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Meus casais favoritos da literatura


Quem nunca torceu por um casal em um livro, filme ou série que atire a primeira pedra. Como toda pessoa romântica eu não posso ver dois personagens juntos que eu já estou torcendo, até quando não tem romance na história eu dou um jeito de torcer. Então, é claro que tem uma lista enorme de casais da literatura que eu adoro e que me fizeram suspirar e me apaixonar.
Pensando nisso, resolvi montar uma lista com alguns dos meus casais favoritos de livros que eu amo. Vão ficar muitos de fora? Com certeza. Mas se eu fosse colocar todos essa lista ficaria gigante. Então, separei alguns que são muito especiais para mim e que eu defendo com todo meu coração.

Anne Elliot e Capitão Wentworth – Persuasão
Eu sei que, dos personagens da Jane Austen, o casal mais famoso e amado é a Elizabeth Bennet e o Mr. Darcy. No entanto, por mais que eu ame esse casal, nenhum outro supera o Capitão Wentworth e a Anne Elliot. Persuasão é o meu romance preferido e acho lindo a forma como ele foi construído. Os protagonistas passam anos separados e quando se reencontram têm várias mágoas e conflitos que precisam ser superados, mas é lindo ver como o amor que eles tinham sobreviveu ao tempo e ao ressentimento.


Fani e Leo – Fazendo meu filme
Quem me conhece ou segue aqui no blog sabe que eu acompanho Fazendo meu filme desde que o primeiro livro foi publicado e não me canso nunca de falar o quanto amo esse casal. A Paula Pimenta tem um dom para escrever relacionamentos fofos e apaixonantes, mas, de todos que ela já escreveu, o da Fani e do Leo foi o que mais me marcou. Eu adorei acompanhar esse romance evoluindo de uma maneira muito fofa da amizade para um sentimento mais forte. Além disso, reconheço que o Leo é um dos meus crushs literários e que acho impossível não torcer para ele ficar com a Fani.

Alec Lightwood e Magnus Bane – Os Instrumentos Mortais
Tem como falar de casais da literatura e não citar esses dois? A série Os Instrumentos Mortais tem vários casais incríveis, aliás, todas as séries da Cassandra Clare têm. Porém, se tem um casal que reina absoluto no universo dos shadowhunters é o Alec e o Magnus. A maneira como o romance é construído, ver o quando o Alec cresce ao lado do Magnus e todas as barreiras que eles superam juntos... tudo isso torna esse casal tão especial que não tem como não amá-los.

Anthony e Kate – O Visconde que me Amava
De todos os romances de época que já li (tirando os clássicos, claro), O Visconde que me amava, da Julia Quinn, é o meu favorito. E o motivo para isso só poderia ser os protagonistas Anthony Bridgerton e Kate. Eu adoro a forma como o romance vai evoluindo nesse livro, começando com os dois brigando feito cão e gato, mas depois descobrindo uma cumplicidade que aos poucos evolui para amor. Me diverti muito acompanhando as brigas desses dois, mas achei muito lindo vê-los se apaixonando.

Hannah e Garret – O Acordo
Da série “livros que eu não esperava nada e conquistaram um lugar no meu coração”, tem O Acordo, da Elle Kennedy. Esse livro foi uma das melhores surpresas que tive em 2017 e eu amei demais esse casal. É um romance que acontece de maneira gradual, com os personagens se tornando amigos e depois percebendo que há algo mais. Eu fiquei apaixonada pelo Garret quando li e adorei ver como a relação dele com a Hannah foi desenvolvida. Para quem quiser saber mais, tem resenha sobre o livro aqui.

Marcus e Julia – Mentira Perfeita
Sei que muitas pessoas vão se perguntar por que o Ian e a Sofia, do livro Perdida, não estão nessa lista e o Marcus e a Julia estão. O motivo é simples: eu acho Mentira Perfeita o melhor livro que já li da Carina Rissi e amo esse casal com todo meu coração. O Marcus é um dos meus maiores crushs literários e esse romance, apesar de clichê, é um dos mais lindos e apaixonantes que já li. Para quem quiser conferir mais sobre esse casal, pode conferir a resenha sobre Mentira Perfeita aqui.

Bônus: Caroline e Blake de Como agarrar uma herdeira. Eu li esse livro recentemente e poucas vezes ri tanto com um livro. Os diálogos desse casal são hilários e é muito divertido (e cativante) ver esses dois brigando e se apaixonando sem perceber. Não vou falar muito, porque a resenha sairá em breve, mas esse livro quase empatou com O Visconde que me amava na minha preferência.       

Esses são alguns dos casais da literatura que eu mais gosto, mas ainda tem vários outros que eu não citei. Caso vocês gostem do post, posso fazer uma segunda parte mais para frente. Então, me contem aí nos comentários o que vocês acharam e quais são os casais preferidos de vocês.
E, caso tenham se interessado em conhecer algum desses casais, vocês podem adquirir os respectivos livros no site da Amazon. Comprando por esse link, vocês ajudam o Dicas de Malu com uma pequena comissão.

Fazendo meu filme: http://amzn.to/2HPQ0V1
Cidade dos Ossos: http://amzn.to/2osoHIj
O Visconde que me amava: http://amzn.to/2CmAKQ6
Mentira Perfeita: http://amzn.to/2osoTr1
Como agarrar uma herdeira: http://amzn.to/2CmPi23

Carnaval Literário - Book Tag


Domingo de Carnaval e é claro que eu não poderia perder a oportunidade de falar de quê? De livros, óbvio. Então, resolvi responder a tag Carnaval Literário que assisti essa semana no canal Kabook TV e que foi criada pela Thaís, do Pronome Interrogativo.
Como já dá para imaginar pelo nome, são perguntas que relacionam elementos famosos do carnaval com livros. E, o melhor de tudo, é uma tag bem alto astral, então, só vão aparecer aqui livros que eu gostei muito e recomendo para vocês. Ou seja, um post cheio de amor e alegria para combinar com o carnaval.

Samba-enredo: Seu livro favorito de todos os tempos
Eu tenho uma dificuldade enorme para escolher apenas um livro favorito, porque tiveram vários livros que foram marcantes para mim por algum motivo. No entanto, um que tem um lugar muito especial no meu coração e que pretendo reler em breve para trazer a resenha para vocês é Persuasão, da Jane Austen. Mesmo amando todos os livros que já li da autora até hoje, esse é, sem dúvida, o meu favorito dela.

Mestre-sala e porta-bandeira: Um livro com um casal arrebatador
Normalmente, eu responderia o casal principal de Persuasão. Porém, para não ficar repetitivo, vou escolher um outro casal que também considero arrebatador e pelo qual eu torci muito: Daniel Smythe-Smith e Anne Wynter, protagonistas do livro Uma noite como esta, da Julia Quinn. Ainda estou devendo a resenha desse livro aqui (algo que pretendo corrigir em breve), mas já adianto que eu adoro esse casal e este é o meu livro favorito dessa série.

Harmonia: Um livro que tenha sido bom do começo ao fim
Para essa pergunta, escolhi um livro que foi um dos meus favoritos do ano passado e que me prendeu completamente ao longo das suas quase 650 páginas: Trono de Vidro 4 – Rainha das Sombras, da Sarah J. Maas. É um livro muito bom desde a primeira até a última página, com várias coisas acontecendo, muitas reviravoltas e uma evolução significativa dos personagens. Para quem quiser saber mais, tem a resenha dele aqui.

Evolução: Um livro com uma história perfeita, sem tirar nem por
Claro que eu não poderia deixar de fora o meu livro favorito de 2017 e que acabou de ser lançado pela Galera Record aqui no Brasil, É assim que acaba, da Colleen Hoover. Esse além, além de ter uma história que considero ter sido perfeita, é uma leitura extremamente importante. Colleen Hoover abordou um tema seríssimo com muita sensibilidade e responsabilidade, trazendo uma história muito forte e emocionante, mas que merece ser lida.

Comissão de frente: Um livro que faz jus à capa.
Ultimamente, as editoras têm caprichado tanto nas capas que é até difícil escolher. Mas optei um livro que comprei por ter uma capa maravilhosa, mas que a história foi ainda mais linda: Em algum lugar das estrelas, da Clare Vanderpool. Olhem a capa desse livro e vejam se não dá vontade de comprar na hora? Mas acreditem que a leitura é tão encantadora quanto a capa nos faz imaginar. Menção honrosa: não podia deixar de mencionar The girl from everywhere: O mapa do tempo, da Heidi Heilig, que também se enquadra perfeitamente nessa pergunta (resenha aqui).

Rainha de bateria: Escritora que samba na cara da sociedade.
Essa pergunta foi uma maldade comigo, pois tem tantas autoras que eu amo e que acho que sambam na cara da sociedade, incluindo algumas que apareceram nesse post e a rainha da minha vida, J. K. Rowling. Porém, escolhi uma que eu não menciono aqui no blog há algum tempo e eu não consigo responder uma tag sem mencioná-la ao menos uma vez: Cassandra Clare, autora da série Os Instrumentos Mortais e das trilogias As Peças Infernais e Os Artifícios das Trevas. Me apaixonei pela escrita dela desde que li Cidade dos Ossos e, desde então, ela tem melhorado a cada livro e eu só consigo desejar mais livros dela, porque Cassandra Clare realmente samba na cara da sociedade.


E aí, gostaram da tag? Me contem aí nos comentários se vocês já leram algum dos livros indicados e se vão aproveitar o carnaval lendo ou na folia. Ah e para quem quer aproveitar o feriado para adquirir livros novos (quem sabe algum desses que indiquei) está tendo uma promoção de carnaval na Amazon, com cupons de desconto para várias editoras. A promoção vai até dia 14/02, Quarta-feira de Cinzas, e vocês podem conferir as ofertas aqui.

[Das páginas para o cinema] Orgulho e Preconceito (2006)

Elenco: Keira Knightley, Mathew Macfadyen, Rosamund Pike, Simon Woods, Brenda Blethyn, Donald Sutherland, Carrey Mulligan, Jena Mallone
Direção: Joe Wright
Ano: 2006 / Nacionalidade: Reino Unido/ EUA

Hoje, estou de volta com a coluna Das páginas para o cinema e vou falar de um filme que com certeza está na minha lista de favoritos: Orgulho e Preconceito (versão de 2006). Adaptado do clássico romance de Jane Austen, este filme é um belo retrato de uma época, além de uma linda história de amor.
O longa acompanha a história de cinco irmãs, cuja mãe tem como objetivo de vida vê-las casadas. Assim, a vida delas muda quando um jovem rico e solteiro, chamado sr. Bingley, se muda para uma propriedade próxima a casa delas com a irmã e o presunçoso amigo, sr. Darcy. Imediatamente, Jane, a mais velha, chama a atenção de sr. Bingley por sua beleza e seus modos amáveis. Já Elizabeth, a irmã mais próxima a Jane em idade e temperamento, cria uma aversão quase instantânea pelo sr. Darcy ao ouvi-lo dizer que ela é “tolerável, mas não bonita o suficiente para tenta-lo”.

Apesar de acompanhar a história das cinco moças, a protagonista é, sem dúvida, Elizabeth. Considerada uma das personagens mais marcantes da literatura, ela é interpretada neste filme pela atriz britânica Keira Knightley. E que interpretação impecável a dela. Não consigo imaginar outra atriz vivendo esse papel. Ela consegue transmitir em poucos minutos de filme a personalidade forte e a vivacidade da personagem, que não se deixa abalar por críticas e ofensas, e tem sempre uma resposta pronta para tudo. Além disso, Keira consegue conferir complexidade a Elizabeth, que em nenhum momento aparece como uma mocinha plana ou clichê. A personagem evolui e amadurece ao longo da história, e a atriz transmite isso através de mudanças sutis e delicadas nos modos de Elizabeth.
Outro destaque do filme é o ator Mathew Macfadyen que interpreta o sr. Darcy. Para mim, ele está absolutamente perfeito no papel. Assim como Elizabeth, o sr. Darcy também evolui muito ao longo da trama. Se no começo ele é desagradável e arrogante, à medida que a história avança, torna-se impossível não se encantar com os seus modos e o seu caráter.

Com relação aos demais personagens, todo o elenco se sai muito bem. Rosamund Pike transmiti toda a meiguice e ingenuidade de Jane, enquanto Simon Woods interpreta o carismático e ingênuo sr. Bingley. Já Carrey Mulligan e Jena Malone dão vida as irresponsáveis irmãs caçulas, Kitty e Lidya. No entanto, quem praticamente rouba a cena no filme são três veteranos: Brenda Blethyn como a divertidíssima sra. Bennet (mãe das meninas), Jude Dench interpretando a detestável Lady Catherine, e Donald Sutherland como o irônico e muito carismático sr. Bennet (para mim, o melhor personagem do filme).

O roteiro foi de Emma Thompson, que fez uma adaptação perfeita do livro, se mantendo muito fiel a história e, principalmente, a essência dos personagens. O filme ainda é ajudado pela fotografia belíssima e pela linda trilha sonora de Dario Marianelli.
Dirigido por Joe Wright, Orgulho e Preconceito traz uma história leve e muito bonita, que, ao mesmo tempo que nos transporta para o século XIX, graças aos cenários e figurinos impecáveis, também traz personagens tão verdadeiros e complexos que são atemporais. Então, vale a pena assistir esse filme que levou para o cinema o romance que há dois séculos vem encantando leitores no mundo todo. 



Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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