Tag SIM SIM SIM



Olá, pessoal! Como vocês estão? Hoje eu vim trazer uma tag que eu já estava querendo responder aqui há algum tempo e que, essa semana, a Quel do @queliivro me marcou. É a tag SIM SIM SIM, que foi criada pela booktuber Melina Souza. Para quem ainda não conhece, vou deixar o vídeo original da tag no canal da Melina aqui.
Basicamente, essa tag consistem em falar livros ou aspectos relacionados a livros que você gosta muito. Por isso, já podem ficar despreocupados que hoje não terá polêmica (eu espero) e não vou falar de nenhum livro que não gosto. É, em resumo, uma tag cheia de amor.

1 – Final de livro SIM SIM SIM: Um final de livro que você amou muito, ou que te deixou inspirada.
Para essa pergunta, eu escolhi um livro que teve um dos finais mais completos e bem construídos que já li: A heroína da alvorada, da Alwyn Hamilton. Como eu disse na resenha aqui, gostei do livro como um todo, desde a primeira página, mas o final foi lindo, bem amarrado, escrito com muita sensibilidade e que fez jus a tudo que tinha sido construído desde o primeiro volume da trilogia.

2 – Protagonista SIM SIM SIM: Um personagem principal que você adora
Eu poderia citar uma lista enorme de protagonistas que eu adoro ou que admiro por algum motivo, mas tem uma que se destacou esse ano: a Nix, de The girl fromeverywhere. Ela é uma protagonista esperta, determinada, corajosa e que, apesar de carregar uma carga pesada para sua idade, se mostra generosa e altruísta.

3 – Série de livros SIM SIM SIM: Uma série de livros que você adora
Acho impossível escolher só uma, porque tenho várias séries que moram no meu coração. No entanto, para não responder Harry Potter que é a escolha mais óbvia, então, vou para a minha segunda favorita: Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare. Foi através desses livros que eu me encantei com a escrita da Cassandra e com o universo que ela criou.

4 – Casal SIM SIM SIM: Um casal que você gostou tanto que torceu para eles existirem no mundo real.
Eu arrumo casais para torcer em quase todos os livros que eu leio, então, dá para imaginar o quanto essa escolha é difícil. Porém, se tem um casal que eu queria muito que existisse na vida real é a Fani e o Leo, de Fazendo meu filme. Essa série foi uma das que mais me marcaram justamente por causa da fofura desses dois protagonistas. É impossível não torcer por eles.

5 – Plot Twist SIM SIM SIM: Uma virada de mesa que te agradou muito
Se tem uma coisa que eu amo, é uma boa reviravolta e poderia citar várias que me deixaram de queixo caído. No entanto, duas foram muito especiais, porque me emocionaram e deram um toque muito especial à trama. Óbvio que não vou dar spoiler e contar aqui quais foram, então, basta dizer que foram nos livros A Traidora do Trono e A Heroína da Alvorada.

6 – Decisão de protagonista SIM SIM SIM: Uma escolha que você viu a personagem fazer e que você teria feito igual.
Não sei por que, sempre me marcam mais as atitudes de protagonistas que me irritam. No entanto, eu gostei muito das decisões da Lia em The beauty of darkness. Aliás, eu admirei essa personagem durante toda a trilogia As Crônicas de Amor e Ódio. Mas teve uma decisão específica no terceiro livro que me deixou muito orgulhosa e que eu teria feito exatamente a mesma coisa no lugar dela.

7 – Gênero SIM SIM SIM: Um gênero que você ama ler
Mesmo se você não acompanha o blog, acho que só de prestar atenção nas minhas respostas já dá para saber qual é o meu gênero favorito: fantasia. Por mais que eu goste de romances de época, chick-lits e, às vezes, até suspense, são os livros de fantasia que reinam absolutos nas minhas leituras.

8 – Um clichê de trama SIM SIM SIM: aquela coisinha que está em tudo que é história e mesmo assim você ama.
Eu sempre acreditei que não há problema em um livro ser clichê, desde que ele seja bem construído. E se tem um que aparece em vários livros e eu adoro é o do casal que se odeia desde o início, mas com a convivência vão se apaixonando. Para começar, esse clichê é o oposto do “instalove” (que me irrita profundamente). Além disso, geralmente, esses romances envolvem muitas discussões hilárias entre os protagonistas, tornando a leitura muito mais divertida.

9 – Recomendações SIM SIM SIM: Uma recomendação que você recebe muito e que quer muito ler.
Eu quase respondi aqui Corte de Espinhos e Rosas, porque já perdi as contas de quantas pessoas me recomendaram esse livro. Porém, eu já comecei a ler, então, não conta. Então, resolvi citar uma outra recomendação que eu sempre recebo e que pretendo ler em breve: A fúria e a aurora, da Renée Ahdieh.

10 – SIM SIM SIM. Mania de escrita: Algum autor que um autor ou autores fazem que você adora.
Essa é a pergunta mais difícil para mim, porque eu nunca parei para pensar muito nas manias de escrita dos autores. Porém, eu adoro quando eles colocam trechos de músicas/ filmes/ séries/ livros no início de cada capítulo. Acho que sempre dá um toque especial no livro e já peguei várias indicações em livros assim. Por exemplo, comecei a assistir Gilmore Girls por causa do livro Minha vida fora de série, da Paula Pimenta.

11 – Livro SIM SIM SIM: Um livro que você acha que todo mundo deveria ler
Não preciso nem explicar muito, mas acho que todo mundo deveria ler O ódio que você semeia, da Angie Thomas. Postei resenha sobre ele aqui no blog e é um livro que eu não perco a oportunidade de recomendar. Ele traz um tema extremamente importante e que precisa ser discutido, tirando o leitor de sua zona de conforto e trazendo uma perspectiva muito realista de um problema muito sério da nossa sociedade.

12 – Vilão SIM SIM SIM: Um vilão que você gostou tanto que torceu por ele
Eu nunca cheguei a torcer por um vilão, porém, o mais perto que já cheguei disso foi com o Sebastian, de Os Instrumentos Mortais. Ele é um personagem que, por mais perturbada que seja a sua mente, ainda consegue ser carismático e até divertido, e roubando a cena sempre que aparece. 

13 – Autor SIM SIM SIM: Um autor que você se encantou logo no primeiro livro lido.
Aqui não tem como, vou trapacear e citar cinco autoras, porque todas elas me conquistaram logo no primeiro livro delas que eu li e, hoje em dia, eu leria até a lista de supermercado delas, caso resolvessem publicar. Estou falando, obviamente, de J. K. Rowling, Cassandra Clare, Colleen Hoover, Sarah J. Maas e Alwyn Hamilton.

E aí, o que acharam das minhas escolhas? Foi uma delícia responder essa tag, porque me permitiu relembrar várias leituras que eu amei e características que eu sempre gostei em livros. Mas agora, quero saber a opinião de vocês e o quais seriam as suas escolhas. Então, não deixem de me contar aí nos comentários.
E, caso tenham se interessado por algum dos livros citados, não deixem de usar este link de compra na Amazon, pois ajudam muito o Dicas de Malu.

[Resenha] Uma proposta e nada mais

 Autora: Mary Balogh
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Após ter tido sua cota de sofrimentos na vida, a jovem viúva Gwendoline, lady Muir, estava mais que satisfeita com sua rotina tranquila, e sempre resistiu a se casar novamente. Agora, porém, passou a se sentir solitária e inquieta, e considera a ideia de arranjar um marido calmo, refinado e que não espere muito dela. Ao conhecer Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome: ganhou seu título em reconhecimento a feitos na guerra. Após a morte do pai, um rico negociante, ele se vê responsável pelo bem-estar da madrasta e da meia-irmã, e decide arranjar uma esposa para tornar essa nova fase menos penosa.Hugo a princípio não quer cortejar Gwen, pois a julga uma típica aristocrata mimada. Mas logo se torna incapaz de resistir a seu jeito inocente e sincero, sua risada contagiante, seu rosto adorável. Ela, por sua vez, começa a experimentar com ele sensações que jamais imaginava sentir novamente. E a cada beijo e cada carícia, Hugo a conquista mais – com seu desejo, seu amor e a promessa de fazê-la feliz para sempre.”

Olá, leitores e leitoras! Vocês que acompanham o blog sabem que eu tenho me rendido cada dia mais aos romances de época. E, quando se trata desses livros, a editora Arqueiro é uma especialista no assunto. Por esse motivo, sempre fico curiosa para conferir os livros do gênero publicados por ela e não foi diferente com Uma proposta e nada mais, da Mary Balogh, que foi lançado no Brasil esse ano.
Primeiro volume da série O Clube dos Sobreviventes, este livro contará história de Gwendoline, a jovem viúva de um lorde inglês, que passou sete anos após a morte de seu marido sem planejar se casar novamente. No entanto, depois de tanto tempo sozinha, ela começa a cogitar encontrar um marido calmo, gentil, com quem possa ter uma vida tranquila e agradável, diferente de seu primeiro casamento.
No entanto, em um dia de caminhada onde se sente especialmente sozinha, Gwendoine sofre um acidente e é resgatada por Hugo Ernes, lorde de Trentham, um cavalheiro que não poderia estar mais distante do marido que ela imaginava. Tendo recebido o seu título por conquistas que teve em batalha, Hugo não é um nobre de nascença e nunca procurou ser um cavalheiro. Sempre carrancudo e com maneiras muito grosseiras, ele deseja encontrar uma esposa para ajudá-lo com sua irmã e atender o desejo de seu pai que queria que ele se casasse e deixasse os negócios da família para seu futuro filho.
“– Que diabo tenho que fazer? Não sei nada sobre fazer a corte. Ela sorriu, divertindo-se pela primeira vez em muito tempo. – Tem mais de 30 anos. Já era hora de ter aprendido.”
Como ambos estavam considerando a possibilidade de casar, seria de se imaginar que veriam um no outro uma possibilidade. Porém, tudo que Hugo não quer é se casar com uma aristocrata. Ele quer uma esposa de seu próprio meio, que possa aceitar sua família e uma vida mais tranquila, sem a agitação da alta sociedade. Por ouro lado, Gwen deseja um cavalheiro gentil e tranquilo, tudo o que Hugo está longe de ser. Mas e se, contrariando o bom senso de ambos, uma inesperada atração surgisse entre ele. Será que seriam estariam dispostos a superar as diferenças entre seus mundos para encontrar uma possibilidade de felicidade juntos?


A primeira coisa que preciso dizer sobre esse livro é que, por mais que a sinopse não deixe isso claro, esse não é um romance de época igual a muitos que vemos por aí. E, o principal motivo para isso são os próprios protagonistas. São dois personagens densos, cheios de traumas e marcas da vida que os tornam muito mais reais. Aliás, ambos foram construídos de uma forma que foge bastante dos padrões de romances de época.
Tanto a Gwen quanto o Hugo são personagens mais maduros do que estamos acostumados a ver nesses livros, não só por sua idade (os dois já têm mais que 30 anos), mas por um passado difícil que acabou moldando a personalidade deles. Além disso, é interessante ver como cada um deles lida com seus demônios e a forma como a autora deixa claro que, mesmo com o tempo, eles ainda tinham muito que superar.
Assim, vemos em Gwen uma mulher que tem marcas físicas e emocionais de seu passado, mas que aparenta ter lidado bem com isso e se mantido otimista. No entanto, ao longo do livro, é possível perceber que o sofrimento que ela carregava ainda era grande demais. Assim, é interessante vê-la aprendendo a olhar para si mesma e encarando seus traumas para poder seguir em frente de verdade. Além disso, mesmo quando se sente mais frágil e solitária, Gwen não deixa de se mostrar uma mulher forte, determinada e que vai em busca de sua felicidade.

“– Mas e a solidão? Por quanto tempo ficaria à espreita, esperando o momento certo para o ataque? Sua vida era mesmo tão vazia quanto parecia naquele momento? Tão vazia quanto aquela praia vasta e inóspita?”


E o que dizer do Hugo, que com seu jeito grosseiro e emburrado esconde um coração gentil e marcado pela guerra e pela culpa? A postura rígida e pouco cavalheiresca de Hugo se deve tanto aos arrependimentos que tem quanto às memórias dos horrores que viu e fez na guerra. Ele ainda é assombrado pela culpa e pelo senso de responsabilidade, o que acabou se refletindo em sua personalidade e no modo como ele se enxerga e às pessoas a sua volta. Assim, apesar de querer bater nele por sua insistência em não querer se envolver com alguém da aristocracia, eu tinha vontade de colocá-lo no colo quando pensava em tudo que ele passou.
“Ele tinha um título. Era rico. Porém trabalhava na fazenda e cultivava a própria horta. Porque gostava. E também porque oferecia alguma redenção pelo fato de ter passado anos na guerra matando e permitindo que os próprios homens fossem mortos. Não era o ex-oficial endurecido e frio que ela imaginara quando se conheceram. Ele era... um homem.”
No entanto, preciso confessar que, por mais que tenha amado os dois protagonistas, o romance demorou a me convencer. Eu gostava muito dos diálogos entre Gwen e Hugo, porque eram conversas maduras e que refletiam todo o peso que esses personagens carregavam na alma. Mas parecia que não havia química entre eles e as primeiras cenas mais sensuais acabaram não me convencendo. Porém, apesar de demorar, eu acabei acreditando e torcendo por eles; com a convivência e a forma como ambos foram se ajudando a lidar com seus traumas, o sentimento entre eles foi se tornando mais concreto e real.
Por outro lado, fui rapidamente conquistada pelos amigos de Hugo. Ele faz parte de um grupo composto por outros cinco homens e uma mulher que, de maneiras diferentes, tiveram suas vidas transformadas pela guerra, o Clube dos Sobreviventes que dá origem ao nome da série. À primeira vista, eles têm pouco em comum e apresentam personalidades muito diferentes, mas foram unidos pela dor e se ajudaram nos momentos mais difíceis de suas vidas, formando um vínculo muito bonito de acompanhar. – Sofremos neste lugar – explicou ele.
“– Nós nos curamos neste lugar. Desnudamos nossas almas uns para os outros. Deixar esta casa foi uma das coisas mais difíceis que já fizemos. Mas era necessário para que nossas vidas voltassem a fazer sentido. Uma vez por ano, porém, voltamos para recuperar nossa integridade ou para nos fortalecermos com a ideia de que estamos inteiros.”

Com relação à trama, ela se desenvolve de forma mais lenta do que costuma acontecer em romances de época, mas isso não é algo ruim. Este é um livro que foca mais no desenvolvimento dos personagens do que no romance, permitindo que o leitor vá descobrindo suas camadas aos poucos. A leitura flui bem e se torna envolvente pelos diálogos inteligentes e pelo carisma dos protagonistas.



A escrita de Mary Balogh é leve e eficiente. Gostei do ritmo que ela imprimiu na trama e o modo como ela consegue apresentar a sociedade e os costumes da época, sem exagerar nas descrições. Além disso, ela conseguiu dar profundidade aos seus personagens, até mesmo os secundários, e trazer reflexões a partir das situações vividas por eles.
Não posso deixar de falar também da edição, que está incrível. Achei a capa linda e com um tom mais sobreo, que combina com a história. Além disso, como sempre a Arqueiro adotou páginas amareladas e um bom tamanho de fonte e espaçamento, que deixam a leitura mais confortável. E, com relação à revisão, está impecável.
Deste modo, Uma proposta e nada mais é um romance de época diferente da maioria dos livros do gênero, mas que não deixa de ser uma leitura leve e envolvente. Com personagens mais complexos do que eu esperava, me encantei pela jornada pessoal deles ainda mais do que pelo romance. Assim, terminei a leitura apaixonada pelo casal principal, mas tocada pelas reflexões que encontrei. Recomendo para todos que adoram o gênero, mas que estejam procurando uma leitura diferente e mais madura.

[Dica de Filme] A Barraca do Beijo



Olá, pessoal! Como vocês estão? Na cidade de vocês o friozinho já começou? Na minha, as temperaturas caíram bastante e eu resolvi aproveitar o tempinho preguiçoso nesse domingo para fazer algo que eu não fazia há muito tempo: assistir a um filme. Nos últimos dias, vinha reparando que várias pessoas estavam indicando um lançamento da Netflix chamado A Barraca do Beijo e ontem resolvi finalmente dar uma chance. Então, aproveitando que já vinha querendo trazer mais indicações de filmes e séries aqui no blog, resolvi começar a semana já contando o que achei deste.


Elenco: Joey King, Joe Courtney, Jacob Elordy, Molly Ringwald
Direção: Vince Marcello
Ano: 2018
Duração: 1h 45 min
Gênero: Comédia Romântica
Sinopse: Ellie (Joey King) se encontra em um romance proibido depois do seu primeiro beijo com o menino mais bonito da escola. Esse segredo coloca sua relação com seu melhor amigo em risco.

Confesso que eu não esperava muito devido ao seu enredo totalmente clichê. Inspirado no livro A Barraca do Beijo, da autora Bethe Reekles (que publicou o livro no Wattpad quando tinha apenas 15 anos), o filme conta a história de Elle e Lee, dois adolescentes de 16 anos que são melhores amigos praticamente desde o dia que nasceram. A amizade dos dois tinha várias regras, sendo uma das mais importantes delas que Elle nunca se envolvesse com o irmão mais velho de Lee, o Noah. Porém, quando organiza uma Barraca do Beijo para uma festa da escola, Elle não poderia imaginar que acabaria dando o seu primeiro beijo com o menino mais popular da escola e que isso colocaria sua amizade com Lee em risco.
Tem como ser mais clichê? Não, não tem. Porém, a curiosidade por esse filme ter se tornado o mais comentado do momento (juro que tenho visto mais comentários sobre ele do que sobre Vingadores – Guerra Infinita) acabou falando mais alto. E, pasmem, eu entrei para o time dos que amaram e que estão recomendando A Barraca do Beijo para todo mundo.
Há muito tempo eu não via uma comédia romântica adolescente que funcionasse tão bem. Apesar da trama ser batida, a forma como ela foi construída é muito mais interessante do que pensei. Os personagens são extremamente carismáticos e, surpreendentemente reais. Mesmo que alguns estereótipos típicos de filmes adolescentes estejam presentes, eles ainda apresentam uma humanidade que não costumamos ver. Em especial, gostei de perceber que há mais camadas nos três protagonistas do que pensamos a princípio.

Além disso, o filme é muito ajudado pelo elenco. Não são atores tão conhecidos, mas acredito que isso ajuda na construção deles como adolescentes comuns, já que não estão marcados por papéis em outros filmes. Joey King, Joe Courtney e Jacob Elordy vivem, respectivamente, Elle, Lee e Noah, e fazem isso de maneira convincente e cativante. Terminei o filme totalmente encantada por eles e espero vê-los em outros trabalhos.
Vale mencionar também que o filme conta com uma participação especial da atriz Molly Ringwald. Apesar de não fazer tanto sucesso atualmente, ela é mais conhecia por seus papéis em A garota de rosa-shocking, Gatinhas e gatões e O Clube dos Cinco, um dos meus filmes favoritos. Então, para quem também ama esses filmes, foi muito legal vê-la em A Barraca do Beijo.
No entanto, o que me cativou de fato nesse novo sucesso da Netflix é o clima leve e o humor natural na trama. Não se trata de uma daquelas comédias românticas tolas, cheias de piadas sem graça e com um senso de humor cansativo. Ao contrário, A Barraca do Beijo dosa muito bem os momentos mais engraçados dentro da história, fazendo com que eles apareçam de maneira orgânica na trama e sem situações forçadas só para fazer o espectador rir.


De um modo geral, A barraca do beijo não é um filme que vá mudar minha vida ou me trazer reflexões, mas se mostrou uma excelente opção de entretenimento. Consegui entender o motivo de tantas pessoas estarem se rendendo a ele e confesso que terminei de assistir compartilhando do mesmo sentimento. Seus 105 minutos de duração passam rápido, mas acabam deixando o espectador com o coração quentinho e um gosto de quero mais. Sem dúvida, o final em aberto permite a possibilidade de uma continuação e confesso que já estou ansiosa.
E, para quem também se encantou por esse filme ou ainda quer assisti-lo, a editora Astral Cultural ainda deu mais um motivo para aumentar o interesse em torno dele: em junho, o livro A Barraca do Beijo será publicado no Brasil. Assim, além de assistir ao filme, em breve, poderemos conferir a obra que o inspirou. Mas, para quem gosta de ler em inglês, já pode comprar a edição americana aqui.
E vocês, já se renderam ao mais novo queridinho da Netflix? Me contem aí nos comentários se assistiram A Barraca do Beijo e o que acharam. Para quem ainda não viu, vou deixar o trailer desse amorzinho de filme. 


Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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