para cá.
E, para quem ficou interessado em conferir Amor(es) Verdadeiros, ele ainda não foi lançado na edição física, mas o ebook pode ser comprado nesse link. Além disso, deixei a resenha no instagram também (aqui).

Minhas impressões sobre Verity


Oi, pessoal! Como vocês estão? Hoje eu vim falar sobre uma das minhas leituras de maio e que foi uma experiência bem fora da minha zona de conforto. Estou falando do livro do momento: Verity, da Colleen Hoover. Publicado recentemente pela Galera Record, esse é o primeiro thriller psicológico da autora e tem chamado a atenção de muita gente.
Eu quase não leio o gênero e, quando leio, opto pelos mais leves (sim, sou medrosa mesmo haha). Mas resolvi dar uma chance para Verity e não me arrependi. Então, vou falar alguns pontos que me fizeram gostar da leitura. Porém, antes quero ressaltar algumas coisas com vocês.
Verity é um thriller psicológico perturbador e com temas muito pesados. Já na capa tem o aviso de que é indicado para maiores de 18 anos e eu sugiro fortemente que essa indicação seja respeitada. Não é um livro recomendado para qualquer um e não indico de jeito nenhum para quem está em uma situação de estresse ou com o emocional abalado de alguma forma. Então, só leia se você realmente se sentir bem para encarar as cenas fortes e for maior de 18 anos, ok?
Dito isso, vamos falar sobre o livro. Para quem não sabe, Verity acompanha Lowen Ashleigh uma autora que é convidada a terminar a série de livros da aclamada escritora Verity Crawford. Verity tinha uma carreira brilhante e seus livros dominavam as listas dos mais vendidos, mas um terrível acidente fez com que ela ficasse impossibilitada de terminar a série. Agora, Lowen precisa ir até a casa dela para conseguir as informações necessárias para escrever os próximos livros da série. Mas, quando no meio do caos do escritório da Verity, ela encontra o manuscrito da autobiografia da autora. Quanto mais tempo Lowen passa na casa e descobre os segredos de Verity, mais envolvida fica com os segredos e mentiras daquela família.
Bem assustador, né? E completamente diferente do que eu costumo ler. Então, por que eu gostei da leitura? Vou contar para vocês

Escrita envolvente:
Toda vez que leio um livro da Colleen Hoover, me vejo surpresa com o quanto ela me prende na história. Mesmo com os acontecimentos perturbadores do livro, eu simplesmente não conseguia parar de ler, porque estava curiosa para saber o que aconteceria a seguir.
A escrita dela é dinâmica e não permite que o leitor se sinta entediado em momento algum. Além disso, a capacidade da autora de fazer o leitor se sentir no lugar dos personagens foi fundamental para deixar a leitura mais instigante. É como se, assim como a protagonista Lowen, nós também nos sentíssemos profundamente atraídos pelos mistérios da Verity.
Além disso, dá para sentir o clima de tensão presente em todo o livro. É como se estivéssemos dentro daquela casa cheia de segredos junto com a Lowen. Confesso que, no lugar dela, eu não teria ficado nem um dia lá dentro. Porém, também não consegui parar de ler o livro.

Personagens complexos
Não espere encontrar personagens perfeitos ou agradáveis em Verity. Esse é um daqueles livros em que desconfiamos de todos e ninguém é bonzinho. Sendo sincera, eu desconfiava até da criança. Mas isso não significa que eles sejam planos, sem nenhum tipo de dualidade.
Ao contrário, por mais que eu não confiasse em nenhum deles e percebesse algum comportamento no mínimo questionável em todos, também percebi humanidade neles. Em maior ou menor escala, todos eles têm seus momentos de sofrimento ou que pelo menos demonstram ter algum tipo de sentimento. Então, por mais que não tenha simpatizado com nenhum, senti que todos os personagens eram reais e complexos, daqueles que se tornam interessantes de acompanhar mesmo quando suas atitudes são condenáveis e até repugnantes.

Trama bem construída
Eu acho que o grande mérito de Verity foi a forma como a Colleen Hoover escolheu narrar a história. Ela alterna entre o passado e o presente de forma que, quanto mais descobrimos sobre a história da Verity, mais assustador se torna acompanhar o presente. Cada novo capítulo da biografia de Verity traz revelações perturbadoras que deixam Lowen mais desconfiada de que algo de muito errado estava acontecendo naquela casa. E a todo momento, acontecia uma situação para reforçar essa impressão e dar um clima de tensão para a história.
Deste modo, a trama se desenvolve de uma maneira dinâmica e que envolve o leitor. Os momentos em que Lowen estava lendo a autobiografia de Verity eram envolventes pelas revelações que traziam, por mais perturbadoras que fossem. Já os momentos no presente eram tão cheios de tensão que eu não queria largar o livro porque precisava saber o que ia acontecer. Ou seja, é daqueles livros que a trama foi desenvolvida pensando em prender a atenção do leitor da primeira à última página. Tédio é uma palavra que definitivamente não está presente em Verity.

Final bombástico
Claro que um bom thriller precisa de um final daqueles que deixam o leitor chocado né? Pois Colleen Hoover trouxe um que vai fazer muita gente ficar pensando nesse livro por muito tempo depois de ter terminado. Ela basicamente joga a bomba e sai correndo, e o leitor que lute para chegar à uma conclusão.
Sei que tem muita gente que não gosta de desfechos assim, mas eu adorei. Criei várias teorias e fiquei tentando juntar as peças do quebra-cabeça. Agora já tenho a minha teoria sobre essa história, mas confesso que adoraria uma continuação para saber se acertei. Será que a Colleen escreveria?

Mas agora quero saber de vocês: quem já leu Verity? Quero saber se vocês ficaram curiosos para ler e, de quem já leu, o que acharam? Me contem aí nos comentários, mas evitem falar sobre o final para não dar spoiler para quem não leu.


Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Tradução: Thais Britto
Páginas: 320
Exemplar recebido de parceria com a editora
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “O amor é capaz de superar a pior das verdades?Verity Crawford é a autora best-seller por trás de uma série de sucesso. Ela está no auge de sua carreira, aclamada pela crítica e pelo público, no entanto, um súbito e terrível acidente acaba interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história... E é nessa complexa circunstância que surge Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros restantes da já consolidada série. Para que consiga entender melhor o processo criativo de Verity com relação aos livros publicados e, ainda, tentar descobrir seus possíveis planos para os próximos, Lowen decide passar alguns dias na casa dos Crawford, imersa no caótico escritório de Verity – e, lá, encontra uma espécie de autobiografia onde a escritora narra os fatos acontecidos desde o dia em que conhece Jeremy, seu marido, até os instantes imediatamente anteriores a seu acidente – incluindo sua perspectiva sobre as tragédias ocorridas às filhas do casal. Quanto mais o tempo passa, mais Lowen se percebe envolvida em uma confusa rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire sua própria posição no jogo psicológico que rodeia aquela casa. Emocional e fisicamente atraída por Jeremy, ela precisa decidir: expor uma versão que nem ele conhece sobre a própria esposa ou manter o sigilo dos escritos de Verity?”

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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