5 romances de época que eu recomendo



Novembro está chegando ao fim e, com isso, é hora de encerrar a segunda edição do Novembro de Época. E, para finalizar bem o projeto, vou indicar alguns dos meus romances de época favoritos e que eu recomendo para todo mundo.
Porém, antes de mais nada, quero agradecer a Mary do blog Leituras da Mary pelo convite para participar de mais essa edição. Eu adorei poder falar um pouco sobre romances de época que eu adoro e também conhecer novos títulos. Foi um mês bastante especial e já estou ansiosa pela terceira edição.
Mas agora, sem mais delongas, vamos à minha lista com aqueles romances de época que eu recomendo de olhos fechados:

Série As Quatro Estações do Amor, da Lisa Kleypas:
Essa série foi meu primeiro contato com a escrita da Lisa Kleypas e eu não poderia ter começado melhor. Os livros são apaixonantes, divertidos e com personagens totalmente apaixonantes. Meu favorito é o quarto da série, Escândalos na primavera, mas eles devem ser lidos na ordem correta e todos valem muito a pena.
Sinopse do primeiro volume, Segredos de uma noite de verão: “Apesar de sua beleza e de seus modos encantadores, Annabelle Peyton nunca foi tirada para dançar nos eventos da sociedade londrina. Como qualquer moça de sua idade, ela mantém as esperanças de encontrar alguém, mas, sem um dote para oferecer e vendo a família em situação difícil, amor é um luxo ao qual não pode se dar. Certa noite, em um dos bailes da temporada, conhece outras três moças também cansadas de ver o tempo passar sem ninguém para dividir sua vida. Juntas, as quatro dão início a um plano: usar todo o seu charme e sua astúcia feminina para encontrar um marido para cada, começando por Annabelle. No entanto, o admirador mais intrigante e persistente de Annabelle, o rico e poderoso Simon Hunt, não parece ter interesse em levá-la ao altar – apenas a prazeres irresistíveis em seu quarto. A jovem está decidida a rejeitar essa proposta, só que é cada vez mais difícil resistir à sedução do rapaz. As amigas se esforçam para encontrar um pretendente mais apropriado para ela. Mas a tarefa se complica depois que, numa noite de verão, Annabelle se entrega aos beijos tentadores de Simon... e descobre que o amor é um jogo perigoso. No primeiro livro da série As Quatro Estações do Amor, Annabelle sai em busca de um marido, mas encontra amizades verdadeiras e desejos intensos que ela jamais poderia imaginar.”

Seduzida por um guerreiro escocês, da Maya Banks:
Já cansei de falar o quanto esse livro me surpreendeu e não poderia deixar de mencioná-lo aqui. Eu não esperava nada desta leitura, mas encontrei um romance bem construído, com uma protagonista feminina realmente forte e corajosa, e um mocinho daqueles que fazem qualquer uma se apaixonar. Sem dúvida, recomendo de olhos fechados.
Sinopse: “Conheça uma mulher extraordinária cujos dons irão ajudar um rude guerreiro a ouvir o próprio coração Eveline Armstrong é imensamente amada e protegida por seu clã, mas as pessoas a consideram diferente, pois apesar de ser linda e encantadora, a moça sofreu um acidente que lhe causou sequelas não só psicológicas, mas também físicas, visto que ela ficou surda. Satisfeita com sua vida reclusa, ela aprendeu a ler lábios e permitiu que o mundo a enxergasse como uma tola. Contudo, quando um casamento arranjado a torna esposa de Graeme Montgomery, integrante de um clã rival, Eveline aceita seu destino – despreparada para os deleites que viriam. Enredado pelos mistérios de Eveline, cujos lábios silenciosos são cheios de tentação, Graeme vê seu casamento ameaçado devido às rivalidades entre clãs e agora deverá enfrentar inúmeras adversidades para salvar a mulher que lhe despertou tanto amor.”


Como agarrar uma herdeira, da Julia Quinn
Eu adoro os livros da Julia Quinn, mas esse é, sem dúvida, um dos meus favoritos. Ele foge um pouco do padrão dos romances de época que já li, com um enredo repleto de ação e aventura. Além disso, os diálogos são muito engraçados e o casal principal é totalmente cativante. Recomendo muito para quem quer um romance de época com boas doses de humor e ação. Resenha aqui.
Sinopse: “Como agarrar uma herdeira inaugura a série Agentes da Coroa. Quando Caroline Trent é sequestrada por engano por Blake Ravenscroft, não faz o menor esforço para se libertar das garras do agente perigosamente sedutor. Afinal, está mesmo querendo escapar do casamento forçado com um homem que só se interessa pela fortuna que ela herdou. Blake a confundiu com a famosa espiã espanhola Carlotta De Leon, e Caroline não vai se preocupar em esclarecer nada até completar 21 anos, dali a seis semanas, quando passará a controlar a própria herança milionária. Enquanto isso, é muito mais conveniente ficar escondida ao lado desse sequestrador misterioso. A missão de Blake era levar “Carlotta” à justiça, e não se apaixonar por ela. Depois de anos de intriga e espionagem a serviço da Coroa, o coração dele ficou frio e insensível, mas essa prisioneira se prova uma verdadeira tentação que o desarma completamente.”

Volte para mim, da Paola Aleksandra
Uma das minhas leituras favoritas do ano, esse livro não poderia ficar de fora. É um livro que vai muito além do romance, trazendo uma protagonista em uma jornada muito bonita de autodescoberta e dramas familiares realmente tocantes. Fiquei encantada com a escrita da Paola e não vejo a hora de ler outros livros dela. Resenha aqui.
Sinopse: "Aos dezesseis anos, Brianna Hamilton fugiu da Inglaterra para a Escócia, abandonando sua família e as obrigações como herdeira de um duque. Em meio aos prados escoceses, a ovem encontrou refúgio e descobriu mais sobre a mulher que desejava ser. Mas, onze anos após a fuga, uma dolorosa verdade fará com que ela deseje nunca ter partido. Voltar será como relembrar o passado, a fuga, o medo e as escolhas que precisou fazer. E, enquanto luta para reconquistar seu lugar junto à família, Brianna precisará superar Desmond Hunter, melhor amigo e primeiro amor, que anos atrás ela escolheu deixar para trás. Volte para mim é um romance arrebatador sobre recomeços, sentir-se inteira e, acima de tudo, confiar no amor."

Cilada para um marquês, da Sarah MacLean:
Esse foi o primeiro livro que eu li da Sarah MacLean e já bastou para querer ler outros livros dela. Apesar do enredo ser clichê, a autora conseguiu desenvolvê-lo de uma maneira única e apaixonante. Os personagens são bem construídos e os diálogos entre eles são hilários. É um daqueles livros que combinam os melhores elementos dos romances de época em uma leitura leve, envolvente e cativante. Resenha aqui.
Sinopse: “Sophie Talbot é conhecida pela Sociedade como uma das Irmãs Perigosas – mulheres Talbot que fazem de tudo para se arranjar com algum aristocrata. O apelido chega a ser engraçado, pois se existe algo que Sophie abomina é a aristocracia. Mas parece que mesmo não sendo uma irmã tão perigosa assim, o perigo a persegue por todos os lugares.Quando a mais “desinteressante” das irmãs Talbot se torna o centro de um escândalo, ela decide que chegou a hora de partir de Londres e voltar para o interior, onde vivia antes de seu pai conquistar um título. Em Mossband, ela pretende abrir sua própria livraria e encontrar Robbie, um jovem que não vê há mais de uma década, mas que jura estar esperando por ela.No entanto, ao fugir de Londres, seu destino cruza com o de Rei, o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, um homem com a fama de dissolver noivados e arruinar as damas da Sociedade. Rei está a caminho de Cumbria para visitar o odioso pai à beira da morte e tomar posse de seu ducado. Tudo o que ele menos precisava era de uma Irmã Perigosa em seu encalço.O Marquês de Eversley está convicto de que Lady Sophie Talbot invadiu sua carruagem para forçá-lo a se casar com ela e conquistar um título de futura duquesa. Já Sophie tenta provar que não se casaria com ele nem que fosse o último homem da cristandade. Mas e quando o perigo tem olhos verdes, cabelos claros e a língua afiada? Essa viagem será mais longa do que eles imaginavam...”

Menção honrosa: Série Os Bridgertons, da Julia Quinn. Acredito que a maioria das pessoas já tenha, pelo menos, ouvido falar dessa série. Por esse motivo, não inclui esses livros na lista. No entanto, O duque e eu foi o primeiro romance de época que eu li e O visconde que me amava é o meu romance de época favorito. Portanto, não poderia deixar mencioná-los aqui e dizer que eu recomendo para aqueles que amam o gênero ou querem começar a ler.

Mas agora quero saber as indicações de vocês. Quais romances de época vocês recomendam de olhos fechados? Algum desses que eu citei também estaria na lista de favoritos de vocês? Me contem aí nos comentários.

[Resenha] Arte & Alma



Sabe aquele livro que já te conquista pela capa? Definitivamente, este é o caso de Arte & Alma, da Brittainy C. Cherry, que foi lançado no Brasil pela Galera Record. Assim que eu vi essa capa, já sabia que queria ler o livro. Como eu já tinha lido outro livro e um conto da autora e gostado muito, a expectativa foi maior ainda.
Para quem não sabe, a Brittainy C. Cherry é autora do best-seller Sr. Daniels e da série ElementosO ar que ele respira, A chama dentro de nós, O silêncio das águas e A força que nos atrai. Lançado no Brasil em outubro, Arte & Alma é um romance Young Adult que, contando a história de dois adolescentes que se encontraram no pior momento de suas vidas, vai mostrar a importância de seguir o coração para se reencontrar.

Autora: Brittainy C. Cherry
Editora: Galera Record
Tradução: Priscila Catão
Páginas: 308
Onde comprar: Amazon
Exemplar cedido pela editora
Sinopse: “O novo livro de Brittainy C. Cherry mostra a necessidade de encontrar-se e valorizar o que tem mesmo quando as coisas parecem desmoronar ao redor. Aria Watson era considerada invisível na escola, mesmo com todo seu talento para arte; em casa era uma boa filha e irmã. Mas tudo mudou quando ela anunciou, aos 16 anos, que estava grávida. E a notícia caiu como uma bomba. Agora ela está aterrorizada e se sentindo mais sozinha do que nunca. Levi Myers mudou-se para Wisconsin para ficar com o pai, que não via desde os 11 anos. Ele precisava se afastar um pouco da mãe e passar um ano com o pai parecia uma boa ideia, mas agora Levi não tem mais certeza. Se a mãe tem problemas, o pai é pior. Dois adolescentes passando por momentos difíceis e que, sem querer, encontram um no outro alguém que compreenda o que estão passando. Os dois estão despedaçados por dentro, cheios de cicatrizes. Mas, nas manhãs no bosque, enquanto tentam alimentar cervos, ou esperando o ônibus para escola, eles compartilham seus medos e incertezas. Levi está dividido entre o pai e a mãe e Aria precisa decidir o futuro do bebê que está gerando. Em palavras, e até mesmo no silêncio, os dois fazem um ao outro um pouco mais fortes. Apaixonar-se não era o plano, mas às vezes é difícil resistir quando alguém parece entender tão bem sua dor e solidão.”

Em Arte & Alma, vamos acompanhar a trajetória de dois adolescentes que se encontraram no pior momento de suas vidas, mas, contrariando as expectativas, vão descobrir um no outro a força para seguirem em frente. Aria tem 16 anos sempre foi a filha perfeita, com um comportamento irrepreensível e notas impecáveis. Na escola, ela era invisível para a maioria dos colegas, mas estava feliz com a amizade de seu amigo de infância, Simon. Porém, tudo estava prestes a mudar e ela sabia que se tornaria alvo da hostilidade dos outros alunos, além de decepcionar seus pais.
Já Levi acabou de se mudar para a cidade a fim de passar um tempo com o pai. Ele tem sido criado pela mãe desde o divórcio deles, mas decidiu se mudar tanto para fugir um pouco dos problemas que enfrentava em casa quanto para tentar resgatar sua relação com o pai. Por traz de uma fachada sorridente e alegre, ele escondia um peso e uma tristeza grandes demais para alguém ainda tão jovem.
Quando os caminhos de Aria e Levi se cruzam, suas coisas os aproximam: o reconhecimento de alguém que também está com o coração cheio de marcas e inseguranças, e o amor pela arte. Aria se encontra quando está pintando, e Levi se expressa através das músicas. Surge, então, uma amizade baseada na compreensão, companheirismo e amor pela arte. Mas quando outro sentimento começa a surgir, eles se perguntam se daria certo se apaixonar quando tudo à volta deles está desmoronando.
“Tínhamos nos tornado as obras-primas das almas mais solitárias do mundo. As cores em nossos olhos morreram de tanto sangrar. E naquele momento percebemos que, às vezes, as obras de arte mais lindas eram criadas pelas almas mais sombrias.”


Como eu já tinha mencionado no início da resenha, esse livro despertou meu interesse por essa capa maravilhosa. No entanto, preciso dizer que a história foi ainda mais linda e me conquistou completamente. A trama pode até parecer clichê, mas os dramas vivenciados pelos personagens são muito reais e isso contribuiu muito para que eu me envolvesse com a leitura. Foi fácil compreender as dificuldades que ambos enfrentavam e, com isso, ter empatia por eles.
A Aria foi uma protagonista que me surpreendeu muito, tanto pela maturidade que demonstrou ao lidar com questões realmente sérias, quanto pelo fato de ter conflitos com os quais muitas pessoas podem se identificar. Além disso, gostei de perceber que, apesar de estar enfrentando uma situação realmente difícil, ela não se deixa abater e tem seus momentos divertidos também. Assim, apesar de ter seus medos e suas dúvidas, Aria está longe de ser uma personagem excessivamente dramática.
“Eu não estava pronta para o amanhecer. Não estava pronta para voltar para casa. Não estava pronta para o fato de que o dia seguinte seria o primeiro dia de aula, e eu seria aquela garota. [...] Aquela que passaria a ser notada não pelo seu jeito artístico, mas por suas más decisões.”
Já o Levi eu queria colocar em um potinho e proteger do mundo. Que personagem mais fofo! Assim como Aria, ele também tem um coração bastante machucado e por motivos muito reais. No entanto, ele tem uma capacidade tão grande olhar para além dos seus problemas e enxergar o próximo que é impossível não se encantar com ele. E, se não bastasse tudo isso, Levi ainda é inteligente e com um senso de humor afiado. Alguma dúvida de quem foi meu personagem favorito da série?
“Pela primeira vez, eu mostrei a Aria quem eu realmente era. Eu lhe mostrei a minha verdade. Em meus olhos, ela viu o isolamento que eu nunca mostrava para ninguém. Ela viu o sofrimento em minha alma que eu escondia por trás de sorrisos e mentiras.”
Mas não pensem que os dois protagonistas foram os únicos personagens importantes no livro. Tanto a família de Aria quanto a de Levi desempenham papeis importantes e tiveram conflitos bem construídos. Em especial, gostei muito do desenvolvimento do pai do Levi. Ele não é um personagem muito carismático, mas foi interessante ir descobrindo mais informações sobre ele ao longo do livro até entender os motivos que o levaram a ser como era.



E o que dizer da escrita da Brittainy C. Cherry? Em meus primeiros contatos com obras da autora, eu já havia considerado a leitura muito envolvente e os personagens bem construídos. No entanto, achei que em Arte & Alma ela conseguiu equilibrar melhor os momentos dramáticos, deixando a leitura mais leve. Além disso, ela teve muita sensibilidade tanto na construção dos personagens individualmente quanto no desenvolvimento do romance, o que deixou a história ainda mais tocante.
“Tantas palavras, mas no fim do dia havia apenas uma que se destacava. Uma palavra que significava céu e inferno, dia de sol e de chuva, o lado bom e o lado ruim das coisas. Era a única palavra que fazia sentido quando tudo ao redor estava confuso, sofrido e implacável.”
Já a edição da Galera Record está impecável. A capa é soft touch e tem uma ilustração lindíssima, que tem tudo a ver com a história do livro. Internamente, é mais simples, mas as páginas são amareladas e a fonte utilizada é bastante confortável para leitura. Além disso, não encontrei erros de revisão.
Deste modo, Arte & Alma foi uma leitura que me surpreendeu por ser mais do que um romance entre dois adolescentes. É um livro sobre o amor em suas diferentes formas, e, principalmente, sobre se encontrar em meio a dor. Brittainy C. Cherry conseguiu escrever um romance Young Adult que, apesar de ser uma leitura leve, é sensível e apaixonante, contando com personagens bem construídos e conflitos muito reais. Para quem ama uma leitura emocionante e apaixonante, não pode deixar de conferir esse livro.


[Cinema] Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald


Hoje, finalmente, vou falar sobre um dos filmes mais aguardados do ano – Animas Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. Sendo uma potterhead assumida, a minha ansiedade para esse filme estava enorme. Eu adorei o primeiro, Animais Fantásticos e Onde Habitam (falei sobre ele aqui), e não via a hora de saber o que a J. K. Rowling preparou para essa sequência.

Mas, antes de contar o que achei, tenho dois avisos importantes. O primeiro é o de que essa resenha não tem nenhum spoiler do filme Os Crimes de Grindelwald (ou seja, comentarei apenas o que já havia sido revelado nos trailers e na sinopse oficial), porém, contém informações sobre o anterior. Então, não recomendo a leitura deste post para quem não assistiu Animais Fantásticos e Onde Habitam. Já o segundo aviso é que essa análise será simplesmente os comentários de uma fã, que não tem conhecimento técnico nenhum sobre cinema. Ou seja, vai ser uma opinião de uma espectadora e não uma crítica do filme.

Elenco: Eddie Redmayne, Jude Law, Johnny Deep, Katherine Waterston, Erza Miller, Dan Floger, Alison Sudol, Zoë Kravitiz, Callum Turner, Claudia Kim, Jamie Campbell Bower e Toby Regbo.
Duração: 2 h 15 min
Direção: David Yates
Roteiro: J. K. Rowling
Sinopse: “No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.”

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald começa alguns meses após o final do filme anterior. Gellerd Grindelwald continua preso e está prestes a ser transferido dos EUA para a Inglaterra. Tendo se mostrado um prisioneiro muito persuasivo e eloquente, foram usados todos os meios possíveis para mantê-lo isolado. No entanto, não demora para que ele consiga escapar e se reunir a alguns dos seus seguidores. Ele parte para a França a fim de encontrar Creedence e usar os poderes dele em seus planos contra os não-mágicos e os bruxos que os defendem.

Enquanto isso, Newt Scamander conseguiu publicar seu livro e agora tenta se livrar da proibição para viagens internacionais. Mesmo sem conseguir a autorização que esperava, ele acaba viajando clandestinamente para a França, a pedido de Dumbledore, e leva junto o não-bruxo, Jacob Kowaski. Em Paris, eles encontram a auror Tina Goldstein, enquanto Jacob procura pela irmã dela, Queenie. Paralelamente, Teseu Scamander (irmão mais velho do Newt) e sua noiva Leta Lestrange trabalham para o Ministério da Magia tentando deter Grindewald, enquanto lidam com questões do passado da família Lestrange que estavam voltando à tona.

Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved / Jaap Buitendijk

Confesso que enquanto escrevo esse texto, ainda não consegui processar tudo que aconteceu nesse filme. Como já dá para ver pela própria sinopse, há vários personagens novos e muitas subtramas, o que implica em um filme com muitas informações. No entanto, quero deixar claro que isso não se mostrou um problema (pelo menos para mim), porque as tramas dos diferentes núcleos do filme foram interessantes de se acompanhar e se conectaram de maneira satisfatória no final. Só teve um personagem que, para mim, não acrescentou nada na história e poderia ter sido facilmente retirado. Porém, não foi algo que chegou a me incomodar.
Achei esse filme bem mais dinâmico que seu antecessor, tanto que mal vi o tempo passar enquanto estava no cinema. Para mim, isso se deveu em grande parte à habilidade de J. K. Rowling tanto em apresentar as motivações e os dramas dos personagens, fazendo com que eu me envolvesse com as jornadas de cada um deles, quanto em equilibrar bem ação, comédia, mistério, drama e, até mesmo, um pouco de romance. Com isso, fiquei com a atenção presa à história durante todo o filme.
Por se tratar de um filme de transição da franquia, o roteiro é bem menos amarrado do que o antecessor. Assim, ele não responde muitas questões e traz várias outras que deixam o espectador desesperado pela continuação. Vi muitas pessoas reclamando disso, mas, sinceramente, já era algo que eu esperava. Apesar de alguns tropeços aqui e ali, o roteiro do filme cumpriu bem o que se propôs: apresentou os personagens que serão importantes nos próximos filmes, desenvolveu melhor aqueles que já conhecíamos e definiu o rumo que a história irá seguir.

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Com relação às atuações, eu saí do cinema muito satisfeita. Eddie Redmayne está ainda mais seguro como Newt Scamander, mostrando a mesma inocência e idealismo do que havíamos visto no filme anterior, mas trazendo outras camadas para o personagem. Em especial, adorei ver a relação dele com o irmão Teseu e com Leta Lestrange e o modo como, apesar de sua quase ingenuidade, Newt é um personagem sábio e muito forte. Além dele, Erza Miller se destacou mais uma vez como Creedence, e Dan Fogler conseguiu transformar o Jacob em um personagem ainda mais carismático do que já era ao proporcionar não apenas momentos muito divertidos, mas outros com uma carga dramática um pouco maior.

No entanto, Animais Fantásticos: Os crimes de Grindelwald tem dois donos: Jude Law e Johnny Deep. Considero que Jude tinha uma responsabilidade maior, pois seu personagem já estava associado há dois outros atores brilhantes, Richard Harris e Michael Gambom. No entanto, ele conseguiu trazer a essência do famoso bruxo e, desde a primeira cena, não tive dúvida de que estava vendo o Dumbledore em toda sua sabedoria, carisma e sensibilidade. Já o Johnny Deep como Grindelwald foi a atuação mais impressionante do filme, conseguindo passar a perversidade e inteligência de seu personagem em todas as cenas em que aparece. Trata-se de um vilão que inspira medo em todas as suas ações, mas que ainda se mostra extremamente sedutor, tanto por seu discurso muito lógico (por mais terrível que seja), quanto por sua habilidade de entender os desejos e vulnerabilidades das pessoas à sua volta e usar isso para atraí-las. Que Lord Voldemort me perdoe, mas Geller Grindelwald é o grande vilão desse universo.

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E por falar em discurso sedutor, considero que o grande mérito deste filme seja seu teor político e como ele evidencia o fato de que, muitas vezes, as maiores atrocidades podem parecer razoáveis quando ditas por um bom orador. Não que isso seja uma novidade no universo de Harry Potter, afinal, já era possível identificar muitas reflexões políticas e sociais nos livros da série. No entanto, em Os Crimes de Grindelwald, elas foram feitas de uma maneira muito mais aberta e contundente.
Preciso dizer ainda que, antes de assistir ao filme, tinha visto muitas críticas afirmando que este filme é confuso, que o roteiro é fraco e, até mesmo, que J. K. Rowling não sabia o que estava fazendo. Com relação ao roteiro, tem alguns problemas sim, especialmente no desenvolvimento de alguns personagens. No entanto, foram tropeços pequenos e nada que tornasse a história confusa.
Há muitas reviravoltas na trama e algumas surpresas que desagradaram parte dos fãs por, supostamente, entrarem em conflito com as informações que já tínhamos do universo de Harry Potter. Na minha opinião, o gancho que a autora deixou para os próximos filmes funcionou muito bem e abriu possibilidade para várias interpretações. Eu, sinceramente, estou mais do que disposta a esperar o que J. K. Rowling fará nos próximos três filmes. A história de Animais Fantásticos só começou e como, até hoje, eu nunca tive motivos para duvidar da habilidade da autora, acredito que ela saberá responder às questões que foram levantadas em Os Crimes de Grindelwald de maneira satisfatória e na hora certa. 
Nesse sentido, não posso deixar de comentar uma coisa: gostar ou não gostar do filme é um direito de cada um. O que não pode é o absurdo que tem acontecido nas últimas semanas, com muitas pessoas atacando e ofendendo a J. K. Rowling e as pessoas que gostaram do filme. Não gostar do rumo que a franquia está seguindo, questionar as escolhas da autora, ou até sua capacidade como roteirista, não dá a ninguém o direito de desrespeitá-la ou àqueles que aprovaram o filme. 
Dito isso, considero que Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald cumpriu muito bem seu papel e me deixou ainda mais ansiosa para assistir à continuação. Foi um filme que me fez revisitar a história que tanto amei e definiu um caminho para a franquia. Já estou completamente apegada ao nosso querido magizoologista, Newt Scamander, e não vejo a hora de ver mais da história de Dumbledore e Grindelwald. E, se ainda faltassem motivos para querer continuar acompanhando a franquia, já foi confirmado que o próximo filme se passará no Brasil, e eu não vejo a hora de saber como nosso país vai se encaixar nesse universo.
E vocês, já assistiram Animas Fantásticos: Os crimes de Grindelwald? Me contem aí nos comentários o que acharam. Mas sem dar spoilers hein? Ainda tem muitas pessoas que não viram o filme.



[Resenha] Um acordo e nada mais


Aproveitando que hoje é feriado e amanhã é sexta-feira, nada melhor do que uma dica de leitura envolvente e apaixonante para aproveitar esses dias, não? Por isso, a resenha de hoje é sobre Um acordo e nada mais, da Bary Balogh, segundo volume da série O Clube dos Sobreviventes. Para que não leu o primeiro livro, as tramas desta série são independentes e eles podem ser lidos separadamente, porém, como há uma ligação entre os personagens de ambos os livros e o casal do livro anterior aparece nesse, recomendo a leitura na sequência (tem resenha do primeiro aqui).
Quando li Uma proposta e nada mais, senti que Mary Balogh trouxe uma trama mais séria do que estamos acostumados a ver em romances de época, com personagens mais complexos e maduros. Em Um acordo e nada mais, essa sensação foi confirmada. Nesse livro, mesmo com uma trama leve, fiquei feliz por encontrar novamente uma profundidade maior do que o padrão deste gênero.

Autora: Mary Balogh
Editora: Arqueiro
Tradução: Livia de Almeida
Páginas: 304
Onde comprar: Amazon
Sinopse: “Embora Vincent, o visconde Darleigh, tenha ficado cego no campo de batalha, está farto da interferência da mãe e das irmãs em sua vida. Por isso, quando elas o pressionam a se casar e, sem consultá-lo, lhe arranjam uma candidata a noiva, ele se sente vítima de uma emboscada e foge para o campo com a ajuda de seu criado. No entanto, logo se vê vítima de outra armadilha conjugal. Por sorte, é salvo por uma jovem desconhecida. Quando a Srta. Sophia Fry intervém em nome dele e é expulsa de casa pelos tios sem um tostão para viver, Vincent é obrigado a agir. Ele pode estar cego, mas consegue ver uma solução para os dois problemas: casamento. Aos poucos, a amizade e o companheirismo dos dois dão lugar a uma doce sedução, e o que era apenas um acordo frio se transforma em um fogo capaz de consumi-los. No segundo volume da série Clube dos Sobreviventes, você vai descobrir se um casamento nascido do desespero pode levar duas pessoas a encontrarem o amor de sua vida.”

Em Um acordo e nada mais, Vincent, o visconde de Darleigh está cansado do controle e da proteção excessiva de sua mãe e irmãs. Quando tinha 18 anos, ele sofreu um grave ferimento em batalha e acabou ficando cego. Por causa disso, sua família passou a tentar protegê-lo de todas formas, mesmo depois dele ter herdado o título e a fortuna. No entanto, quando descobre que sua mãe e suas irmãs estavam tentando armar para que ele se casasse, Vincent sente que era hora de fugir.
No entanto, quando retorna para a cidade onde havia crescido, Vincent acaba quase sendo vítima de uma armadilha de casamento. Ele só consegue escapar graças a interferência de Sophia Fry, que sabia que os tios estavam tentando se aproveitar da deficiência visual dele para colocá-lo em uma situação comprometedora com sua filha, Henrietta March, e forçá-lo a se casar. O problema é que, após ajudá-lo, Sophia é expulsa de casa pelos tios.
Quando fica sabendo da situação da jovem, Vincent decide ajudá-la e acaba tendo uma ideia. Ele propõe que os dois se casem, o que faria com que Sophia ficasse amparada financeira e socialmente, enquanto Vincent poderia se livrar da proteção excessiva da família. Mas será que a convivência poderia fazer com que, de um simples acordo de conveniência, surgissem sentimentos verdadeiros?
“Talvez não tivesse sido tão precipitado assim, afinal de contas. Tinha a forte sensação de que poderia vir a gostar dela – não apenas porque estava determinado a gostar, mas porque... Bem, porque ela era uma pessoa digna de ser amada.”



Esse livro foi uma surpresa muito agradável. Apesar de ter gostado de Uma proposta e nada mais, senti que o romance demorou a me convencer. Eu gostava dos protagonistas individualmente, mas como casal não sentia a ligação entre eles. Já em Um acordo e nada mais encontrei um romance daqueles em que torcemos pelo casal desde o primeiro momento. É uma relação muito bonita, que vai se desenvolvendo aos poucos e com naturalidade, o que contribui muito para que o leitor se envolva com a leitura.
Sophia é uma personagem que me apeguei muito, porque faz o leitor exercer sua capacidade de empatia. Ela cresceu sem a mãe, sendo negligenciada por todos os parentes que cuidaram dela desde a infância, incluindo os tios com quem passou a viver após a morte do pai. Assim, ela se acostumou a não ser vista, ouvida e, até mesmo, respeitada. Se via como uma ratinha invisível e tinha sérios problemas de autoestima e confiança. No entanto, nem mesmo os anos de sofrimento tiraram de Sophia sua inteligência, seu senso de humor afiado e sua criatividade.
“Sua vida havia mudado de repente e de forma drástica. E ela ainda se comportava como uma ratinha assustada. Às vezes, é preciso esforço e determinação para não se deixar simplesmente levar pela vida, sem mudar. A mudança tinha chegado e ela tinha a chance de mudar – ou não.”
Trata-se de uma protagonista cativante, mas reconheço que, às vezes, pode ser cansativo ver o quanto ela se desmerece. No entanto, a questão aqui é tentar se colocar no lugar de Sophia e entender os danos que anos de maus tratos e abandono poderiam causar nos sentimentos de uma pessoa, especialmente alguém tão jovem como ela. Entendo esse lado da personagem e adorei vê-la se descobrindo e aprendendo a se valorizar.
Já o Vicent é um personagem que chamou minha atenção desde o livro anterior. Tendo perdido a visão com apenas 18 anos, seria natural se ele tivesse se amargurado ou se fechado para o mundo. Porém, Vincent não perdeu seu senso de humor e sua natureza determinada e corajosa. Além disso, ele é generoso, justo e demonstra uma gentileza para com os outros que me encantou. No entanto, é claro que o que aconteceu na guerra deixaria traumas e conflitos com os quais Vincent precisaria lidar, especialmente a culpa por ter provocado o próprio acidente e a perda de autonomia devido ao controle da família.
“Não corroboraria a loucura juvenil permitindo que a luz de dentro dele se extinguisse. Viveria a sua vida. E a viveria plenamente. Faria algo dela e de si mesmo. Não se renderia à depressão ou ao desespero.”
Assim, um dos aspectos que mais gostei nesse livro é o fato de que ele não foca exclusivamente no romance. Tão importante quanto a relação que surge entre Sophia e Vincent é o desenvolvimento pessoal deles. Os dois têm feridas que precisavam ser cicatrizadas e é muito interessante acompanhá-los nessa jornada de autodescoberta e superação.



Mas é claro que o romance acontece e é lindo de se acompanhar. Apesar de ser um casamento de conveniência, Vincent e Sophia se respeitaram desde o começo, pois um conseguia entender a dor do outro. Com isso, eles acabaram desenvolvendo uma cumplicidade grande antes de se apaixonarem. Além disso, ambos são personagens criativos, inteligentes, com um senso de humor afiado e que despertam o melhor um do outro, o que os torna ainda mais cativantes e contribui para que o leitor torça por eles durante todo o livro.
“Apesar de sua beleza quase inacreditável, era apenas um homem. Apenas uma pessoa. Como ela, era vulnerável. Como ela, vinha levando uma vida em muitos aspectos passiva. Como ela, sentia a necessidade, o intenso desejo de viver. De levar a melhor sobre a vida em vez de simplesmente suportá-la. De ser livre e independente... Não eram tão diferentes quanto ela pensara.”
Com relação aos personagens secundários, esse livro é mais centrado no casal principal do que o anterior. No entanto, isso não significa que outros personagens não tenham espaço ou relevância na trama. Os outros membros do Clube dos Canalhas aparecem nesse livro e desempenham um papel importante, especialmente na adaptação de Sophia. Além disso, há Martin, o criado de Vincent, que se mostra um amigo extremamente leal e que me conquistou por sua dedicação a ele.
A trama é bastante simples e não possui grandes reviravoltas, mas o que fez com que esse livro se tornasse uma leitura tão especial foi o envolvimento tanto com a jornada pessoal dos protagonistas quanto com o desenvolvimento do romance. Além disso, Mary Balogh tem uma escrita envolvente e muito sensível, que torna a leitura bastante fluida. Ela sabe dosar os momentos de humor, drama e romance, deixando a história interessante mesmo quando não há acontecimentos marcantes.
Não posso deixar de dizer também o quanto essa edição está linda. A capa segue o mesmo padrão do livro anterior, que, apesar de simples, é muito bonito. As folhas são amareladas, e achei a fonte e o espaçamento muito bons, o que deixa a leitura bastante confortável.
Deste modo, Um acordo e nada mais foi uma leitura que teve os mesmos elementos que me agradaram no volume anterior, mas com um romance ainda mais encantador. O livro conta com personagens bem construídos e muito humanos, que cativam o leitor e conquistam a nossa torcida. Estou começando a conhecer a escrita da Mary Balogh, mas esse livro me deu a certeza de que não apenas quero continuar essa série, como pretendo conhecer outras obras da autora. Para quem procura um romance de época mais profundo e, ainda assim apaixonante, não pode deixar de conhecer os livros de O Clube dos Sobreviventes.

Sorteio de Aniversário - Leituras da Mary


Em comemoração ao aniversário do blog Leituras da Mary, organizamos um sorteio mega especial para os amantes de romances de época. Confira e participe!!
Quero agradecer a todos que nos acompanharam durante esses 5 anos, que estão sempre interagindo nas nossas redes sociais e nos enchendo de carinho aqui no blog.
Fique ligadinho no blog e nas redes sociais, pois teremos muitas novidades, dicas, resenhas, tags e várias outras coisas relacionadas à esse universo de época que tanto amamos. Também estão rolando outros sorteios incríveis lá no Instagram, vou deixar linkado no final do post os outros sorteios do #NovembrodeÉpoca.

Confira o Regulamento


- Para participar, basta preencher as entradas obrigatórias do formulário. O participante que não estiver seguindo as entradas obrigatórias serão desclassificados, caso seja sorteado na promoção.

- O participante que for sorteado deverá estar segundo todas as redes sociais presentes no formulário e não apenas uma, o aplicativo do sorteio sorteará apenas uma das entradas, mas o participante precisa estar seguindo todas para ser desclassificado.

- É necessário Curtir (e não apenas visitar) as páginas dos Blogs.

- Os participantes devem residir em território nacional.

- Será sorteado um kit 4  livros e mimos para 1 único vencedor.

- O sorteio será finalizado dia 30/11 e o resultado sairá nesse mesmo post até o dia 02/12.

- Os ganhadores receberão um e-mail e precisam respondê-lo com seus dados em até 72 horas, ou serão desclassificados.

- Cada Blog, autor e editora são responsáveis pelo envio de seu respectivo prêmio.

- Os blogs e editoras não se responsabilizam por possíveis extravios ou danos por parte dos correios.

- O prazo para envio é de até 45 dias após a confirmação dos dados do vencedor.


Confira quem está disponibilizando os prêmios do sorteio


1- Um acordo e nada mais – Mary Balogh. (cedido pela editora Arqueiro)

2- A torre do amor – Eloisa James. (cedido pela editora Arqueiro)

3- Sob os acordes dos anjos - Chirlei Wandekoken + marcadores (cedido pela editora Pedrazul)

4- A Casa das enhoras distintas- Lis Wey (cedido pela autora)

5- Kit Aline Galeote, copo, conto, marcadores e boton. (cedido pela autora)

6- Kit de marcadores da autora Silvana Barbosa. (cedido pela autora)



Compartilhe o sorteio com seus amigo.

Sorteios que estão rolando no Instagram 

Clique nas fotos para acessar o sorteio.

Leituras de Outubro



Olá, leitoras e leitores! Hoje, eu finalmente vim fazer um balanço das minhas leituras de outubro. Fiquei muito feliz, porque consegui ler alguns livros que já estava desejando há algum tempo e tive surpresas muito boas.
No total, foram 8 livros lidos e um iniciado (que terminei agora em novembro). Não vou entrar em muitos detalhes sobre cada um deles, pois alguns já tem resenha aqui no blog e outros eu pretendo postar a resenha em breve. No entanto, vou deixar a sinopse de todos e o link para compra.
Então, sem mais enrolação, vamos às minhas leituras de outubro:

Amor em Manhattan, da Sarah Morgan
Eu estava ansiosa para ler esse livro desde que foi lançado e não me decepcionei. É um romance leve, envolvente e divertido, com personagens cativantes e um enredo que, apesar de clichê, é bem trabalhado.
Sinopse: “Um romance brilhante sobre três amigas que decidem abraçar a vida – e o amor – em Nova York. Calma, competente e organizada, Paige Walker adora um desafio. Depois de passar a infância em hospitais, ela quer mais do que tudo provar seu valor – e que lugar pode ser melhor para começar sua grande aventura do que Nova York? Mas quando ela perde seu emprego dos sonhos, Paige vai descobrir que o maior desafio será ser sua própria chefe! Só que abrir sua própria empresa de organização de eventos e concierge não é nada comparado a esconder sua paixonite por Jake Romano, o melhor amigo do seu irmão e o solteiro mais cobiçado de Manhattan. Mas quando Jake faz uma excelente proposta para a empresa de Paige, a química entre eles acaba se tornando incontrolável. Será que é possível convencer o homem que não confia em ninguém a apostar em um felizes para sempre? O primeiro livro da série para "Nova York, com amor" traz um enredo empolgante e divertido, com personagens superando situações inusitadas em busca do seu final feliz.” Comprar: Amazon

Corte de Asas e Ruína, da Sarah J. Maas
Terceiro livro da série Corte de Espinhos e Rosas, ele encerra muito bem o primeiro arco da história. De um modo geral, atendeu minhas expectativas e me deixa bastante empolgada para ler os outros livros que a Sarah escreverá dentro deste universo. Já tem resenha sobre ele aqui, mas não preciso nem dizer que recomendo né?
Sinopse: “O esperado terceiro volume da série best-seller Corte de Espinhos e Rosas, da mesma autora da saga Trono de vidro. Em Corte de Asas e Ruína a guerra se aproxima, um conflito que promete devastar Prythian. Em meio à Corte Primaveril, num perigoso jogo de intrigas e mentiras, a Grã-Senhora da Corte Noturna esconde seu laço de parceria e sua verdadeira lealdade. Tamlin está fazendo acordos com o invasor, Jurian recuperou suas forças e as rainhas humanas prometem se alinhar aos desejos de Hybern em troca de imortalidade. Enquanto isso Feyre e seus amigos precisam aprender em quais Grãos-Senhores confiar, e procurar aliados nos mais improváveis lugares. Porém, a Quebradora da Maldição ainda tem uma ou duas cartas na manga antes que sua ilha queime.” Comprar: Amazon

Só escute, da Sarah Dessen
Segundo livro desta autora que eu leio e, mais uma vez, me encantei com a escrita dela. Foi uma leitura que superou minhas expectativas, por se tratar de um Young Adult que vai além do óbvio, abordando temas muito sérios e trazendo personagens bem construídos e cativantes. Vocês podem conferir a resenha sobre ele aqui.
Sinopse: “Ano passado, Annabel era a típica “garota que tem tudo” ― inclusive era esse o papel que interpretava no comercial de uma loja de departamentos da cidade. Este ano, porém, ela é a garota que não tem nada: não tem mais a amizade de Sophie; não tem uma família feliz desde a descoberta do distúrbio alimentar de uma de suas irmãs; e não tem ninguém com quem passar a hora do almoço na escola. Até conhecer Owen Armstrong. Alto, misterioso e obcecado por música, Owen é um garoto que vivia se metendo em brigas, mas agora está tentando mudar. Um de seus novos lemas é sempre falar a verdade, não importa qual seja, e jamais guardar ressentimentos. Será que com a ajuda desse amigo inesperado Annabel vai conseguir encarar a verdade e enfrentar o que aconteceu na noite em que brigou com Sophie?” Comprar: Amazon

Desejo à meia-noite, da Lisa Kleypas
Claro que não faltaria romance de época né? Os livros da Lisa vêm me conquistando há algum tempo e eu tinha muita curiosidade de ler uma das suas séries mais famosas, Os Hathaways. Confesso que ter a expectativa alta me atrapalhou um pouco e eu não gostei tanto quanto esperava. Não que o livro seja ruim, pois está longe disso. O problema é que eu esperava um livro que fosse entrar para a lista dos meus favoritos, mas que acabou sendo apenas uma leitura muito boa.
Sinopse: “Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida. Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina. Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos. Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera. E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas. Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos. Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento?” Comprar: Amazon

Cilada para um marquês, da Sarah MacLean
Outro livro que já tem resenha aqui, então, não vou falar muito. Esse foi meu primeiro contato com a escrita da autora e eu não poderia ter ficado mais satisfeita. É um romance envolvente, bem construído, com personagens muito interessantes e uma história divertida e tocante. Para quem gosta de um bom romance de época, é uma ótima leitura.
Sinopse: “Sophie Talbot é conhecida pela Sociedade como uma das Irmãs Perigosas – mulheres Talbot que fazem de tudo para se arranjar com algum aristocrata. O apelido chega a ser engraçado, pois se existe algo que Sophie abomina é a aristocracia. Mas parece que mesmo não sendo uma irmã tão perigosa assim, o perigo a persegue por todos os lugares. Quando a mais “desinteressante” das irmãs Talbot se torna o centro de um escândalo, ela decide que chegou a hora de partir de Londres e voltar para o interior, onde vivia antes de seu pai conquistar um título. Em Mossband, ela pretende abrir sua própria livraria e encontrar Robbie, um jovem que não vê há mais de uma década, mas que jura estar esperando por ela. No entanto, ao fugir de Londres, seu destino cruza com o de Rei, o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, um homem com a fama de dissolver noivados e arruinar as damas da Sociedade. Rei está a caminho de Cumbria para visitar o odioso pai à beira da morte e tomar posse de seu ducado. Tudo o que ele menos precisava era de uma Irmã Perigosa em seu encalço. O Marquês de Eversley está convicto de que Lady Sophie Talbot invadiu sua carruagem para forçá-lo a se casar com ela e conquistar um título de futura duquesa. Já Sophie tenta provar que não se casaria com ele nem que fosse o último homem da cristandade. Mas e quando o perigo tem olhos verdes, cabelos claros e a língua afiada? Essa viagem será mais longa do que eles imaginavam…” Comprar: Amazon

O Príncipe Cruel, da Holly Black
Um livro que superou todas as minhas expectativas. Eu não tinha gostado muito do primeiro livro da autora que eu li, porém, esse me conquistou completamente. Apresentando um universo muito interessante, Holly Black criou uma trama dinâmica e envolvente, com personagens complexos e reviravoltas que deixam o leitor ansioso pela continuação. Saiu resenha sobre ele aqui e eu confesso que não vejo a hora de poder ler o segundo livro.
Sinopse: “Jude tinha 7 anos quando seus pais foram assassinados e foi forçada a viver no Reino das Fadas. Dez anos depois, tudo o que ela quer é ser como eles – lindos e imortais – e realmente pertencer ao Reino das Fadas, apesar de sua mortalidade. Mas muitos do povo das Fadas desprezam os humanos. Especialmente o Príncipe Cardan, o filho mais jovem, mais bonito e mais cruel do Grande Rei. Para ganhar um lugar na Alta Corte, ela deve desafiá-lo... e enfrentar as consequências. Envolvida em intrigas e traições do palácio, Jude descobre sua própria capacidade para truques e derramamento de sangue. Mas, com a ameaça de uma guerra civil e o Reino das Fadas por um fio, Jude precisará arriscar sua vida em uma perigosa aliança para salvar suas irmãs, e o próprio Reino. Com personagens únicos, reviravoltas inesperadas, e uma traição de tirar o fôlego, este livro vai deixar o leitor pedindo bis – querendo mergulhar de cabeça na continuação deste universo.” Comprar: Amazon
 
Devil in Spring, da Lisa Kleypas.
Desde que li Uma noiva para Winterborne, estava ansiosa para ler o terceiro volume da série Os Ravennels. Não aguentando a curiosidade, acabei comprando o e-book em inglês, antes de saber que ele seria lançado pela Arqueiro esse mês (já está em pré-venda aqui, com o nome Um acordo pecaminoso). Confesso que a minha expectativa me atrapalhou um pouco e eu acabei não gostando tanto quanto esperava, mas só porque ele não superou meu amor pelo segundo. É uma ótima leitura e pretendo postar resenha sobre ele em breve.
Sinopse: “Lady Pandora Ravenel é muito diferente das debutantes de sua idade. Enquanto a maioria delas não perde uma festa da temporada londrina e sonha encontrar um marido, Pandora prefere ficar em casa idealizando jogos de tabuleiro e planejando se tornar uma mulher independente. Mas certa noite, num baile deslumbrante, ela é flagrada numa situação muito comprometedora com um malicioso e lindo estranho. Gabriel, o lorde St. Vincent, passou anos conseguindo evitar o casamento, até ser conquistado por uma garota rebelde que não quer nada com ele. Só que ele acha Pandora irresistível e fará o que for preciso para possuí-la. Para alcançar seus objetivos, os dois fazem um acordo curioso, e entram em uma batalha de vontades divertida e sensual, como só Lisa Kleypas é capaz de criar.” 

A promessa da rosa, da Babi A. Sette.
Esse foi o único livro que realmente me decepcionou em outubro. A escrita da Babi é ótima e o livro começa muito divertido e envolvente. Porém, com o passar do tempo, a história acaba se tornando dramática demais (bem novela mexicana mesmo) e os personagens me irritaram muito, principalmente o mocinho. Não chegou a ser uma leitura ruim, porque a escrita da autora é envolvente, mas deixou a desejar.
Sinopse: “Século XIX: Status, vestidos pomposos, carruagens, bailes… Kathelyn Stanwell, a irresistível filha de um conde, seria a debutante perfeita, exceto pelo fato de que ela detesta a nobreza; é corajosa, idealista e geniosa. Nutre o sonho de ser livre para escolher o próprio destino, dentre eles inclui o de não casar-se cedo. No entanto, em um baile de máscaras, um homem intrigante entra em cena… Arthur Harold é bonito, rico e obstinado. Supondo, por sua aparência, que ele não pertence ao seu mundo, à impulsiva Kathelyn o convida a entrar no jardim – passeio proibido para jovens damas. Nunca mais se veriam, ela estava segura disso. Entretanto, ele é: o nono duque de Belmont, alguém bem diferente do homem que idealizava, só que, de um instante a outro, o que parecia a aventura de uma noite, se transforma em uma paixão sem limites. Porém, a traição causada pela inveja e uma sucessão de mal-entendidos dão origem ao ciúme e muitas reviravoltas. Kathelyn será desafiada, não mais pelas regras sociais ou pelo direito de trilhar o próprio caminho, e sim, pela a única coisa capaz de vencer até mesmo a sua força de vontade e enorme teimosia: o seu coração.” Comprar: Amazon

Além dos livros concluídos, eu comecei a leitura de Kingdom of Ash, da Sarah J. Maas, que é o último livro da série Trono de Vidro. O livro foi lançado dia 23 de outubro nos Estados Unidos e claro que eu não aguentaria esperar né? Terminei de ler esse final de semana e, depois, vou contar para vocês o que achei da leitura.
E vocês, o que leram em outubro? Me contem aí nos comentários o que acharam das minhas leituras e se vocês já leram, ou querem ler, algum desses livros.

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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