[Resenha] Tempestade de Guerra

11 de jun de 2018

Autora: Victoria Aveyard
Páginas: 702
Editora: Seguinte
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “No aguardado desfecho da série A Rainha Vermelha, descubra qual poder sairá vencedor depois que a tempestade de guerra passar. A autora do livro, Victoria Aveyard, virá ao Brasil para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2018. Mare Barrow aprendeu rápido que, para vencer, é preciso pagar um preço muito alto. Depois da traição de Cal, ela se esforça para proteger seu coração e continuar a lutar junto aos rebeldes pela liberdade de todos os vermelhos e sanguenovos de Norta. A jovem fará de tudo para derrubar o governo de uma vez por todas — começando pela coroa de Maven. Mas nenhuma guerra pode ser vencida sem ajuda, e logo Mare se vê obrigada a se unir ao garoto que partiu seu coração para derrotar aquele que quase a destruiu. Cal tem aliados prateados poderosos que, somados à Guarda Escarlate, se tornam uma força imbatível. Por outro lado, Maven é guiado por uma obsessão profunda e fará qualquer coisa para ter Mare de volta, nem que tenha que passar por cima de tudo — e todos — no caminho.”

Olá, pessoal! Como vocês estão? Hoje eu resolvi trazer uma resenha que venho postergando há alguns dias, pois foi uma leitura que despertou sentimentos bastante conflituosos em mim. Como explicar um livro que foi o seu favorito de uma série e, ao mesmo tempo, o que mais te frustrou? São dois sentimentos quase opostos, mas ambos se aplicam ao que eu senti lendo Tempestade de Guerra, o quarto e último volume (será mesmo?) da série A Rainha Vermelha. Nele, a autora Victoria Aveyard proporcionou alguns dos melhores momentos da saga, porém, pecou seriamente em alguns aspectos que não poderia.
Antes que vocês se preocupem, essa resenha não terá nenhum spoiler de Tempestade de Guerra. Porém, por se tratar do quarto livro de uma série, será inevitável falar sobre acontecimentos dos livros anteriores. Portanto, se você não leu os três primeiros volumes, é melhor parar a leitura por aqui. Mas, se vocês quiserem, vou deixar o link para as resenhas dos livros anteriores no final do post.
Em Tempestade de Guerra, vemos a história exatamente do ponto em que paramos no livro anterior. Cal optou por lutar por sua coroa, o que o separa de Mare e coloca novamente comprometido com Evangeline. Porém, antes de terem seus caminhos separados, eles têm que enfrentar um inimigo comum: Maven. Assim, é formada uma instável aliança entre os prateados favoráveis a Cal, a Guarda Escarlate e Monfort, todos com o objetivo de tirar Maven do trono.
No entanto, essa aliança é bastante frágil e pode se romper a qualquer momento. As casas Samos e Lerolan pretendem derrotar o jovem rei e colocar Cal em seu lugar, porém, a Guarda Escarlate já afirmou que os vermelhos não aceitarão um novo rei prateado. Além disso, Monfort é a prova de que um país pode ser organizado de maneira democrática, sem que prateados e vermelhos sejam colocados uns contra os outros, e os seus governantes também deixam claro que não irão apoiar uma monarquia em Norta. Assim, Cal tem consciência que, mesmo se vencer o irmão, não terá um reinado fácil.
Enquanto isso, Mare segue firme em sua posição junto a Guarda Escarlate. Ela não está disposta a se curvar para um novo rei, mesmo que ele seja Cal. Isso não significa que seja fácil para ela se colocar contra o homem que ama ou aceitar o fato de que ele a trocou pela coroa. No entanto, por um tempo, ela e Cal terão que lutar lado a lado para que impedir que Maven continue no trono, até chegar o momento de se afastarem definitivamente. Porém, eles irão descobrir que há outros inimigos nessa guerra e que as ameaças podem vir de onde menos esperam.


Bom, eu preciso dizer que amei esse livro desde a primeira página. Ao contrário de A Prisão do Rei, Tempestade de Guerra não demora para começar de fato e temos ação desde o início. Aliás, de todos os livros da série, achei que esse é o que equilibra melhor as cenas de batalha, com a parte política e, até mesmo, o romance. Nenhum desses elementos ocupa mais espaço do que deveria na trama e são todos bem desenvolvidos pela autora.
Outro ponto que achei positivo é que, ao contrário do que eu imaginava, esse livro não tem enrolação. Quando vi que o livro teria 700 páginas, tive muito receio de que a autora fosse ficar inventando coisas para aumentar a história. No entanto, o livro justifica o seu tamanho e todos os acontecimentos são necessários para a trama.
“– Acho que o amor pode ser explorado, usado para manipular. É uma vantagem. Mas nunca chamaria amar alguém de fraqueza. Acho que viver sem amor, sem nenhum tipo de amor, é uma fraqueza. E a pior escuridão de todas.”
Desta forma, o enredo se desenvolveu de maneira realmente envolvente. Há uma tensão constante e eu estava sempre ansiosa para saber o que aconteceria a seguir. Além disso, a autora não perde tempo com descrições desnecessariamente longas (o que me incomodou um pouco em A Prisão do Rei). A escrita dela está muito mais direta e com isso o leitor fica preso nos acontecimentos e a leitura flui muito bem.
Outro ponto que gostei bastante é que, finalmente, temos uma evolução concreta dos personagens. Mare se mostra muito mais decidida do que nos livros anteriores e adorei o modo como, apesar de claramente apaixonada por Cal, ela não fraquejou em sua decisão e ainda falou muitas verdades que o príncipe precisava ouvir. Aliás, os diálogos entre os dois e as farpas que trocavam foram uma das coisas que mais gostei no livro.
“– Ele é uma criação tanto quanto eu. Foi feito pelo nosso pai, moldado e partido até se tornar esse muro de tijolos ambulante e falante que você pensava amar. (...) – Cal se esconde por trás desse escudo que chama de dever, mas a verdade é menos nobre. Ele é feito de desejo, igual todos nós. Mas deseja a coroa. O trono. E não há preço que não pague, por mais alto que seja.”
Porém, não pensem mal do Cal. Ele está bem mais interessante nesse livro e mostra um grande amadurecimento ao longo do livro e confesso que gostei muito de ver seu desenvolvimento. Consegui entender melhor as motivações e as dúvidas do Cal e acho que esse é o livro em que finalmente permite que o leitor veja esse personagem como um todo
Mas, mais uma vez, quem roubou a cena foram Maven e Evangeline. Novamente, temos capítulos narrados por Evangeline e a admiração que eu tinha começado a sentir por essa personagem no livro anterior se intensificou. Ela é forte, inteligente e determinada, mas carrega um peso que não imaginávamos até termos sua perspectiva da história.
Já o Maven é o melhor personagem da série. A cada livro fica mais evidente o quanto sua cabecinha é perturbada, mas o fato de isso ser o resultado das manipulações de sua mãe o tornam muito mais interessante de se analisar. Até que ponto existe um menino por traz do monstro que a rainha Elara criou? Será que as escolhas que ele fez eram dele mesmo ou de sua mãe? São questões difíceis de responder e que o tornam um personagem tão complexo e bem construído. Assim, ele é um vilão que tem várias faces a serem analisadas, o que, associado com o seu carisma, fez com que eu terminasse a leitura completamente apegada a ele. Sabe aquele personagem que nós amamos odiar? Então, é o Maven.
“Meu único medo agora é perder o trono e a coroa, a razão de toda essa miséria e tormenta. Não vou me destruir em vão. Não vou deixar que tudo tenha sido por nada.”

Vocês já devem estar se perguntando como eu posso dizer que achei esse o livro mais frustrante da série, se eu claramente amei a leitura. A questão é que, durante praticamente todo o livro, eu estava achando este o melhor da série e, quando cheguei ao final, o tombo foi grande. À medida que eu lia, minha expectativa foi ficando cada vez maior e, quando o desfecho ficou muito aquém do que eu esperava, a decepção foi enorme.



Mas, por que o final foi tão ruim? Uma das coisas que me incomodaram é que fiquei o livro todo esperando uma grande reviravolta e, apesar de ter um ou outro acontecimento no livro que eu não esperava, nada que tenha o impacto que senti nos dois primeiros volumes. No entanto, a grande decepção é que a autora levantou várias questões ao longo da série, especialmente nesse último livro, e praticamente nenhuma delas foi respondida.
“Esse mundo é uma tempestade que ajudei a criar. Todos ajudamos, em maior ou menor proporção. Com passos que não podíamos calcular, por caminhos que jamais imaginamos caminhar.”
O desfecho deixa tantas pontas soltas que, se não tivesse um epílogo, eu acharia que meu exemplar estava faltando páginas. Soube que Victoria Aveyard já afirmou que escreverá algumas histórias que serão publicadas para explicar o que aconteceu com alguns personagens (alguns contos, como em Coroa Cruel). Não apenas considero isso insuficiente (para responder tantas questões seria necessária uma continuação de fato e não só alguns contos), como não muda o fato de que o final foi totalmente insuficiente e vago, como se tivesse parado no meio da história. Se Tempestade de Guerra está sendo vendido como o último volume da série, o mínimo que se esperava é que ele respondesse às questões principais e não fizesse com que o leitor precise comprar novos livros para ter suas dúvidas respondidas.
Além disso, há ainda dois graves problemas. Um deles é que uma das cenas mais importantes de toda a série foi escrita de uma maneira confusa e que não teve metade do impacto que deveria ter, além de ainda dar margem para dúvidas em relação ao destino de uma certa pessoa central na história.  Outro problema é uma decisão incoerente de Mare que resulta no epílogo mais sem sentido e desnecessário que já li.
Deste modo, eu que defendi a série A Rainha Vermelha desde o primeiro livro, fui da euforia à decepção com este (suposto) último volume. Tempestade de Guerra foi uma leitura que superou minhas expectativas em tantos aspectos, especialmente no que diz respeito ao enredo e ao desenvolvimento dos personagens, que não posso dizer que não foi uma boa leitura. Porém, a decepção com o final foi grande e, caso Victoria Aveyard resolva mesmo publicar um novo livro para esta série, não terei o mesmo entusiasmo para ler.
E vocês, já leram Tempestade de Guerra? Me contem aí nos comentários o que acharam e qual a opinião de vocês sobre esta série.

Resenhas anteriores:
A Rainha Vermelha - aqui
Espada de Vidro - aqui
A prisão do Rei - aqui

21 comentários:

  1. Oi Maluzinha, infelizmente essa é uma série que nao tenho interesse de ler justamente por isso, a autora parece criar tanta expectativa, os leitores se animam taaaanto, e ai quando vemos o tombo é grane demais, nao sei se tenho maturidade pra isso.

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  2. Oie,
    essa é uma série que passo longe, sempre que vejo um livro da série A Rainha Vermelha prefiro nem ler. Acho esse livro muito semelhante A Seleção, em tudo sabe?
    Uma coisa que gostei da sua resenha foi que você disse que esse livro os personagens começam a ter evolução, achei legal, afinal de contas isso é essencial na obra

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  3. Oii tudo bem ?
    Confesso q tentei ler essa serie n consegui mais acho q n era o momento certo
    Esse ano irei tenta de novo quem sabe eu gosto mais confesso q estou com um pouco de medo se vou gostar ou não.

    Bjs

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  4. Olá!
    Já li algumas resenha sobre essa série, algumas positivas outras não, mas ela nunca me atraiu ( na verdade, tbm evito séries) .
    Tenho um amigo que fala maravilhas e sempre me pressiona a ler rs
    Que chato pra vc que começou bem e depois só insatisfação , esse é um dos motivos de eu evitar série!
    Parabéns pela resenha! Bjs

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  5. Olá Malu! Poxa que pena que o final estragou tudo pra você.. Isso é algo realmente frustrante e que decepciona qualquer leitor, ainda bem que durante a leitura do livro vc conseguiu se sentir entusiasmada com a leitura.
    Acho um absurdo o final ter ficado tantas pontas soltas e obrigar o leitor a recorrer á um livro que responda as questões de um livro que deveria ser completo.. Já estou com medo de começar a série haha..

    Tenho os 3 primeiros livros mas ainda não li, espero gostar!
    A resenha esta incrível e as fotos lindas <3

    Beijos,
    Conta-se um Livro

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  6. EU TE ENTENDO!!!!
    Gente que final foi esse??? Eu estou tão decepcionada que não consigo por em palavras. Minha resenha está muito semelhante a sua (ela vai ao ar na sexta) e eu fiquei na mesma que você. Defendi a série com unhas e dentes pra chegar nesse final e ficar Q???
    Victória pisou muito na bola com esse final. Ela tinha a faca e o queijo na mao, e não aproveitou ;-; gostaria muito que ela voltasse atrás e dissesse que vai ter um quinto. Mas devido aos acontecimentos finais acho bem improvável.

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  7. Oi Malu, que livrão!!!! E mesmo assim ficaram pontas soltas?!?! Que bom que o epílogo ajuda. Eu até queria ler esta série, mas achei que ela está ficando grande demais, não sei se consigo no momento.
    Bjos
    Vivi
    http://duaslivreiras.blogspot.com/

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  8. Olá! Confesso que dei uma puladinha no resumo do livro, pra ler mesmo as suas impressões sobre ele e fiquei bem triste em saber que o final deixou tanto a desejar e com tantas pontas soltas. Sendo o último, não era pra ficar nenhum ponta solta. É realmente frustrante e triste. Confesso que até me desanimei para conhecer a série...
    Mas sua resenha ficou maravilhosa e agradeço sua sinceridade!
    Abraços

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  9. Oiii Malu

    Eu tenho muito MEDO desse livro. Já tenho aqui em casa mas ele me intima demais....haha, medo de a autora me decepcionar no final, medo de ficar tudo no óbvio... sei lá, esse é um trauma que carrego comigo desde Convergente da Veronica Roth....rsrs
    Entendo isso de gostar e ao mesmo tempo se sentir defraudada de alguma maneira, sempre tem certos pontos que não convencem (mas deveriam convencer porque a Aveyard tinha vários elementos incríveis em mãos). Me alegra saber que o livro tem bastante reviravoltas e uma história eletrizante, isso ajuda a maneter o leitor nas suas mais de 700 páginas.

    Beijos


    www.derepentneoultimolivro.com

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  10. Olá
    Não li nenhum dos livros, não tive boas indicações e acabei deixando de lado. Sobre esse livro , quarto(será?) da série, uma amiga esta dividida tambem, ainda não falou comigo sobre a litura, ainda esta decidindo o que achou kkkkk.
    adorei as fotos .
    Bjus

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  11. Olá, que bom saber que esse número de páginas não foi só encheção de linguiça, eu só li o primeiro livro e o fato de não ter só três volumes como foi dito na época me desanimou um pouco de continuar a série. Pena que esse desfecho não foi tão bom.

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  12. Olá!
    Confesso que li por cima apenas a sua resenha pois estou finalizando A Prisão do rei e A tempestade já está na minha estante.
    Fiquei sabendo das pontas soltas, mas também vi que a autora iria trazer alguns contos sobre isso, não sei até que ponto isso é bom, pois com um livro desse tamanho daria pra finalizar toda a trama, mas não sei o que acontece com autores que não sabem a hora de fechar um ciclo. Enfim, vou ler sem muitas expectativas.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  13. Vou te confessar que só li metade da sua resenha, pois só li o primeiro livro da série, então não queria saber o que iria acontecer nos livros seguintes (o dois e o três).
    Eu tenho a impressão que séries como A Rainha Vermelha (aqui incluo Jogos Vorazes, Divergente, e por ai vai) acabam nos decepcionando porque os primeiros livros nos dão uma expectativa muito grande, que não é suprida nos livros seguintes, por diversos motivos como falta de preparo dos próprios escritores (aqui quero dizer que eles muitas vezes não pensam direito na história antes além de terem que escrever contra o tempo e isso acaba deixando muitas pontas soltas).
    Uma pena que você tenha se decepcionado tanto com a série - me tirou um pouco a vontade de continuar lendo :'(

    Beijos,
    www.degradeinvisivel.com.br

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  14. Eu sou louca para ler os livros dessa série e adorei ver a sua opinião sincera sobre esse volume. Eu acredito que a série vá me agradar, mas já vou começar a ler sem tantas expectativas sobre o que encontrar pela frente.

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  15. Eu li o primeiro livro, mas não fiquei conectada com a história. Que bom que você disse que o grande personagem dessa série é Maven. No primeiro livro eu vi isso. Achei ele muito interessante. Cheio de dualidades. Cal, para mim, não foi nada interessante. Adorei ler sua resenha e saber como finaliza a série. Ou não termina hahaha

    Beijos

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  16. Olá! Você tem que perdoar, mas li sua resenha muito superficialmente! Não li nenhum livro dessa série ainda, e tenho tomado muito cuidado pra não ficar sabendo de nada que possa estragar minha expectativa quanto aos livros. Muitas pessoas adoram a série, uma amiga minha ama, e eu quero iniciar a leitura sem grandes prejuízos. Uma pena que você tenha se decepcionado com este último livro. Obrigada pela resenha!

    Bjoxx ~ www.stalker-literaria.com

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  17. Eu li o primeiro livro e fiquei fascinada pela história. E o baque foi grande com a traição e tudo mais. Foi uma leitura que me tirou o fôlego, e eu preciso muito ler o segundo livro logo. Que pena saber que o final foi decepcionante. É realmente muito ruim quando isso acontece.
    beijos

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  18. Olá Malu, eu quero muito ler essa série pelos seus comentários os livros anteriores e o desenvolvimento desse estavam muito bons e por isso é uma pena que a autora tenha deixado tantas pontas soltas nesse suposto último livro =/

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  19. Oiee Malu ^^
    Menina, senti a mesma coisa que você! Eu amei esse livro em comparação aos outros, adorei o desenvolvimento e amadurecimento dos personagens - Mare foi incrível, Cal surpreendeu, Evangeline roubou a cena e Maven...o que dizer? -, a leitura foi envolvente e as cenas das batalhas incríveis, mas aquela cena, EU NÃO ENTENDI FOI NADA! Gente, fiquei confusa e não gostei kkkk' sem contar o epílogo. Nossa, eu estava esperando uma mega reviravolta e tudo aconteceu da maneira mais boba. Sem contar que só acho que a Mare deveria ter tido um papel muito mais importante no final, né?
    MilkMilks ♥
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

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  20. Oi, Malu!
    Eu tive interesse na época que o primeiro saiu, mas quando soube que os livros se estenderiam, desanimei mesmo. Distopia já não é o meu gênero preferido, ainda que tenha sido épocas em que gostava de ler e tenha sim alguns livros do gênero que gosto, poucos, mas tenho, só que fazer uma leitura sem ter muita certeza de gostar é meio complicado, e quando vi críticas aos primeiros livros não fiz questão mesmo. Bom saber que nesse último as 700 páginas são justificadas, realmente vi pessoas sendo intimidadas pelo tamanho e o questionando se era necessário, e que bom que nesse caso deu certo, mas uma pena que, aparentemente, mesmo essas 700 páginas não tenham sido suficientes para explicar o que não foi respondido e dar um final mais concreto ao enredo. Chato isso da autora apenas justificar que vai escrever contos adicionais; quer dizer que até para saber o final de algo e ter as respostas sanadas o leitor tem que desembolsar mais dinheiro além do dado ao último livro da série? É, agora que desanimei mesmo dessa história, infelizmente. Mas gostei da resenha assim mesmo.
    Beijos!

    ♥ Sâmmy ♥
    ♥ Sonhando aos Vinte ♥

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  21. Eu li o primeiro livro da saga e parei nele mesmo porque me incomodei com muitas coisas no enredo. A começar, tem muita coisa parecida com outros livros como Jogos Vorazes e Game of Trhons. Depois achei a protagonista muito chata. Isso acabou me desanimando para seguir com os outros livros.
    beijos

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