Motivos para ler: trilogia O Povo do Ar + Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias

 


A trilogia O Povo do Ar, da Holly Black, conquistou os leitores brasileiros nos últimos anos. E agora, a Galera Record irá publicar um novo livro dentro desse universo: Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias. E, se na trilogia acompanhamos a jornada de Jude Duarte, nesse novo livro o leitor tem a oportunidade de conhecer mais sobre Cardan, o filho mais novo do Grande Rei de Eflhame.

Com contos que mostram a infância de Cardan e o que o levou a ser o personagem que Jude encontra em O Príncipe Cruel, Holly Black retorna ao universo de Elhame trazendo novas histórias e também apresentando uma nova perspectiva de acontecimentos da trilogia O Povo do Ar. É uma leitura fundamental para os fãs desse universo e que ganhou uma edição digna do Rei de Elfhame.

O livro vem em uma edição de capa dura, com hot stamping e ilustrações na parte interna. Além disso, quem comprar na pré-venda pode garantir brindes exclusivos: o mapa de Elhame, cards com frases marcantes do livro e um papertoy para montar o Cardan. Não dá para perder né?

E, aproveitando a pré-venda e que eu já tinha lido o livro em inglês, resolvi trazer alguns motivos para vocês conhecerem a trilogia O Povo do Ar e o livro Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias.

 

Universo bem construído

Uma das coisas que mais me marcaram desde que li O Príncipe Cruel é o quanto Holly Black conseguiu construir um universo rico e fascinante, com diversos povos diferentes e uma estrutura social bem definida, além de muitas lendas e elementos mágicos. E a cada livro ela foi inserindo novas camadas e explorando outros aspectos desse mundo – incluindo em Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias – o que fez com que ele se tornasse cada vez mais em interessante.

Além disso, esse universo das fadas criado por Holly Black não está restrito à trilogia e esse livro de contos. Existem outras histórias da autora se complementam dentro desse mundo, incluindo O canto mais escuro da floresta (que saiu pela Galera Record em 2017) e a trilogia The Modern Faerie Tales, que o primeiro livro sairá no segundo semestre também pela Galera Record.


Personagens cativantes e bem construídos

Logo no primeiro volume da trilogia O povo do ar, os personagens já se destacaram para mim. Eles são complexos, cheios de camadas e conflitos e é difícil colocá-los dentro do rótulo de mocinho ou vilão. São personagens imperfeitos, que cometem muitos erros e às vezes são até mesmo cruéis, mas também possuem vulnerabilidades e medos que os tornam muito mais humanos.

E, se isso já faz com que eles sejam interessantes, há ainda uma boa dose de carisma que faz com que o leitor se apegue ainda mais, especialmente no caso da Jude e do Cardan. Eles são protagonistas que despertam o interesse do leitor com facilidade e fazem com que a gente queira sempre saber mais sobre eles.

Em O Povo do Ar, o foco acaba sendo maior no ponto de vista da Jude. Por isso, nada mais justo do que conhecermos mais sobre o Cardan né? Em Como o Rei de Elfham aprendeu a odiar histórias, finalmente temos o ponto de vista dele e é fascinante poder entender o que o levou a ser como é e toda a transformação pela qual ele passa ao longo da trilogia.

 

Trama dinâmica e cheia de reviravoltas

Se você gosta de uma leitura cheia de aventura e ação, com muitas intrigas e reviravoltas, a trilogia O povo do ar definitivamente é para você. Desde o primeiro livro a Holly Black conseguiu me deixar chocada com os vários acontecimentos e as surpresas que ela preparou ao longo da trama. Foi surto atrás de surto até o último livro.

E se você pensa que Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias é diferente, se enganou completamente. Ele é uma leitura tão dinâmica quanto os outros livros dentro desse universo, com histórias cheias de intrigas, aventuras e surpresas.

 

Escrita envolvente

A Holly Black tem um dom para prender a atenção do leitor que é impressionante. Comecei O Príncipe Cruel totalmente sem expectativas e logo nas primeiras páginas ela já me conquistou de uma forma que eu não conseguia parar. E o mesmo aconteceu com os outros dois volumes da trilogia e o livro do Cardan. A Holly sempre sabe exatamente quando inserir as cenas de ação, os momentos mais brutais e os mais fofos, e especialmente as revelações. Com isso, a leitura nunca perde o ritmo ou se torna cansativa, mantendo o leitor preso do começo ao fim.

 

Eu poderia continuar falando sobre esses livros por muito tempo, mas acho que o mais interessante é o leitor ir descobrindo por conta própria o que tem de tão especial nessas obras. Eu me apaixonei mais por esse universo a cada livro e, por mim, a Holly Black pode escrever muitos outros ainda, porque eu não vou me cansar.

Então, agora eu quero saber quem já leu ou quer ler a trilogia O Povo do Ar. E a ansiedade para ler Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias está alta? Eu confesso que já estou contando os dias para ter essa edição linda em mãos.

 

Pré-venda Como o rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias

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Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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