[Das páginas para o cinema] Orgulho e Preconceito (2006)

Elenco: Keira Knightley, Mathew Macfadyen, Rosamund Pike, Simon Woods, Brenda Blethyn, Donald Sutherland, Carrey Mulligan, Jena Mallone
Direção: Joe Wright
Ano: 2006 / Nacionalidade: Reino Unido/ EUA

Hoje, estou de volta com a coluna Das páginas para o cinema e vou falar de um filme que com certeza está na minha lista de favoritos: Orgulho e Preconceito (versão de 2006). Adaptado do clássico romance de Jane Austen, este filme é um belo retrato de uma época, além de uma linda história de amor.
O longa acompanha a história de cinco irmãs, cuja mãe tem como objetivo de vida vê-las casadas. Assim, a vida delas muda quando um jovem rico e solteiro, chamado sr. Bingley, se muda para uma propriedade próxima a casa delas com a irmã e o presunçoso amigo, sr. Darcy. Imediatamente, Jane, a mais velha, chama a atenção de sr. Bingley por sua beleza e seus modos amáveis. Já Elizabeth, a irmã mais próxima a Jane em idade e temperamento, cria uma aversão quase instantânea pelo sr. Darcy ao ouvi-lo dizer que ela é “tolerável, mas não bonita o suficiente para tenta-lo”.

Apesar de acompanhar a história das cinco moças, a protagonista é, sem dúvida, Elizabeth. Considerada uma das personagens mais marcantes da literatura, ela é interpretada neste filme pela atriz britânica Keira Knightley. E que interpretação impecável a dela. Não consigo imaginar outra atriz vivendo esse papel. Ela consegue transmitir em poucos minutos de filme a personalidade forte e a vivacidade da personagem, que não se deixa abalar por críticas e ofensas, e tem sempre uma resposta pronta para tudo. Além disso, Keira consegue conferir complexidade a Elizabeth, que em nenhum momento aparece como uma mocinha plana ou clichê. A personagem evolui e amadurece ao longo da história, e a atriz transmite isso através de mudanças sutis e delicadas nos modos de Elizabeth.
Outro destaque do filme é o ator Mathew Macfadyen que interpreta o sr. Darcy. Para mim, ele está absolutamente perfeito no papel. Assim como Elizabeth, o sr. Darcy também evolui muito ao longo da trama. Se no começo ele é desagradável e arrogante, à medida que a história avança, torna-se impossível não se encantar com os seus modos e o seu caráter.

Com relação aos demais personagens, todo o elenco se sai muito bem. Rosamund Pike transmiti toda a meiguice e ingenuidade de Jane, enquanto Simon Woods interpreta o carismático e ingênuo sr. Bingley. Já Carrey Mulligan e Jena Malone dão vida as irresponsáveis irmãs caçulas, Kitty e Lidya. No entanto, quem praticamente rouba a cena no filme são três veteranos: Brenda Blethyn como a divertidíssima sra. Bennet (mãe das meninas), Jude Dench interpretando a detestável Lady Catherine, e Donald Sutherland como o irônico e muito carismático sr. Bennet (para mim, o melhor personagem do filme).

O roteiro foi de Emma Thompson, que fez uma adaptação perfeita do livro, se mantendo muito fiel a história e, principalmente, a essência dos personagens. O filme ainda é ajudado pela fotografia belíssima e pela linda trilha sonora de Dario Marianelli.
Dirigido por Joe Wright, Orgulho e Preconceito traz uma história leve e muito bonita, que, ao mesmo tempo que nos transporta para o século XIX, graças aos cenários e figurinos impecáveis, também traz personagens tão verdadeiros e complexos que são atemporais. Então, vale a pena assistir esse filme que levou para o cinema o romance que há dois séculos vem encantando leitores no mundo todo. 



[Dica da Malu] A Escolhida

Hoje vou falar sobre A Escolhida, de Lois Lowry. Apesar de ser a continuação de O Doador de Memórias, sobre o qual já tinha feito resenha (aqui), este livro traz personagens diferentes e, até mesmo o universo em que a história se passa é bastante diferente.
A protagonista desta vez é Kira, uma menina de 12 anos que, ao ficar órfã, se vê completamente sozinha diante de um futuro incerto. Em uma sociedade em que os mais fracos são descartados, Kira acreditava que seria banida por ter uma deficiência na perna. No entanto, para sua surpresa os membros do Conselho optam por mantê-la ali, destinando a ela uma importante tarefa. Caberá a ela restaurar a túnica do que cantor que conta toda a história da humanidade, e bordar o que será o futuro.
A princípio, Kira fica feliz por sua nova vida. Ela passa a viver em um lugar confortável, desenvolve suas habilidades com as linhas e os teares e, ainda, faz um novo amigo, Thomas, o entalhador responsável por restaurar o cajado do cantor. No entanto, com o tempo, eles começam a desconfiar que algo está errado e que há mais escondido por trás da missão que eles receberam.
Eu gostei muito dos personagens dessa história. Kira é uma protagonista realmente forte e digna, que se esforça para vencer as dificuldades da vida e se mostra corajosa em todos os desafios. Thomas também é um personagem muito interessante. Ele é inteligente, corajoso e generoso, disposto a ajudar Kira em sua nova vida desde o momento em que se conhecem. Além disso, ele parece ser muito maduro para sua idade, tendo crescido praticamente sem companhia e com uma grande responsabilidade. Por fim, destaco o Matt um menininho de seis anos, amigo de Kira, que é o personagem mais cativante do livro. Esperto e brincalhão, como qualquer criança dessa idade, Matt vai se mostrando um personagem fundamental ao longo da história.
Apesar de ter gostado muito dos personagens, achei a trama aqui muito mais superficial do que O Doador de Memórias. Um aspecto que gostei naquele livro foi justamente as reflexões que a história despertou. O universo ali aparentava ser simples, mas, à medida que a trama vai se desenvolvendo, ele se torna muito mais complexo e interessante. Já em A Escolhida fiquei com a sensação de que faltou desenvolver melhor alguns elementos da história, que acabou ficando rasa.
De um modo geral, é uma leitura gostosa e muito rápida, até pelo tamanho do livro. No entanto, achei muito superficial, se comparado com seu antecessor. Como a série ainda tem mais dois livros, acredito que muitos elementos podem ser mais desenvolvidos e explicados. Ainda assim, não consigo deixar de sentir uma pontada de decepção com A Escolhida, que só não foi maior por ter gostado muito dos personagens apresentados. 

[TAG] 10 fatos literários sobre mim






            Faz muito tempo que estou querendo falar aqui um pouco mais sobre a literatura na minha vida. Mas para fazer isso de uma maneira mais descontraída, resolvi responder uma tag.
            Apesar de eu mesma ter escolhido as perguntas, foi muito difícil responder, pois em várias perguntas mais de um livro se aplicava. No entanto, acho que consegui reunir os que mais me marcaram.

1 – Livro que me marcou na infância: Pollyanna, de Eleanor H. Porter, foi o livro que mais me marcou quando criança. Eu era encantada com essa história de uma menina que sempre tentava ver o lado bom de tudo. 
2 – Livro/série que me marcou na adolescência: Aqui teve um empate. Harry Potter foi a série que mais me marcou, tanto que sou fã declarada até hoje. Porém, o livro Fazendo Meu Filme, da Paula Pimenta, foi o primeiro em que eu realmente me identifiquei com uma personagem e acabei criando um vínculo com essa série também.
3 – Livro preferido: Persuasão, da Jane Austen.
4 – Livro que me fez refletir: A menina que roubava livros, de Markus Zusak. Foi uma história que me comoveu e me trouxe várias reflexões. Com certeza, é um dos meus livros preferidos.
5 – Autor (a) preferida: Jane Austen e J.K. Rowling. Não consegui escolher apenas uma, pois ambas escreveram livros que me marcaram muito.
6 – Personagem marcante: Severo Snape, always. Ele se destacou em todos os livros da série Harry Potter, seja por sua frieza e seu humor ácido, seja pelas dúvidas com relação à sua verdadeira lealdade. Além disso, a complexidade deste personagem e sua evolução ao longo dos livros é fascinante.
7 – Livro que me surpreendeu: Cidade dos Ossos, primeiro volume da série Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare. Confesso que, por diversos motivos, não tinha uma expectativa muito alta para esse livro, mas acabou sendo uma leitura maravilhosa e envolvente. Acabei me apaixonando por essa série.
8 – Livro que me decepcionou: Comer, rezar, amar. Gostei muito do filme e tinha uma expectativa alta para o livro, mas acabei me decepcionando muito. Expliquei com mais detalhes na resenha aqui, mas, de modo geral, achei a leitura monótona e cansativa. Me decepcionou muito.
9 – Livro que li mais de uma vez: Tiveram vários livros que eu li mais de uma vez, mas com certeza os campeões foram os da série Harry Potter.
10 – Livro que desejo ler: Poderia colocar aqui uma lista gigantesca de livros, mas escolhi um que faz muito tempo que tenho curiosidade e ainda não criei ânimo para ler: A guerra dos tronos, de George R. R. Martin. Ainda não li nada do autor, mas tenho curiosidade de saber por que todo mundo fala tanto desses livros.

            Bom, esses foram alguns fatos literários sobre mim. Gostaram das respostas? Pretendo responder mais tags futuramente e continuar compartilhando um pouco mais sobre meus hábitos de leitura e meus livros preferidos com vocês. 

Primeiro trailer de "Inferno"

Quem é fã dos livros do escritor americano Dan Brown, vai ficar muito feliz com a novidade de hoje. O trailer do filme Inferno, adaptado do livro homônimo do autor, foi divulgado hoje.
Tom Hanks retorna ao papel de Robert Langdon para mais uma aventura repleta de mistérios. Na trama, o simbologista acorda em um hospital na Itália sem nenhuma lembrança de como foi parar lá. Com o auxílio da dra. Sienna Brooks, vivida por Felicity Jones, Langdon vai tentar descobrir o que aconteceu com ele, enquanto segue pistas para impedir uma ameaça que pode afetar para sempre a humanidade.
O longa, que tem direção de Ron Howard (O Código da Vinci e Anjos e Demônios), tem previsão de lançamento no Brasil para outubro deste ano. Confira o trailer legendado:


[Dica da Malu] Série "Perdida"

Autora: Carina Rissi
Editora: Verus
Perdida – 364 páginas / Encontrada – 476 páginas

A resenha de hoje é dupla, vou falar sobre os livros Perdida: Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo e Encontrada: A procura do felizes para sempre, ambos da escritora brasileira Carina Rissi. Os dois estavam na minha meta de leitura para esse ano e, de modo geral, não me decepcionaram.
O primeiro livro da série é Perdida, e traz a história de Sofia, uma típica jovem do século XXI, independente, acostumada com as facilidades da vida moderna e completamente apaixonada por tecnologia. Tudo muda na vida dela quando compra um celular novo e, misteriosamente, vai parar no século XIX. Enquanto tenta entender o que aconteceu e como foi parar em outra época, Sofia conhece o jovem Ian Clarke, que a acolhe e passa a ajudá-la.
A princípio, tudo que Sofia mais quer é descobrir um modo de voltar para o século XXI, com sua tecnologia e modernidade. No entanto, com o tempo Sofia começa a se importar com as pessoas que conhece naquele tempo, em especial Ian e sua irmã Elisa. A partir daí, ela começa a ficar dividida entre a vontade de retornar para a sua vida normal e o medo de deixar aquelas pessoas para trás.
A trama é bem leve e gostosa de ler, prendendo a atenção do leitor do começo ao fim. Além disso, Carina Rissi conseguiu dosar muito bem o romance e o humor da história, sem exagerar em nenhum dos dois.
No entanto, o fato da narrativa ser em primeira pessoa me desagradou um pouco. Já falei algumas vezes em resenhas aqui que, em geral, tenho dificuldade em gostar de narrador personagem, por achar que isso empobrece a construção dos demais personagens. Infelizmente, esse foi o caso de Perdida e de Encontrada.
Com relação aos personagens, a protagonista foi um problema para mim. Sofia é uma personagem engraçada, com uma enorme capacidade de se envolver em confusões, mas em vários momentos é também irritante e um pouco forçada. Embora fosse de se esperar que ela tivesse problemas para se adaptar à vida no século XIX, essa dificuldade ficou exagerada e pouco natural, principalmente no que se refere ao vocabulário. Acho difícil acreditar que uma mulher de 25 anos, que estudou e que gosta tanto de ler, especialmente uma que já tenha lido tantos clássicos, tenha um vocabulário tão pobre e só consiga se comunicar através de gírias. Assim, tive dificuldade para me afeiçoar a personagem por achá-la muito caricata.
O Ian, por outro lado, é o personagem que segura a história. Ele é gentil, generoso e inteligente, além de muito romântico. Apesar das diferenças de personalidade, Ian se esforça para entender os modos de Sofia e a aceita como ela é. Além disso, é um personagem forte e íntegro, que amadurece ao longo da história. Se tem um motivo para eu ter torcido pelo casal, é o fato de que Ian merece um final feliz.
Elisa, irmã do Ian, também é uma personagem cativante. Meiga, ingênua e muito gentil, ela recebe Sofia com todo carinho, sem se importar com o comportamento estranho dela. Já os demais personagens da história, são divertidos e proporcionam bons momentos, especialmente a governanta Madalena e o mordomo Gomes, mas nenhum é desenvolvido o suficiente para torná-los marcantes.
Não tinha uma expectativa muito alta para o segundo livro por ter achado o final de Perdida adequado e considerar que não cabia uma continuação. No entanto, em Encontrada, apesar de ter mantido alguns dos problemas que apontei anteriormente, senti uma evolução na história e acabei me surpreendendo positivamente. Carina Rissi desenvolve melhor os conflitos entre os personagens e até mesmo as atitudes impulsivas de Sofia são mais compreensíveis.
Assim, mesmo tendo algumas ressalvas, gostei da história simples e divertida. As situações em que Sofia se envolve são hilárias, e o romance entre ela e Ian é bem construído. Aliás, impossível chegar ao final desses livros sem se apaixonar por ele. Recomendo a leitura para quem procura um romance diferente e leve, com uma dose adequada de comédia.


Observação: A série ainda conta com um terceiro livro, Destinado: As memórias secretas do sr. Clarke. Ainda não tive oportunidade de ler, mas fiquei bastante curiosa por se tratar de uma nova história, desta vez contada pela perspectiva de Ian. 

Especial: Dia das Mães

Como hoje é o Dia das Mães, resolvi fazer uma pequena homenagem a esta data especial listando as mães da literatura que mais me marcaram. Na ficção, são vários os casos de mães que se destacam por sua coragem, seu amor pelos filhos, pelo seu jeito carinhoso ou por sua força, então, destaquei algumas que eu mais admiro.
Para começar, não podia ser outra que não Molly Weasley, da série Harry Potter. Além de criar com dificuldade os seus sete filhos, a senhora Weasley ainda adota Harry como um filho, se preocupando com sua alimentação e garantindo que ele receba presentes no Natal (o mesmo suéter que os outros Weasley ganham). Molly é uma mãe atenciosa e amorosa, mas que vira uma verdadeira guerreira quando se trata de proteger seus filhos. Impossível não admirar a generosidade e a força dessa personagem.
Outra mãe da literatura que me marcou muito é a sra. Bennet, de Orgulho e Preconceito. Se trata de uma personagem muito imprudente e, na maior parte do tempo, inconveniente. No entanto, não se pode negar que é uma mãe muito amorosa e que deseja o melhor para as filhas. Apesar de sua insistência em tentar casar as meninas colocá-la em situações ridículas, no fundo, são apenas o reflexo da preocupação de uma mãe que tem cinco filhas e faz de tudo para garantir o futuro delas, pois sabe que as garotas não herdarão nada do pai. Em uma época em que as opções para as mulheres, especialmente daquelas com uma situação financeira ruim, eram tão limitadas, é bastante compreensível a preocupação da sra. Bennet em ver as filhas casadas e com o futuro assegurado. Além disso, não se pode negar que é uma personagem divertida e cativante.
Oh, sim! Nós esperamos um casamento muito vantajoso.
Quando li o livro Little Women, de Louisa May Alcott, uma das personagens que mais me marcou foi, sem dúvida, a Sra. March. Quando seu marido parte para a guerra, ela se vê sozinha com as quatro filhas tendo que sobreviver em um período de dificuldades financeiras. No entanto, ela se dedica a cria-las da melhor maneira possível, não deixando que falte nada a elas e, ainda, encontrando tempo para ajudar pessoas mais necessitadas. É uma mulher forte e afetuosa, que se preocupa com as filhas, mas as deixa livres para escolherem o seu futuro. Uma das coisas que mais gosto, aliás, é o modo como ela incentiva as filhas a serem elas mesmas e decidirem o que é melhor para suas vidas, sem criticar quando recusam propostas de casamento vantajosas para seguir um sonho ou escolhem se casar com um homem pobre.
Mais recentemente, li a série Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare, e me impressionei com a força da personagem Jocelyn Fairchild/Fray, mãe da protagonista Clary. Em vários momentos, ela me irrita um pouco por tentar impedir a Clary de entrar no mundo dos caçadores de sombras. Por outro lado, reconheço que o medo dela é compreensível, considerando todo o seu passado. Além disso, tem o sofrimento pela perda de seu primeiro filho e a culpa por acreditar que podia ter feito mais por ele. Assim, Jocelyn acabou conquistando minha admiração por seu amor pela filha e por sua força e coragem ao tentar protegê-la de Valentim.
Por fim, tem a dona Cristiana, mãe da protagonista Fani. Ela é uma personagem teimosa e, na minha opinião, um pouco fútil, mas não tem como negar o amor que ela tem pela filha. Seja quase obrigando a Fani a fazer um intercâmbio ou insistindo para que ela faça faculdade de Direito ao invés de Cinema, tudo o que Cristiana quer é o que julga ser o melhor para a filha. Talvez o modo como ela interfere na vida da Fani não seja correto, mas suas intenções são as melhores. A Fani e os seus irmãos são tudo para dona Cristiana, e ela faz o possível para garantir que eles sejam felizes.

Bônus: Não quis colocar na lista duas personagens da mesma série, mas não podia deixar de mencionar Lilian Potter, mãe do Harry. Apesar de ter morrido quando Harry era um bebê, a importância de Lily nos livros é enorme. Ela se sacrifica pelo filho, e esse amor incondicional de mãe muda totalmente o rumo da história. Sem dúvida, é uma das mães mais marcantes da literatura.



Essas foram as mães da literatura que mais me marcaram. São mulheres diferentes, mas que têm em comum a força, a coragem e o amor incondicional pelos filhos. Fica, então, minha singela homenagem a todas as mães da vida real, que merecem ser celebradas todos os dias por sua força, determinação, generosidade e profunda capacidade de amar. Feliz Dia das Mães!

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




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