Divulgação - A Espada da Justiça


Olá, pessoal! Hoje eu vim divulgar o livro de um jovem autor nacional que entrou em contato comigo recentemente. Trata-se de A Espada da Justiça, do Brenno Eloy. O livro foi escrito quando o autor tinha apenas quinze anos e foi publicado quando este estava com dezoito.
Agora, vou deixar a sinopse para vocês e um breve resumo sobre o Brenno para que vocês conheçam um pouco sobre a trajetória dele. E, para quem se interessar, os links para comprar o livro e conhecer mais o autor estão disponíveis abaixo.

Livro: A espada da Justiça
Autor: Brenno Eloy

Sinopse:  Filho único e possível último sobrevivente ao ataque ao seu reino, Jhonn, o Arcano Azul teve seu reino e casa queimados devido a um devastador ataque quando ele tinha apenas seis anos. Obrigado a viver com um casal de elfos na floresta, aprendeu a arte da espada e dos feitiços. Quando mais velho, decidiu ir em busca de outros Arcanos, mas ao decorrer de sua missão percebeu que o destino lhe guardara muito mais.

Sobre o autor: Nascido em João Pessoa, na paraíba. Desde cedo se interessou por leitura. Ao atingir seus nove anos de idade, ler já não era o suficiente. Então, começou a pensar que também poderia criar seus próprios textos, suas próprias aventuras. Com alguns cadernos velhos escreveu pequenos "livros", como "Bob, o pinguim de sapatos", daí nasceu um sonho, um o sonho de publicar um livro inteiro escrito por ele mesmo. O tempo passou e os pequenos livros se foram com o mesmo. Alguns anos depois, renasceu a paixão pela escrita e aos 15 anos, concluiu seu primeiro livro, "A Espada da Justiça", que teve sua publicação agora aos 18 anos de idade.

Ficaram interessados? O livro está sendo vendido em e-book e nos links acima vocês podem saber como adquiri-lo.

Todas as informações e links foram enviados pelo autor e qualquer compra feita é de responsabilidade do mesmo.
*Publicidade paga





[Resenha] Um acordo pecaminoso - Os Ravenels #3


Olá, pessoal! Depois de algum tempo sumida aqui do blog, eu finalmente vim trazer uma resenha nova para vocês. Mas, antes, quero pedir desculpas pela ausência. As últimas semanas foram bastante corridas e eu não estava conseguindo preparar os posts. Porém, agora estou conseguindo me organizar e os posts voltam ao normal.
Para hoje, eu decidi trazer a resenha de Um acordo pecaminoso, da Lisa Kleypas. Eu li esse livro no ano passado, porém, esperei reler para comentar aqui o que achei do livro. Agora, com ele mais fresco na memória e uma opinião mais definida, vou finalmente contar o que achei desse que é o terceiro volume da série Os Ravenels.
Mas, antes de tudo, um alerta: as tramas desse livro são relativamente independentes, porém, com personagens muito conectados. Ou seja, se você começar a ler por esse, não terá problemas em entender a trama, mas vai pegar spoilers dos livros anteriores. Então, recomendo que leiam na ordem correta.

Autora: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Páginas:304
Tradução: Ana Rodrigues     
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Lady Pandora Ravenel é muito diferente das debutantes de sua idade. Enquanto a maioria delas não perde uma festa da temporada londrina e sonha encontrar um marido, Pandora prefere ficar em casa idealizando jogos de tabuleiro e planejando se tornar uma mulher independente. Mas certa noite, num baile deslumbrante, ela é flagrada numa situação muito comprometedora com um malicioso e lindo estranho. Gabriel, o lorde St. Vincent, passou anos conseguindo evitar o casamento, até ser conquistado por uma garota rebelde que não quer nada com ele. Só que ele acha Pandora irresistível e fará o que for preciso para possuí-la. Para alcançar seus objetivos, os dois fazem um acordo curioso, e entram em uma batalha de vontades divertida e sensual, como só Lisa Kleypas é capaz de criar.”

Em Um acordo pecaminoso, temos Lady Pandora Ravenel como protagonista. Ela já havia aparecido nos volumes anteriores, mas aqui ela estará em evidência após se envolver em uma situação comprometedora com lorde Gabriel St. Vincent. Na realidade, nada aconteceu entre eles e a situação não passava de um mal-entendido, porém, a honra dela estava manchada de qualquer forma e a única alternativa para salvar a reputação dela serie o casamento.
O problema é que Pandora tem muitos planos para sua vida e se casar não é um deles. No entanto, Gabriel está disposto a fazer a coisa certa e, quanto mais conhece Pandora, mais convicto ele está de que esse casamento não seria apenas uma obrigação. Assim, ele terá a difícil missão de mostrar à ela que essa alternativa não era tão ruim e que o casamento não iria privá-la do que ela mais prezava: sua independência.
“As regras da lógica pela qual sempre viveram haviam sido subvertidas ao ponto de que se casar com Lady Pandora Ravenel era agora o único desfecho aceitável. Ele não estava preparado para aquela moça, para aquela sensação, para aquela incerteza exasperante de que talvez não acabasse ao lado da única pessoa de quem precisava.”


Para começar a falar sobre esse livro, eu preciso dizer que eu estava com as expectativas altíssimas. Eu adorei o segundo volume da série, Uma noiva para Winterborne (resenha aqui) e fiquei ainda mais curiosa quando vi quem seria o mocinho. Talvez vocês tenham reconhecido o sobrenome dele, St Vicent, de outro livro da Lisa Kleypas, Pecados no Inverno. Acontece que Gabriel é filho de Sebastian St. Vicent, que eu considero um dos melhores mocinhos de romances de época. Ou seja, eu já comecei a ler esse livro predisposta a amá-lo.
Mas sabe quando dizem que não devemos criar expectativas? Pois é, não devemos mesmo. Eu esperava muito desse livro e encontrei o romance mais morno da série toda, tanto em relação aos personagens quanto à trama em si. Pandora e Gabriel tinham tudo para serem os melhores protagonistas da série, ela por tudo que havia mostrado nos livros anteriores e ele por ser filho de quem é. Mas não foi bem assim...
Pandora é uma personagem muito à frente do seu tempo, que presa sua liberdade e autonomia mais que tudo. Ela é extremamente inteligente e criativa, e tinha planos para sua vida que não envolviam o casamento. Ela estava desenvolvendo jogos de tabuleiro e não desejava perder o controle sobre seus negócios, o que aconteceria caso se casasse (no século XIX, as mulheres não tinham direito à propriedade quando se casavam, tudo que era delas ia automaticamente para o marido). Isso tudo me fez admirar a personagens nos livros anteriores e em vários momentos desse.
“Não quero que o senhor descubra mais sobre mim, quando tenho tantas coisas erradas. Nunca fui capaz de pensar ou de me comportar como as outras moças. Sou diferente até da minha irmã gêmea.”
O problema é que a determinação dela começou a se tornar teimosia e imprudência, o que me irritou bastante. Eu gostaria muito de ter visto uma personagem feminina forte e vanguardista, que não age de maneira imprudente e imatura. Da segunda vez que li, isso me incomodou menos, mas ainda me impediu de me apegar à personaem. Senti que, naquele que deveria ter sido o auge da personagem, o livro no qual ela estava no centro, foi o que ela se mostrou mais sem graça.
Com relação ao Gabriel, acho que ele foi prejudicado pelo sobrenome. Ao saber que ele era filho do Sebastian, criei altas expectativas e foi impossível não compará-lo com o pai. E não resta dúvida de quem saiu perdendo né? Gabriel é até um personagem cativante e gostei dele, mas faltou o carisma e a irreverência do Sebastian. Além disso, os conflitos do Gabriel foram bem menos interessantes e, de um modo geral, foi um personagem sem muita profundidade.
“Mas tudo era diferente com Pandora. Ela era uma força da natureza, incapaz de não ser inteiramente ela mesma, e de alguma forma isso tornara possível para Gabriel ser ele mesmo também, sem qualquer fingimento. Sempre que admitia ter defeitos, ou ter cometido erros, Pandora parecia gostar ainda mais dele. Ela havia destrancado o coração de Gabriel com uma facilidade assustadora e jogara a chave fora.”

Como não gostei do casal principal, tive dificuldade em me envolver com a trama e até mesmo torcer pelo romance. Claro que a leitura não foi arrastada, afinal estamos falando de um livro da Lisa Kleypas, e o livro teve seus momentos fofos e que me agradaram. No entanto, foi uma leitura bem morna e que, de um modo geral, não me marcou. 



No entanto, não pensem que eu tenho só críticas. Para começar, eu amei a participação de personagens que já haviam aparecido em outras séries da autora. Em especial, adorei ver o Sebastian e a Evie. Eles proporcionaram os melhores diálogos do livro e eu realmente queria que tivessem aparecido ainda mais.
Outro ponto positivo é a ótima contextualização que a autora fez, mostrando como as mulheres tinham poucos direitos naquela época. É revoltante pensar que uma mulher, ao se casar, se tornava morta perante a lei. Tudo que ela tinha e todas as decisões sobre a vida dela iram automaticamente para o marido. A Lisa explorou muito bem essa questão no livro e, mais uma vez, trouxe um retrato muito bem feito da sociedade da época.
“– Não, se ‘segurança’ significar me tornar propriedade de alguém. Do modo como as coisas estão agora, tenho a liberdade de trabalhar e ser dona do que ganho. Mas se eu me casar com você, tudo o que tenho, incluindo minha empresa, se tornará imediatamente seu. Você teria total autoridade sobre mim. (...) Aos olhos da lei, marido e esposa são uma única pessoa... e essa pessoa é o marido. Não suporto essa ideia. Por isso não quero me casar nunca.”
Não posso deixar de mencionar também que ela já começou a inserir os personagens do próximo volume, Um estranho irresistível, e eu estou curiosíssima para vê-los. Há um mistério cercando um deles e eu já tenho algumas teorias. Agora, preciso ler e descobrir se elas estão corretas. Então, podem se preparar que em breve, vai sair resenha do quarto livro de Os Ravenels por aqui.
Como vocês já devem ter percebido, Um Acordo Pecaminoso ficou bem distante das minhas expectativas. Não foi um leitura ruim, mas, infelizmente, deixou a desejar. É um romance relativamente rápido de ler, mas que pecou um pouco na construção dos personagens e foi desenvolvido sem grandes emoções. Ainda assim, valeu à pena por proporcionar a oportunidade de rever personagens que eu já amava e conhecer um pouquinho mais dos próximos protagonistas.
E vocês, já leram Um acordo pecaminoso? Sei que, para muita gente, esse é o favorito da série e estou curiosa para saber a opinião de vocês.

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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