Lidos de Julho e balanço da #MLI2017

Agosto já começou, então, é hora de fazer o balanço das leituras que fiz mês passado. Em julho eu consegui recuperar um pouco o ritmo de leitura, muito graças à Maratona Literária de Inverno. Mesmo sem ter conseguido ler todos os livros que me propus nos desafios, li mais do que nos meses anteriores e, de modo geral, gostei muito das leituras.
Fora dos desafios da maratona, eu li “Londres é nossa!”, da Sara Manning (resenha disponível aqui), Lord of Shadows, da Cassandra Clare, e o romance de época Codinome Lady V. Em especial, Lord of Shadows ocupou grande parte do mês, até atrasando um pouco o meu início na maratona, por ser um livro muito grande e em inglês. No entanto, valeu cada minuto de leitura e a Cassandra Clare se superou mais uma vez. Aliás, para quem quiser ler, a edição brasileira será lançada pela Galera Record em setembro e já está em pré-venda com um brinde muito especial (você pode comprar na Amazon através desse link).
Já fazendo um balanço da Maratona Literária de Inverno 2017, consegui cumprir três dos seis desafios. Em um deles, troquei os livros da TBR. Assim, em livro com capa azul eu li “Esqueça o amanhã” (falaram que é verde, mas para mim é azul esverdeado); em livro escrito por uma mulher eu li “Simplesmente o paraíso”, da Julia Quinn, e em livro escrito por um autor nacional, li Boston Boys, da Giulia Paim.
Assim, ao longo do mês, essas foram as minhas leituras:

Londres é nossa! – Sara Manning (resenha aquiSinopse: “Uma divertida e acelerada carta de amor a Londres, a garotos e a alucinantes noites em claro Sunny sempre foi um pouco ingênua, até meio molenga. Mas quando recebe a foto de seu namorado beijando outra garota em seu celular, ela sabe exatamente o que fazer: encontrá-lo e terminar tudo. Só que... será que Mark não tem uma explicação para isso tudo? Eles estavam indo tão bem... Agora, Sunny precisa achar o rapaz em pleno sábado à noite em uma das cidades mais movimentadas do mundo. O que antes parecia uma tarefa simples virou uma verdadeira corrida maluca por Londres. No caminho, Sunny conhece um condutor de riquixá, grupo de drag queens, sua banda girl power favorita e, principalmente, os Goddard – os gêmeos (primos) franceses mais misteriosos e descolados de Londres.”

Lord of shadows – Cassandra Clare Sinopse: “O segundo volume da nova série da Cassandra Clare, autora de Os Instrumentos Mortais. A ensolarada Los Angeles pode ser um lugar sombrio na continuação de Dama da Meia-Noite, de Cassandra Clare. Emma Carstairs finalmente conseguiu vingar a morte dos pais e pensou que com isso estaria em paz. Mas se tem uma coisa que ela não encontrou foi tranquilidade. Dividida entre o amor que sente pelo seu parabatai Julian e a vontade de protegê-lo das graves consequências que um relacionamento entre os dois pode trazer, ela começa a namorar Mark Blackthorn, irmão de Julian. Mark, por sua vez, passou os últimos cinco anos preso no Reino das Fadas e não sabe se um dia voltará a ser o Caçador de Sombras que já foi. Como se não bastasse, as cortes das fadas estão em polvorosa. O Rei Unseelie está farto da Paz Fria e decidido a não mais ceder às exigências dos Nephlim. Presos entre as exigências das fadas e as leis da Clave, Emma, Julian e Mark devem encontrar um modo de proteger tudo aquilo que mais amam — juntos e antes que seja tarde.”

Esqueça o amanhã – Pintip Dunn (resenha aquiSinopse: “Em uma sociedade onde jovens recebem uma visão de seu futuro quando completam 17 anos, todos têm uma carreira a qual dedicar seus esforços. Um campeão de natação, um renomado cientista, um chef de sucesso... Ou, no caso de Callie, uma assassina. Em sua visão, a garota se vê matando a própria irmã. Antes que ela possa entender o que aconteceu, Callie é presa – e a única pessoa capaz de ajudá-la é Logan, uma paixonite de infância com quem não fala há cinco anos. Agora, Callie precisa descobrir uma forma de proteger sua irmã da pior das ameaças: ela mesma.”

Simplesmente o paraíso – Julia Quinn Sinopse: “Honoria Smythe-Smith sabe que, para ser uma violinista ruim, ainda precisa melhorar muito… Mesmo assim, nunca deixaria de se apresentar no concerto anual das Smythe-Smiths. Ela adora ensaiar com as três primas para manter essa tradição que já dura quase duas décadas entre as jovens solteiras da família. Além disso, de nada adiantaria se lamentar, então Honoria coloca um sorriso no rosto e se exibe no recital mais desafinado da Inglaterra, na esperança de que algum belo cavalheiro na plateia esteja em busca de uma esposa, não de uma musicista. Marcus Holroyd foi encarregado de uma missão… Porém não se sente tão confortável com a tarefa. Ao deixar o país, seu melhor amigo, Daniel, o fez prometer que vigiaria sua irmã Honoria, impedindo que a moça se casasse com pretendentes inadequados. O problema é que ninguém lhe parece bom o bastante para ela. Aos olhos de Marcus, um marido para Honoria precisaria conhecê-la bem (de preferência, desde a infância, como ele), saber do que ela gosta (doces de todo tipo) e o que a aflige (como a tristeza pelo exílio de Daniel, que ele também sente). Será que o homem ideal para Honoria é justamente o que sempre esteve ao seu lado afastando todo e qualquer pretendente?”

Boston Boys – Giulia Paim (resenha aquiSinopse: “O sonho de toda adolescente se realizou para Ronnie Adams: o maior astro pop da TV foi morar na casa dela. Ela deveria estar vibrando, como qualquer garota normal, mas na verdade está odiando a ideia. Ela não vê a menor graça em Boston Boys, programa sobre a vida de três integrantes de uma boyband, e acha os garotos uns babacas. De fato, Mason McDougal se acha o máximo e está acostumado a ser recebido sempre por meninas histéricas, por isso não faz o menor esforço para ser simpático. Tendo que lidar com o egocentrismo do garoto, além da perseguição de fãs ciumentas, a vida de Ronnie vira de cabeça para baixo. Agora ela terá que se acostumar com a stalker no 1 dos garotos plantada em seu gramado, frequentar festas glamorosas e lidar com paparazzis, resolver uma guerra de fofocas on-line e até fazer uma viagem internacional. Em meio a tantas novas aventuras, Ronnie se envolve cada vez mais com os Boston Boys e percebe aos poucos que, no mundo da fama, nem tudo é o que parece ser...”

Condinome Lady V – Lorraine Heath Sinopse: “Cansada de rejeitar pretendentes interessados apenas em seu dote escandalosamente vultoso, Minerva Dodger decide que é melhor ser uma solteirona do que se tornar a esposa de alguém que só quer seu dinheiro. No entanto, ela não está disposta a morrer sem conhecer os prazeres de uma noite de núpcias e, assim, decide ir ao Clube Nightingale, um misterioso lugar que permite que as mulheres tenham um amante sem manchar sua reputação. Protegida por uma máscara e pelo codinome Lady V, Minerva mal consegue acreditar que despertou o desejo de um dos mais cobiçados cavalheiros da sociedade londrina, o Duque de Ashebury. E acredita menos ainda quando ele começa a cortejá-la fora do clube. Por mais que ele seja tudo o que ela sempre sonhou, Minerva não pode correr o risco de ele descobrir sua identidade, e não vai tolerar outro caçador de fortunas.  Depois de uma noite de amor com Lady V, Ashe não consegue tirar da cabeça aquela mulher de máscara branca, belas pernas e língua afiada. Mesmo sem saber quem ela é, o duque nunca tinha ficado tão fascinado por nenhuma outra mulher antes.  Mas agora, à beira da falência, ele precisa arranjar muito dinheiro, e rápido. Sua única saída é se casar com alguma jovem que tenha um belo dote, e sua aposta mais certeira é a Srta. Dodger, a megera solteirona que tem fama de espantar todos os seus pretendentes.”

Essas foram as minhas leituras de julho e espero ler ainda mais em agosto. Mas quero também saber o que vocês leram mês passado e os livros que querem ler agora. Aproveito também para lembrar que, apesar da Maratona Literária de Inverno já ter acabado, a estação mais fria do ano continua. Assim, para quem ainda está procurando livros para ler no inverno, o blog Soul do Mundo indicou seis que são a cara dessa estação (confira aqui).

Lembrando sempre que, caso queira comprar algum desses ou outros livros, comprando por este link na Amazon, vocês ajudam o Dicas de Malu a continuar crescendo. 

[Dica da Malu] Boston Boys

Sinopse: “O sonho de toda adolescente se realizou para Ronnie Adams: o maior astro pop da TV foi morar na casa dela. Ela deveria estar vibrando, como qualquer garota normal, mas na verdade está odiando a ideia. Ela não vê a menor graça em Boston Boys, programa sobre a vida de três integrantes de uma boyband, e acha os garotos uns babacas. De fato, Mason McDougal se acha o máximo e está acostumado a ser recebido sempre por meninas histéricas, por isso não faz o menor esforço para ser simpático. Tendo que lidar com o egocentrismo do garoto, além da perseguição de fãs ciumentas, a vida de Ronnie vira de cabeça para baixo. Agora ela terá que se acostumar com a stalker no 1 dos garotos plantada em seu gramado, frequentar festas glamorosas e lidar com paparazzis, resolver uma guerra de fofocas on-line e até fazer uma viagem internacional. Em meio a tantas novas aventuras, Ronnie se envolve cada vez mais com os Boston Boys e percebe aos poucos que, no mundo da fama, nem tudo é o que parece ser...”Autora: Giulia Paim / Editora: Globo Alt / Páginas: 360 / Comprar: Amazon

Já imaginou ter o ídolo de uma famosa boy band morando na sua casa? Isso pode ser o sonho de muitas adolescentes por aí, mas, se você não gosta da banda, provavelmente iria achar a situação um pesadelo. E é exatamente dessa maneira que Ronnie, protagonista do livro Boston Boys encara a notícia de que, não apenas sua mãe se tornou a produtora da banda que dá título à obra, como ainda convidou o vocalista para morar com elas.
Enquanto todas as meninas são apaixonadas por Mason, Ryan e Henry, os Boston Boys, incluindo a pequena Mary, irmã caçula de Ronnie, ela tem verdadeira antipatia dos meninos e não entende o motivo de tanto sucesso. Por isso, é com muita dificuldade que ela tem que aceitar a chegada de Mason para morar com ela, a mãe e a irmã.
E, tornando a situação ainda pior, Mason não faz nada para melhorar a má impressão que Ronnie tem dele. Ele se mostra irritante, arrogante e muito mimado, exigindo que Ronnie faça as vontades dele o tempo todo. Aliás, ela parece ser a única pessoa que ele vê quando precisa de uma limonada, por exemplo, o que acontece frequentemente.
Como era de se esperar, a convivência de Ronnie e Mason não é das mais simples. Porém, em meio a várias implicâncias e discussões, a convivência faz com que os dois se conheçam melhor e percebam que um não é necessariamente o que o outro imaginava. Assim, acaba sendo formado um vínculo especial entre Ronnie, Mason e os outros dois meninos da banda.


Antes de começar a falar sobre esse livro, preciso contar quais eram as minhas expectativas para esta leitura. Eu acreditava que seria um livro YA comum, com uma trama totalmente previsível, mas também leve e divertida. No entanto, apesar de ser realmente uma leitura tranquila e sem grandes questionamentos, acabei me surpreendendo em mais de um momento.
O primeiro ponto que me surpreendeu foi que Ronnie tem várias características que, normalmente, me fariam odiar a personagem. Ela é excessivamente dramática e faz qualquer coisa parecer o fim do mundo. Porém, a Giulia Paim escreveu tudo de um modo que, além de não odiar a personagem, eu me diverti muito com as confusões em que ela se envolvia. Além disso, senti até um certo orgulho ao vê-la amadurecer ao longo do livro.
Aliás, esse mérito não foi exclusivo da Ronnie. Todos os personagens são muito carismáticos e me levaram a me importar com eles. Os meninos da banda são muito fofos, até o folgado do Mason, e acredito que eu também acabaria me tornando fã dos Boston Boys. Além disso, até a personagem que eu jurava que seria uma vilã daquelas que a gente não suporta, acabou se tornando uma personagem cativante e que eu espero muito que ganhe mais destaque no próximo livro.
É importante ressaltar também que o próprio Mason foi um personagem que tomou um rumo que eu não esperava. Antes de ler, eu poderia jurar que ele seria fofo, atencioso e bonzinho, o oposto da imagem que Ronnie fazia dele. No entanto, Mason realmente tem muitos defeitos: é convencido, mimado, espaçoso e um pouco arrogante. Apesar de não ser uma pessoa detestável, como Ronnie imaginava, ele está longe de ser perfeito e isso só contribuiu para que ele seja um personagem mais interessante, pois o torna mais humano aos olhos do leitor.


Outro aspecto que me surpreendeu no livro é o romance. Quando li a sinopse, não tive dúvidas de que um casal seria formado. Porém, a autora foi por um caminho que eu não esperava e o romance não virou o foco em momento algum. É claro que eu senti um certo clima de romance entre alguns personagens e fiquei torcendo para mais de um casal ali, porém, esse nunca foi o ponto central do livro.
Deste modo, o que eu esperava ser um romance adolescente óbvio se tornou um livro sobre amizade e amadurecimento. Em meio a tantas situações absurdas e exageradas, é possível ver um vínculo real se formando entre os personagens. E o melhor de tudo é que isso ocorre de uma maneira natural na história, se tornando crível para o leitor.
A amizade que surge entre seis personagens da história é construída de uma maneira tão linda e divertida que foi, sem dúvida, meu ponto preferido no livro. Claro que aqueles que querem um romance podem se decepcionar um pouco, porém, eu adorei o fato de que a autora fugiu do óbvio e centrou a história não em um casal principal, mas em um grupo de amigos.
Com relação a escrita de Giulia Paim, achei totalmente viciante. Ela escreve de uma maneira leve e simples, que envolve o leitor e torna a leitura fluida. As situações exageradas, que normalmente me incomodam, me fizeram dar gargalhadas em vários momentos (felizmente, eu estava lendo em casa e não na rua). Além disso, é preciso levar em consideração o próprio contexto do livro; não dá para esperar que, em uma história onde um astro do pop vai morar na casa da protagonista, ela vá viver situações comuns.
O importante para mim, e que me fez gostar tanto do livro, é que os personagens são críveis. Mesmo as situações sendo um tanto absurdas, eles são tão naturais e espontâneos que me levaram a acreditar em tudo que estava lendo. Mérito da autora que soube construí-los bem, tornando-os cativantes e humanos, e conduziu a trama de uma maneira que prende o leitor e o leva a se esquecer um pouco do mundo real.
A edição da Globo Alt está simplesmente incrível. A capa é colorida e totalmente condizente com o universo da trama. Além disso, as páginas são amareladas, e a fonte e o espaçamento são ideais para leitura. É uma edição sem muitos floreios, mas que demonstra o cuidado da editora nos detalhes e que me conquistou pela fofura.

Mesmo sendo um livro com uma história simples e sem muitas reflexões, Boston Boys acabou me conquistando de uma maneira que eu não esperava. O carisma desses personagens e a escrita envolvente da autora me ganharam e fizeram com que eu ficasse realmente ansiosa pelo segundo volume, Descendo do Palco, que já está na minha lista de desejados. Então, para quem gosta de livros voltados para o público jovem adulto e procura uma leitura leve, envolvente e divertida, para relaxar e fugir um pouco da realidade, Boston Boys é uma excelente opção. 

Tag - Livros únicos

Domingo é normalmente um dia bastante preguiçoso né? Daqueles que dá vontade de dormir a tarde toda e não fazer mais nada. Mas, para espantar a preguiça e tornar o dia mais divertido, nada melhor do que uma tag e várias indicações de livro, não é mesmo?
Pensando nisso, resolvi responder uma tag que assisti há algum tempo e sempre tive muita vontade de trazer aqui no blog: a Tag dos Livros Únicos. Não sei vocês, mas venho reparado ultimamente que a maioria dos livros publicados são séries. Inclusive, minha maior dificuldade ao escolher as respostas foi que praticamente todos os livros que li recentemente são duologias, trilogias ou séries. No entanto, eles ainda existem e, se procurar bem, tem ótimas opções.
Mas, antes de começar, já aviso que esta tag não é minha. Eu a descobri no canal da Tamires, o Resenhando Sonhos (vídeo aqui), mas quem a criou foi o Victor Almeida, do Geek Freak (vídeo aqui).
Agora, sem mais delongas, vamos às perguntas e às minhas respostas:

1 – Um livro único que te deixou querendo mais ou uma continuação.

Geralmente, a menos que seja um final totalmente aberto, eu tendo a me satisfazer com o desfecho do livro e não fico torcendo por continuações. Mas um livro que me deixou desejando que tivesse mais páginas só para continuar vendo o que aconteceria com aqueles personagens foi “Uma canção de ninar”, da Sarah Dessen. O livro não pede uma continuação, mas ficaria feliz se ele tivesse um final mais detalhado, até para não ter que me despedir cedo da leitura.

2 – Um livro único que conseguiu cumprir sua proposta

Aqui eu escolhi um livro que foi uma leitura relativamente recente e que, para mim, cumpriu exatamente o que se propunha: Um mais um, da Jojo Moyes. É um livro que busca falar sobre família, amor, superação e preconceito, e faz tudo isso muito bem e de uma maneira realista. Apesar da situação toda em que os personagens se envolvem ser totalmente fora do comum, eles são tão humanos e bem construídos, que a história contada acaba sendo convincente e passando mensagens muito bonitas.

3 – Um livro único com personagens únicos.

Quando vi essa pergunta o livro que veio imediatamente na minha cabeça foi “Em algum lugar nas estrelas”, da Claire Vanderpool. Os dois protagonistas dessa história, além de absolutamente encantadores, têm personalidades únicas e são totalmente diferentes de outros personagens crianças que já li. A autora conseguiu construí-los de uma maneira tão sensível e, ao mesmo tempo complexa, que não consigo pensar em nenhum outro personagem que se compare a eles.

4 – Um livro único com cara de trilogia ou série, de tão completo.

Para mim, não é possível pensar em outro livro que não seja “A menina que roubava livros”, do Marcos Suzak. Quando você termina a leitura e começa a pensar em toda a jornada de Liesel ao longo da história chega a ser surpreendente que tudo isso tenha acontecido em um único livro. Além disso, é uma história tão bonita e cheia de reflexões que, para mim, não faltou nada para ser explorado pelo autor. É um livro muito completo e bem amarrado, parecendo realmente ter muito mais do que apenas um livro.

5 – Um livro único super rápido, que não largou até terminar.

Aqui caberiam várias respostas, mas uma que me marcou foi “A probabilidade estatística do amor à primeira vista”, da Jennifer E. Smith. Apesar de demorar para conseguir falar o nome do título completo, a leitura em si foi bastante rápida. É uma história bem leve, mas romântica, divertida e muito envolvente. Li em um dia e, realmente, não vi o tempo passar enquanto estava lendo. É uma leitura totalmente encantadora e que não dá vontade de largar até terminar o livro.

6 – Um livro único de um autor favorito.

A maioria dos autores que eu amo escrevem séries, mas tem uma bastante especial só escreveu livros únicos (e maravilhosos): Jane Austen. Então, nessa pergunta eu poderia citar qualquer livro dela que se encaixaria perfeitamente. No entanto, não podia deixar de falar do meu livro preferido escrito por ela: Persuasão. É uma leitura que me comove toda vez que leio e, para mim, é uma das histórias de amor mais completas e apaixonantes que já li.

7 – Livro único que recomendaria para todo mundo.
Em pouco tempo, ninguém mais vai aguentar me ouvir falando sobre esse livro, mas não podia deixar de recomendar “O sol também é uma estrela”, da Nicola Yoon. Até agora nenhuma leitura conseguiu desbancar esse livro como o meu favorito do ano e, sempre que aparece a oportunidade, estou recomendando ele para alguém. É um romance jovem adulto, mas que vai muito além da história do casal principal e aborda, de maneira leve e sensível, temas importantes ao mesmo tempo que faz uma reflexão sobre como as pessoas estão conectadas umas às outras e, às vezes, têm um impacto profundo na vida de pessoas que nem mesmo conhecem.  

8 – Um livro único que me fez chorar.

Não é muito difícil um livro me levar às lágrimas, então, tinha muitas opções para essa pergunta. Mas uma leitura que me abalou profundamente esse ano e me fez quase desidratar de chorar foi “Sete minutos depois da meia-noite”, do Patrick Ness. Comecei a ler sem expectativa nenhuma, até por ser um livro muito fininho. No entanto, eu não poderia estar mais enganada. Terminei a leitura totalmente comovida com a história e as reflexões presentes no livro, e chorei muito no final. 

9 – Um livro único fora da minha zona de conforto.
Antigamente, eu até lia livros de suspense e romances policiais. No entanto, com o tempo, fui me distanciando desse gênero e ler um thriller não passava pela minha cabeça. Porém, esse ano uma sinopse chamou minha atenção e me tirou da minha zona de conforto: O casal que mora ao lado, da Shari Lapenna. Apesar de ser um gênero que não costumo ler, mergulhei completamente na leitura e acabei gostando bastante. É uma história bastante perturbadora, mas a escrita da autora é envolvente e fez com que eu não quisesse largar o livro hora nenhuma.

            A pergunta 10 seria indicar outras pessoas para responder, mas vou deixar livre para vocês me contarem aí nos comentários ou responderem em seus respectivos blogs/canais e me marcarem para eu ver quais foram as escolhas de vocês.

Quero saber também o que vocês acharam das minhas respostas e, se tiverem indicações de outros livros únicos, podem me contar aí nos comentários. Vou adorar conferir as dicas de vocês também. 

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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