Os livros favoritos de 2021 (até aqui)

 


No dia de hoje, 23 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Livro. Eu não sei nem dizer quando os livros entraram na minha vida, porque desde pequenininha eu já vivia atrás dos meus pais pedindo um livro novo (nesse ponto, nada mudou rsrs). Mas o que eu sei é que a leitura sempre foi uma parte importante da minha vida, uma fonte de conforto, alegria e conhecimento, e isso tem sido cada vez mais real.

Apesar de ter pensado em vir aqui falar sobre os meus livros favoritos da vida ou aqueles que me fizeram leitora, eu simplesmente não consigo escolher. Então, resolvi falar sobre os meus favoritos de 2021 até aqui; aqueles que li esse ano e já conquistaram um espaço na minha lista de queridinhos.

 

Uma conjuração de luz, da V. E. Schwab: É o terceiro livro da trilogia Um tom mais escuro de magia e foi publicado no Brasil final do ano passado pela Editora Record. Para mim, ele foi o desfecho perfeito para a série e, sem dúvida, entrou para a minha lista de favoritos. Para quem quiser conferir, já tem resenha aqui.

 

How the King of Elfhame Learned to Hate Stories, da Holly Black: o aguardado livro focado no Cardan, personagem da trilogia O povo do ar, conseguiu superar todas as minhas expectativas. Eu li em inglês no mês passado e fiquei apaixonada. E, para quem estiver ansioso para ler também, ele será publicado no Brasil agora em maio e já está em pré-venda. Para quem quiser adquirir, vou deixar a imagem com a capa do livro e os brindes no final do post junto com os links para compra.

 

Chain of Iron, da Cassandra Clare: é o segundo volume da trilogia As últimas horas, que começou no ano passado com o livro Corrente de Ouro. Ele não saiu no Brasil ainda, mas deve ser publicado no segundo semestre. E já adianto que a Cassandra Clare não decepciona; o livro superou minhas expectativas e foi direto para minha lista de favoritos.

 

E, além dos livros que se tornaram favoritos, tiveram outros que li esse ano e me marcaram muito. Foram leituras que tive algumas ressalvas, mas mesmo assim foram tão especiais que sei vão sempre ter um lugar especial na minha estante e no meu coração. Por isso, escolhi mais cinco para entrar como menção honrosa nesse post.

 

A memória de Babel, da Christelle Dabos: é o quarto livro da série A Passa-Espelhos e mais uma vez fui conquistada por esse universo e os personagens maravilhosos.

 

Um de nós é o próximo, da Karen M. MacManus:  é a continuação de Um de nós está mentindo e saiu no começo do ano pela Galera Record. Eu amei esse livro como aconteceu com todos os outros que li da autora e em breve devo postar a resenha aqui.

 

A Troca, da Beth O’Leary: Ano passado, Teto para dois foi uma das minhas leituras favoritas. E esse ano A Troca, que é da mesma autora, também me conquistou com uma trama leve, sensível e com muitas doses de fofura e bom humor. Inclusive, já saiu um post com motivos para ler esse livro aqui.

 

Punição para a inocência, da Agatha Christie: desde que li pela primeira vez um livro da Agatha Christie, já fiquei completamente embasbacada com a capacidade dela de surpreender o leitor. E não foi diferente com Punição para a inocência, um livro que superou todas as minhas expectativas com uma trama inteligente, bem construída e um desfecho surpreendente.

 

A trilogia Grisha, da Leigh Bardugo: Acabei trapaceando e colocando logo a trilogia toda. Apesar de ter algumas ressalvas nos três livros, eu fiquei completamente apaixonada pelo universo criado pela autora e a escrita dela. Por isso, eles já marcaram o meu ano.

Agora, aproveitando o Dia Mundial do Livro quero saber: qual livro marcou vocês em 2021? Já leram algum desses que citei? Me contem aí nos comentários.

 

Pré-venda “Como o Rei de Elfhame Aprendeu a Odiar Histórias”

Brindes da pré-venda: mapa de Elfhame, dois cards com frases do livro e paper toy do Cardan.

Sinopse: “Retorne, em Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias, ao cativante e irresistível universo de Elfhame. A pré-venda conta com brindes exclusivos: o mapa de Elfhame, cards com frases célebres do livro e um papertoy para montar o personagem Cardan. Era uma vez, em uma terra mágica e distante, um garoto com uma língua perversa. Antes de se tornar um príncipe cruel ou um rei perverso, Cardan era uma criança fada conhecida por ter um coração de pedra. Em Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias, a autora best-seller 1 do New York Times Holly Black revela um olhar mais profundo sobre a vida do enigmático Grande Rei de Elfhame. No Reino das Fadas, um príncipe jovem, perigosamente bonito e, acima de tudo, cruel conhece Jude, uma humana criada em Elfhame. Uma trilogia inteira é dedicada a contar a história de sua perspectiva, mas, agora, Cardan está no centro das atenções. Esta história inclui maravilhosos e precisos detalhes da vida do Grande Rei antes dos acontecimentos de O príncipe cruel, uma aventura que ultrapassa as fronteiras de A rainha do nada e, ainda, momentos fundamentais vistos anteriormente pela perspectiva de Jude, narrados na íntegra pelo ponto de vista de Cardan. Este novo livro é um retorno ao universo dos romances épicos, acelerados, perigosos e carregados de drama que conquistaram leitores por todo o mundo. Com cada história acompanhada de deslumbrantes e coloridas ilustrações, Como o Rei de Elfhame aprendeu a odiar histórias se torna um indispensável item de colecionador a ser apreciado por públicos de todas as idades.”

Garanta o seu: Amazon / Submarino




Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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