Dica de Leitura - Livros para ler em inglês

 


Como falei no meu post com as metas para 2021 aqui, uma das minhas metas para 2021 é ler mais livros em inglês. Isso é algo que sempre gostei de fazer, tanto para praticar quanto para poder ler aqueles livros que estou mais ansiosa e que ainda não saíram por aqui.

E, como quero desencalhar alguns livros, resolvi fazer uma lista com alguns livros que tenho em inglês parados aqui na estante e pretendo ler ainda em 2021. Além disso, incluí alguns lançamentos que devem sair esse ano lá fora e que quero muito ler. Então, esses serão meus livros em inglês para ler em 2021:

 

Illuminae e Gemina do Jay Kristoff:  Estou com esses livros há um bom tempo e ainda não li. Quero ler os dois esse ano e, se possível, já comprar o terceiro para encerrar a trilogia (Amazon, cadê a promoção de importados minha filha?)

 

A curse so dark and lonely e A heart so fierce and broken, da Brigid Kemmerer: Esses dois livros fazem parte de uma trilogia e o primeiro já foi publicado no Brasil pela Plataforma21 como Uma sombria e solitária maldição. Porém, quando ele saiu aqui, eu já tinha comprado a edição em inglês e eu preferi ler no original mesmo.

 

Crown of coral and pearl, da Mara Rutherford: Eu descobri esse livro em uma oferta incrível na Amazon e amei a sinopse. Parece ser uma fantasia com muita intrigas políticas e um toque de A Pequena Sereia, o que me deixou muito curiosa. Pretendo ler em breve.

 

The Camelot Betrayal, da Kiersten White: Esse é a continuação de The Guinevere Deception (publicado no Brasil pela Plataforma21 como A farsa de Guinevere). Eu gostei tanto do primeiro que não aguentei esperar a continuação sair aqui. Portanto, já podem esperar que ele provavelmente deve aparecer na minha TBR de fevereiro.

 

The chaos of the stars, da Kiersten White: Talvez eu tenha me apaixonado pela escrita da autora quando li A farsa de Guinevere e ficado ansiosa para ler tudo dela rsrs. Comprei esse livro em uma promoção na Amazon ano passado e pretendo ler em breve. Esse eu não sei se será publicado no Brasil, mas como a Plataforma21 já publicou outros livros da autora, acredito que tenha chance.

 

Field notes on love, da Jennifer E. Smith: Eu amo a escrita dessa autora, que é a mesma de A probabilidade estatística do amor à primeira vista. Eu amei todos os livros que li dela, que são sempre bem leves e fofos, então, não vejo a hora de conferir esse.

 

Lock & Key, da Sarah Dessen: Outra autora que é uma das minhas queridinhas e que tem uma escrita leve e muito envolvente. A escrita dela é ótima para ler em inglês e estou muito ansiosa para ler esse, que já está parado na minha estante há algum tempo.

 

Chain of Iron, da Cassandra Clare: esse é o único da minha lista que eu ainda não tenho, mas é só porque ainda está em pré-venda. Mas em se tratando da Cassandra Clare, é óbvio que ele está mais do que garantido na minha meta para 2021. Eu amei o primeiro livro da trilogia Corrente de Ouro (confira a resenha aqui) e já estou surtando de curiosidade para saber o que irá acontecer a seguir. A edição brasileira deve sair ainda esse ano pela Galera Record e eu pretendo reler em português também rsrs.

 

Esses são apenas alguns dos livros em inglês que quero ler em 2021, porque minha meta é no mínimo 1 por mês. Porém, os outros eu ainda vou escolher ao longo do ano. Mas, como algumas pessoas comentaram comigo que também querem ler mais livros em inglês para praticar o idioma, separei alguns que eu acho ideias para quem está começando.

Então, vou deixar essa lista com indicações que eu já li e que considero muito boas para quem quer praticar o inglês. São livros com um vocabulário mais simples e que, se você tiver um inglês intermediário, vai conseguir ler com mais facilidade.


Já li e recomendo: 

Anna and the french kiss, da Stephanie Perkins

The secret garden, da Frances Hodgson Burnett

The Guinevere Deception, da Kiersten White (normalmente, não recomendo começar com livros de fantasia. Mas a escrita da autora é bem direta e mais fácil de acompanhar)

It end’s with us, da Colleen Hoover

Adorkable, da Cookie O’ Garman.

 

Gostaram das minhas escolhas para ler esse ano? Já leram algum desses que indiquei aqui? Me contem aí nos comentários e me falem se vocês gostariam de ver mais indicações de livros em inglês aqui. Estou pensando em fazer uma nova lista com títulos que estão disponíveis no Kindle Unlimited, caso vocês tenham interesse.


[Resenha] Para conquistar um libertino

 



Se tem uma forma que eu amo começar semana é com indicação de livros leves e divertidos. Por isso, a resenha de hoje não poderia ser outra que não Para conquistar um libertino, da Suzanne Enoch. Ele foi lançado esse mês pela editora Harlequin Books e é o primeiro volume da trilogia Receba esta aliança.

Eu já era apaixonada pela escrita da Suzanne Enoch desde que li a trilogia Lessons of Love (Como se vingar de um cretino, Como encantar um canalha e Como salvar um herói). Então, é claro que fiquei muito empolgada quando soube que a Harlequin vai trazer mais uma trilogia de romance de época da autora. Por isso, já garanti o meu na pré-venda.

Lógico que corri para ler assim que chegou aqui e agora vou poder contar o que achei. Será que foi tão bom quanto os outros livros que li da autora? Atendeu às minhas expectativas? É isso que vou contar agora.

 

Autora: Suzanne Enoch

Editora: Harlequin Books Brasil

Tradução: Daniela Rigon

Páginas: 320

Onde comprar: Amazon / Submarino

Sinopse: “Uma governanta nunca deve ficar sozinha com um homem (sua reputação deve ser imaculada, sem qualquer traço de escândalo). Uma governanta nunca deve questionar as ordens de seu empregador (mesmo quando ele estiver claramente errado). Uma governanta nunca, jamais, deve se envolver com alguém de uma classe superior (mesmo que esse alguém lhe ofereça sussurros sedutores, propostas indecentes e beijos devastadores…). Se não fosse por um lamentável incidente em seu último emprego, Alexandra Gallant não seria obrigada a aceitar um cargo na casa de Lucien Balfour, famoso por sua reputação de libertino, pela beleza pecaminosa e pela completa falta de decência. Agora, com a responsabilidade de ajudar a prima do conde Balfour a entrar na alta sociedade, Alexandra sabe que precisa fazer um bom trabalho para eliminar os vestígios de escândalos passados. Conde nenhum vai desviá-la de seu objetivo, nem que para isso ela precise lhe ensinar todas as regras de decoro imagináveis.”

 

Em Para conquistar um libertino, vamos acompanhar a jovem Alexandra Gallant que, depois de ter a reputação arruinada graças a um infeliz acidente em seu antigo trabalho, se viu obrigada a aceitar um emprego na casa de Lucien Balfourt: um conde conhecido tanto por ser um libertino sem um pingo de decência quanto por sua beleza. Não era o emprego ideal, mas ela não tinha muitas opções. s

Assim, Alexandra acaba aceitando o cargo oferecido pelo conde. Ela será responsável por preparar a prima de Lucien para ser apresentada na sociedade e conseguir um bom casamento, uma vez que ele queria se ver livre da garota e de sua mãe horrorosa o mais rápido possível. Mas ter a bela Alexandra em sua casa faz com que ele perca um pouco da pressa e seu maior objetivo passa a ser conquistá-la.

Mas ela quer apenas fazer um bom trabalho e se livrar das manchas do passado, por isso não pode permitir que o conde consiga tentá-la a se desviar desse objetivo. Então, além de ensinar boas maneiras à prima dele, terá que ensinar Lucien a se comportar com a decência e o respeito que se espera de um cavalheiro. Será que é possível mudar um notório libertino?



Que leitura deliciosa! Novamente, eu me vi rapidamente envolvida pela escrita apaixonante da Suzanne Enoch e sem vontade de largar o livro. Confesso que, no início, senti medo de que essa leitura não fosse funcionar para mim. A atração imediata dos protagonistas e o comportamento totalmente descarado de Lucien foram um pouco estranhos para mim, o que me deixou receosa.

No entanto, meu medo se provou totalmente infundado. Esse estranhamento inicial passou bem rápido e fiquei totalmente conectada com a leitura. Os diálogos cheios de farpa, especialmente o humor sarcástico do Lucien, funcionou muito bem para mim e fez com que eu me divertisse enquanto lia esse livro de uma forma que não acontecia há muito tempo.

Outro ponto importante é que eu amei os personagens. A Alexandra é o tipo de mocinha que é impossível não amar. Ela é forte, enfrentou muitas dificuldades e sempre se mantém firme aos seus princípios. Eu me diverti muito vendo ela tentando ensinar bons modos ao conde libertino e em muitos momentos a forma como ela o tratava me lembrou a Kate Shefield de O visconde que me amava, que é a minha mocinha favorita. Ou seja, é claro que eu amei a Alexandra.

Já o Lucien é o tipo de mocinho que eu sou completamente apaixonada. Libertino, com um humor cheio de ironia e que não faz a menor questão de esconder quem é. Eu fui rapidamente conquistada pelo humor dele e seu jeito muito debochado, o que proporcionou muitos diálogos hilários. Mas, mais do que isso, eu adorei ver a evolução dele e o quanto a Alexandra consegue transformá-lo. Quem ama um libertino reformado, tenho certeza que irá se apaixonar por esse.



Com relação ao romance, apesar do meu medo inicial, ele não foi apressado. A atração entre eles esteve presente desde o início, o que foi um pouco abrupto para mim, mas os sentimentos dos dois foram se transformando gradualmente. Não faltam momentos fofos, divertidos e sensuais entre eles, que tornam a aproximação entre eles mais convincente e também mais cativante. Torci muito por esse casal e foi maravilhoso acompanhar essa relação sendo construída.

No entanto, tive duas ressalvas que me incomodaram um pouco na leitura. A primeira foi em relação à Alexandra. Ela é uma protagonista incrível e muito cativante, mas no final começou a se tornar excessivamente teimosa. Apesar de entender as inseguranças dela, chegou um ponto que elas não se sustentavam mais. Lucien já tinha dado provas mais do que suficientes de que havia mudado e ela continuava não querendo acreditar.

Outro ponto foi a ausência de um epílogo. Isso é algo que já é característico dos livros dela e confesso que já até esperava que não tivesse. Porém, isso não muda o fato de que o desfecho deixa a sensação de quero mais. Apesar das principais questões do livro já estarem resolvidas, o final foi um tanto abrupto. Se eu já não tivesse me acostumado com o estilo da autora, teria achado que meu exemplar estava faltando páginas.

Porém, nenhuma ressalva tirou o brilho de Para conquistar um libertino. Mais uma vez eu me vi completamente envolvida por um livro da Suzanne Enoch, de uma forma que não larguei até terminar e concluí a leitura em um único dia. É um livro leve, divertido, sensual e muito cativante, daqueles que deixam a gente apaixonada e com um coração quentinho. Foi um início maravilhoso para a trilogia e não vejo a hora de ler as continuações, que vão focar em personagens incríveis que apareceram nesse primeiro volume.

E vocês, já leram Para conquistar um libertino ou algum outro da Suzanne Enoch? Me contem aí nos comentários.


Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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