Resenha - The girl from everywhere: O mapa do tempo

Sinopse: "Uma história de viagem no tempo para os fãs de Outlander e A Rebelde do Deserto" Nix é uma viajante do tempo. Ela e seu pai, Slate, velejam a bordo do Temptation, um navio pirata repleto de tesouros. Ao longo do caminho eles encontram amigos, uma tripulação de refugiados do tempo e até mesmo um charmoso ladrão que pode significar muito mais para Nix. Tudo que Slate precisa é um mapa certo para viajar a qualquer tempo e lugar, real ou imaginário: seja para a China no século 19; terras vindas direto das Mil e Uma Noites ou até mesmo uma mítica versão da África. Apesar das inúmeras possibilidades, o pai de Nix está obcecado com um mapa específico: Honolulu, 1868 – o ano de nascimento de Nix e a última vez em que ele viu sua esposa viva. E, por uma chance de reencontrá-la mais uma vez, Slate está disposto a sacrificar a tudo e a todos. Quando o desejado mapa aparece, Nix vê sua própria existência em perigo e agora deve descobrir o que quer, quem é, e aonde realmente pertence, antes que seu tempo acabe. Para sempre. Um dos melhores livros do ano pela Book Riot Melhor livro do ano pela Paste Magazine Melhor leitura de verão pela Elle Magazine Indicado ao Goodreads Choice Award. 🔷Autora: Heidi Heilig 🔷 Editora: Morro Branco 🔷 Páginas: 416 🔷 Skoob 🔷 Comprar: Amazon


Olá, leitores! Como vocês estão? Esse é o primeiro post do ano e eu não poderia deixar de desejar um excelente 2018 para vocês. Que esse ano que se inicia traga muitas alegrias, realizações e, claro, ótimas leituras! E por falar em ótimas leituras, é óbvio que a primeira resenha do ano tinha que ser sobre um livro muito especial. Por esse motivo, escolhi começar com The girl from everywhere: O mapa do tempo, lançado no final de 2017 pela Editora Morro Branco.
Preciso confessar que tive uma relação de amor à primeira vista com esse livro. Sabe quando você vê uma capa maravilhosa e sente que precisa ter na sua estante? Pois é, foi exatamente isso que aconteceu comigo quando The girl from everywhere foi anunciado pela Editora Morro Branco. Porém, para minha completa alegria, a história contida nesse livro se mostrou ainda mais fascinante do que sua capa. O resultado disso é que essa resenha vai parecer escrita com açúcar, de tanto amor que estou sentindo por esse livro.
Primeiro volume de uma duologia, The girl from everywhere apresenta ao leitor a jovem Nix. Ela é uma menina de dezesseis anos, órfã de mãe e que vive com o pai, o capitão Slate, e sua tripulação no navio Temptation. Porém, ele não é uma embarcação qualquer. Trata-se de um navio que, com o mapa correto, pode ir a qualquer lugar, real ou fictício, em diferentes épocas da história.

As possibilidades parecem infinitas, viajar através dos mares e dos séculos, porém, só há um destino onde Slate deseja chegar: Honolulu no ano de 1868, quando sua filha Nix nasceu e ele viu sua esposa viva pela última vez. Porém, mudanças no passado podem ser perigosas, e a própria existência de Nix estará em risco caso o plano de Slate seja bem-sucedido. Estaria ele disposto a sacrificar tudo, incluindo a filha, por uma tentativa de salvar a mulher que amava?


Com uma premissa dessas, foi impossível não ficar ansiosa assim que li a sinopse. Trata-se de uma das tramas mais originais que já vi, misturando navios piratas, viagem no tempo e lendas havaianas. Aliás, toda a ambientação desse livro foi inteiramente nova para mim: grande parte da história se passa no navio, mas também no Havaí, lugar sobre o qual eu confesso que não sabia muito.
Aliás, um dos aspectos que achei mais interessantes no livro foi o fato de que, apesar de se tratar de uma fantasia, a autora apresenta um pouco sobre a história do Havaí. Achei muito interessante ir percebendo fatos históricos em meio a tantos elementos fantásticos, além de poder conhecer um pouco sobre as lendas e a cultura havaianas. Além disso, a descrição feita pela autora dá aos leitores a sensação de estar realmente naquele local que parece ser tão mágico e paradisíaco, tornando a leitura ainda mais envolvente.
No entanto, não é só a ambientação que torna esse livro fascinante. Um dos méritos do livro reside na excelente construção de personagens feita pela Heidi Heilig. Apesar de se tratar de um livro jovem adulto, acho que a autora conseguiu passar profundidade para seus personagens e dar personalidade e sentimentos complexos para todos.
A Nix, em especial, me surpreendeu bastante. Ela é uma personagem muito forte, mas totalmente coerente com sua idade, sem parecer adulta ou madura demais. Além disso, o dilema que carrega é bastante compreensível e diz muito sobre seu caráter: ajudar o pai a reencontrar sua mãe, o grande amor da vida dele, mesmo que isso possa significar sacrificar sua própria existência, ou fugir para se salvar e condenar seu pai ao sofrimento pela perda da esposa? Só o fato de Nix conseguir, mesmo com todas as suas inseguranças e mágoas, tentar entender o pai, já diz muito sobre sua capacidade de empatia.

Além disso, ela é uma personagem gentil, correta e muito esperta. Aliás, Slate pode até ser o capitão do navio, mas a mente brilhante que move o Temptation é a Nix. Ela tem um grande conhecimento sobre mapas e história, sempre sabendo para onde o navio deve seguir para conseguirem os itens que precisam.


Com relação ao Slate, confesso que no começo eu senti muita raiva pelo modo como ele tratava a filha. Como ele poderia estar tão obcecado com a falecida mulher ao ponto de estar disposto a sacrificar a própria filha? Porém, ao longo do livro, fui percebendo outras camadas no personagem que me levaram a sentir empatia por ele.
Os demais personagens do livro também se mostram bastante cativantes, apesar de nem todos serem muito explorados. Além de Nix e Slate, ainda há os outros tripulantes do navio, Bee, Rotgut e Kashmir, e Blake Hart, um jovem que Nix conhece durante a viagem. De todos eles, Kashmir é, sem dúvida, o mais cativante e que recebe mais destaque. Ele é um jovem ladrão persa, que foi acolhido por Slate no navio e está sempre disposto a se arriscar para conseguir um presente para Nix ou fazar algo para deixa-la feliz. Blake também tem um bom destaque da história e fui cativada pelo seu jeito gentil, por seus princípios e o amor que ele demonstra pelo seu país.
Como era de se esperar, há romance no livro e um esboço de um triângulo amoroso. Nix e Kashmir compartilham uma amizade linda e sincera, mas dá para perceber que os sentimentos deles vão além disso. Porém, Blake também acaba balançando o coração da jovem protagonista. Confesso que achei esse triângulo desnecessário, acho que é compreensível se considerarmos a idade de Nix e a pouca convivência dela com pessoas além do pai e da tripulação do navio.

No entanto, o romance não tira o foco da trama central em nenhum momento, aparecendo de maneira muito sutil ao longo do livro. O que move mesmo a história o tempo é a busca pelo mapa correto e as aventuras em que os personagens se envolvem. Assim, trama é conduzida em um ritmo intenso, repleta de ação do começo ao fim. 


Não posso deixar de mencionar também o quanto me surpreendi ao descobrir que se trata do romance de estreia de Heidi Heilig. Não só ela construiu uma história bastante original, a qual soube desenvolver com um ritmo dinâmico e envolvente, dosando muito bem aspectos históricos e elementos mágicos, como ainda trouxe mensagens sobre família, origens, sentimento de pertencimento entre outros assuntos que são abordados de maneira sutil ao longo do livro.
Por fim, como comecei a resenha falando sobre a beleza da capa, não poderia deixar de falar com mais detalhes sobre a edição. Todo o livro foi feito com tanto cuidado que, em vários momentos durante a leitura eu era surpreendida por mais um detalhe que mostrava o capricho da editora. Há diversos mapas que ajudam o leitor a compreender melhor a trama, o início de cada capítulo conta com detalhes que remetem à navegação e até mesmo a parte interna da capa é linda.
Assim, posso dizer que se a capa me conquistou de cara, o conteúdo de The girl from everywhere: O mapa do tempo terminou de derreter meu coração. A escrita da autora é muito envolvente, a ambientação é fascinante e a trama apresenta a combinação perfeita de magia, aventura, história e romance. Trata-se de um romance de estreia surpreendente, que vai conquistar os leitores quem amam fantasia, piratas e personagens cativantes.

Retrospectiva - Troféu Literário 2017


Último dia do ano é hora de fazer um balanço das leituras, não é mesmo? E, para fazer uma retrospectiva bem legal, vou responder ao Troféu Literário 2017. Esse projeto foi criado pelo blog Além do Livro e inclui várias categorias legais nas quais vou falar um pouco sobre as leituras que fiz ao longo do ano. Para quem quiser conhecer melhor o projeto e todas as categorias, vou deixar o link para o post no blog Além do Livro, aqui.
Como são muitas categorias, não vou falar com muitos detalhes sobre os livros. Mas todos que forem mencionados aqui e já tiverem resenha no blog, eu vou deixar o link. E, caso sejam livros que eu ainda não resenhei, vou deixar o link direcionando para o Skoob, para que vocês conheçam mais sobre a sinopse.

⧪ Os melhores e os piores
O melhor livro: Para mim, foi muito difícil responder essa categoria, mas acabei escolhendo o livro que mais mexeu comigo esse ano: It ends with us, da Colleen Hoover (Skoob). Ele traz uma temática muito forte e que precisa muito ser discutida. Felizmente, a Galera Record irá publicá-lo no Brasil no comecinho de 2018 e vou aproveitar para postar a resenha em breve. No entanto, preciso fazer uma menção honrosa para outros três livros que considerei incríveis: O conto da aia, da Margaret Atwood (Skoob); Tartarugas até lá embaixo, do John Green (resenha aqui); e Trono de Vidro 4: Rainha das Sombras (resenha aqui).

O pior livro: Fiquei em dúvida entre dois livros que quem me acompanhou ao longo desse ano saberá quais foram. Mas acabei optando por Corpo, da Audrey Carlan, pois os problemas que encontrei nessa obra são mais graves, principalmente a romantização de relacionamentos abusivos. Foi uma leitura que me incomodou profundamente e sobre a qual falei com mais detalhes na resenha (aqui).

O livro com a melhor capa: Além de ser um amor em forma de livro, O sol também é uma estrela, da Nicola Yoon, tem uma das capas mais bonitas e originais que já vi. Sou completamente apaixonada por ela e pelo livro em si (resenha aqui). Menção honrosa: O príncipe corvo, da Elizabeth Hoyt

O livro com a pior capa: Foi difícil escolher, porque as editoras têm realmente caprichado nas edições. Mas uma capa que não consigo gostar é a de Carbono Alterado, do Richard Morgan (Skoob). No entanto, ressalto que ainda não li o livro e pode ser que a capa faça sentido dentro da história.

O melhor enredo: Li muitos livros esse ano, mas o que me agradou da primeira à última página, com um enredo eletrizante e cheio de reviravoltas foi Trono de Vidro 4: Rainha das Sombras, que expandiu o universo da série de maneira impressionante e desenvolveu muito os personagens.

O pior enredo: Difícil escolher, mas acredito que Três coroas negras, da Kendare Blake (resenha aqui). O enredo em si não é ruim, porém, ele foi pessimamente desenvolvido pela autora. Sabe quando você está lendo um livro e parece que nada acontece? Então, foi essa sensação que tive ao longo de mais de 200 páginas desse livro, o que não seria um problema tão grande se ele não contasse com apenas 300 páginas.

⧪ Os personagens:
O meu personagem queridinho: Claro que não poderia escolher só um né? Então, dividi em duas categorias. O melhor personagem masculino, para mim, foi o Owen do livro Confesse (resenha), da Colleen Hoover, mas com menção honrosa para o Chaol e o Dorian de Trono de Vidro. Já a melhor personagem feminina foi a Lila, de Um tom mais escuro de magia (resenha).

O personagem que mais me deu nos nervos: Preciso dizer que foi a Gillian, do livro Corpo? A dependência dela em relação ao mocinho e facilidade com que ela entra em um relacionamento abusivo, mesmo já tendo passado por isso antes, me irritaram profundamente. 

O meu casal queridinho: Dos vários casais que eu amei esse ano, preciso dizer que a Hannah e o Garret do livro O Acordo, da Elle Kennedy, roubaram meu coração em janeiro e reinaram absolutos o resto do ano. Resenha aqui.

O casal que me fez querer vomitar: Nem vou perder tempo explicando, porque é meio óbvio né? Gillian e Chase, do livro Corpo.

O personagem coadjuvante que roubou a cena: Manon Bico Negro, de A Rainha das Sombras. Eu odiei essa personagem no terceiro livro, mas no quarto ela rouba a cena e se mostra uma das personagens mais incríveis da série.

O personagem coadjuvante que eu mataria: Acho meio pesado falar que mataria um personagem, porém, lembrei da Zara de Senhor das Sombras (Skoob), da Cassandra Clare, e preciso dizer que se tem um personagem que merece esse destino só pode ser ela.

⧪ As surpresas e decepções:
O autor que mais me surpreendeu: Acredito que tenha sido a Alwyn Hamilton, que, em seu romance de estreia, escreveu um dos livros de fantasia mais originais e envolventes que já li, A rebelde do deserto (resenha aqui). Menção honrosa: John Green que superou minhas expectativas com seu novo livro, Tartarugas até lá embaixo

O autor que mais me decepcionou: Surpreendentemente, foi a Stephanie Perkins com o livro Lola e o garoto da casa ao lado. Não que eu tenha achado o livro ruim, porque eu até gostei (resenha aqui). No entanto, depois de ter lido Ana e o beijo francês e me apaixonado pela escrita dela, eu esperava muito mais.

O livro que mais me surpreendeu: Se tem um livro que me surpreendeu esse ano, foi Guerra do Velho, do John Scalzi (resenha aqui). Eu não tenho o hábito de ler ficção científica e tinha muito medo de que essa fosse uma leitura cansativa para mim. No entanto, eu devorei o livro e amei a leitura do começo ao fim.

O livro que mais me decepcionou: Sem dúvida, foi Três coroas negras, da Kendare Blake. Eu tinha uma expectativa altíssima para esse livro mesmo antes da Globo Alt anunciar que iria publicá-lo, mas, quando li, não encontrei nada do que eu esperava.

⧪ As sensações:
O beijo que me fez suspirar: Não apenas o beijo, mas todo romance da Anne e do Daniel no livro Uma noite como esta (Skoob) me fizeram suspirar. Ainda não fiz resenha sobre esse livro, mas gostei bastante e, em breve, falarei mais sobre ele aqui no blog.

O trecho que mais me marcou: Claro que seria um dos vários trechos que destaquei em Tartarugas até lá embaixo, do John Green: “Somos o narrador, o protagonista e o coadjuvante. O contador da história e a história em si. Somos alguma coisa de alguém, mas também o nosso eu.”

A história que mais me inspirou: Pela temática que o livro aborda e pela forma como a autora consegue colocar o leitor no lugar da protagonista, não poderia citar outro que não It ends with us, da Colleen Hoover.

O livro que acabou com as minhas lágrimas: Eu sou a maior chorona do universo, mas esse ano até que não derramei tantas lágrimas assim. No entanto, eu quase desidratei lendo Sete minutos depois da meia-noite, do Patrick Ness (resenha aqui).

A trama que me causou arrepios: Achei essa pergunta difícil, mas acabei escolhendo uma das minhas leituras mais recentes: Fraude legítima, da E. Lockhart (Skoob). Quando eu entendi do que realmente se tratava esse livro e o que estava acontecendo, confesso que fiquei assustada com o que estava lendo. Sem dúvida, esse enredo me causou arrepios.

O livro que mais me deixou curioso: Poderia mencionar novamente o Fraude legítima, porque o livro tem um mistério que me manteve presa na leitura. No entanto, como depois de um tempo o livro se desenvolveu de uma maneira previsível, optei por escolher Trono de Vidro 5: Império de Tempestades que, apesar de não ser um suspense, tem um final daqueles que deixam o leitor curiosíssimo para saber o que vai acontecer depois (resenha aqui).

A obra que me fez gargalhar: Eu não li muitos livros desses hilários esse ano, mas o que chegou mais perto de me fazer gargalhar foi Menina de Vinte, da Sophie Kinsella (resenha aqui).

A história da qual mais sinto saudades: Não podia ser outro que não Minha vida fora de série – 4ª temporada, da Paula Pimenta (resenha aqui). Eu amo o universo criado pela Paula desde que li Fazendo meu filme 1 – A estreia de Fani, e toda vez que termino um livro dela fico com saudade dos personagens. Já quero o próximo livro, porque estou sentindo falta do Rô e da Pri.

O crime que me pegou de surpresa: Não posso responder precisamente o que aconteceu, mas no final de O Senhor das Sombras acontece um crime que eu realmente não estava esperando e que partiu meu coração.

⧪ Os mais:
A leitura mais difícil: Pelos temas dolorosos que abordam, não poderia citar outros que não O conto da aia e It ends with us. E que fique claro que por leitura difícil não quero dizer um livro cansativo de ler, mas foram livros que trouxeram vários momentos perturbadores e que passam longe de ser uma leitura leve e descontraída.

A leitura mais fácil: Acredito que vários livros que li esse ano se encaixariam aqui, mas escolhi Casada até quarta, da Catherine Bybee (Skoob). É uma leitura muito leve e gostosa, daquelas que a gente já sabe exatamente o que vai acontecer, mas se envolve com a história mesmo assim.

O livro que li mais rápido: Sem dúvida, foi ABC do Amor, das autoras A. C. Meyer, Brittainy C. Cherry e da Camila Moreira (resenha aqui). São três contos muito gostosos de ler e que concluí em questão de horas.

O livro que mais demorei para ler: Tendo arrastado essa leitura por quase três meses, não poderia citar outro que não Trono de Vidro 3: Herdeira do Fogo (resenha aqui). Falei com mais detalhes na resenha, mas demorei tanto lendo esse livro que quase abandonei a série.

Por fim, em 2017, minha meta era ler 80 livros e terminei o ano com 73 leituras. Para 2018, minha meta é ler 90 livros.

E vocês, o que leram em 2017? Me contem quais foram suas leituras mais especiais e aquelas que acabaram sendo decepções. E, para quem se interessou por algum dos livros que citei, todos eles estão disponíveis na Amazon.
Aproveito para dizer muito obrigada a todos os meus leitores que estiveram interagindo comigo aqui e nas redes sociais do blog. Agradeço também à Galera Record, ao Grupo Editorial Record e aos autores que confiaram no meu trabalho e me proporcionaram leituras maravilhosas. Desejo um feliz Ano Novo a todos vocês e que 2018 venha cheio de alegrias e realizações!

Apaixonada por literatura desde pequena, nunca consegui ficar muito tempo sem um livro na mão. Assim, o Dicas de Malu é o espaço onde compartilho um pouco desse meu amor pelo mundo literário.




Facebook

Busca

Instagram

Twitter

Editoras Parceiras

Seguidores

Arquivos

Newsletter

Populares

Tecnologia do Blogger.