[Páginas e Cenas] O que achei de "Sombra e Ossos"

 


Depois de muita expectativa, Sombra e Ossos está disponível na Netflix desde sexta-feira, dia 23. Lógico que eu já corri para assistir a série no final de semana e hoje vim contar para vocês o que achei. Podem ficar tranquilos, que vai ser só a minha opinião no geral, sem spoilers nem dos livros e nem dá série ok?

Assim como nos livros, em Sombra e Ossos vamos acompanhar a jornada de Alina Starkov, uma jovem órfã que trabalha como cartógrafa no exército real. Durante uma missão para atravessar a Dobra da Sombra, uma faixa de terra dominada pela escuridão e repleta de monstros, ela descobre um poder único: a habilidade de conjurar a luz. A partir daí, ela se torna a esperança do país e dos grisha, mas também um alvo para os inimigos de Ravka.

De um modo geral, eu achei a série foi uma adaptação muito bem feita. Eu senti que a essência do universo e dos personagens foi mantida e que tudo foi pensado para realmente transportar o espectador para aquele mundo criado pela Leigh Bardugo. Então, os cenários, os figurinos e a fotografia, além de lindos, foram totalmente coerentes com as descrições dos livros. Ficou tudo muito parecido com o que eu imaginava e eu adorei.

Com relação aos personagens, a Jessie Mei Li que interpreta a Alina é simplesmente perfeita para o papel e conseguiu me fazer gostar mais da personagem que no livro. Além disso, senti que também desenvolveram melhor o Maly (interpretado por Archie Renaux) e o deixaram pelo menos mais interessante do que na obra original. No entanto, o dono da série (e do meu coração) é o Ben Barnes como o Darking, que na série é conhecido como general Kirigan. Ele conseguiu trazer com perfeição a essência do personagem, e se mostra marcante e imponente em todas as cenas em que aparece.


Imagem de divulgação / David Appleby/Netflix


Mas a série não foca apenas nos personagens da trilogia Grisha. Há também a inclusão de personagens de Six of Crows, uma outra duologia da Leigh Bardugo dentro do mesmo universo. Essa inclusão foi interessante, pois são personagens muito carismáticos e que trouxeram mais dinamismo e humor para a história. Além disso, Freddy Carter, Amita Suman e Kit Young (que interpretam Kaz Brekker, Inej e Jesper, respectivamente) foram escolhas perfeitas, apresentando com muita facilidade os conflitos de seus personagens e fazendo com que eles se tornassem tão importantes para o espectador quanto os protagonistas da série.

Porém, essa adaptação também traz algumas mudanças em relação aos livros da trilogia Grisha. Além da inclusão de personagens de Six of Crows (que nos livros se passa a frente da trilogia Grisha), adiantaram algumas revelações de Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção. Isso me incomodou um pouco porque tirou o impacto que essas reviravoltas teriam mais para frente.

Além disso, senti que essas mudanças, além de desnecessárias, tiraram espaço de outras questões importantes e deixaram alguns pontos mal explicados. Claro que isso pode ser corrigido em uma provável segunda temporada, mas gostaria que algumas coisas tivessem sido mais desenvolvidas agora. E não posso deixar de confessar que queria mais cenas do Darkling com a Alina.

No entanto, apesar dessas ressalvas, eu gostei muito da série como um todo. Ela é dinâmica, envolvente, com ótimas atuações e, principalmente, mantém a essência do universo incrível que a Leigh Bardugo criou. Eu que não sou muito de assistir séries fiquei completamente presa e não conseguia parar de assistir. Além disso, o final deixa um gancho excelente para a segunda temporada e estou confiante que teremos uma renovação. Netflix, nem pense em cancelar essa série hein?

Mas agora quero saber: vocês já assistiram Sombra e Ossos na Netflix? Me contem aí nos comentários o que acharam e o que mais gostaram (além do Ben Barnes, que é sim a melhor coisa da série e só minha opinião importa rsrs). E, para quem quiser conhecer o livro, tem resenha de Sombra e Ossos aqui




Título original: Shadow and Bones

Baseado nos livros de Leigh Bardugo

Temporada: 1ª

Criado por: Eric Heisserer

Direção: Mairzee Almas

Classificação: +14 anos

Elenco: Jessie Mei Li, Ben Barnes, Archie Renaux, Freddy Carter, Amita Suman, Kit Young

Onde assistir: Netflix





Os livros favoritos de 2021 (até aqui)

 


No dia de hoje, 23 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Livro. Eu não sei nem dizer quando os livros entraram na minha vida, porque desde pequenininha eu já vivia atrás dos meus pais pedindo um livro novo (nesse ponto, nada mudou rsrs). Mas o que eu sei é que a leitura sempre foi uma parte importante da minha vida, uma fonte de conforto, alegria e conhecimento, e isso tem sido cada vez mais real.

Apesar de ter pensado em vir aqui falar sobre os meus livros favoritos da vida ou aqueles que me fizeram leitora, eu simplesmente não consigo escolher. Então, resolvi falar sobre os meus favoritos de 2021 até aqui; aqueles que li esse ano e já conquistaram um espaço na minha lista de queridinhos.

 

Uma conjuração de luz, da V. E. Schwab: É o terceiro livro da trilogia Um tom mais escuro de magia e foi publicado no Brasil final do ano passado pela Editora Record. Para mim, ele foi o desfecho perfeito para a série e, sem dúvida, entrou para a minha lista de favoritos. Para quem quiser conferir, já tem resenha aqui.

 

How the King of Elfhame Learned to Hate Stories, da Holly Black: o aguardado livro focado no Cardan, personagem da trilogia O povo do ar, conseguiu superar todas as minhas expectativas. Eu li em inglês no mês passado e fiquei apaixonada. E, para quem estiver ansioso para ler também, ele será publicado no Brasil agora em maio e já está em pré-venda. Para quem quiser adquirir, vou deixar a imagem com a capa do livro e os brindes no final do post junto com os links para compra.

 

Chain of Iron, da Cassandra Clare: é o segundo volume da trilogia As últimas horas, que começou no ano passado com o livro Corrente de Ouro. Ele não saiu no Brasil ainda, mas deve ser publicado no segundo semestre. E já adianto que a Cassandra Clare não decepciona; o livro superou minhas expectativas e foi direto para minha lista de favoritos.

 

E, além dos livros que se tornaram favoritos, tiveram outros que li esse ano e me marcaram muito. Foram leituras que tive algumas ressalvas, mas mesmo assim foram tão especiais que sei vão sempre ter um lugar especial na minha estante e no meu coração. Por isso, escolhi mais cinco para entrar como menção honrosa nesse post.

 

A memória de Babel, da Christelle Dabos: é o quarto livro da série A Passa-Espelhos e mais uma vez fui conquistada por esse universo e os personagens maravilhosos.

 

Um de nós é o próximo, da Karen M. MacManus:  é a continuação de Um de nós está mentindo e saiu no começo do ano pela Galera Record. Eu amei esse livro como aconteceu com todos os outros que li da autora e em breve devo postar a resenha aqui.

 

A Troca, da Beth O’Leary: Ano passado, Teto para dois foi uma das minhas leituras favoritas. E esse ano A Troca, que é da mesma autora, também me conquistou com uma trama leve, sensível e com muitas doses de fofura e bom humor. Inclusive, já saiu um post com motivos para ler esse livro aqui.

 

Punição para a inocência, da Agatha Christie: desde que li pela primeira vez um livro da Agatha Christie, já fiquei completamente embasbacada com a capacidade dela de surpreender o leitor. E não foi diferente com Punição para a inocência, um livro que superou todas as minhas expectativas com uma trama inteligente, bem construída e um desfecho surpreendente.

 

A trilogia Grisha, da Leigh Bardugo: Acabei trapaceando e colocando logo a trilogia toda. Apesar de ter algumas ressalvas nos três livros, eu fiquei completamente apaixonada pelo universo criado pela autora e a escrita dela. Por isso, eles já marcaram o meu ano.

Agora, aproveitando o Dia Mundial do Livro quero saber: qual livro marcou vocês em 2021? Já leram algum desses que citei? Me contem aí nos comentários.

 

Pré-venda “Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias”

Brindes da pré-venda: mapa de Elfhame, dois cards com frases do livro e paper toy do Cardan.

Sinopse: “Retorne, em Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias, ao cativante e irresistível universo de Elfhame. A pré-venda conta com brindes exclusivos: o mapa de Elfhame, cards com frases célebres do livro e um papertoy para montar o personagem Cardan. Era uma vez, em uma terra mágica e distante, um garoto com uma língua perversa. Antes de se tornar um príncipe cruel ou um rei perverso, Cardan era uma criança fada conhecida por ter um coração de pedra. Em Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias, a autora best-seller 1 do New York Times Holly Black revela um olhar mais profundo sobre a vida do enigmático Grande Rei de Elfhame. No Reino das Fadas, um príncipe jovem, perigosamente bonito e, acima de tudo, cruel conhece Jude, uma humana criada em Elfhame. Uma trilogia inteira é dedicada a contar a história de sua perspectiva, mas, agora, Cardan está no centro das atenções. Esta história inclui maravilhosos e precisos detalhes da vida do Grande Rei antes dos acontecimentos de O príncipe cruel, uma aventura que ultrapassa as fronteiras de A rainha do nada e, ainda, momentos fundamentais vistos anteriormente pela perspectiva de Jude, narrados na íntegra pelo ponto de vista de Cardan. Este novo livro é um retorno ao universo dos romances épicos, acelerados, perigosos e carregados de drama que conquistaram leitores por todo o mundo. Com cada história acompanhada de deslumbrantes e coloridas ilustrações, Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias se torna um indispensável item de colecionador a ser apreciado por públicos de todas as idades.”

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Motivos para ler: trilogia O Povo do Ar + Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias

 


A trilogia O Povo do Ar, da Holly Black, conquistou os leitores brasileiros nos últimos anos. E agora, a Galera Record irá publicar um novo livro dentro desse universo: Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias. E, se na trilogia acompanhamos a jornada de Jude Duarte, nesse novo livro o leitor tem a oportunidade de conhecer mais sobre Cardan, o filho mais novo do Grande Rei de Eflhame.

Com contos que mostram a infância de Cardan e o que o levou a ser o personagem que Jude encontra em O Príncipe Cruel, Holly Black retorna ao universo de Elhame trazendo novas histórias e também apresentando uma nova perspectiva de acontecimentos da trilogia O Povo do Ar. É uma leitura fundamental para os fãs desse universo e que ganhou uma edição digna do Rei de Elfhame.

O livro vem em uma edição de capa dura, com hot stamping e ilustrações na parte interna. Além disso, quem comprar na pré-venda pode garantir brindes exclusivos: o mapa de Elhame, cards com frases marcantes do livro e um papertoy para montar o Cardan. Não dá para perder né?

E, aproveitando a pré-venda e que eu já tinha lido o livro em inglês, resolvi trazer alguns motivos para vocês conhecerem a trilogia O Povo do Ar e o livro Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias.

 

Universo bem construído

Uma das coisas que mais me marcaram desde que li O Príncipe Cruel é o quanto Holly Black conseguiu construir um universo rico e fascinante, com diversos povos diferentes e uma estrutura social bem definida, além de muitas lendas e elementos mágicos. E a cada livro ela foi inserindo novas camadas e explorando outros aspectos desse mundo – incluindo em Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias – o que fez com que ele se tornasse cada vez mais em interessante.

Além disso, esse universo das fadas criado por Holly Black não está restrito à trilogia e esse livro de contos. Existem outras histórias da autora se complementam dentro desse mundo, incluindo O canto mais escuro da floresta (que saiu pela Galera Record em 2017) e a trilogia The Modern Faerie Tales, que o primeiro livro sairá no segundo semestre também pela Galera Record.


Personagens cativantes e bem construídos

Logo no primeiro volume da trilogia O povo do ar, os personagens já se destacaram para mim. Eles são complexos, cheios de camadas e conflitos e é difícil colocá-los dentro do rótulo de mocinho ou vilão. São personagens imperfeitos, que cometem muitos erros e às vezes são até mesmo cruéis, mas também possuem vulnerabilidades e medos que os tornam muito mais humanos.

E, se isso já faz com que eles sejam interessantes, há ainda uma boa dose de carisma que faz com que o leitor se apegue ainda mais, especialmente no caso da Jude e do Cardan. Eles são protagonistas que despertam o interesse do leitor com facilidade e fazem com que a gente queira sempre saber mais sobre eles.

Em O Povo do Ar, o foco acaba sendo maior no ponto de vista da Jude. Por isso, nada mais justo do que conhecermos mais sobre o Cardan né? Em Como o Rei de Elfham aprendeu a odiar histórias, finalmente temos o ponto de vista dele e é fascinante poder entender o que o levou a ser como é e toda a transformação pela qual ele passa ao longo da trilogia.

 

Trama dinâmica e cheia de reviravoltas

Se você gosta de uma leitura cheia de aventura e ação, com muitas intrigas e reviravoltas, a trilogia O povo do ar definitivamente é para você. Desde o primeiro livro a Holly Black conseguiu me deixar chocada com os vários acontecimentos e as surpresas que ela preparou ao longo da trama. Foi surto atrás de surto até o último livro.

E se você pensa que Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias é diferente, se enganou completamente. Ele é uma leitura tão dinâmica quanto os outros livros dentro desse universo, com histórias cheias de intrigas, aventuras e surpresas.

 

Escrita envolvente

A Holly Black tem um dom para prender a atenção do leitor que é impressionante. Comecei O Príncipe Cruel totalmente sem expectativas e logo nas primeiras páginas ela já me conquistou de uma forma que eu não conseguia parar. E o mesmo aconteceu com os outros dois volumes da trilogia e o livro do Cardan. A Holly sempre sabe exatamente quando inserir as cenas de ação, os momentos mais brutais e os mais fofos, e especialmente as revelações. Com isso, a leitura nunca perde o ritmo ou se torna cansativa, mantendo o leitor preso do começo ao fim.

 

Eu poderia continuar falando sobre esses livros por muito tempo, mas acho que o mais interessante é o leitor ir descobrindo por conta própria o que tem de tão especial nessas obras. Eu me apaixonei mais por esse universo a cada livro e, por mim, a Holly Black pode escrever muitos outros ainda, porque eu não vou me cansar.

Então, agora eu quero saber quem já leu ou quer ler a trilogia O Povo do Ar. E a ansiedade para ler Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias está alta? Eu confesso que já estou contando os dias para ter essa edição linda em mãos.

 

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[Vem aí] Conheça a trilogia "As Maldições Ancestrais"

 



Um dos momentos favoritos da maioria dos leitores é começar o mês e ver quais os lançamentos que estão por vir. E quando é o livro novo de uma das autoras favoritas? Aí, é um misto de alegria e ansiedade para que o aclamado chegue logo.

É isto que estou vivendo agora em abril com o lançamento de O Livro Branco Perdido, da Cassandra Clare. Ele é o segundo volume da trilogia As Maldições Ancestrais e acompanha as aventuras de Alec Lightwood e Magnus Bane. Eu amei o primeiro livro da série, Os Pergaminhos Vermelhos da Magia, e fiquei desesperada para saber o que aconteceria a seguir.

Então, para entrar no clima desse lançamento mais do que aguardado, eu vim falar um pouco sobre As Maldições Ancestrais e como essa trilogia se encaixa no universo shadowhunter.

 

Parceria Cassandra Clare e Wesley Chu:

Essa trilogia, ao contrário das outras séries do universo shadowhunter (com exceção dos livros de contos), não é escrita apenas pela Cassandra Clare. Em As Maldições Ancestrais, ela fez uma parceria com o autor Wesley Chu. Pelo primeiro livro, já deu para notar uma diferença em relação aos livros que são escritos só por ela. Mas não pensem que isso é um defeito. Pelo contrário, eu achei que essa parceria deu muito certo e não vejo a hora de saber o que eles prepararam para o segundo volume.

 

Livros já publicados:

 

Por enquanto, As Maldições Ancestrais tem dois livros publicados. O Livro Branco Perdido, que já está em pré-venda aqui no Brasil, saiu nos Estados Unidos no segundo semestre do ano passado. Porém, o terceiro ainda não tem uma data exata de quando será lançado, embora a previsão inicial é que seria no segundo semestre desse ano (nos EUA). Por enquanto, a única informação garantida é que ele se chamará The Black Volume of the Dead.

 

Ligação com as outras séries do universo shadowhunter:

 

Já me perguntaram muitas vezes se é necessário ler as outras séries da Cassandra Clare para ler os livros de As Maldições Ancestrais e a resposta simples é que não. Em toda nova série a autora explica novamente o universo e apresenta os personagens, e não é diferente nessa trilogia. Trata-se de uma história nova e os autores trazem todas as informações necessárias para que o leitor possa entender. Porém, se você não gosta de spoiler é preciso ter em mente que as séries são interligadas e informações importantes dos outros livros são mencionadas.

Mas onde As Maldições Ancestrais se situa dentro universo shadowhunter? A trilogia vai ter alguns saltos temporais de um volume para o outro, mas os livros se encaixam dentro deste universo assim:

 

Os Pergaminhos Vermelhos da Magia: ambientado entre os livros 3 e 4 da série Os Instrumentos Mortais (Cidade de Vidro e Cidade dos Anjos Caídos, respectivamente).

 

O Livro Branco Perdido: ambientado entre o último livro de Os Instrumentos Mortais (Cidade do Fogo Celestial) e o primeiro volume da trilogia Os Artifícios das Trevas (Dama da meia-noite).

 

The Black Volume of The Dead: esse ainda não está definido, mas, provavelmente, ele estará entre o final de Os Artifícios das Trevas e a próxima série da Cassandra Clare, The Wicked Powers.  

 

Assim, até o segundo livro da trilogia, As Maldições Ancestrais terá ligação com Os Instrumentos Mortais. Porém, quem quiser explorar mais esse universo incrível que a Cassandra Clare criou, eu sugiro a leitura da trilogia As Peças Infernais e de Corrente de Ouro (primeiro livro da trilogia As Últimas Horas), pois são histórias que se passam antes mesmo de Os Instrumentos Mortais.

 

Protagonismo de Alec Lightwood e Magnus Bane:

 

Alec e Magnus já haviam aparecido em outras séries da Cassandra Clare, principalmente em Os Instrumentos Mortais. E eles se mostraram personagens tão carismáticos e interessantes que rapidamente conquistaram os leitores e ser apenas coadjuvantes foi pouco para os dois. Por isso, chegou a hora dos dois viverem as próprias aventuras e terem o merecido protagonismo em As Maldições Ancestrais.

 

Agora falta pouco para o lançamento de O Livro Branco Perdido, mas ainda dá tempo de começar a conhecer As Maldições Ancestrais. Aqui eu apresentei só um pouquinho dessa trilogia e, se vocês quiserem saber um pouco mais, tem a resenha de Os Pergaminhos Vermelhos da Magia aqui. E, para quem quiser já garantir o segundo livro, vou deixar a imagem dos brindes maravilhosos da pré-venda e os links para compra.

E vocês, já conhecem ou querem conhecer a trilogia As Maldições Ancestrais? Me contem aí nos comentários se vocês estão animados para o lançamento de O Livro Branco Perdido.

 

Pré-venda “O Livro Branco Perdido”

A edição de colecionador de O Livro Branco perdido conta com capa metalizada o conto de Jim e Tessa “Nos sonhos começam” como conteúdo extra. A pré-venda conta com brindes incríveis para encantar os leitores mais exigentes: a sobrecapa com novo projeto gráfico de Pergaminhos Vermelhos da magia, um pôster com ilustração de Magnus e Alec, dois cartões-postais dos personagens em Xangai e marcadores com formato de espada, elaborados em parceria com a IdrisBR.

 

Garanta o seu com os brindes: Amazon / Submarino



Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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